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Video: Venezuelana Safada 8 08UTC Fevereiro 08UTC 2009

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Esta venezuelana é muito safada. É só ver um pau que ela já quer pegar e chupar.

Adora uma porra na cara e dá de tudo quanto é jeito

http://www.megarotic.com/?d=TQ6VWR6A

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senha: safadasaluttie

Conto erótico: Transformei meu marido em corno e viadinho 6 06UTC Fevereiro 06UTC 2009

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Transformei meu marido em corno e viadinho, por Safada
http://www.casadoscontos.com.br

Resolvi escrever essa historia para relatar que todo castigo para corno é pouco, e como realizei os desejos de meu marido, tenho 26 anos e ele tem 30. Conheci O Junior quando tinha 14 anos e ele 18 praticamente ele foi meu primeiro namorado tendo apenas alguns namoros bobos com alguns garotos do colégio. Quando tinha 18 anos nos casamos e passei a conhecer as coisas relacionadas ao sexo e se soubesse antes que era tão bom não teria esperado tanto tempo para experimentar. Algum tempo depois de casados Junior começou com uma historia de uma outra pessoa e disfarçava e falava as coisas pela metade e por final, após muito tempo ele queria me ver com outro homem, no principio não concordava de jeito nenhum com as fantasias dele, mas com o passar do tempo fui gostando, mais nunca querendo colocar em pratica seus desejos. Tudo começou durante nossas transas quando ele perguntava o que havia feito com meus namorados anteriores, como eu nunca tinha feito nada demais não tinha o que falar pra ele e passei a inventar coisas que  teria  feito com meus ex-namorados, e apos gozarmos, eu desmentia tudo que tinha falado. Com o passar dos tempos comecei a inventar historias: tipo eu fudendo com um ex-namorado, com um vizinho, os amigos dele, chegava até contar historias comigo perdendo a virgindade para um amigo meu que ele não gostava muito ou então ficando grávida ou até mesmo na nossa noite de núpcias e na lua-de-mel e o Junior sempre sendo o maior corno, era disso que ele gostava e gosta até hoje de ser corno. Algum tempo atrás, ele começou a comprar alguns acessórios, algemas, chicotes, mascaras e vários tipos de vibradores no começo eram para serem usados em mim, mas com tempo ele foi se abrindo e os acessórios ficaram sendo para usar nele e como ele gosta de dar a bundinha, adoro meter os vibradores nele e vê-lo gemendo igual a um viadinho, era isso mesmo que ele queria ser um corno manso com uma esposa bem puta e ser viadinho. Eu não tinha vontade de realizar esses desejos dele ate que: Uns seis meses atrás eu troquei de academia, pois não estava gostando da anterior e lá conheci meu novo personal (Roberto) e o horário em que eu malho é de manhã cedo, a academia fica fazia e poucos alunos freqüentam e lá também conheci o Fernando um aluno que malha junto comigo. No começo eu resisti as cantadas principalmente do Fernando, mas como meu marido sabia o nome deles e ainda pedia que contasse historinhas com eles, comecei a perder a resistência (aqueles machos lindos me cantando e meu marido ainda incentivando) eu já estava pensando seriamente em transformar meu marido em corno e talvez até em viadinho. Resolvi que se tivesse que rolar alguma coisa seria com o Roberto, parecendo adivinhar Roberto me convidou para tomar um suco na academia, aceitei sem problema nenhum e nesse dia ficamos conversando. No outro dia já falamos sobre assuntos mais íntimos e já sentia ele colocar a mão sobre a minha perna e quando nos despedimos rolou um beijinho na boca (o primeiro que eu dava em outro homem em muito tempo). No terceiro dia não resisti e Roberto me comeu dentro da sala de avaliação, foi muito bom ser sentir outro macho dentro de mim. Como Roberto e Fernando são muito amigos rolou aquela conversa entre os dois e como eu queria virar uma putinha de verdade dois dias depois transei com o Fernando na casa dele. Em menos de quinze dias já tinha me transformado em puta, pois já tinha transado com Roberto, Fernando e mais três professores da academia. Agora vou contar o que fiz com meu maridinho, falei com o Fernando tudo que tinha vontade de fazer com o Junior ele gostou muito da idéia e começamos a planejar tudo e como faríamos. Algumas semanas depois numa sexta à noite nos viajamos para nossa casa de praia e falei para ele se ainda queria virar corno e viadinho a resposta dele foi que sim e que faria tudo que eu mandasse. Fomos dormir e no sábado de manhã, durante e café, perguntei se ele tinha certeza que se algum dia fosse fazer alguma coisa ele iria aceitar, mandei ele responder de joelhos e o corninho fez tudo que eu mandei, como eu já tinha tudo preparado para aquele dia era para ter mais certeza ainda, mandei ele ir para o quarto e tomar um copo de suco para provar que ele queria ser mesmo um corno viadinho. No suco eu tinha colocado um remédio que fez ele dormir em poucos segundos e nisso liguei para o Fernando que já estava próxima da nossa casa com o Roberto e mais três amigos (Leo, Junior que são da academia e o André que eu não conhecia) recebi eles na entrada da casa com um gostoso beijo na boca até no André, Fernando foi logo perguntado pelo corno   Ta dormindo o viadinho   chegamos no quarto Fernando foi logo fazendo um teste para ver se ele dormia realmente deu uns dois tapas fortes no rosto do Junior e ele nem mostrou reação dormia como um bom corno. Começamos a fazer tudo que tínhamos planejado. Começamos tirando a roupa dele todo e começamos e depilar o Junior todinho enquanto o Junior filmava tudo, enquanto eu raspava ele todinho sempre sobrava um pau para chupar ou sentia os dedos na minha bunda ou na bucetinha, depois que terminei de raspar-lo todo, André foi fazer seu trabalho (era Tatuador) nós compramos uma tinta especial que dura algumas semanas, mas a tatuagem parecer que foi feita com agulha. Ele tatuou na bunda do Junior as palavras CORNO MANSO e VIADO e mais em cima ENTRADA DE PAU e as letras FRLJA (as iniciais dos nomes) na parte da frente em cima do piruzinho dele VIADINiO e as letras FRLJA, no peito CORNO MANSO e FRLJA e até eu fiz uma na minha bunda com as iniciais dos meus machos, enquanto André fazia as tatuagens Junior filmava, eu, Fernando, Roberto e Leo metíamos no outro lado da cama, quando Leo gozou dentro da minha buceta Roberto mandou eu esfregar minha buceta na cara do Junior que ficou toda melecada e logo depois quando fernado quis gozar foi direto na boca do Junior. Leo assumiu a filmagem e Junior veio comer meu cuzinho, nisso Roberto gozou na minha boca e fui beijar o Junior com a boca cheia de porra, depois que Junior gozou no meu cu fui esfregar o cu na cara do Junior. Quando André terminou com as tatuagens fomos brincar com o Junior, pegamos um chicote e demos muitas chicotadas nele, com uma palmatória deixamos a bunda dele vermelha como um tomate, enfiamos um vibrador no cu dele, uma cenoura, uma vagem ate André comeu o cu dele e quando ele gozou foi na cara dele, resolvemos que deveríamos arrombar o cu dele de vez e metemos um pepino nele e ficamos meia hora nos divertindo com o pepino e quando vimos o estrago que tinha feito, pois o pepino saiu cheio de sangue. Para finalizar Junior colocou um piercing no umbigo do Junior e colocamos brincos nas orelhas, pintamos suas unhas, maquiei ele todinho, colocamos uma roupa de mulher uma peruca e alguns acessórios, Junior ficou igualzinho a um travesti. Deixamos o Junior no quarto e fomos para sala continuar nossa festa, depois de muito fuder e muitas gozadas na minha buceta, no meu cu, na minha boca e é claro guardamos um pouco da porra num copinho para o grande final. Como estava chegando a hora do efeito do remédio terminar resolvemos ir embora, mas antes recolhi todas as roupas dele, telefone, dinheiro. Deixei somente a carteira de motorista e a chave do carro, que estacionei umas duas quadras de distancia, o que o obrigaria a sair com as roupas e acessórios que colocamos nele. Escrevi um bilhete contando o que aconteceu, deixei a filmadora para ele assistir a filmagem, preparei uns sanduíches para ele comer enquanto assistia ao filme, sanduíches de presunto e maionese misturada com a gozada que guardamos para ele. Junior chegou em casa por volta das 18:00 muito assustado, mas feliz da vida com o que fizemos com ele.Quem quiser mais detalhes do que aconteceu quando ele chegou em casa e so escrever.

