Contos eróticos: Marido corno e feliz 31 31UTC Dezembro 31UTC 2008
Posted by saluttie in contos eróticos.Tags: arrocho, banho, beijo, bela, boca, bumbum, bunda, cabeça, calça, calcinha, cama, camera, camisinha, casada, chupar, corninho, corno, cueca, de quatro, dor, fode, fotografar, frango assado, gemendo, gozei, grosso, lindo, loucura, lubrificada, marido, molhada, molhadinha, motel, mulher, muro, namorados, negra, noite, nua, pau, pequena, pescoço, pica, porra, prazer, provocar, putona, sensual, sentada, sexo, sexo anal, sexo oral, socando, socou, tirando fotos, tudo, vestido, xana
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Conto extraído de www.contoseroticos.com.br
Enviado por: carlos
Sou uma negra casada bonita alta 1.86 72kg um bumbum empinadinho, devido a minha altura e modestia a parte sou bonita chamo atençao onde passo.a hitoria que vou contar aconteceu a duas semanas meu marido conheceu um amigo na net do perfil que eu gosto moreno alto atraente bem dotado 22×7,5cm simpatico marcamos de nos conhecer num barzinho perto do bairro que moramos ,chegamos primeiro , eu fui com um vestidinho bem sensual que chamou atençao até dos garçons , quando nosso amigo chegou ( vou chamalo de claudio ) ele olhou pra mim como se visse uma miragem não acreditando que eu era real me deu uma olhada como se eu estivesse nua , me comprimentou com beijo no rosto , mas sentia que ele queria me agarrar ali mesmo , não cansava de me elogiar , na frente do meu marido me chamanando de linda , maravilhosa , confesso que eu gostei, mas fiquei um pouco com vergonha,mas como meu marido diz que eu sou uma putona resolvir provoca-lo um pouco , me levantei de maneira bem sensual para ir ao banheiro só para provoca-lo não pensei que eu ia causar um rebuliço no bar pois os garçons e clientes começaram a me olhar , me sentir realizada, pois qual mulher não gosta de ser cobiçada , dei um tempo no banheiro e voltei em cima do salto dei uma sentada na cadeira daquelas que uma mulher só dá qundo senta numa bela pica ´aí que ele ficou doido , bebemos um pouco de vinho tinto , depois ele pagou a conta ´saimos , ele pensou que iriamos para um motel ; mas queria castiga-lo naquela noite saí de mão dada com meu marido sentí que ele queria segurar minha mão , então meu marido nos levou para uma rua de pouco movimento foi na frente e me deixou com ele aí ele não se conteve começou a me agarrar ,beijou meu pescoço passou a mão na minha bunda levantando meu vestido , depois me encostou no muro , me dando aquele arrocho dos tempos de namorados confesso que eu gostei muito ,fiquei molhadinha como nunca fiquei ,tivemos que parar pois tinha um homem muito estrnho nos observando , meu marido nos chamou por questao de segurança fomos embora eo homem nos seguindo , achamos melhor deixar para outo dia , senti que ele queria sair aquela noite mesmo , mas queria deixa-lo com muito tezao para nossa noite especial , marcamos para a proxima semana , chegando o dia me produzi toda coloquei uma calcinha bem pequena e fomos ao encontro , ele nos pegou de carro nos levou direto para o motel , chegando na garagem , meu marido foi abrir a porta , e le já foi me agarrando , chegamos ao qurto ele foi me beijando , ,meu marido pegou uma maquina digital e começou a registrar tudo ,ele me jogou na cama de roupa e tudo me beijando meu corpo tudo me levando a loucura ,puxou minha calcinha pro lado começou a me chupar , como ele chupa bem não resistir e gozei na sua boca , comecei a chamar meu marido de corninho e ele só tirando fotos , então eu resolvir retribuir o prazer que recebi, puxei a calça dele junto com cueca e tudo , confeso que me assustei um puco que pau linndo e grosso , comecei beijando a cabeça depois fui engolindo fazendo movinto de entra e sai na minha boca que delicia éo pau dele , mas não queria gozar na minha boca , ele tirou o pau colocou uma camisinha me virou de quatro, pinceleu o pau na portinha da minha xana e foi empurrando , mesmo eu estando lubrificada foi díficil entrar quando entrou ele deu um tempo , sem eu esperar ele empurrou tudo de uma vez , dei um grito de dor e prazer , mas ele foi socando forte do jeito que eu gosto , comecei a gemer pedindo mais,mais….e ele socando firme , comecei a chamar meu marido de corno dizendo assim é que se fode uma mulher qunto mas eu chamava meu marido de corno mais ele socava, gozei de novo agora no pau dele que delicia gozar com um pauzao de 22×7,5 demos um tempo , fui tomar um banho , pensei que ia relaxar um pouco , mas ele foi atras me agarrou no chuveiro me beijando toda que fiquei toda mole , ,e ajoelhei o e comecei a chupar se pau que estava duro e quente como brasa , ele me levou para a cama me colocou com as pernas pra cima na posiçao de frango assado eu ja estava toda molhada , ele encostou seu pau na minha xota e empurrou tudo me socou muito , eu gritando chamando mau marido de corno e ele tirando fotos , depois de dez minutos, ele tirou o pau e meteu ,no meu cu sem eu esperar gritei e esperneie +foi bom demais meu email vianna30@bol.com.br somos de sao gonçalo rj
Episódio 10 – Calmihornia parte 2 28 28UTC Dezembro 28UTC 2008
Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.Tags: aliança, alto, amante, amantes, autoritário, beijos, camisinha, camisinhas, capacete, caralhudo, casa, casado, chifre, chupão, corno, coronel, cu, emprego, enorme, enrabada, escondido, esposa, fazenda, forte, galopando, histórias, humilhação, humor, leite, lubrificante, manso, maridos, meia-calça, mulheres, muro, namorado, negão, noiva, nua, particular, patrão, peão, peitos, quente, safado, sexo anal, sofá, tempo, tesão, transar, vara, véu, viking
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 10 – Calmihornia parte 2
- Vou te contar umas histórias.
