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Fotos: Suruba boa 1 01UTC Fevereiro 01UTC 2009

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Surubão caseiro delicioso, com mulheres fazendo muito sexo.

Aproveitem

Videos: Xerife Corno e Corno em lua de mel 22 22UTC Dezembro 22UTC 2008

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Vejam estes dois vídeos:

Xerife Corno

by SexoVideoPorno

Este Xerife tem a esposa mais safada da cidade. O homem não dá assistência e por isso ela tem que procurar em outros. O corno mal sai de casa e ela já começa a dar.

Corno em lua de mel

By TelaErótica

Este corno acabou de se casar com uma mulher muito safada. Na festa de casamento, o homem bebe demais e acaba dormindo. Sobra para os padrinhos fazerem a festa.

http://telaerotica.com/index.php?videoID=1333

Festinha ao ar livre 8 08UTC Julho 08UTC 2008

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Leias os episódios da divertida e excitante série erótica Saluttie, clicando aqui.

Um festinha bem sacana ao ar livre, no meio da noite. Essas safadas chupam com gosto.

Galeria extraída do Diário das Amadoras

DEPOIS DE VER, COMENTE… SUA OPINIÃO É ESSENCIAL.

O próximo episódio de Saluttie será postado dia 14/07 – Segunda. Episódio 6 – Bom e velho amigo.

Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008

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Antes de ler conheça os personagens clicando aqui

Leia também os episódios anteriores da série clicando aqui

DEPOIS DE LER, COMENTE, SUA OPINIÃO É ESSENCIAL

SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS

- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.

- Também acho que não.

- Eu vou comprar mais.

Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.

- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.

Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.

Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.

Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.

A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.

- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.

- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.

Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.

- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?

Eles confirmaram sorridentes.

- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.

- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.

Eles continuaram rindo.

O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.

- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.

- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.

Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.

- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.

Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.

Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.

Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.

Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.

Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.

Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.

Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.

As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.

De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.

Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.

Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.

- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.

Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.

- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.

Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.

Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.

- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.

- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.

- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.

As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.

- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.

Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.

- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.

- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.

Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.

Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.

Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.

Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.

- O que foi? – Perguntou.

- Vamos para cama.

Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.

Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.

SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo

DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira

* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.

Episódio 2 – A festa 8 08UTC Junho 08UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 02 – A FESTA

O fim de semana chegou ensolarado em Saluttie. Como de costume, grande parte dos moradores se reuniam na área do condomínio com direito a pagode, samba, cerveja e muita conversa a ser posta em dia.

Sandra contava à Deise, a sua melhor amiga, como conseguira o seu novo emprego. Elas trocavam boas risadas daquilo tudo, mas tiveram que parar, pois Roberta e Angélica se aproximavam.

- Olá meninas. – Disse Angélica.

As mulheres se davam muito bem, mas não tinham intimidade para contar os segredos eróticos.

- Olá.

As duas puxaram uma cadeira e formaram um pequeno grupo. Do outro lado, os homens, como sempre, bebiam e falavam de futebol e mulher.

Era muito animado ficar ali junto com os vizinhos jogando conversa fora. O clima sabadeiro atingia a todos. Tori então, chamou a todos e anunciou:

- Amanhã darei um churrasco em uma chácara que eu tenho. Apenas uma reuniãozinha de amigos. Estão todos convidados.

- E onde é essa tal chácara? – Perguntou Rogério.

Tori explicou a todos o endereço e a maioria concordou em ir.

- Levem roupas de banho. Tem uma piscina muito boa lá.

Deise se animou. Adorava se mostrar.

- Nós vamos. – Disse Gustavo abraçando sua namorada.

No dia seguinte eles estavam muito animados. O clima estava quente. Perfeito para um churrasco com piscina. Gustavo colocava as coisas na mochila quando Sandra apareceu de biquíni:

- O que achou?

Era roxo e pequeno. Ressaltava perfeitamente as boas formas da mulher.

- Você está linda. – Exclamou Gustavo abandonando o que estava fazendo e indo beijar a namorada.

Com um sorriso safado ele passou a mão na bunda dela e a segurou.

- Hoje a noite a você vai se ver comigo.

- Hoje a noite? – Perguntou enquanto passava a mão por seu peito e descia até o seu pau.

Eles se animaram. Gustavo desceu sua boca até os seios da mulher, tirando o seu biquíni. Já estavam até subindo no sofá quando eles ouvem uma voz e alguém batendo na porta.

- SANDRA.

Era Deise.

A amiga iria com eles para a chácara de Tori.

Decepcionados, eles se recompuseram e prometeram foder muito quando chegassem. Sandra abriu a porta. Ela, Cláudia, Felipe, Bruno os esperavam.