Vídeo: Bang My Wife Kendall 4 04UTC Fevereiro 04UTC 2009

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Please bang my wife (tradução: Por favor coma minha esposa) é uma espécie de programa, onde o marido leva a esposa para ser comida por outro na frente dele.

Neste, o nome da esposa é Kendall

O cara chupa a buceta da Kendall e ela geme bem pertinho do marido. Depois é a vez de ela chupá-lo. Ele põe a mulher de quatro e começa a comê-la, e o maridão só na punheta. Depois ela mesma passa a punhetar o marido enquanto é fodida por trás. Acaba chupando o marido enquanto a pica do outro acaba com ela. Kendall deita no sofá e o marido, como bom corno, a ajuda a abrir as pernas. O cara a fode enquanto ela está abraçada com o marido. No fim, ninguém resiste. O cara, o marido e até o apresentador do programa, gozam na cara dela, dando um verdadeiro banho de porra.

http://www.megarotic.com/pt/?d=6RVE1QI0

a Senha é:   cornosaluttie

Tamanho: 57KB

Duração: 15 minutos

Aproveitem

Conto erótico: Meu namorado foi corno na praia 2 02UTC Fevereiro 02UTC 2009

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Meu namorado foi corno na praia, por Gata Sarada.

HTTP://www.contosquentes.com.br

Vou-lhes contar a minha maior aventura sexual que eu já tive! Com toda certeza o que aconteceu eu jamais irei esquecer! Me chamo Lorena e namoro com o Fábio, eu sou Loira, baixinha (1,60) olhos castanhos claros, peso 51 kg, tenho seios médios, barriguinha bem definida pois malho deste os meus 15 aninhos, idade esta que comecei a tomar anticoncepcional, então resolvi malhar pois sempre ouvia dizer que poderia engordar. Mas isso é outra coisa. Atualmente estou com 19 anos e namoro com Fábio de 22 anos. Já namoramos a 8 meses e confesso a vocês que já realizamos várias loucuras sexuais! (RISOS) Mas um dia estávamos transando e no meio da transa eu falei que gostaria de ter dois machos na cama. (Alias homens, esta é a fantasia de todas as mulheres tá!) Pior que na hora quando eu vi já tinha dito. Achei que meu namorado não ia aceitar. Não comentamos mais nada. Em Janeiro de 2004 resolvemos ir pra paria juntos, e realizar assim nossa primeira viagem a sós. Fomos para Caiobá no litoral paranaense. Tudo estava muito bom, nós dois dormindo juntinhos, sol, calor, areia, mar e claro um monte de gatinhos com cada sunguinha hauhauhauha! Mas eu era previlegiada, ao lado da nossa casa, tinha uma casa que deveria ter uns 10 rapazes! Olha cada uma mais lindinho que o outro! Como estávamos sozinhos meu namorado começou a pegar amizade com eles. Sabe como é, roda de homens com cerveja e tudo mais. E somente eu de mulher naquela rodinha. Mas tudo bem, afinal estava com meu namorado. Fomos pegando amizade e nós tivemos uma maior afinidade com dois rapazes. Julio e Marcos, ambos de 22 aninhos. Lindos, Marcos tinha o corpo bem malhado, bem definido mesmo, Julio nem tanto mas uns olhos verdes que era de dar inveja! Depois da rodinha de cerveja fomos para casa, para tomarmos banho. Tomando banho juntos eu e Fábio estsvamos conversando em baixo do chuveiro, e o Fábio me comentou que o Julio e o Marcos tinha nos convidado a acampar com eles a beira-mar, mas ele estava meio em dúvida, pois os caras estavam de olho no meu corpinho. Eu sem a mínima intenção falei que era coisa da cabeça dele e que era pra ele ir la avisar que íamos acampar sim. Tudo feito os meninhos arrumaram duas barracas uma para dormir eu e o meu namorado e outra pra eles dormirem. 