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Conto erótico: Meu namorado foi corno na praia 2 02UTC Fevereiro 02UTC 2009

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Meu namorado foi corno na praia, por Gata Sarada.

HTTP://www.contosquentes.com.br

Vou-lhes contar a minha maior aventura sexual que eu já tive! Com toda certeza o que aconteceu eu jamais irei esquecer! Me chamo Lorena e namoro com o Fábio, eu sou Loira, baixinha (1,60) olhos castanhos claros, peso 51 kg, tenho seios médios, barriguinha bem definida pois malho deste os meus 15 aninhos, idade esta que comecei a tomar anticoncepcional, então resolvi malhar pois sempre ouvia dizer que poderia engordar. Mas isso é outra coisa. Atualmente estou com 19 anos e namoro com Fábio de 22 anos. Já namoramos a 8 meses e confesso a vocês que já realizamos várias loucuras sexuais! (RISOS) Mas um dia estávamos transando e no meio da transa eu falei que gostaria de ter dois machos na cama. (Alias homens, esta é a fantasia de todas as mulheres tá!) Pior que na hora quando eu vi já tinha dito. Achei que meu namorado não ia aceitar. Não comentamos mais nada. Em Janeiro de 2004 resolvemos ir pra paria juntos, e realizar assim nossa primeira viagem a sós. Fomos para Caiobá no litoral paranaense. Tudo estava muito bom, nós dois dormindo juntinhos, sol, calor, areia, mar e claro um monte de gatinhos com cada sunguinha hauhauhauha! Mas eu era previlegiada, ao lado da nossa casa, tinha uma casa que deveria ter uns 10 rapazes! Olha cada uma mais lindinho que o outro! Como estávamos sozinhos meu namorado começou a pegar amizade com eles. Sabe como é, roda de homens com cerveja e tudo mais. E somente eu de mulher naquela rodinha. Mas tudo bem, afinal estava com meu namorado. Fomos pegando amizade e nós tivemos uma maior afinidade com dois rapazes. Julio e Marcos, ambos de 22 aninhos. Lindos, Marcos tinha o corpo bem malhado, bem definido mesmo, Julio nem tanto mas uns olhos verdes que era de dar inveja! Depois da rodinha de cerveja fomos para casa, para tomarmos banho. Tomando banho juntos eu e Fábio estsvamos conversando em baixo do chuveiro, e o Fábio me comentou que o Julio e o Marcos tinha nos convidado a acampar com eles a beira-mar, mas ele estava meio em dúvida, pois os caras estavam de olho no meu corpinho. Eu sem a mínima intenção falei que era coisa da cabeça dele e que era pra ele ir la avisar que íamos acampar sim. Tudo feito os meninhos arrumaram duas barracas uma para dormir eu e o meu namorado e outra pra eles dormirem. 11:30 da noite saímos e fomos só com uma lanterna para a beira da praia. Arrumamos um local onde sabíamos que a água não ia chegar e armamos as barracas. Eu fiquei arrumando as camas e os meninos foram atrás de galhos para fazermos uma fogueira. Fizemos a fogueira e um circulo e começamos a beber e a conversar! Quando foi por volta de 1 hora da manhã os homens começaram a falar das moças gostosas que tinha na praia e tals. Falando dos biquines. Até que o Marcos falou. – Alias Fábio você esta de parabéns sabia? – Eu porque??? – Porque você tem uma namorada com todo respeito do mundo muito linda e sexy! – Hahaha que isso Marcos, você ta querendo dizer que a Lorena é gostosa é isso? Nossa nesta hora achei que ia dar briga, mas pelo contrário. Meu namorado foi e continuou a frase. – Pode achar ela gostosa o quanto quiser, na realidade eu até gosto que os caras babem por ela, nem ligo que ela usa estes biquininhos pequeninhos e a calcinha fio dental. Nossa senti um calafrio! Julio e Marcos olharam com uns olhos pra mim que perdi até o jeito. Mas Julio vendo a minha vergonha disse: – Não fique assim não Lorena! Se ele deixa que tem nós olharmos e te desejarmos? – É só desejar OK (DISSE O FÁBIO) E continuamos a conversa. E partimos para falar de sexo. Não sei o que aconteceu que meu namorado levantou e disse que ia dormir. Eu disse que também ia, mas ele disse que não, que era pra mim ficar fazendo companhia para os dois. Sem entender eu disse tudo bem. Quando ele saiu e me deixou sozinha com aqueles dois machos lindos só de sunguinha senti um tesão enorme subindo. Continuamos a falar de sexo e os dois foram chegando e sentaram cada um do meu lado. Pensei pronto é agora! Não sei o que aconteceu comigo, só sei que o papo fico tão bom que quando percebi Julio estava chupando os meus seios e Marcos com dois dedinhos dentro da minha xaninha! Meu Deus, o que era aquilo! Eles estavam me devorando. Meu biquine estava todo torcido! Pedi para eles pararem e Marcos disse: – Gatinha, só paro se você for fazer a gente nanar na nossa barraca. Levantei e fui para a barraca deles. NOSSA! Estava eu indo pra foder com dois praticamente desconhecidos e meu namorado dormindo na outra barraca. O que é isso! Locura! Mal entramos aqueles dois machos foram arrancando o meu biquine, Julio me deixou e começou chupar e morder meus seios. Marcos abriu minhas perninhas e começou a chupar meu clitóris duma forma totalmente diferente! Ele sugava ele e passava a lingüinha muito rápido! Poucos minutos depois gozei igual uma loca. Estava gozando ainda quando Marcos me colocou de 4 e foi metendo o seu pau na minha xaninha. No escuro naum vi o tamanho, mas senti como era os seus 19 cm me invadindo! Ele começou a bombar bem forte! Que loucura, Marcos metendo na minha xaninha e eu chupando o casete do Julio e meu namorado dormindo na barraca ao lado. Marcos meteu muito naquela posição até que senti jatos quentes dentro de mim. Nossa e quantos jatos, estava morta já! Mas tinha Julio ainda! Julio me colocou de ladinho e levantou minhas pernas e me comeu gostoso! Minha boceta estava queimando, estava ardendo de tanta vara! Mas era muito bom a sensação, um pau na boceta e outro na boca! Estava chupando o pau do Marcos quando sem avisar senti um liquido quente na minha boca! Ele gozou sem dó na minha boquinha! A loucura era tanta que nem me importei! Foi quando Julio anunciou que ia gozar, pedi para que ele gozasse na minha bundinha. Julio obedecendo tirou o pau e melecou tudo a minha bundinha. Nossa eu tremia de tanta fraqueza! Era muito pra mim! Olhei no relógio e já eram 4:30 da manhã. Me lenvantei de mal me limpei e fui pra barraca onde meu namorado estava. Quando cheguei lá Fábio estava acordado. – Fudeu gostoso minha putinha? Não respondi nada. Meu namorado tinha ouvido tudo. Quando tentei explicar ele me pediu para fiquer quieta que agora era a vez dele. Ai que gostoso. Ele me colocou de quatro de novo e meteu na minha xaninha, já toda melada. E disse: – Hum esta já esta toda meladinha. Assim eu não quero! Quando fui dizer algo senti ele forçando pra comer meu cuzinho. Mas eu nunca tinha feito anal. Pensei comigo, já fodi com uns caras que nem conheço! Que tem eu dar o cuzinho pra o meu namorado. Ele comeu meu cu muito gosotoso! Adormecemos e acordamos as 10 horas. A barraca estava um forno! Depois disso viemos embora.

Vídeos: Divindo a esposa e Sendo Pega no Flagra 29 29UTC Dezembro 29UTC 2008

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Dividindo a esposa

Neste vídeo, o marido divide a sua esposa com o amigo. Os dois a fodem de todos os jeitos, com algumas DPs lindas.

Enquanto um come ela de quatro, o outro põe a pica na boca da vadia. Eles fazem de tudo com a esposinha safada.

http://www.secretas.com.br/videos-porno/amadores/marido-dividindo-esposa-safada/

Sendo pega no flagra

Neste outro, a safadinha galopa na pica do amante e dá pra ele de quatro. De repente, o maridão chega e vê tudo. O amante sai correndo e o marido pega a câmera e continua filmando a esposinha safada enquanto a xinga e diz que ela é uma safada que já o vinha traindo a muito tempo e que deu em todos os cantos da casa. A safada chora porque sabe que é o fim do casamento.

http://www.clubedosvideos.com/index.php?videoID=1820

Episódio 9 – Calmihornia Parte 1 28 28UTC Outubro 28UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 9 – Calmohornia Parte 1

A amizade de Tori e Gustavo era muito maior do que de apenas vizinhos. Gustavo já ajudou o outro várias vezes em tempos difíceis e por isso, era extremamente grato ao vizinho.

O mesmo ocorria entre Sandra e Angélica, que, coincidentemente, iam ao mesmo cabeleireiro e passavam horas conversando sobre diversas coisas.