- Ainda não estão prontos? – Perguntou Cláudia cumprimentando a amiga e entrando para cumprimentar Gustavo.

- Estamos quase lá.

Felipe deu uma bela olhada em Sandra antes de cumprimentá-la com um beijo na bochecha.

- Você está linda. – Comentou deixando a mulher corada.

- E aí Guto, tudo bem? – cumprimentou Felipe entrando.

Felipe era muito amigo de Gustavo. Conheceram-se através de um amigo em comum da faculdade. Ajudaram-se em alguns problemas e passaram a ser grandes parceiros. Eles se abraçaram.

- Eu to bem, e você?

- Ótimo.

Pouco tempo depois e eles já saiam pela porta em direção ao carro de Gustavo. Sandra “cobrira-se” com um shortinho branco e uma camiseta regata semi-trasparente.

Seguiram todos os caminhos indicados por Tori até chegarem, meia hora depois, a uma grande chácara praticamente fora da cidade. Antes de entrarem, souberam que o dia seria muito divertido.

Muitos carros já estavam estacionados. Algumas pessoas tomavam banho na piscina e um grupo de homens jogava futebol no campo. Alguns mais velhos bebiam cerveja, comiam e conversavam na área coberta. Tori e Angélica estavam lá.

Aproximaram-se deles e cumprimentaram os amigos. Gustavo não pôde deixar de reparar no quanto Angélica estava gostosa. Usava um biquíni amarelo que deixava seus duros mamilos ressaltados. A parte de baixo era (por não ter palavra melhor) minúscula se comparada aos seus quadris enormes. Os óculos escuros da mulher deixavam os olhos levemente a mostra. Gustavo percebeu que ela o encarava e não hesitou em sorrir.

A noite chegou em um piscar de olhos. Logo, a maioria estava “mais alegrinha” por causa da bebida. As mulheres ainda mantinham o biquíni molhado da piscina. Todos falavam alto.

- Amor – Disse Angélica a Tori. – Eu acho que vou dormir. Estou um pouco cansada.

Ele nem deu atenção.

A mulher se foi. Gustavo reparou no considerável sorriso da mulher ao olhar para ele. Não podia perder a chance. Sandra já havia desaparecido há um tempo com Deise e Claudia. Provavelmente estavam tendo uma conversa de mulher.

Levantou-se cautelosamente e a seguiu sem que ninguém percebesse. Angélica entrou no banheiro (meio afastado), claramente ciente de que alguém a seguia. “Esqueceu-se” de trancar a porta.

- Olá. – Disse Gustavo na arco de entrada do banheiro.

Angélica fingiu um susto. Já estava sem a parte de cima.

- Nossa, que vergonha! – Exclamou com o braço sobre os seios, tornando-os ainda mais provocantes.

Ele riu. Entrou no banheiro e fechou a porta por dentro.

- Estava com saudades de você. – Comentou, antes de segurar sua cintura e puxá-la para um caloroso beijo.

Gustavo e Angélica já transaram em outras ocasiões, mas não eram amantes fixos. Foram raras às vezes em que tiveram a oportunidade, mas não desperdiçaram nenhuma delas.

Os seios de Angélica pulavam, tal a agressividade do beijo. Já não se preocupava mais em escondê-los: usava suas mãos para agarrar e arranhar.

Todos os cinco dedos da mão direita de Gustavo pousaram sobre a bunda macia da mulher. A apertava como se fosse uma almofada. Estapeou-a uma vez. Duas. Três. Ele gostava de fazer isso.

Mas não tinham tempo para brincadeiras. Teriam de ser rápidos. Gustavo colocou a mulher sobre a pia baixa. Por sorte, suas cinturas emparelharam. Ela riu.

- Acaba comigo meu gostoso.

Ele não demorou a obedecer. Abaixou ligeiramente a sunga. Era excitante transar usando alguma roupa. Gustavo pegou na mão de Angélica e levou-a até seu biquíni. Ela sabia o que fazer: puxou-o para o lado, revelando uma xoxota rosada e molhada.

Ele enfiou devagar, com cuidado, mas logo aumentou o ritmo. As estocadas faziam Angélica tremer sobre a pia. Agarrou-se a ele para se equilibrar melhor. O homem segurava as cinturas curvilíneas com força. Logo, passou a apalpar seus seios.

A mulher gemia sem pudor. Parecia não ter tido uma boa transa há muito tempo. Pulava enlouquecidamente sobre o pau de Gustavo. Sentia seu membro penetrar-lhe com força e delirava. Adorava aquelas mãos grandes em seus seios.

Gustavo avisou que ia gozar. Ela saiu de cima dele e terminou a transa com um boquete muito bem pago. A porra escorria por seu rosto, enquanto ela sorria.