11:30 da noite saímos e fomos só com uma lanterna para a beira da praia. Arrumamos um local onde sabíamos que a água não ia chegar e armamos as barracas. Eu fiquei arrumando as camas e os meninos foram atrás de galhos para fazermos uma fogueira. Fizemos a fogueira e um circulo e começamos a beber e a conversar! Quando foi por volta de 1 hora da manhã os homens começaram a falar das moças gostosas que tinha na praia e tals. Falando dos biquines. Até que o Marcos falou. – Alias Fábio você esta de parabéns sabia? – Eu porque??? – Porque você tem uma namorada com todo respeito do mundo muito linda e sexy! – Hahaha que isso Marcos, você ta querendo dizer que a Lorena é gostosa é isso? Nossa nesta hora achei que ia dar briga, mas pelo contrário. Meu namorado foi e continuou a frase. – Pode achar ela gostosa o quanto quiser, na realidade eu até gosto que os caras babem por ela, nem ligo que ela usa estes biquininhos pequeninhos e a calcinha fio dental. Nossa senti um calafrio! Julio e Marcos olharam com uns olhos pra mim que perdi até o jeito. Mas Julio vendo a minha vergonha disse: – Não fique assim não Lorena! Se ele deixa que tem nós olharmos e te desejarmos? – É só desejar OK (DISSE O FÁBIO) E continuamos a conversa. E partimos para falar de sexo. Não sei o que aconteceu que meu namorado levantou e disse que ia dormir. Eu disse que também ia, mas ele disse que não, que era pra mim ficar fazendo companhia para os dois. Sem entender eu disse tudo bem. Quando ele saiu e me deixou sozinha com aqueles dois machos lindos só de sunguinha senti um tesão enorme subindo. Continuamos a falar de sexo e os dois foram chegando e sentaram cada um do meu lado. Pensei pronto é agora! Não sei o que aconteceu comigo, só sei que o papo fico tão bom que quando percebi Julio estava chupando os meus seios e Marcos com dois dedinhos dentro da minha xaninha! Meu Deus, o que era aquilo! Eles estavam me devorando. Meu biquine estava todo torcido! Pedi para eles pararem e Marcos disse: – Gatinha, só paro se você for fazer a gente nanar na nossa barraca. Levantei e fui para a barraca deles. NOSSA! Estava eu indo pra foder com dois praticamente desconhecidos e meu namorado dormindo na outra barraca. O que é isso! Locura! Mal entramos aqueles dois machos foram arrancando o meu biquine, Julio me deixou e começou chupar e morder meus seios. Marcos abriu minhas perninhas e começou a chupar meu clitóris duma forma totalmente diferente! Ele sugava ele e passava a lingüinha muito rápido! Poucos minutos depois gozei igual uma loca. Estava gozando ainda quando Marcos me colocou de 4 e foi metendo o seu pau na minha xaninha. No escuro naum vi o tamanho, mas senti como era os seus 19 cm me invadindo! Ele começou a bombar bem forte! Que loucura, Marcos metendo na minha xaninha e eu chupando o casete do Julio e meu namorado dormindo na barraca ao lado. Marcos meteu muito naquela posição até que senti jatos quentes dentro de mim. Nossa e quantos jatos, estava morta já! Mas tinha Julio ainda! Julio me colocou de ladinho e levantou minhas pernas e me comeu gostoso! Minha boceta estava queimando, estava ardendo de tanta vara! Mas era muito bom a sensação, um pau na boceta e outro na boca! Estava chupando o pau do Marcos quando sem avisar senti um liquido quente na minha boca! Ele gozou sem dó na minha boquinha! A loucura era tanta que nem me importei! Foi quando Julio anunciou que ia gozar, pedi para que ele gozasse na minha bundinha. Julio obedecendo tirou o pau e melecou tudo a minha bundinha. Nossa eu tremia de tanta fraqueza! Era muito pra mim! Olhei no relógio e já eram 4:30 da manhã. Me lenvantei de mal me limpei e fui pra barraca onde meu namorado estava. Quando cheguei lá Fábio estava acordado. – Fudeu gostoso minha putinha? Não respondi nada. Meu namorado tinha ouvido tudo. Quando tentei explicar ele me pediu para fiquer quieta que agora era a vez dele. Ai que gostoso. Ele me colocou de quatro de novo e meteu na minha xaninha, já toda melada. E disse: – Hum esta já esta toda meladinha. Assim eu não quero! Quando fui dizer algo senti ele forçando pra comer meu cuzinho. Mas eu nunca tinha feito anal. Pensei comigo, já fodi com uns caras que nem conheço! Que tem eu dar o cuzinho pra o meu namorado. Ele comeu meu cu muito gosotoso! Adormecemos e acordamos as 10 horas. A barraca estava um forno! Depois disso viemos embora.