Exatamente por isso, Tori os convidou para passar um final de semana inteiro por sua conta em uma das suas fazendas em uma cidadezinha chamada Calmihornia.

- A gente pode andar de cavalo e tem um rio lá por perto, vai ser bem legal – Comentava Tori.

É claro que eles aceitavam. Adoravam as extravagâncias do amigo.

Gustavo e Sandra seguiram os amigos de carro.

- Vai ser um bom final de semana. – Disse Sandra sorrindo maliciosa.

- Também acho.

Ele colocou uma mão nas pernas da namorada e sorriu, enquanto subia por baixo da saia.

- Eles podem ver amor. – Falou Sandra, vendo Karina e Carolina no banco traseiro do carro da frente acenando para eles.

Gustavo acenou para elas e comentou.

- Mas lá você não me escapa.

Como tudo de Tori, a fazenda em Calmihornia era bem aconchegante. A casa era um sobrado de madeira, com seis quartos. Uma das suítes, é claro, ficaria para Tori e Angélica, a outra, para suas filhas. Gustavo e Sandra dormiriam num quarto do primeiro andar, ao lado da dos anfitriões. Havia dois quartos no térreo, que eram destinados aos empregados.

Um desses empregados era Mario, o peão. Ele cuidava dos animais da fazenda, especialmente os cavalos e se animou com a visita dos donos, pois tinha muito a falar sobre os bichos.

Foi ele que os recebeu.

- Olá Seu Tori. – Disse o moreno sorridente.

Ele era mais alto que o chefe e muito mais forte. Possuía um rosto sorridente e covinhas no rosto.

Eles apertaram as mãos.

- Tenho que lhe mostrar o Campeão. Ele está uma beleza.

- Meu amigo, isso não é hora de falar de cavalos. – Retrucou Tori sorrindo. – Veja, temos visitas.

Só então ele percebeu o carro de Sandra e Gustavo já estacionado ao lado do outro.

Ele cumprimentou Angélica com um beijo no rosto e um abraço apertado. Fez o mesmo com as gêmeas. Gustavo e Sandra ficaram apenas no aperto de mão mesmo.

Os olhos de Sandra se demoraram um pouco nos braços daquele moreno. Ela sorriu porque sabia o que estava faria mais tarde.

- Depois eu quero ver esse tal Campeão. Sempre quis andar a cavalo. Você me ajuda? – Perguntou a Mario.

- Será um prazer. – Disse, sorrindo desintencionado.

O prazer será meu, pensou Sandra.

- Amor, você leva as coisas lá pra dentro?

- Mas você já quer andar nesse cavalo?

Ela fez carinha de cachorrinha sem dono.

- É que eu sempre quis, to ansiosa. Deixa vai…

- Ta bem. – Disse Gustavo pegando a bolsa da mulher e a mochila. – Vê se não vai cair.

- Pode deixar, ele vai me ajudar.

Mario concordou e levou a mulher de Gustavo até a área onde ficavam os cavalos, enquanto os outros iam em direção à casa principal.

Eles chegaram à uma espécie de estábulo.

- O Campeão é aquele marrom ali no fundo. – Apontou enquanto a guiava até o local.

- Ai. – Disse Sandra fingindo tropeçar. Ela sentou no chão e segurou o pé direito, fingindo estar doendo.

- Tudo bem aí Dona? – Mario se agachou para ajudá-la.

- Ainda não, mas pode ficar.

Ela começou a passar a mão pelo peitoral do homem, que não sabia o que fazer.

- Oh Dona, faz isso comigo não. – Suspirava. – Se o seu Tori me ver, ele me demiti.

- Ninguém vai ver, eu conheço aqueles dois.

Ele finalmente se rendeu e deu um forte beijo em Sandra. Ela excitava-se simplesmente com o toque do rapaz. Ele a segurou forte e a levantou.

- Você é muito gostosinha sabia.

Com essas palavras, ele começou a passar a mão sobre todo o corpo dela. Aqueles dedos grandes e grossos a seguravam pelas costas, por baixo da blusinha branca que ela usava.

- Ai, me fode peão. Acaba comigo.

Mario carregou-a até uma área vazia e cheia de palha, despejando-a lá.

Ele tirou a blusinha de Sandra e logo depois a sua, revelando um peitoral definido.

- Como você é gostoso. – Disse ela passando a mão por ele e indo de encontro ao seu enorme pau.

Ele sorriu. Tirou o sutiã dela e logo em seguida a sua saia. Com a mulher só de calcinha, Mário passeou por seu corpo com os lábios, arrancando gemidos e suspiros de Sandra.

Mamou intensamente nos peitos dela e foi descendo até chegar à calcinha ensopada. Lambeu os lados internos das coxas e enfiava vagarosamente sua enorme língua pelos cantos da calcinha, levando Sandra a loucura.

Desesperada por pica, ela tirou a sua calcinha rapidamente e abriu as pernas oferecendo a seu macho.

- Calma aí dona. Vem me deixar nu também.

Ela sorriu e começou a abaixar a bermuda do homem, mostrando uma cueca enorme com um grande volume no meio.

- Que isso? – Perguntou fingindo inocência.

- Dá uma olhadinha.

Quando Sandra abaixou a cueca do homem, se assustou com o tamanho da vara do homem. Não hesitou nem um pouco e já colocou-a na boca. Ela precisava segurar com as duas mãos para controlar aquele monstro feroz que se debatia dentro de sua boca.

- Que pica enorme!

Ela chupou mais um pouco e voltou àquela posição.

- Agora vem.

Ele colocou uma camisinha que sempre tinha guardada e começou a penetrá-la vagarosamente, até ter tudo lá dentro. Ela soltou um gemidinho gostoso e gozou.

Mario começou, então, a da várias estocadas em Sandra que gemia alto. Ele a fodia em alta velocidade, demonstrando ser experiente no assunto.

Sandra estava com as mãos agarradas ao corpo firme do homem que a comia naturalmente. Sua boca desceu e chupou seus peitos muito forte. Quando tirou a boca, o biquinho parecia enrugado e repuxado. Uma mancha roxa era vista ao lado da auréola da seus seios. Isso excitou Mário ainda mais.

- Ah, sua cachorrinha.

Ele foi em direção ao pescoço dela e proferiu um novo chupão.

- Não, não faz isso não. Ahh.

Sandra não tinha forças para resistir à chupada do homem. Ele acrescentou ainda mais velocidade à seus movimentos.

Nesse momento, uma voz chama a atenção.

- Eu sabia – Disse Angélica se aproximando e sorrindo. Os dois olharam assustados – Tudo bem, não precisam parar. Mas amanhã você será meu.

Angélica se foi excitada.

- Vocês da cidade são todas safadas. – disse Mário.

Com isso, ele gozou fortemente na camisinha, caindo desfalecido sobre ela.

- Falta uma coisa. – Falou ao ouvido dele.

- O que?

- Fica de quatro.

Sandra estava exausta, mas obedeceu, achando que teria mais foda.

- Eu vou deixar minha marca em você.

Ele deu um chupão fortíssimo na bunda de Sandra. Ela exclamou de dor, mas ele não parou. Quando ele se afastou, viu uma marca muito roxa na nádega direita da mulher.

- Vamos voltar pra ninguém desconfiar.

Eles se vestiram e voltaram e ninguém desconfiou de nada.

Sandra passou o resto do dia tentando esconder a marca em seu pescoço.

No fim da tarde, Sandra e Angélica conversam animadamente no quarto do primeiro andar. Gustavo sai a procura de Tori que estava desaparecido há um bom tempo. Olhando por uma janela semi-aberta ele o vê sentado na cama com Aninha, a filha de 19 anos da empregada chupando o seu pau. Gustavo ri daquilo e sai a procura de algo para fazer.

A noite todos se reúnem na varanda para uma conversa. Até Mario participa, pois já é quase da família.

- Você sabia que Calmihornia é conhecida como a cidade dos cornos mansos? – Perguntou Tori sorrindo a Gustavo.

- Por quê?

Mario riu. Angélica também. Depois Tori.

- Garotas – Disse Angélica as suas filhas – Vão dormir, vocês não podem ouvir isso.

Emburradas, ambas se foram.

- Vou contar umas histórias pra vocês. – Disse Tori sorrindo.

Continua no próximo episódio…

Episódio 8 – Bem vindos 14 14UTC Setembro 14UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 8 – Bem vindos

Bruno e Deise já namoravam a dois meses quando resolveram morar juntos. Não precisavam sair de Saluttie. Fizeram um acordo com os amigos. Assim, Deise e Bruno morariam junto com Pedro e Roberta.

Mas Claudia não queria morar sozinha com Felipe, pois sabia que poderia acontecer coisa errada. Então chamaram um casal para compartilhar a casa com eles. Renato e Flávia.

Renato era moreno e forte enquanto Flávia era loura e alta. Chamou bastante atenção dos moradores daquele lugar.

- Sejam bem vindos. – Disse Tori no tradicional churrasco de fim de semana – Logo vocês vão ver que aqui em Saluttie, todo mundo se dá bem.