“A um certo tempo atrás, aqui na cidade, havia um coronel muito autoritário. Ele tinha fama de safado e caralhudo. Tinha comido metade das mulheres da cidade. Se ele escolhia alguém, não tinha jeito. Ela seria comida. Os maridos nunca ficavam sabendo que de suas mulheres, mas ouviam falar da dos outros.
Um certo dia, um peão que trabalhava na fazenda dele começou a desconfiar que o patrão estava comendo a sua mulher. O homem foi até a casa dele e para tirar satisfação.
- Coronel, venha aqui que quero ter um particular com o senhor.
O coronel simplesmente meteu a cabeça na janela e gritou de volta:
Me encontra hoje as 19 horas no celeiro.
Na hora combinada, o peão foi ao encontro. Chegando lá, ele viu o coronel nu e a sua mulher de quatro sendo enrabada por ele.”
- Como você pode ver – disse o coronel – o meu particular é bem maior que o seu. E se não quiser ficar sem emprego e sem mulher, é bom ficar quietinho.
O homem não teve escolha a não ser assistir a mulher dando o cu para o patrão. Ela gemia e gritava, enquanto o coronel fazia questão de humilhá-lo mais e mais:
- Soube que você nunca comeu o cu dela. É verdade?
- Sim Coronel – Respondeu envergonhado.
- Pois veja, pra mim ela da até demais. E adora não é?
Perguntou dando um tapa na bunda da mulher.
- S-Sim – Respondeu ela gemendo.
- Foi eu quem pedi pra ela não dar pra você. – Continuou o coronel – Esse cu tinha que ser só meu, não é?
- É claro. – Disse o peão.
A partir daquele dia, o peão assistiu a quase todos as fodas dos amantes.”
Gustavo tinha se excitado muito com aquela história, mas tinha mais.
“Mais recentemente, ocorreu outro caso na cidade. O cara já estava casado a muito tempo com uma mulher, já tinha até um filho adolescente. Todo mundo sabia que ele era corno, e não cansava de avisá-lo. Todos na cidade já o chamavam de corno, e ele fingia que não sabia de nada. Um dia, quando a filha de 2 anos da vizinha o viu e disse “co-no” ele resolveu verificar. Ficou esperando o dia inteiro no sol quente, em pé perto de casa, escondido atrás de um muro pra ver se alguém chegava. Quando estava quase convencido de que ninguém ia aparecer, um negão alto e forte chegou e entrou na casa sem bater. Ele ficou chocado e correu pra casa. Ao chegar, o negão estava chupando os peitos de sua mulher freneticamente no sofá. Ele gritou:
- Você vai morrer!
Nesta hora, quase toda a cidade já estava na janela do homem vendo o acontecido.
Então o negão se virou e ficou em pé. O homem era 3 vezes maior que ele e 2 vezes mais largo. Tinha uma vara não sabemos quantas vezes maior, porque era muito grande. Ele só replicou:
- O que você disse?
Com medo, o homem respondeu:
- Tomando leite tão rápido assim, você vai acabar morrendo.
A cidade caiu em gargalhada. O negão então mandou ele tirar a roupa da esposa e implorar de joelhos para que ele a fodesse.
O homem obedeceu e, perante toda a cidade, ajoelho na frente do negro e pediu:
- Sou corno manso, coma a minha esposa. Por favor.
O negão então fez o que ele pediu e fodeu ela toda ali mesmo. A partir daquele dia, ele a fodia sem parar, a todo momento. Passou a morar com eles e depois de um tempo, o marido é que teve que sair, mas voltava durante o dia pra ver as fodas e servi-los.
- Nossa. – Exclamou Gustavo impressionado.
- Você ainda não ouviu nada – Disse Mário se animando. – Conta a última, patrão.
Tori riu.
- Vamos lá então. Esse caso ainda está em andamento.
“O nosso vizinho de fazenda, Lorine, tem uma mulher muito safada que se chama Paula. Todos sabíamos que ela era muito safada, isso porque ela já tinha rodado a cidade inteira, antes e depois de namorar com ele. Mesmo assim, Lorine decidiu casar-se com ele. O homem aceitou perante todos a condição de corno e disse que o que ele queria era que ela fosse o mais feliz possível.”