Fotos: Suruba boa 1 01UTC Fevereiro 01UTC 2009

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Surubão caseiro delicioso, com mulheres fazendo muito sexo.

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Vídeos: Divindo a esposa e Sendo Pega no Flagra 29 29UTC Dezembro 29UTC 2008

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Dividindo a esposa

Neste vídeo, o marido divide a sua esposa com o amigo. Os dois a fodem de todos os jeitos, com algumas DPs lindas.

Enquanto um come ela de quatro, o outro põe a pica na boca da vadia. Eles fazem de tudo com a esposinha safada.

http://www.secretas.com.br/videos-porno/amadores/marido-dividindo-esposa-safada/

Sendo pega no flagra

Neste outro, a safadinha galopa na pica do amante e dá pra ele de quatro. De repente, o maridão chega e vê tudo. O amante sai correndo e o marido pega a câmera e continua filmando a esposinha safada enquanto a xinga e diz que ela é uma safada que já o vinha traindo a muito tempo e que deu em todos os cantos da casa. A safada chora porque sabe que é o fim do casamento.

http://www.clubedosvideos.com/index.php?videoID=1820

Videos: Xerife Corno e Corno em lua de mel 22 22UTC Dezembro 22UTC 2008

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Vejam estes dois vídeos:

Xerife Corno

by SexoVideoPorno

Este Xerife tem a esposa mais safada da cidade. O homem não dá assistência e por isso ela tem que procurar em outros. O corno mal sai de casa e ela já começa a dar.

Corno em lua de mel

By TelaErótica

Este corno acabou de se casar com uma mulher muito safada. Na festa de casamento, o homem bebe demais e acaba dormindo. Sobra para os padrinhos fazerem a festa.

http://telaerotica.com/index.php?videoID=1333

Episódio 6 – Bom e velho amigo 31 31UTC Agosto 31UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 6 – BOM E VELHO AMIGO

Gustavo não estava bem desde o dia da festa que deram em sua casa. Aquela bebedeira não fez bem para sua cabeça. Sandra continuava ainda mais cúmplice de Deise e as duas andavam cheias de segredinhos.

- Mas o que você vai fazer a respeito?

Gustavo surpreendeu Sandra perguntando isso a Deise. Vendo que o homem se aproximava, elas encerraram o assunto. Olharam para ele sorrindo. Deise como sempre estava muito provocante.

- Sandra, eu vou à farmácia comprar algum remédio. Tem algo estranho comigo.

- Tudo bem amor, se cuida.

Na saída, ele viu Bruno conversando com Felipe na casa perto do portão. Cumprimentou-os formalmente e saiu.

Na farmácia ele nem sabia o que procurar. Começou a olhar tudo, alguma coisa, no entanto, chamou sua atenção.

Gustavo estava na penúltima fileira de remédios mais afastada do caixa. Através da prateleira ele viu um casal conversando.

- Isso não vai funcionar. – Disse o homem. – Ninguém vai aceitar fazer isso.

- É claro que vão. – Retrucou – Olha pra mim.

Ela fez menção de seu corpo com as mãos. Usava uma mini-saia xadrez e uma blusinha branca. Parecia uma colegial japonesa, pois era bem baixa. Seus longos cabelos morenos contrastavam fortemente com seus olhos cor de mel e sua pele branca. Gustavo não pôde deixar de reparar em seus fartos seios. O homem era pouca coisa maior que ela. Tinha os cabelos enrolados e curtos. Gustavo supôs que tivesse a sua idade.

- Vai dar pra trás agora? – Perguntou a mulher sorrindo e abraçando o homem. Pegou suas mãos e a colocou nos seus seios.

- Não quer ver isso aqui…

Ela não terminou a frase pois outra pessoa apareceu no final do corredor. Eles disfarçaram e começaram a andar. Logo, viram Gustavo.

Não se reconheceram na hora, mas depois de uma boa olhada os dois homens exclamaram.

- Não acredito!

Era Vítor. Antigo amigo de ensino fundamental.

- É você mesmo Gustavo? – Perguntou abraçando o amigo.

- Claro. – Ele riu – E quem é essa? – Perguntou apontando para a mulher que o observava com interesse.

- É minha mulher, Gabriela – respondeu orgulhoso.

Os dois bateram um papo, mas assim que Gustavo se afastou para voltar à sua busca, Gabriela disse:

- Tem que ser esse.

Foi muito sem jeito que Vítor chegou em Gustavo e fez a proposta. Não foi naquele dia. Conversaram muito antes de reconquistarem a confiança um do outro. Marcaram de irem a um bar e Sandra só não foi porque tinha outro compromisso marcado com Deise.

Foi melhor assim.

- O que você queria propor? – Perguntou Gustavo a Bruno, sem ligar para o sorriso da mulher do amigo.

- Bem… é que… – Ele hesitou.

- Pode confiar.

Gustavo parecia ler os pensamentos dele, pois olhou para Gabriela e piscou. Vítor percebeu e pareceu ficar um pouco mais nervoso com isso.

- Há algum tempo, Gabriela e eu estávamos tentando ter um filho, mas não estávamos conseguindo. Então fomos a um médico e…

- E…? – Quis saber.

- E eu não posso ter filhos.

Gustavo não entendia aonde o homem queria chegar, então deixou-o continuar.

- A gente quer muito ter crianças. – Falou, tentando dar pistas. Mas nada.

- O que eu quero dizer é que… como nós somos muito amigos, e quase não nos vemos, não conhecemos nada sobre a vida um do outro…

Agora Gustavo entendeu. Ele sorriu, mas queria ouvir sair da boca do amigo as palavras mágicas.

- Pode ser mais claro? – Perguntou.