Eles não demoraram nem um pouco a descobrir isso.

- Guga, essa Flávia é muito gostosa. – Sussurou Felipe ao amigo.

- É. Vamos ter que dar as boas vindas a ela.

Eles sorriram maliciosamente.

Do outro lado do pátio.

- Sandrinha, esse tal de Renato é muito gostoso – Sussurrou Deise à amiga.

- É. Vamos dar as boas vindas a ele.

Elas sorriram maliciosamente.

Os seis estavam na casa de Sandra e Gustavo conversando e sabendo sobre a vida dos outros. Renato e Flávia explicavam de onde eram, como se conheceram e etc. Deise, Felipe, Sandra e Gustavo fingiam prestar atenção.

- Renato, vamos a minha casa buscar umas cervejas que eu tenho lá. É que o Bruno não está aqui e eu não consigo trazer sozinha. – Disse Deise.

- Tudo bem. – Concordou.

- Eu vou com vocês. – Acrescentou Sandra.

Sozinhos com Flávia, Gustavo e Felipe demonstraram o quanto queria comê-la. E ela parecia não ter nada contra. Mãos rolavam pelos corpos, mas sem muita sacanagem, até que “sem querer” roçaram-se mais do que pretendiam.

- Desculpa – Disse Gustavo.

- Não tem problema não. – tornou – Fica tranqüilo.

- Não tem problema? – Perguntou Felipe agora indo pra cima dela também e passando os dedos delicadamente por seu pescoço.

Ela sorriu.

- Nenhum problema.

Foi o sinal verde. Passaram a mão, agora por todo o seu corpo excitando-a. Beijaram-na em muitos lugares antes da boca. O pescoço era o alvo favorito, as coxas reveladas por aquela saia vinham em segundo lugar.

- Você é muito gostosa, Flavinha.

Ela sorriu com o elogio e pediu algo mais.

Tiraram lentamente sua blusinha e um sutiã preto de renda foi revelado. Por trás deles, enormes seios brancos.

Colocaram-na em pé. Gustavo cuidava de trás e Felipe da frente. Beijavam todas as partes de seu corpo com voracidade. Gustavo cravou uma das mãos na bunda de Flávia, enquanto Felipe chupava os peitos da mulher como se fosse uma mamadeira.

Não demorou e ela já estava só de calcinha na sala com os dois homens a devorá-la. Ela já explodia em tesão quando Felipe tirou lentamente a sua última peça de roupa e começou a chupar o seu clitóris. Gustavo aproveitou para colocar a sua pica na boca de mulher.

Ficaram nesse troca-troca oral por um pequeno tempo. Sabiam que logo Sandra e Deise voltariam, e precisavam terminar logo com aquilo.

Os dois homens se despiram por completo. Felipe deitou no chão e Flávia montou em seu cacete. Mal começou a galopar e Gustavo já a mandava parar.

- Por que? – perguntou.

- Só com um não vale.

Ele abriu a bunda da mulher com as mãos e lubrificou o seu cu com um pouco de cuspe. Enfiou lentamente, até estar totalmente enterrado nela.

Flávia soltava uns gritinhos de dor e prazer enquanto ele a penetrava. Os dois homens dentro dela começaram a se mexer simultaneamente. Bolinavam-na pela frente e por trás e a mulher gemia de prazer com aquelas duas picas a comê-la.

Felipe sentia em seu corpo os seios fartos da mulher se mexendo no mesmo ritmo de suas estocadas. Gustavo via a mulher de quatro delirando sob sua pica.

Metiam forte e sem dó. O perigo de ver Sandra, Deise e Renato entrando por aquela porta a qualquer momento os excitava ainda mais. Algum tempo depois eles já gozavam, caindo desfalecidos no chão.

Sorrindo, eles se recompunham.

- Eles estão demorando. – Disse Gustavo.

Pegou o celular e ligou para Sandra.

- Onde vocês estão?

- A gente veio comprar mais cerveja. As da casa da Deise tinham acabado.

- Por que você está ofegante? – Perguntou Gustavo

- Não sei, ta calor aqui.

Mal sabia Gustavo que enquanto ela falava isso, Renato comia Deise e esta passava a língua por toda a boceta de Sandra.

Os parceiros da casa de Deise não estavam, e eles tinham a casa inteira para eles.

Ela desligou e Renato sorriu.

- Que safadinha que você é.

- Muito. – Concordou.

Deise gozou intensamente e agora era a vez de Sandra.

Ela jogou o homem na cama e partiu para cima dele, galopando em sua rola ferozmente.

- Acaba comigo gostosão.

Seus seios pulavam ferozmente tal a velocidade com a qual ela era comida. Uma das mãos do homem agarrou um deles e apertou.

- Ai, delícia.

Deise observava tudo.

Sandra gozou também e caiu de lado.

Renato continuava duro e as duas não hesitaram em cair de boca naquela pica dura e toda suja de porra feminina.

- Um. Que pica deliciosa. – Diziam.

- Isso, podem mamar bastante que tem leite pra todo mundo.

Ao ouvir isso as duas se animaram e continuaram a passear com a língua da cabeça ao saco do homem. Ele estava em êxtase.

- Acho que vou gozar.

Sandra enfiou a pica de Renato na boca e começou a chupar rápida e deliciosamente. Ele começou a se contorcer, segurando para liberar um jato mais forte.

- Goza na boca dela vai. – Dizia Deise para provocá-lo.

Ele não conseguiu segurar mais, e liberou um jato tão forte que Sandra se assustou e deixou a porra escapar pela sua boca.

A rola continuou jorrando em grandes jatos. Deise posicionou seu rosto a tempo de receber o último pedacinho de porra. A maior parte ficou espalhada pela cama de Deise e pela barriga e coxa do homem.

Elas começaram a lamber o leite derramado e Renato, aos poucos, foi se animando novamente.

- Não, temos que voltar – Disse Sandra decidida quando viu a rola dura novamente.

- Onde estão as cervejas? – Perguntou quando os três chegaram de mãos vazias.

- Não tinha.

Mais tarde quando Renato e Flávia iam pra casa, comentaram:

- Acho que vou gostar de morar aqui.

- Eu também.

Eles sorriram e se beijaram.

E transaram a noite toda.

Próximo episódio – Calmihornia Parte 1

Episódio 7 – Amor e Sexo 10 10UTC Setembro 10UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 7 – Amor e Sexo

- Eu não acredito.

- Pois pode acreditar.

- Eles não têm nada a ver um com o outro.

- Tem muito mais do que você imagina.

Quando Sandra contou para Gustavo que Deise e Bruno começaram a namorar, ele não conseguiu acreditar. Na verdade, ninguém conseguiu acreditar.

- Quando isso aconteceu?

- Final de semana passado, quando você foi assistir ao jogo do Vasco na casa do Vítor.

- É. – Concordou sorrindo

Gustavo se lembrava muito bem do “jogo” com Vítor e Gabriela.

Desde a primeira vez que eles apareceram juntos, já deu pra perceber o que seria daquele namoro. Ela usava uma mini-saia branca e uma blusinha verde tão apertada que os peitos quase pulavam pra fora. Já Bruno andava sorridente e comportado, de mãos dadas com Deise.

- Quem diria hein? – Disse Felipe a eles.

- Pois é. Eu e o Bruninho temos bastante em comum. Né? – Perguntou Deise com um sorriso safado.

Ele concordou com a cabeça.

Sandra também não acreditava que aquilo fosse dar certo, mas deu o maior apoio. Tanto que Deise a chamou para uma conversa na sexta a noite.

- Vamos a um barzinho, só nós duas. Precisamos conversar.

Ela aceitou.

No dia marcado Deise esperou Sandra de carro. Ficou surpresa ao ver Bruno dirigindo.

- Ele vai também? – Perguntou confusa à amiga.

- É claro.

Que estranho, pensou Sandra. Mas era óbvio que Deise estava tramando alguma coisa, e Sandra não tardou a descobrir o que era.

Antes de chegarem ao barzinho, Bruno parou o carro e um homem entrou.

- Sandra, esse é o Tiago. Tiago, essa é a Sandra.

Eles se cumprimentaram e a viagem continuou silenciosa até o bar.

O problema é que Bruno parou no bar, passou reto e entrou em um motel.

- Deise! – exclamou Sandra como quem quisesse saber o que estava acontecendo.

A amiga apenas sorriu.

Já no quarto, Deise deu um beijo profundo em Tiago.

- O que é isso, mulher? – Quis saber a outra.

- Espera que eu já te conto. Vamos tirar o atraso com esse gostoso primeiro.

Uma de suas pequenas mãos já deslizava pelo pau do homem que se aproveitava para apalpá-la inteira.

Sandra olhou para Bruno, que já se masturbava e não desgrudava os olhos da namorada e do amante se beijando.

- Vem Sandrinha. – Chamou Deise.

Ela continuou parada sem acreditar.