“No início eles eram discretos. Fingiam pelo menos serem como todos os outros casais de namorados, mas com o passar do tempo, foram perdendo o controle. Até que ela saiu na rua, de mãos dadas com ele e abraçada com outro homem, que, com a mão, apertava a sua bunda. Todos ficaram impressionados com aquilo. Foram a uma loja no centro da cidade comprar várias camisinhas e um lubrificante. Paula teve a cara de pau de falar pra atendente:
- É pro meu amante usar em mim, mas é o meu namorado que vai pagar.”
Sandra riu e logo foi acompanhada por Angélica, Gustavo, Mário e Tori.
“Mesmo assim, ele resolveu casar com ela. Não casaram em Igreja, fizeram só uma festa e casaram no civil. A cidade toda foi convidada. Eu estava vestido de padre para encenar um casamento católico. Ela estava demorando muito e as pessoas já começavam a cochichar dizendo que a tinham visto com um negro a pouco tempo atrás e que, naquele momento, deveria estar sendo fodida, vestida de noiva e tudo. Foi quando aconteceu a cena mais engraçada da história desta cidade: A porta do salão se abriu e entrou um negão fortíssimo carregando Paula (que usava só o véu e a meia calça branca) no colo. Todos riram, até o Lorine. ”
- É muito corno mesmo – Disse Sandra sorrindo e se mexendo na cadeira, visivelmente excitada.
Tori continuou.
“O negão levou-a sorrindo até o marido, mas não a largou no chão. Paula estava muito cansada, e parecia ter dado o dia inteiro. De perto, pude ver o quanto ela estava suada. Havia algo sobre o corpo de Paula: Um capacete viking, com dois chifres enormes.
- Presente de casamento. – Disse o negro oferecendo o capacete ao marido da sua amante.
Ele pegou, agradeceu e colocou na cabeça
Ela então me pediu:
- Vá mais rápido.
Obedeci. Pulei pra parte das alianças. Mandei-o colocar a aliança nela, mas, neste momento, ela já estava aos beijos com o negão e a sua mão esquerda, dentro da calça dele. Lorine tentou pedir para ela tirar, mas não parecia ouvir. Estavam com tanto tesão que poderia transar ali mesmo. Com medo, Lorine enfiou a mão na calça do homem para pegar a mão da esposa. Ela não queria soltar a pica do negão por nada e a única solução foi abaixar a calça do negro, puxar um dedo dela e colocar a aliança.
Lorine se ajoelhou e colocou aquele membro do negro pra fora, com a pequena mão de Paula agarrada a ele. Com carinho, ele puxou um de seus dedos e colocou a aliança.
Ela então soltou a pica, enfiou a mão no bolso da camiseta do negão e tirou uma camisinha:
- Põe essa aliança nele, meu amor.
Lorine obedeceu, com a cidade aos risos.
Colocou lentamente a camisinha naquela pica enorme, e, quando mal tinha terminado, sua mulher já estava galopando naquele negro de pé.”
- Eu fiquei muito constrangido – Admitiu Tori – Ela tinha que colocar a aliança nele, mas não parecia muito disposta.
“- Paula, ponha a aliança em Lorine.
Ela nem parecia ouvir. Gemia feito uma puta.
- Vamos Paula – Falou Tori.
Depois de um tempo ela pareceu entender. Pegou a aliança e, com dificuldade, por causa do balanço dos corpos, tentou colocar a aliança no seu novo marido.
- Lorine – Comecei, gritando, pois os gemidos dela estavam altos – Você promete amá-la, respeitá-la e ser fiel a sua esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?
- Sim
- Paula – Continuei – Você promete amá-lo, respeitá-lo e ser fiel a seu marido, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?
Gemendo, ela riu.
- Tirando a parte do “ser fiel”, eu aceito.
Rimos
- Pelos poderes a mim concedidos, eu os declaro marido corno e mulher puta.
Os dois riram. O negão virou-se de costas, para que o rosto de Paula ficasse cara a cara com o do novo marido. Ainda comendo-a, foi andando para trás aos poucos para que eles pudessem se beijar. Foi difícil, mas acabaram em um beijo suculento e cheio de tesão.”
- A partir daí – disse Tori – Ele tem sido o corno da vez.
- Eles ainda são vizinhos da fazenda? – Perguntou Gustavo
Tori percebeu.
- São.
No outro dia Tori o levou para conhecer Paula, dando uma desculpa para as esposas.
Mal se viram e já estavam se beijando, trocando carícias, com peitos de fora, mãos em bundas e coisas do gênero.
Tori virou-se rindo para Lorine e disse:
- Esses dois vão demorar bastante. Quer jogar cartas?
Um pouco distante, Angélica galopava no pau de Mário sob o olhar aprovador de Sandra, que, suspirando, falou:
- Mulheres…
Exibicionista 3 03UTC Setembro 03UTC 2008
Posted by saluttie in Fotos.Tags: exibicionista, nua, peitos, safada
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