Ele suspirou e disse:

- Nós dois concordamos que queremos que você engravide Gabriela.

- Eu não sei. – Disse Gustavo apenas para jogar com eles. Intimamente já tinha aceitado a muito tempo. Conhecia Vítor: era responsável demais para decepcioná-lo. – E depois, como vai ser?

- Não se preocupe. Quando Gabriela engravidar, mudaremo-nos para o sul e nunca mais terá notícias nossas.

- Então você quer que eu transe com a sua mulher?

- Sim.

- Quer que eu faça nela o que você não consegue?

- Sim.

Aproximando-se mais do amigo, ele sussurrou:

- Quer que soque meu pau na buceta dela até eu gozar e engravidá-la?

Vítor parecia não estar gostando daquilo, mesmo assim disse…

- Sim.

Eles saíram dali e foram direto para um motel.

- Mas já? – Perguntou Vítor – Eu não quero ver. Me deixe em casa.

- Não! – Respondeu Gustavo – Eu faço questão que você assista tudo.

Gabriela apenas sorria disfarçadamente. Vítor pareceu contrariado, mas aceitou.

Chegando ao motel, Gustavo beijou Gabriela com ferocidade, enquanto o marido fixava o chão.

- Olhe para nós – Exigiu. – Olha o que eu faço com a sua mulher.

Levantou o vestido que ela usava e apalpou a sua bunda. Vítor, com desgosto, encarou aquela cena humilhante para ele.

Gustavo tirou o vestido de Gabriela por cima. Abaixando o seu soutien, ele começou a chupar aqueles seios enormes. Eles pulavam a cada mínimo movimento que a mulher fazia, excitando Gustavo ainda mais.

Ele colocou-a cuidadosamente na cama e mandou Vítor se aproximar e puxar a calcinha vermelha fio-dental de Gabriela para o lado. Ele obedeceu sem reclamar, apesar da cara feia.

A buceta da mulher ficou desprotegida para Gustavo chupá-la e lambê-la como quisesse. Em alguns minutos, Gabriela já gozava loucamente como nunca tinha gozado nas tentativas de engravidar.

- Ahhh. – Dizia ela. – Olha, seu corno, o que esse gostoso faz comigo.

Vítor não acreditava naquelas palavras, mas entendeu que era coisa de momento, e não disse mais nada.

Gustavo mandou Gabriela abaixar a sua bermuda e sua cueca, revelando um pau muito duro. Ele sentou-se na cama e mandou-a chupar, o que ela fez com maior prazer. Ele ainda falou para Vítor empurrar a cabeça da mulher em sua pica.

- Faz assim. – Explicou Gustavo, segurando fortemente nos cabelos de Gabriela e fazendo-a mamar em sua rola.

Foi a vez, então, de Vítor. O corno segurava a cabeça da mulher e a forçava contra a pica de seu amigo. Fazia o caralho de Gustavo foder a boca que ele beijava tantas vezes por dia.

- Nossa Vítor, sua mulher tem uma boca muito gostosa. Ainda bem que você ajuda ela a pagar um boquete pra mim.

Gustavo mandou que Vítor parasse e ordenou que beija-se Gabriela. Ele obedeceu e sentiu o gosto recente da pica do amigo na boca da mulher.

- Muito bom. Um corno de primeira.

- Vem me comer – Disse Gabriela desvencilhando-se da boca do marido.

Ela tirou o soutien.

Gustavo colocou a mulher de quatro e mandou Vítor puxar sua calcinha com a boca. Assim, ele começou a foder Gabriela.

Quando ela olhou para trás e viu o seu marido com sua boca na calcinha e centímetros da pica do amigo que a comia, ela não agüentou e gozou. Gemeu muito alto.

- Ahhh. Olha corno como se come uma puta. Olha e aprende. Essa pica que você arranjou pra me foder é muito gostosa. Ahhh.

Gustavo achava tudo aquilo muito bom. Sua coxa direita encostava levemente no rosto de Vítor cada vez que metia fundo na mulher do amigo. Nunca tivera uma visão tão excitante quanto essa, sentiu que estava perto de gozar. Então parou, queria que durasse mais.

- Deita de lado, cachorra.

Ela obedeceu sem hesitar. Vítor aproveitou para tirar a calcinha de sua mulher totalmente para evitar outra cena como aquela. Gustavo, porém, não o deixou livre.

- Segura a perninha da sua mulher bem alto pra eu poder foder ela.

E assim, Gustavo permaneceu comendo a mulher de Vítor com este segurando suas pernas bem abertas para facilitar a transa. Ficaram assim por vários minutos até Gustavo gozar bem forte e cair cansado ao lado da mulher do amigo.

Gabriela se levantou e foi limpar a pica do seu amante, mas ele não deixou.

- Isso é um trabalho pro corno.

Ele não quis.

- Então você nunca terá o seu filho.

Vítor pensou e não viu outra escolha a não ser mamar na rola de Gustavo, com a mulher rindo ao seu lado.

- Além de corno é viado. – Disse Gabriela.

Enquanto o marido chupava a pica do amante, a mulher veio por cima de Gustavo e ofereceu seus volumosos seios para ele chupar. O que fez de bom gosto. Logo, a rola de Gustavo já estava dura novamente e eles recomeçaram a foder.

Deitado na cama, ele puxou Gabriela para cima dele e a mandou galopar em seu pau. Ela pulava e gemia muito alto, além de gritar muitas sacanagens.

- Me fode. Ah… Me fode na frente desse corno manso. A idéia foi dele. – Gemia ela – Ele queria que alguém me engravidasse.

Gustavo ouvia isso e fodia a mulher ainda mais forte. Gabriela ofereceu a mão para Vítor segurar. Ela, estava sendo comida pelo amante de mãos dadas com o marido, que assistia a tudo de perto, como um bom corno submisso.