Tiago se desvencilhou de Deise e veio na direção de Sandra. Primeiro abraçando, depois beijando e logo em seguida passando a mão por todo o seu corpo. Ela se soltava cada vez mais, e decidiu que a hora de entender aquilo tudo seria mais tarde.

Deise se juntou à eles.

As duas parecia ter ensaiado aquilo, porque foram descendo juntas beijando a barriga do homem por cima da camiseta. Deise soltou seu cinto e Sandra abaixou o zíper. Juntas, puxaram a calça de Tiago, revelando uma cueca branca e com um pingo molhado.

Também juntas, abaixaram a cueca e começaram a passar a língua no pau duro do homem. Disputavam cada centímetro daquela grossa rola que latejava de tanto tesão. Sandra não demorou a querer colocar a pica inteira em sua boca. Deise fez questão de ajudar. Segurou o caralho do homem com força e posicionou na frente da boca da amiga. Ela piscou um olho em sinal de agradecimento.

Deise se levantou. Enquanto a amiga cuidava de Tiago por baixo, ela cuidaria por cima.

- Vem meu tesão. Acaba comigo.

Beijaram-se fortemente e as roupas de Deise começaram a despencar uma a uma no chão, até ficar completamente nua.

- Era isso que você queria não era, corno?

Bruno disse que sim, enquanto sua namorada tinha os peitos chupados pelo amante.

Eles se organizaram. Sandra se levantou e logo suas roupas já estavam amontoadas no chão também. Elas terminaram de despi-lo e fizeram-no deitar na cama.

Deise subiu primeiro. Colocou uma perna de cada lado do homem e beijou-o na boca. Lentamente, foi descendo até sua boceta roçar o pau de Tiago.

- Ainda não safadinho. – Falou quando ele tentou enfiar.

- Corno, coloca a camisinha nesse gostoso pra ele me foder bonitinho.

Bruno obedeceu prontamente e colocou a camisinha nele.

- Muito bom. Agora vai ter sua recompensa.

Ela foi descendo e lentamente a pica de Tiago começou a penetrá-la. Sandra já muito excitada, correu para o outro lado da cama e ofereceu a sua boceta para o homem chupar.

A visão de Bruno era espetacular. Tiago estava deitado na cama com Sandra agachada sobre sua cabeça e Deise, sua namorada, galopando em seu pau.

- Ai. Eu quero um pouco dele também.

- Agora ele é só meu. – Disse Deise, para o desespero da amiga.

Ela saiu de cima do pau de Tiago e ficou de quatro.

- Vem por trás meu cachorrão.

E ele foi, mesmo assim, continuou na boceta.

- Eu quero no cu. – reclamou Deise. – Come meu cu.

- Por enquanto não. – Brincou.

Ela deu uma gemidinha de desapontamento e prazer.

- Hm… seu safadinho. Quer brincar né? Tudo bem, faremos do seu jeito.

- Sandra, você ganhou uma nova companhia.

Deise riu enquanto Sandra se aproximou. Não hesitou em se enfiar debaixo da amiga de quatro e começar a chupar o seu clitóris. Deise gemia muito. Sandra estava explodindo de tanto tesão.

- Eu quero essa pica pra mim. – Disse enquanto via de perto o homem penetrando a amiga com força e a mesma gemendo loucamente.

O 69 de Deise e Sandra acompanhado com a foda de Tiago fez Bruno bater punheta com ainda mais força.

- Eu não agüento mais – Disse Sandra. – Bruno, vem aqui.

Ele parou de se masturbar imediatamente enquanto a mulher de seu amigo saia de debaixo de sua namorada. Ela ficou de quatro do outro lado da cama e mandou que a comesse como Tiago estava comendo Deise.

Ele foi colocar a camisinha, mas Sandra o mandou ir logo sem camisinha mesmo.

Bruno penetrou a boceta de Sandra e menos de dois minutos depois, já gozava sobre sua bunda. Conseguiu tirar poucos segundos antes de sua porra jorrar. E ele gozou muito.

- Que droga. – Reclamou, enquanto Deise ria e gemia. – Por que você me chamou?

- Pra te passar vontade.

Bruno tentava se desculpar enquanto Tiago comia a sua namorada a sua frente.

Tiago saiu de dentro de Deise a mandou ficar de lado. Fez Bruno erguer as suas pernas e por trás começou a penetrar aquele tão desejado rabo.

- Ai, que delícia. Que fode meu rabo. Me fode toda.

Bruno já estava excitado de novo, mas Sandra não quis se arriscar. Partiu para uma masturbação própria.

- Segura as pernas da tua namorada bem alto viu corno. – Avisou Tiago.

Ele bombava forte em Deise, fazendo os seus seios tremerem com o movimento. Isso o excitava e ele apertou-os forte. A mulher fechava os olhos enquanto a grossa pica de Tiago entrava e saia de seu cu rapidamente.

Algum tempo depois ele explodiu em gozo na camisinha.

Ficaram a tarde toda ali. Depois foi a vez de Sandra.

Bruno gozou umas 3 vezes só se masturbando.

Sandra e Deise gozaram incontáveis vezes, com a pica de Tiago.

Este gozou 4 vezes. Duas em cada uma.

Exaustos, Deise começou a revelar.

- O Bruno me contou que o sonho dele era ser corno e eu disse que não veria problema nenhum em realizar o seu desejo.

- Nós fomos feitos um para o outro. – Disse Bruno. – Ela gosta de transar, e eu gosto que ela transe.

E no mês seguinte, aquilo se confirmou. O amor só aumentava. O sexo também.

Depois de dois meses, decidiram morar juntos.

Próximo episódio – Bem-vindos

Deise e Bruno decidem morar juntos. Bruno se muda para a casa 2 e e Cláudia para a casa 1. Claudia, no entanto, não quer morar sozinha com Pedro e chama dois amigos Renato e Flávia para morarem com eles. Gustavo, Pedro, Sandra e Deise não demoram a mostrar aos novos moradores que a lei em Saluttie é a putaria.

Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS

- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.

- Também acho que não.

- Eu vou comprar mais.

Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.

- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.

Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.

Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.

Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.

A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.

- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.

- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.

Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.

- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?

Eles confirmaram sorridentes.

- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.

- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.

Eles continuaram rindo.

O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.

- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.

- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.

Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.

- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.

Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.

Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.

Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.

Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.

Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.

Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.

Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.

As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.

De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.

Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.

Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.

- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.

Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.

- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.

Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.

Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.

- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.

- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.

- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.

As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.

- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.

Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.

- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.

- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.

Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.

Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.

Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.

Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.

- O que foi? – Perguntou.

- Vamos para cama.

Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.

Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.

SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo

DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira

* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.

Episódio 3 – Clube da Lulu 22 22UTC Junho 22UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 3 – CLUBE DA LULU

Saluttie estava muito animado como sempre é nos fins de semana. Os habitantes da casa quatro eram os únicos ausentes: foram à igreja. Os homens juntaram umas cadeiras no lado de fora de suas casas para conversar e beber. Já as mulheres preparavam a carne do churrasco na cozinha e conversavam. Na roda das mulheres…

- As garotas de hoje em dia estão cada vez mais atrevidas. – Dizia Roberta séria. – Na festa que fomos ontem, uma garotinha de 17 anos deu em cima do Pedrinho na minha frente. Pode?

As outras concordaram com a amiga.

- É Angélica – Começou Deise olhando para a outra. – Você tem sorte de ter filhas tão bem criadas.

Carolina e Karina não estavam presentes, preferiram ficam em casa. Angélica sorriu e concordou.

- São muito boas as suas crianças – Elogiou Sandra – Um dia quero ter filhas como elas, com o Guto.

As outras suspiraram com aquela demonstração de amor. Deise logo expôs sua opinião.

- Eu não quero ter filhos por enquanto. Prefiro não criar nenhum compromisso com nenhum homem.

- É, pode ser. – Concordou Claudia com sua voz grave e suave – Mas quando você arranjar um homem pra casar, vai querer ter um filho com ele, não é?

- É claro – Respondeu – Mas ainda não quero um homem pra mim, prefiro dois, três ou quatro.

Ela riu e as amigas a acompanharam. Chegaram finalmente ao seu assunto favorito.

- Ah. Eu não posso dizer o mesmo. – Comentou Sandra com ar de “fazer o quê?” – não sei como é.

Deise a olhou estupefata e sorridente.

- Não?

- Não.

As outras estavam nervosas. Cada uma achava que era a única a nunca ter experimentado. Porém, não eram.

Deise se virou para as outras que logo confirmaram também nunca terem passado do simples e singular “um”.

- Você já? – Perguntou Angélica levantando as sobrancelhas.

- Já.

Bombardeio é a palavra mais correta. Um bombardeio de perguntas recaiu sobre Deise: Como é? É bom? Onde foi? Quando foi? Com quem foi? Eram dois? Três? Quatro? Cinco?

As perguntas não cessavam, mas Deise não respondia a nenhuma. Apenas ria.

- Vocês querem experimentar?

Elas queriam, mas não aceitariam assim tão rapidamente. Hesitaram primeiro, pensando se deveriam assumir às amigas o quanto queriam transar com vários homens ao mesmo tempo. Especialmente Angélica, Sandra e Roberta, que possuíam um relacionamento.

- É claro – Concordou Claudia antes de todas as outras.

Roberta pensou.

- Eu vou.

- Se ela vai, eu também vou. – Decidiu-se Sandra, segurando a mão da amiga e sorrindo.

As quatro viraram-se para Angélica, querendo saber se ela aceitaria. Angélica era casada há vários anos. Já traíra o seu marido muitas vezes, inclusive com o namorado de Sandra, entretanto, ninguém sabia disso. Agora, se aceitasse, todos descobririam o quão corno era o seu cônjuge e o quão puta ela era. Mas sentia uma vontade incontrolável de ter vários homens fortes a agarrando e abrindo suas pernas com brutalidade, de sentir o seu cu e sua boceta sendo penetradas por grossas picas enquanto chupava outra, masturbava outras e mais outras despejavam o seu líquido masculino sobre seu corpo, de ter diversas mãos grandes segurando-a forte, puxando o seu cabelo e apalpando seus seios ao mesmo tempo, de colocar dúzias de chifres em seu marido em uma única noite…

- Tudo bem. Eu vou.

Cada um inventou uma desculpa à seus parceiros e foram, na terça-feira. Escolheram esse dia porque Deise conhecia um pessoal que trabalhava lá e cobrar alguns favores seria mais fácil quando houvesse menos movimento.

Angélica dirigia e Deise ia ao seu lado mostrando o caminho. As outra se divertiam no banco de trás. Escolheram as roupas mais ousadas que tinham para esse dia especial.

Chegaram ao local em quinze minutos. Algo que parecia um casarão com um muro alto. No muro lia-se em letras enormes, coloridas e cheias de floreios: “Clube da Lulu”. Elas passaram pelo portão eletrônico e estacionaram com os outros tantos carros que ali estavam parados.

Logo que passaram pela porta, puderam notar que, dali pra frente, fariam qualquer coisa. Muitas mulheres rodeavam uma espécie de passarela mais alargada, onde um homem moreno fortíssimo já estava só com uma calça de couro. Ele dançava e ameaçava tirá-la, enquanto as mulheres mais próximas se esticavam para tentar pegá-lo.

- Não se iludam meninas – murmurou Deise vendo os brilhantes olhos das amigas – Não viemos aqui para isso.

Elas seguiram Deise até uma porta lateral, onde ela entrou sozinha. Alguns minutos depois, voltou com um sorriso e as mandou entrar. O corredor era largo, mas não muito longo. Um homem forte de uns 45 anos as esperava sorrindo. Mandou-as entrar à direita e seguir em frente. Passaram por muitas portas, mas não tiveram curiosidade de saber o que era. Estavam olhando a escada para a qual se dirigiam.

- Vocês vão adorar! – Exclamou Deise excitada.

Só de terem chegado até ali, as minúsculas calcinhas das mulheres estavam molhadas. Subiram a escada e o que ela viram parecia o paraíso: homens lindos e fortes, negros, morenos, brancos, loiros, alguns sem camisa, outros só de shorts, outros com a calça de couro do homem que dançava, outros com a vestimenta completa de couro. Todos pararam o que estavam fazendo para observar aquela situação atípica.

- Essas aqui – explicou o homem de 45 anos com um sorriso malicioso – precisam de um serviço especial.

Os homens sorriram e encararam as mulheres, envergonhadas e excitadas.

Aos poucos, os homens foram se juntando em volta das mulheres em pequenos grupos e separando-as. Cada uma foi para um lado rodeado de dois ou três homens. Sandra estava acompanhada de um negro forte sem camisa, e dois morenos. Ela escolheu o negro para beijar primeiro, e logo percebeu que seria totalmente domada.

O homem a beijou forte enquanto os outros passavam a mão por suas bundas e seios. Ela sentiu alguém pegando a sua mão (que já repousava nas costas do negro) e puxando-a para junto de um grosso pau. Sandra já estava enlouquecida de beijar um homem, e segurar o pau de outro sem nem saber quem é.

As roupas dela foram tiradas em conjunto, o que a excitou ainda mais. Enquanto o negro tirava sua blusinha decotada, um dos morenos abaixava a sua saia e o outro aproveitava para apalpá-la ainda mais. A calcinha e o sutiã foram literalmente arrancados de seu corpo, inutilizando-as completamente. Sandra se agachou e desabotoou a calça do negro, revelando um cacete enorme e rijo. Não demorou a por na boca. Ainda desacostumada àquela quantidade de picas rodeando, não teve muita coordenação para chupar e masturbar os outros ao mesmo tempo, portanto, acabou decidindo-se por alternar as chupadas nos três.

Com a visão periférica, ela viu Angélica nua delirando sobre o pau de um homem deitado no chão, enquanto chupava um outro que estava em pé. Excitou-se com isso e resolveu experimentar. Parou de chupar e olhou pra cima com cara de quem quer dar. Eles entenderam o recado, deitaram na de lado e um dos morenos levantou-lhe as pernas. O outro deitou-se à seu lado e enfiou devagar em sua boceta. O negro, esperto, não demorou a cuspir naquele cú relaxado de Sandra e forçar a entrada. Demorou um pouco, pois o caralho do homem era muito grande. Forçou até entrar, tirando um gemido de dor da boca de Sandra.

Era uma sensação completamente nova, ter aqueles dois paus entrando nela em ritmos diferentes. Ela se sentia indefesa e penetrável. Gostou ainda mais quando o terceiro largou as suas pernas e veio se curvar sobre ela com o caralho enorme tentando penetrar sua boca. Sandra não demorou a abocanhá-lo e chupá-lo com vontade.

Os outros conversavam e riam, mas Sandra não os ouvia. Pelo visto, resolveram acabar com ela de vez. Os dois que comiam seu cu e sua boceta, subitamente, começaram a bombar forte e rapidamente nela. Foi difícil agüentar aqueles dois caralhos enormes penetrando tão rápido e forte os dois buracos de Sandra. Ela parou de chupar o pau do outro porque começou a gemer muito alto, e não conseguia parar. Sentiu os outros grupos olharem-na, enquanto os seus machos fodiam-na como se fosse uma puta.

Ela viu outros homens chegando agora e fazendo cara de que não entendiam. Rapidamente, o negro que relaxava o seu cu se levantou rapidamente, se vestiu e saiu correndo por uma porta oposta a que ela entraram. O mesmo fez mais outros dois homens que fodiam suas vizinhas. Os que chegaram não demoraram a substituí-los. Eles estavam suados, o que fez Sandra desejá-los ainda mais. Viu de relance o homem que dançava quando elas chegaram. Ele parecia indeciso sobre qual daquelas mulheres gostosas ele iria comer. Sandra o ajudou.

- Ei… ah… você… ah… vem… – Ela ofegava e não conseguia falar direito, mas ele entendeu o recado e foi até ela.

O homem que tinha o pau por sobre o rosto de Sandra esperando para ser chupado correu para trás dela e meteu em seu cú. Ele queria foder agora. O que comia sua boceta, pulou para a sua boca e o novato suado, preencheu aquela xana com a sua pica grossa.

Ficaram assim por um tempo, até desejarem mudar de posição. Levantaram-na e fizeram Sandra se curvar. Com as duas mãos, um dos homens levantou sua bunda a ponto de seus pés saírem do chão. Ela rapidamente se agarrou às pernas do que estava a sua frente. O que estava atrás enfiou no seu cu tão rápido que Sandra se assustou: seu cu nunca relaxara tanto assim. Ela estava sendo carregada pelos dois homens, enquanto o terceiro chupava os seus seios que balançavam sobre o ar. A boca de Sandra agarrou-se ao pau do homem a sua frente com ferocidade, e a cada estocada forte que recebia no cu era uma chupada gostosa que dava no da frente. O homem que comia seu cu bombou mais rápido até gozar nas suas costas. Sua força vacilou e Sandra desabou com suavidade no chão. O que chupava os seios dela segurou-a e a pôs de quatro sobre o que, antes, tinha oferecido a pica para Sandra chupar. Ele não tardou a comer a boceta já completamente vermelha da mulher. O outro, vinha por trás e posicionara o caralho na entrada do cu de Sandra. Era fascinante.

Ela não conseguiu contar quantas vezes gozou. Nessa posição, ela conseguia ver Deise à frente em uma posição que ela sabia que jamais conseguiria fazer. Via claramente os dois caralhos foderem o rabo e a xoxota da amiga além da pica enorme que entrava em sua boca. A amiga viu que Sandra a observava e sorriu para ela. À direita, ela via a Roberta deitada entre um homem branco e um moreno gemendo loucamente com aquelas picas que a fodiam. Tentou olhar para trás para ver Angélica, mas não conseguiu.

Seguiu assim por um longuíssimo tempo. A intervalos regulares, alguns saíam para ir ao palco, e os outros voltavam. Eles resolveram também trocar as mulheres de vez em quando: Sandra já tinha sido comida pelo negro, os dois morenos, o que estava dançando, um louro e um que tinha cara de mexicano.