Transaram bastante naquele dia. Gustavo gozava sempre dentro dela. O ponto alto foi quando, de quatro, a mulher deu o cu para o amante enquanto o marido chupava a sua boceta. As bolas de Gustavo batiam no rosto do marido da mulher que ele comia como se fosse uma puta.

Encontraram-se várias vezes naquela semana. Transavam sempre sem camisinha e sempre na presença do corno. Estavam quase se esquecendo da verdadeira intenção daquilo tudo, porque eu uma das vezes, Gustavo fez questão de encher a boca de Gabriela com muita porra e depois ordenou que ela cuspisse tudo na boca do maridinho corno e que esse engolisse aquele leite quente. Leite precioso que estava sendo desperdiçado, pensava Vítor, porém, ele não sabia que Gabriela já tinha engravidado e que ainda continuavam transando apenas por prazer.

No final de semana, ela fez o teste de gravidez. Deu positivo. Eles contaram a novidade para Gustavo que ficou muito feliz também. Para comemorar, foram ao motel, e ficaram na suíte mais cara do local, beberam muito champagne e foderam muito. Tudo bancado pelo corno, que estava tão feliz pelo filho, que acabou se excitando com a mulher sendo enrabado pelo amigo. O corno fez tudo que lhe mandaram, até deixou Gustavo gozar em sua cara.

- Bebe essa porra, seu corno, porque foi ela que fez o seu filho. – Dizia Gabriela observando o marido com o leite de Gustavo na boca.

No dia seguinte eles se foram e Vítor agradeceu exageradamente a Gustavo.

- Obrigado mesmo. – Dizia ele.

- Pelo que? – Perguntava Gustavo cinicamente com um sorriso.

Vítor sorriu. Já aprendeu o que tinha de fazer.

- Obrigado por comer minha mulher do jeito que eu não consigo fazer. E obrigado por engravidá-la. Sempre que olhar para meu filho vou lembrar que sou um corno manso e que você é o macho que minha puta merece.

Gustavo sorriu e disse:

- O prazer foi meu.

Próximo episódio – Amor e Sexo

Deise começa a namorar com Bruno. Ela domina o homem e logo passa a traí-lo. Faz dele um corno manso assumido e submisso. Conta para Sandra tudo o que fez com na sua primeira semana de namoro e afirma que foram feitos um pro outro: Uma vaca e um touro

Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008

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1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS

- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.

- Também acho que não.

- Eu vou comprar mais.

Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.

- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.

Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.

Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.

Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.

A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.

- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.

- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.

Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.

- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?

Eles confirmaram sorridentes.

- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.

- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.

Eles continuaram rindo.

O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.

- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.

- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.

Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.

- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.

Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.

Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.

Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.

Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.

Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.

Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.

Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.

As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.

De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.

Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.

Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.

- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.

Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.

- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.

Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.

Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.

- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.

- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.

- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.

As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.

- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.

Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.

- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.

- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.

Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.

Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.

Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.

Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.

- O que foi? – Perguntou.

- Vamos para cama.

Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.

Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.

SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo

DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira

* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.

Episódio 4 – Em boas mãos 29 29UTC Junho 29UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS

- Sandra, fica aqui comigo, por favor. – Suplicou Gustavo

- Não posso amor – Suspirou tristemente – Eu já prometi a Deise que iríamos ao shopping. Já estou adiando há semanas.

- Mas, Sandra, eu não vou conseguir cuidar dessas crianças sozinho.

Ela sorriu com a preocupação do namorado.

- Elas não são crianças, já têm quase dezessete anos.

Sandra hesitou. Lembrou-se de Roberta falando da menina de dezessete anos que deu em cima de Pedro. Será?

Não, pensou por fim, as filhas de Tori se Angélica são tão certinhas.

- Elas não vão dar trabalho, você vai ver. – completou segura do que estava dizendo.

Os dois achavam desnecessário deixar as filhas de dezesseis anos com os vizinhos, mas Tori era extremamente super-protetor e a amizade de Sandra com Angélica não a deixava recusar. Ele ia passar o dia fora com a mulher e não queria deixá-las sozinhas. Ao que se parece, as gêmeas preferiram ficar com Gustavo a passar um dia na igreja com Rogério e sua família.

Gustavo estava nervoso para o dia seguinte. Avisara a Tori que suas filhas estavam grandes demais para isso, mas o homem simplesmente o ignorou. Angélica também era contra, mas nada tirava isso da cabeça de Tori.

Como sairiam de madrugada, as gêmeas chegaram à casa de Gustavo e Sandra ainda na noite de sábado.

- Vocês podem ficar no outro quarto indicou Sandra às duas garotas. – Elas, que havia tomado banho em casa, foram direto para lá cumprimentando os vizinhos.

Aquela primeira parte seria mais fácil, pensou Gustavo, pelo menos tinha Sandra para ajudar e elas estariam dormindo a maior parte do tempo.

As duas saíram do quarto apenas para comer, tomar banho, escovar os dentes e voltaram à seu aposento.

- Não demora Sandra – Despediu-se Gustavo baixinho no dia seguinte.

- Tudo bem, vou voltar o mais rápido que eu puder.

- Tchau Sandra – Falaram as duas em uníssono.

Gustavo olhou automaticamente para as garotas sorrindo com a despedida, elas retribuíram o sorriso.

Não foi proposital, jurou Gustavo em sua cabeça. Não pode deixar de reparar o quanto aquelas duas garotas se pareciam com a mãe; o quanto aquelas roupas típicas de um domingo em casa ressaltavam suas curvas já tão bem definidas. São só crianças, pensou Gustavo.

Ele saiu e foi para a cozinha beber uma água e refletir.

- Gu – Chamou um delas lá da sala. – Trouxemos alguns filmes, vamos assistir?