Sandra sentia o cu latejar de tanta pica que havia entrado naquela noite. Ela nunca deu tanto assim. Sentia a boceta vermelha e inchada. Sentia o seu suor se misturar com o suor dos homens fortes que a fodiam.

Os dois que estavam comendo Sandra saíram de seus postos e a mandaram ajoelhar. Ela obedeceu sem pestanejar. Viu o caralho de ambos sendo masturbados a centímetros de sua face e sentiu água na boca só de imaginar o que viria dali a pouco. Não conseguiu evitar: passou a língua na cabeça de um, e depois de outro. Não demorou muito e os dois gozaram.

Jatos fortes de porra quente cobriram o rosto alegre de Sandra. Ela se deliciava com todo aquele leite derramado sobre ela e lambia tudo que conseguia. Não conseguia resistir à tentação de enfiar aquelas rolas tão gostosas na boca. E cada chupada que ela dava tirava mais porra da pica dos homens. Ela engolia tudo satisfeita.

A chuva de porra foi tão grande que começou a escorrer pelo seu pescoço em direção à seus seios. Ela adorava isso.

Sandra segurou os dois paus que iam amolecendo e beijou um de cada vez, dizendo:

- Obrigada minha rola gostosa.

Aos poucos as outras também iam terminando o seu sexo. Por fim, cada uma recolheu a suas roupas, mas não a vestiram: elas adoravam a sensação de estar nua no meio de todos aqueles homens. Foram para o meio do camarim e lá ficaram, todas nuas e cheias de porra. Exaustas e cobertas de suor, elas trocaram alguns olhares e sorrisos.

Um dos homens se aproximou e pediu-lhes as calcinhas. Elas deram, ainda sorrindo. Ele as pendurou em um prego na parede oposta à entrada.

- Voltem sempre que quiserem. – Disse o homem olhando para Angélica, que sorriu em retribuição.

- Com certeza voltaremos. – Suspirou alegremente Sandra com a porra de dois machos escorrendo pelo pescoço.

SINOPSE DO EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS / DIA 29 DE JUNHO

Tori e Angélica vão fazer um programa a dois. Eles não querem que suas filhas fiquem sozinhas e a deixam sob os cuidados de Gustavo (que é em quem eles mais confiam): Sandra havia saído para fazer compras com Deise. Eles passam um dia muito erótico.

Episódio 2 – A festa 8 08UTC Junho 08UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 02 – A FESTA

O fim de semana chegou ensolarado em Saluttie. Como de costume, grande parte dos moradores se reuniam na área do condomínio com direito a pagode, samba, cerveja e muita conversa a ser posta em dia.

Sandra contava à Deise, a sua melhor amiga, como conseguira o seu novo emprego. Elas trocavam boas risadas daquilo tudo, mas tiveram que parar, pois Roberta e Angélica se aproximavam.

- Olá meninas. – Disse Angélica.

As mulheres se davam muito bem, mas não tinham intimidade para contar os segredos eróticos.

- Olá.

As duas puxaram uma cadeira e formaram um pequeno grupo. Do outro lado, os homens, como sempre, bebiam e falavam de futebol e mulher.

Era muito animado ficar ali junto com os vizinhos jogando conversa fora. O clima sabadeiro atingia a todos. Tori então, chamou a todos e anunciou:

- Amanhã darei um churrasco em uma chácara que eu tenho. Apenas uma reuniãozinha de amigos. Estão todos convidados.

- E onde é essa tal chácara? – Perguntou Rogério.

Tori explicou a todos o endereço e a maioria concordou em ir.

- Levem roupas de banho. Tem uma piscina muito boa lá.

Deise se animou. Adorava se mostrar.

- Nós vamos. – Disse Gustavo abraçando sua namorada.

No dia seguinte eles estavam muito animados. O clima estava quente. Perfeito para um churrasco com piscina. Gustavo colocava as coisas na mochila quando Sandra apareceu de biquíni:

- O que achou?

Era roxo e pequeno. Ressaltava perfeitamente as boas formas da mulher.

- Você está linda. – Exclamou Gustavo abandonando o que estava fazendo e indo beijar a namorada.

Com um sorriso safado ele passou a mão na bunda dela e a segurou.

- Hoje a noite a você vai se ver comigo.

- Hoje a noite? – Perguntou enquanto passava a mão por seu peito e descia até o seu pau.

Eles se animaram. Gustavo desceu sua boca até os seios da mulher, tirando o seu biquíni. Já estavam até subindo no sofá quando eles ouvem uma voz e alguém batendo na porta.

- SANDRA.

Era Deise.

A amiga iria com eles para a chácara de Tori.

Decepcionados, eles se recompuseram e prometeram foder muito quando chegassem. Sandra abriu a porta. Ela, Cláudia, Felipe, Bruno os esperavam.

- Ainda não estão prontos? – Perguntou Cláudia cumprimentando a amiga e entrando para cumprimentar Gustavo.

- Estamos quase lá.

Felipe deu uma bela olhada em Sandra antes de cumprimentá-la com um beijo na bochecha.

- Você está linda. – Comentou deixando a mulher corada.

- E aí Guto, tudo bem? – cumprimentou Felipe entrando.

Felipe era muito amigo de Gustavo. Conheceram-se através de um amigo em comum da faculdade. Ajudaram-se em alguns problemas e passaram a ser grandes parceiros. Eles se abraçaram.

- Eu to bem, e você?

- Ótimo.

Pouco tempo depois e eles já saiam pela porta em direção ao carro de Gustavo. Sandra “cobrira-se” com um shortinho branco e uma camiseta regata semi-trasparente.

Seguiram todos os caminhos indicados por Tori até chegarem, meia hora depois, a uma grande chácara praticamente fora da cidade. Antes de entrarem, souberam que o dia seria muito divertido.

Muitos carros já estavam estacionados. Algumas pessoas tomavam banho na piscina e um grupo de homens jogava futebol no campo. Alguns mais velhos bebiam cerveja, comiam e conversavam na área coberta. Tori e Angélica estavam lá.

Aproximaram-se deles e cumprimentaram os amigos. Gustavo não pôde deixar de reparar no quanto Angélica estava gostosa. Usava um biquíni amarelo que deixava seus duros mamilos ressaltados. A parte de baixo era (por não ter palavra melhor) minúscula se comparada aos seus quadris enormes. Os óculos escuros da mulher deixavam os olhos levemente a mostra. Gustavo percebeu que ela o encarava e não hesitou em sorrir.

A noite chegou em um piscar de olhos. Logo, a maioria estava “mais alegrinha” por causa da bebida. As mulheres ainda mantinham o biquíni molhado da piscina. Todos falavam alto.

- Amor – Disse Angélica a Tori. – Eu acho que vou dormir. Estou um pouco cansada.

Ele nem deu atenção.

A mulher se foi. Gustavo reparou no considerável sorriso da mulher ao olhar para ele. Não podia perder a chance. Sandra já havia desaparecido há um tempo com Deise e Claudia. Provavelmente estavam tendo uma conversa de mulher.

Levantou-se cautelosamente e a seguiu sem que ninguém percebesse. Angélica entrou no banheiro (meio afastado), claramente ciente de que alguém a seguia. “Esqueceu-se” de trancar a porta.

- Olá. – Disse Gustavo na arco de entrada do banheiro.

Angélica fingiu um susto. Já estava sem a parte de cima.

- Nossa, que vergonha! – Exclamou com o braço sobre os seios, tornando-os ainda mais provocantes.

Ele riu. Entrou no banheiro e fechou a porta por dentro.

- Estava com saudades de você. – Comentou, antes de segurar sua cintura e puxá-la para um caloroso beijo.

Gustavo e Angélica já transaram em outras ocasiões, mas não eram amantes fixos. Foram raras às vezes em que tiveram a oportunidade, mas não desperdiçaram nenhuma delas.

Os seios de Angélica pulavam, tal a agressividade do beijo. Já não se preocupava mais em escondê-los: usava suas mãos para agarrar e arranhar.

Todos os cinco dedos da mão direita de Gustavo pousaram sobre a bunda macia da mulher. A apertava como se fosse uma almofada. Estapeou-a uma vez. Duas. Três. Ele gostava de fazer isso.

Mas não tinham tempo para brincadeiras. Teriam de ser rápidos. Gustavo colocou a mulher sobre a pia baixa. Por sorte, suas cinturas emparelharam. Ela riu.

- Acaba comigo meu gostoso.

Ele não demorou a obedecer. Abaixou ligeiramente a sunga. Era excitante transar usando alguma roupa. Gustavo pegou na mão de Angélica e levou-a até seu biquíni. Ela sabia o que fazer: puxou-o para o lado, revelando uma xoxota rosada e molhada.

Ele enfiou devagar, com cuidado, mas logo aumentou o ritmo. As estocadas faziam Angélica tremer sobre a pia. Agarrou-se a ele para se equilibrar melhor. O homem segurava as cinturas curvilíneas com força. Logo, passou a apalpar seus seios.