- Vamos – Gritou em resposta, dirigindo-se de volta à sala.

- Que filmes vocês trouxeram? – Perguntou.

- Não sei – Respondeu Karina com um sorriso – Só pegamos um monte de CDS sem capa que estava na estante do meu pai.

Gustavo estranhou aquilo, mas não quis comentar nada.

- Que tal uma pipoca?

- Seria ótimo.

Os três foram para cozinha e se divertiram muito fazendo a pipoca.

Está mais fácil do que eu esperava, pensou Gustavo, elas já são tão crescidas.

Dessa vez não foi sem querer. Ele olhou para aquelas bundas que se mexiam de forma igual a da mãe, enquanto brincavam com a água da torneira e umas vasilhas que serviriam para colocar a pipoca. Gustavo não sabia o porque, mas tinha a impressão de que elas estavam se molhando demais. Quando fecharam a torneira e se viraram sorridentes, ele viu as formas de seus mamilos sob as camisetas regata brancas, idênticas: ambas estavam sem sutiã.

- Vamos – Convidou Gustavo envergonhado. Elas despejaram a pipoca nas vasilhas e foram para a sala, com ele.

- Eu vou tomar um banho antes. – Disse Carolina – Podem ir colocando o filme.

Ela saiu deixando o Karina a sós com Gustavo.

- Escolhe um deles.

Gustavo viu um monte de CDs idênticos e escolheu um aleatoriamente.

- Posso fechar a cortina? – Perguntou a garota com um sorriso enorme. – Assistir filme no escuro é melhor.

O homem assentiu. Ela foi correndo e fechou as cortinas. Aproveitou a viagem e trancou a porta também, sem que Gustavo a visse.

Dirigiu-se ao DVD e colocou o CD nele.

Não foi preciso menos de alguns segundos para que os olhos de Gustavo se arregalassem: a tela não foi para o menu, nem para os trailers: começou direto com um negão enrabando uma loura que gemia alto.

- O que é isso? – Perguntou Gustavo surpreso.

Karina sorria.

- Você se importa?

Ele teve vontade de falar ‘sim’, mas não falou:

- Eu não posso fazer isso – Falou com medo enquanto ela se aproximava. – Vocês são menores de idade ainda.

- Mas ninguém precisa ficar sabendo, Gu. – Replicou.

Ela andou até ele e o abraçou, beijando sua boca. Nesse momento, a sua irmã, Carolina, sai do banheiro só de toalha.

- O que? – Perguntou – Começaram sem mim?

Ela tirou a toalha, revelando o seu corpo jovem e bem definido. Seus seios durinhos pularam para fora como se há muito tempo quisessem tal liberdade. Gustavo viu aquela boceta rosada e apertada. Era quase um convite.

Ele sabia que o que estava fazendo era muito errado, mas a iniciativa foi delas e não dele. Mesmo sabendo que não mudava nada, pensar isso dava um sensação de conforto. Não demorou a se soltar. Ainda mais com os gemidos altos da loura na TV.

- Sonhávamos com isso há muito tempo. – Disse Karina, agora tirando a camiseta também. – Desde que vimos você e mamãe na chácara do papai.

Carolina tirava a camiseta de Gustavo enquanto a irmã beijava a barriga e o peito do homem.

Ele finalmente aceitou que não teria mais volta.

- É isso que vocês querem não é? – Disse ele safadamente. – Então vocês vão ter o que merecem.

Elas sorriram ao mesmo tempo. Ele achou aquilo demais.

Beijou Carolina e apalpou seus seios durinhos, enquanto Karina abaixava a bermuda e a cueca de uma vez, revelando um pau muito duro.

- É lindo. – Murmurou a moça segurando e lambendo a pica do vizinho.

A mão de Gustavo foi direto para a boceta de Carolina e começou a massagear seu clitóris, tirando gemidos de sua boca.

- Vocês são tão safadas quanto a mãe de vocês. – Falou.

Elas pareciam orgulhosas.

- Não – Disse Karina, tirando a boca do caralho e subindo pra cima dele – Nós somos mais.

Era só o que estava faltando para Gustavo se liberar de vez. Pegou a menina com as duas mãos e a puxou para si, posicionando-a sobre seu pau.

Lentamente, ele foi enfiando a pica naquela garota. Ela gemia enlouquecida. Colocou até só sobrar as bolas do lado de fora. Com as mãos, abriu a bunda da garota e disse para a irmã:

- Vai lá deixar esse cuzinho molhadinho.

Ela foi e começou a lamber o cu da irmã. Enquanto ela lambia, Gustavo metia devagar o pau na boceta da outra. De vez em quando, a língua de Karina errava a mira e passava nas bolas de Gustavo, deixando-o louco. Ela não demorou a perceber isso, e passou a errar de propósito.

Ele resolveu brincar um pouco. Tirou seu pau de Carolina e mandou-a tirar a bermudinha da irmã. Ela obedeceu sem reclamar. Agora os três estavam nus.

Ele mandou Carolina deitar no sofá com as pernas abertas para Karina passar a língua por seu clitóris, de quatro, com Gustavo a fodendo por trás.

As gêmeas adoraram a idéia. Dali poucos minutos Carolina já gemia com a língua da irmã passeando sobre sua boceta, Karina enlouquecia-se de prazer com a pica de Gustavo a penetrando, e o homem se divertia ao ver as duas naquelas posições.

Ficaram assim por um longo tempo, quando as garotas resolveram trocar de posição, mas Gustavo queria algo mais. Mandou Karina buscar o lubrificante em seu quarto e Carolina ficar de quatro com as mãos apoiadas no sofá. As duas obedeceram apressadas.

- Eu vou arrombar esse teu cu virgem mocinha. – Falou Gustavo segurando os cabelos de Carolina, de quatro.