A mulher gemia sem pudor. Parecia não ter tido uma boa transa há muito tempo. Pulava enlouquecidamente sobre o pau de Gustavo. Sentia seu membro penetrar-lhe com força e delirava. Adorava aquelas mãos grandes em seus seios.

Gustavo avisou que ia gozar. Ela saiu de cima dele e terminou a transa com um boquete muito bem pago. A porra escorria por seu rosto, enquanto ela sorria.

Distante dali, na floresta além do campo de futebol, se encontrava Sandra. Ela não estava tendo uma conversa de mulher. Ela não estava nem com outra mulher. Encontrava-se ali, grudada em uma árvore, nua, com Felipe a sua frente, comendo-a.

- Ai meu Deus, que delícia vai, ahhhhh…

Sandra gozou, e não foi a primeira vez que fez isso aquela noite. Ela sentia o corpo atlético de Felipe encostar-se ao dela e pressioná-la com prazer. Agarrava-se a ele e facilitava o seu trabalho, mas ela queria mais. E ele sabia disso:

- Eu quero no cú – Disse ela sem pensar – Eu quero no cú.

Felipe a libertou. A mulher caiu no chão.

- Eu vou dar o que você quer, cachorra! – Exclamou dando um tapa forte em sua bunda.

Ela se alegrou, adorava sexo anal.

O homem segurou-a pela barriga e puxou-a para cima, deixando-a de quatro. De quatro: a posição preferida das cachorras como Sandra.

Ele cuspiu na mão e passou sobre a entrada anal da mulher. Com as duas mãos, ele abriu caminho. Sandra se sentia indefesa, estando de quatro e com o cú desprotegido. Sentia como se a qualquer hora alguém fosse invadi-la, e essa sensação a fazia sorrir.

Felipe aproximou seu pau moreno do cú da mulher de seu amigo. Enfiou-o vagarosamente, enquanto ela dava alguns gemidos de prazer e dor. Deixou lá um tempo para que ela se acostumasse, e então começou.

O vai-e-vem veloz de Felipe levava Sandra ao delírio. Ela se apoiava no chão, mal se agüentando, enquanto o melhor amigo de seu namorado enrabava-a como se ela fosse uma puta. Ela gostava de pensar que era. Ele também.

As mãos de Felipe, inicialmente encaixados nas covinhas das costas de Sandra, agora subiam e encontravam o seu ombro. Usava as mãos para pressioná-la em direção ao seu caralho. Logo, estava puxando seus cabelos. Quanto mais forte ele metia, mais forte puxava os cabelos dela.

Felipe aumentou a velocidade das estocadas até inundar o cú de Sandra com muita porra. Quando tirou a pica mole de dentro dela, o homem ainda puxou os seus cabelos e a fez limpar o caralho com a boca. O que ela fez de muito bom grado.

Voltaram para a casa, onde a noite estava apenas começando.

Sandra encontrou Deise e Claudia, e essas não demoraram a querer uma “verdadeira” conversa de mulher. Revelaram à amiga tudo que fizeram com os amigos casados de Tori.

- Nossa amiga, ele me pegou forte e mamou nos meus peitos. Depois ficava esfregando aquela pica grossa por baixo da sunga na minha perna, eu fiquei toda molhada só de sentir. Chupei aquela rola até ele gozar na minha cara. E quanta porra. Me lambuzei todinha. Aí ele me pôs de quatro e meteu em mim até eu não agüentar mais. Eu já estava exausta e ele ainda não tinha nem começado. Tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Me enrabou tanto que achei q não ia mais conseguir fechar de novo. Deixou a minha bundinha toda relaxada. Ainda gozou nos meus peitos depois…

- Eu passei o pé na pica dele por debaixo da mesa e o safado, na maior cara de pau começou a me comer com os olhos, na frente da mulher. Fingi que ia pegar uma cerveja e ele veio atrás. Mal tive tempo de beijá-lo e ele já enfiava aquela rola em mim. Ele me empurrou na pia e me fez debruçar sobre ela. Afastou o meu biquíni e me comeu. O safado não tirava a mão dos meus peitos. Deu muitos tapas na minha bunda, e só não comeu meu cú porque não ia dar tempo. Mas antes de a gente ir embora, eu dou o meu rabo pra aquele macho gostoso…

Sandra ouvia tudo, muito excitada, depois ainda contou o que ela mesmo fizera.

Gustavo observava a esposa de longe. Ainda estava excitado. Queria mais. Foi, silenciosamente, ao quarto onde Angélica dormia com uma camisolinha muito leve e que marcava o seu corpo. Ele a acordou com uma pica na boca.

Em pouco tempo eles já estavam novamente nus e a pica de Gustavo entrava vagarosamente pelo cú de Angélica apoiada com as mãos na cama e os pés no chão. Ela gemia, agora mais silenciosamente, mas mal podendo se conter. Rebolava no caralho de Gustavo muito excitada.

Ele a virou e a colocou de lado na cama. Angélica levantou um pouquinho a perna para que ele entrasse melhor. Funcionou. Gustavo continuou se deliciando com a bunda enorme da anfitriã da festa. Apalpava, apertava, batia, e a mulher pedia sempre mais. E sorria ao falar:

- Meu cú não merece ser daquele corno. Ele tem que ser todo seu.

Isso era verdade. Uma bunda como aquela não poderia ser desperdiçada. Deveria ser penetrada o máximo possível e, de preferência, pelo maior pau possível. Nesse momento, o maior era o de Gustavo.

Ele aumentou a velocidade, indicando que estava perto de gozar. Antes de fazer, tirou o pau e despejou todo seu líquido na divisão entre as costas e barriga de Angélica. Ela sorriu. Não teve nem o trabalho de se limpar. Apenas repôs a camisola e tentou dormir, cheirando fortemente à sexo.

- Você não vai acreditar Gustavo. – Dizia Angélica no dia seguinte, como se estivessem conversando sobre o tempo ou a política. – O corninho foi dormir e nem percebeu o presentinho que você deixou pra ele.

Gustavo sorriu: adorava o perigo.

- E hoje quando eu acordei – continuou – Ele estava abraçado comigo, e sua porra estava toda espalhada pela mão, braço e barriga do meu Tori.

Os dois deram boas gargalhadas juntos.

- E o que você fez? – Perguntou curioso.

Ela repôs os óculos escuros e sorriu safadamente.

- Lambi tudinho, até ficar tudo limpo. Ele acordou achando que eu estava apenas provocando. Ainda disse que não dava pra transar porque tinha muita gente na casa.

Angélica riu mais uma vez e saiu. Gustavo só pensava uma coisa: “que mulher safada”.

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SINOPSE DO PRÓXIMO EPISÓDIO – DIA DOS NAMORADOS

DIA 15 DE JUNHO

Episódio especial comemorativo do dia dos namorados. Sinopse não disponível.

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Ah, aqui tem uma foto, só pra não ficar muito vazio

hehehe

Episódio 1 – Novo emprego 1 01UTC Junho 01UTC 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 01 – NOVO EMPREGO

- Hoje é o grande dia Sandrinha.

- Ai, estou tão nervosa.

- Relaxa, vai dar tudo certo.

Sandra arrumava-se com ajuda de seu namorado Gustavo. Ela se preparava para uma entrevista de emprego em uma clínica veterinária. Ainda não seria uma “veterinária” como queria, mas estaria mais próxima da sua área. Gustavo a levaria de carro, de lá, partiria para o seu próprio trabalho.

Na saída, eles viram Deise e Claudia à porta de sua casa conversando. Quando a viram, desejaram-lhe sorte.

- Obrigado. – Respondeu envergonhada. “Eu vou precisar” – Pensou.

E ela realmente ia precisar. Sandra arriscou tudo quando colocou uma saia tão curta para fazer a entrevista. Se quem a entrevistar for um homem, o emprego já está garantido. Se for uma mulher, ela não vai precisar nem perder tempo falando de si.

Gustavo deixou-a em frente à clínica veterinária.

- Boa sorte. – Disse ele beijando sua boca – É só ser você mesma que o emprego já é seu.

Com um aceno de mão ele se foi.

Sandra ainda estava muito nervosa, falou com a recepcionista e esta a mandou esperar.

A todo o momento ela fazia um check-up para ver se estava tudo OK. Não conseguia ficar parada esperando para ver se o destino seria seu amigo, mas antes que pudesse pensar em qualquer coisa, a mulher da recepção a chamou.

- Pode entrar na última porta à direita.

Ela andava pelo corredor apreensivamente, sem saber o que a esperava no final dele. Parou frente a frente com a porta que deveria entrar. Respirou fundo. Abriu.

Um sorriso iluminou completamente o rosto de Sandra. A pessoa que a entrevistaria não era apenas um homem. Era um grande e safado homem. Ela reparou isso no momento em que os olhos do moreno forte que a esperava percorreu o seu corpo com desejo.

- Sente-se – Ofereceu o homem.