Ela abriu um sorriso de puta e disse:

- E quem disse que ele é virgem?

O pau de Gustavo latejou ao ouvir isso. Karina voltava com o lubrificante, e em pouco tempo já passava pelo cu da irmã e pelo pau de seu vizinho.

Ele posicionou e enfiou com cuidado. A garota gemeu de dor e prazer. Instruiu Karina a retribuir o sexo oral que irmã lhe fizera. Enquanto ela “mamava” na boceta da irmã, sentia as bolas de Gustavo quicarem em seu queixo, deixando-a muito excitada.

Aquele era o cu mais delicioso que Gustavo já comeu. Apertadinho e relaxado. Sentia muito tesão e por isso, metia forte no rabo daquela garota. Carolina gemia mais que a mulher do filme pornô que ainda passava. Ela gritava pedindo mais rola, mais pica, mais pau. Gritava pedindo para que ele a tratasse como uma puta. Gritava que ia gozar na boca da irmã.

Gustavo aumentou o ritmo das estocadas e não demorou a gozar na bunda da menina. A irmã não demorou nada a vir limpar todo o leite quente que o vizinho derramou na bunda da Carolina.

Eles foram tomar banho. As gêmeas limpavam juntas a tão sonhada pica de Gustavo. Logo, já se agachavam e lambiam aquele caralho mole, que já estava começando a voltar à ativa.

As duas revezavam o boquete em Gustavo. Enquanto uma chupava, a outra passava a mão sobre a boceta, revelando intenso prazer naquela sacanagem. Eles voltaram para sala e o homem já estava pronto para outra, agora era a vez de Karina. Ela se posicionou de ladinho e ele entendeu o recado. Meteu na boceta da menina e começou a bombar forte. Enquanto era comida pelo vizinho, Karina tinha os peitos sendo chupados pela irmã.

As coxas de Gustavo pressionavam a parte de trás da bunda de Karina, enquanto sua pica penetrava fundo na xoxota da garota.

- A mãe de vocês ia ficar orgulhosa em ver as putinhas que tem em casa. – Disse Gustavo metendo ainda mais rápido e forte.

Então, de repente, o telefone começou a tocar: era Sandra. Ele teve uma idéia: mandou as duas se beijarem.

- Silêncio.

Sem parar de meter, ele atendeu.

- Oi amor.

- Oi Sandrinha.

Sua pica penetrava a boceta da filha do vizinho. Ela beijava a irmã gêmea na boca, enquanto ele falava com a sua namorada.

- Como está aí? – Perguntou preocupada.

- Ótimo. – Respondeu sorrindo.

As duas também sorriram. Deduziram o que Sandra havia falado e agora se agarravam com mais intensidade, soltando gemidinhos leves de prazer.

Sandra fazia várias perguntas enquanto as garotas se agarravam e a pica de Gustavo fodia Karina.

- Já comeu, meu amor?

- To comendo agora.

Ele não pode deixar de rir com aquilo. Aumentou o ritmo e a força das estocadas em Karina, e pediu para a Carolina abrir as pernas da irmã para facilitar a penetração.

- O que é isso? – Perguntou Sandra – To ouvindo um barulho estranho.

- Nada não amor. Você demora pra vir?

- Um pouco. Tudo bem?

- Tudo.

- Ótimo, beijos, tchau.

- Tchau.

Karina já havia gozado bastante. Sabia disso pois a sua irmã conseguia passar a língua sobre aquela boceta que abria e fechava com a entrada do caralho. Ela saía de lá com a boca branca de porra feminina.

- Que delícia mana. – Falou fechando os olhos e saboreando.

Ao ouvir isso Karina gozou mais uma vez. Ele tirou o pau da boceta dela. Pegou as duas pela mão e as levou para a poltrona. Ele sentou e as duas começaram a disputar cada centímetro daquela pica com a língua. O telefone tocou novamente: dessa vez era Tori.

- Olá Gustavo, como estão as meninas?

- Ótimas. Elas estão em boas mãos – Disse ele, olhando para baixo e vendo as duas mamando em seu pau como duas putas.

- Eu só queria falar pra você não se esquecer de dar leite para elas. Faz parte da dieta.

- Quente ou frio? – Perguntou Gustavo rindo da situação.

- Quente. – Disse.

Elas agora misturavam um beijou e um boquete. As duas línguas circulavam pela cabeça do pau de Gustavo

- Tudo bem Tori, vou enchê-las de leite quente agorinha.

Obviamente ele não entendeu o que Gustavo quis dizer, porque riu bastante.

- Obrigado.

E desligou.

- Seu pai quer que eu dê leite quentinho pra vocês. – Disse Gustavo a elas. – Já que ele insiste.

As duas deram boas gargalhadas. Gustavo se levantou e as duas ajoelharam-se e estenderam as línguas, como duas cachorras idênticas. Ele se punhetava rapidamente e não demorou a despejar a porra quente no rosto das duas, que lambiam os beiços agradecidas.

- Que leite gostoso! – Exclamou Karina – Vou querer mais.

- Você vai ter – Falou Gustavo segurando a cabeça dela e mergulhando aquela boquinha jovem em seu pau cheio de porra – Sempre que quiser.

SINOPSE DO  EPISÓDIO 5 – 100% bêbados

DIA 6 DE JUlho

* Sandra e Gustavo dão uma festinha e convidam apenas as pessoas mais próximas. Com muita cerveja, logo, todos vão ficando muito bêbados, exceto Paulo, um amigo de Gustavo que veio de carro, e por isso não bebeu. Gustavo come uma amiga de Sandra na cozinha e logo depois pega no sono. Enquanto os maridos dormem, as mulheres aproveitam para transar com Paulo.