Ela o fez. Cruzou as pernas, deixando-as bem a mostra. A careca escura do homem brilhava com a excitação de ter ali uma mulher tão gostosa. Sandra reparou no seu nome escrito à mesa: César

Começaram a entrevista. Sandra falava de si com muita animação. A sua blusinha branca não escondia totalmente o soutien preto que ela colocara propositalmente. César fitava o corpo de Sandra sem o menor pudor ou preocupação, parecia não ter ouvido uma palavra do que dissera.

Ele anotava algumas coisas em uma folha e, depois de algum tempo, guardou essa folha em uma gaveta. Então ele se levantou:

- Eu volto logo. Fique aqui.

César saiu deixando-a sozinha.

Sandra estava muito animada, mas queria saber mais. Debruçou-se sobre a mesa e abriu a gaveta em que ele colocara o papel.

Alguma coisa a chamou atenção no fundo da gaveta. Em baixo de todos os papéis brancos, havia algo diferente. Curiosa, a mulher tirou tudo e se surpreendeu: uma revista pornô.

Ela riu e tirou a revista de dentro. Começou a folheá-la, ainda debruçada. Nesse momento, César chega.

A visão de Sandra quase deitada na mesa com a bunda empinada para trás enlouqueceu o homem. Ele trancou a porta e avisou que chegara.

Sandra se assustou, mas não foi suficientemente rápida. Ele a segurou por trás e perguntou:

- Então você gosta de uma sacanagem, não é? Eu sabia.

Dominada, Sandra se entrega ao homem. Ela vira e senta-se à mesa, abraçando César com as pernas.

- Adoro. – Respondeu ela com um sorrisinho.

Eles começam a se beijar loucamente, enquanto o homem passava suas mãos calejadas pela barriga de Sandra, subindo vagarosamente até os seus seios. Ela já sentia o pau do homem enrijecido roçar a sua coxa.

César tirou a blusinha branca de Sandra e pôde ver aqueles volumosos seios presos em um soutien de renda preto. Que pecado prender os coitadinhos. Passou a mão sobre eles e, levantando-os levemente, começou a chupá-los. Seus mamilos, já duros, serviram de chupeta para o homem que mamava ali. A mãozinha pequena de Sandra encontrou a grossa pica de César por dentro da calça.

Após um tempo assim, Sandra toma as rédeas da situação. Sai da mesa e encosta o homem na parede. Beija-o e desce lentamente chupando todo o seu corpo por cima da roupa. Tira o seu cinto, abre o seu zíper, abaixa a sua calça e logo depois a sua cueca. A pica escura e grossa de César cai por cima do rosto de Sandra, deixando-a louca. Ela chupa a rola do homem fortemente. Assim ela fica por algum tempo, até o homem gozar em sua garganta.

A mulher quase se engasgou com a quantidade de porra que ele expeliu. Antes do último esguicho, ela tirou a pica de sua boca e deixou-o gozar em sua cara, porque sabe que os homens adoram isso: aprendeu isso com Gustavo. Ela passou o dedo lentamente por todo o seu rosto recolhendo o esperma do homem. Sandra engoliu tudinho chupando o seu dedo, enlouquecendo César.

Eles começam a se beijar novamente. Com uma mão, o homem se masturba, com a outra, dá tapas frenéticos na bunda da mulher. Em pouco tempo, o pau de César já está duro novamente. Agora ele tira o soutien de Sandra de uma vez, levanta a saia dela e tira a sua calcinha lentamente.

- Me chupa. – Pediu Sandra quase gemendo.

Ele obedeceu. Chupou-a por um tempo fazendo-a tremer de tesão. César tirou a sua própria roupa por completo e levou-a novamente para cima da mesa, jogando os papéis no chão.

Sandra abre suas pernas e o homem aproveita para penetrá-la. César dá fortes estocadas nela fazendo-a gemer alto. Com medo, ele tampa a sua boca com a mão para que ninguém possa ouvi-la. Ela se entrega totalmente ao homem que a come forte e chupa seus seios. Sandra o agarra e o aperta sentindo a pica entrando em sua buceta. Ela arranha-o nas costas tal a força de suas estocadas.

Eles passam um bom tempo assim. Depois, ele vira-a, fazendo-a colocar as mãos sobre a mesa e empinar a bunda para ele. César aproveita e continua metendo nela por um longo tempo. Depois, ele avisa que vai gozar e a puxa pelos cabelos, despejando todo o seu líquido na cara dela.

Sandra está exausta, e só o que consegue pensar é “o que estará fazendo Gustavo uma hora dessas?”.

A alguns quilômetros dali, Gustavo está sentado na cadeira de seu escritório. Ele está nu, e sua secretária está galopando sobre o seu pau.

- Ai chefinho, só você sabe como me comer. Vai… ah…

Ela pula e rebola com mais ferocidade. Sente o gozo se aproximando e agarra o seu chefe fortemente. O homem a deixa louca com o seu pau e não perde a oportunidade de fazê-la de sua putinha.

Já há algum tempo eles vinham transando. Gustavo sabia que Júlia, a secretária, queria uma promoção e, por isso, abusava de sua “boa vontade”. Ela fazia tudo por ele. Era só ele mandar que ela obedecia. Como quando ele a proibiu de transar com o marido por uma semana, pois “ele queria ela só para ele”. Teve também uma vez que ele a mandou vir por vários dias de mini-saia e sem calcinha. Nessa ocasião, ele comia apenas o seu cu. Ele levantava a saia um pouquinho e metia nela até não agüentar mais. Outra vez, ele a pediu para ligar para o marido ir buscá-la enquanto ele a enrabava. Nesse dia, ele gozou na sua boca e mandou-a beijar o marido.

Júlia era a puta particular de Gustavo. E os dois adoravam essa condição. Nem Sandra e nem o marido de Júlia desconfiavam de nada, pois tudo que eles faziam era em horário de trabalho. Nunca se encontravam em outros lugares.

Gustavo tirou Júlia de cima dele. Ele gostava de brincar. Carregou-a nua até a parede ao lado da porta. Encostou-a lá. Ela rodeou o corpo de Gustavo com as pernas e manteve-se no ar, segurada apenas pela força de seu chefe prendendo-a contra a parede. Ali comeu-a. Comeu-a muito. Socava forte enquanto ela segurava o máximo que conseguia para não gemer alto demais. Era difícil. O homem a excitava muito. Seus seios doíam de tanto pular, e o suor escorria pelo pescoço de ambos.

- Não para. Não para. – Era o que ela gemia – Me fode chefinho. Acaba com a sua cachorra.

Ele a tirava da parede apenas para dar fortes tapas em sua bunda. Logo depois, colocava-a de volta a seu lugar.

- De quatro, cachorra. – Ordenou de repente, soltando-a.

Ela obedeceu servilmente.

- Lingüinha pra fora.

Feliz, Júlia estendeu a língua como uma cachorra e levantou sua cabeça com orgulho.

Gustavo punhetava-se a centímetros do rosto bonito da secretária. Não demorou a gozar. Sua porra jorrava do seu caralho encontrando a língua quente de Júlia. Uma boa parte inundou sua face alegre e uma outra pequena parte, caiu no chão.

Júlia conhecia as regras: nem uma gota poderia ser desperdiçada. Com a mão direita limpou a sua face e lambeu até ficar seco. Depois, com uma olhadinha safada a seu chefe, bebeu o “leite derramado”, fuçando o chão como uma vaca. Enlouquecendo o seu chefe.

Gustavo acabou o serviço com a secretária(ela limpou toda a sujeira, incluindo a do pau de Gustavo) e continuou o seu dia normalmente, pensando “será que Sandra conseguiu o emprego”?

Ela conseguiu. Depois de quase um dia inteiro recebendo caralho na buceta, Sandra saiu da clínica com o emprego e a promessa de muitos dias de sexo. Começaria na segunda seguinte. Voltou para casa de ônibus, lembrando da grossa pica de César penetrando-a. Sorriu.

O gosto da porra de César ainda se preservava em sua boca, e ela adorava isso. Seu corpo cheirava a sexo. Seus seios pulavam com o balanço do ônibus: o homem ficara com o seu soutien e sua calcinha, de recordação. Os outros homens, que se amontoavam atrás dela naquele ônibus lotado, pareciam sentir que ali havia uma puta recém-fodida. Comiam-na com os olhos.

Em casa, mais tarde, ela contou as novidades ao namorado. Eles comemoraram muito. Transaram a noite inteira. E antes de dormir, os dois pensaram ao mesmo tempo enquanto se encaravam sorrindo: “mais um chifre pra sua coleção”.

SINOPSE DO EPISÓDIO 2 – A FESTA / DIA 8 DE JUNHO

Uma festinha promovida por Tori em sua chácara em que todos de Saluttie e mais alguns amigos são convidados. Na festa, Sandra acaba sendo enrabada por Felipe e Gustavo não perde a chance de comer a anfitriã Angélica. Ainda descobrem todas as sacanagens que Deise e Cláudia fizeram com os amigos de Tori.