Distante dali, na floresta além do campo de futebol, se encontrava Sandra. Ela não estava tendo uma conversa de mulher. Ela não estava nem com outra mulher. Encontrava-se ali, grudada em uma árvore, nua, com Felipe a sua frente, comendo-a.

- Ai meu Deus, que delícia vai, ahhhhh…

Sandra gozou, e não foi a primeira vez que fez isso aquela noite. Ela sentia o corpo atlético de Felipe encostar-se ao dela e pressioná-la com prazer. Agarrava-se a ele e facilitava o seu trabalho, mas ela queria mais. E ele sabia disso:

- Eu quero no cú – Disse ela sem pensar – Eu quero no cú.

Felipe a libertou. A mulher caiu no chão.

- Eu vou dar o que você quer, cachorra! – Exclamou dando um tapa forte em sua bunda.

Ela se alegrou, adorava sexo anal.

O homem segurou-a pela barriga e puxou-a para cima, deixando-a de quatro. De quatro: a posição preferida das cachorras como Sandra.

Ele cuspiu na mão e passou sobre a entrada anal da mulher. Com as duas mãos, ele abriu caminho. Sandra se sentia indefesa, estando de quatro e com o cú desprotegido. Sentia como se a qualquer hora alguém fosse invadi-la, e essa sensação a fazia sorrir.

Felipe aproximou seu pau moreno do cú da mulher de seu amigo. Enfiou-o vagarosamente, enquanto ela dava alguns gemidos de prazer e dor. Deixou lá um tempo para que ela se acostumasse, e então começou.

O vai-e-vem veloz de Felipe levava Sandra ao delírio. Ela se apoiava no chão, mal se agüentando, enquanto o melhor amigo de seu namorado enrabava-a como se ela fosse uma puta. Ela gostava de pensar que era. Ele também.

As mãos de Felipe, inicialmente encaixados nas covinhas das costas de Sandra, agora subiam e encontravam o seu ombro. Usava as mãos para pressioná-la em direção ao seu caralho. Logo, estava puxando seus cabelos. Quanto mais forte ele metia, mais forte puxava os cabelos dela.

Felipe aumentou a velocidade das estocadas até inundar o cú de Sandra com muita porra. Quando tirou a pica mole de dentro dela, o homem ainda puxou os seus cabelos e a fez limpar o caralho com a boca. O que ela fez de muito bom grado.

Voltaram para a casa, onde a noite estava apenas começando.

Sandra encontrou Deise e Claudia, e essas não demoraram a querer uma “verdadeira” conversa de mulher. Revelaram à amiga tudo que fizeram com os amigos casados de Tori.

- Nossa amiga, ele me pegou forte e mamou nos meus peitos. Depois ficava esfregando aquela pica grossa por baixo da sunga na minha perna, eu fiquei toda molhada só de sentir. Chupei aquela rola até ele gozar na minha cara. E quanta porra. Me lambuzei todinha. Aí ele me pôs de quatro e meteu em mim até eu não agüentar mais. Eu já estava exausta e ele ainda não tinha nem começado. Tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Me enrabou tanto que achei q não ia mais conseguir fechar de novo. Deixou a minha bundinha toda relaxada. Ainda gozou nos meus peitos depois…

- Eu passei o pé na pica dele por debaixo da mesa e o safado, na maior cara de pau começou a me comer com os olhos, na frente da mulher. Fingi que ia pegar uma cerveja e ele veio atrás. Mal tive tempo de beijá-lo e ele já enfiava aquela rola em mim. Ele me empurrou na pia e me fez debruçar sobre ela. Afastou o meu biquíni e me comeu. O safado não tirava a mão dos meus peitos. Deu muitos tapas na minha bunda, e só não comeu meu cú porque não ia dar tempo. Mas antes de a gente ir embora, eu dou o meu rabo pra aquele macho gostoso…

Sandra ouvia tudo, muito excitada, depois ainda contou o que ela mesmo fizera.

Gustavo observava a esposa de longe. Ainda estava excitado. Queria mais. Foi, silenciosamente, ao quarto onde Angélica dormia com uma camisolinha muito leve e que marcava o seu corpo. Ele a acordou com uma pica na boca.

Em pouco tempo eles já estavam novamente nus e a pica de Gustavo entrava vagarosamente pelo cú de Angélica apoiada com as mãos na cama e os pés no chão. Ela gemia, agora mais silenciosamente, mas mal podendo se conter. Rebolava no caralho de Gustavo muito excitada.

Ele a virou e a colocou de lado na cama. Angélica levantou um pouquinho a perna para que ele entrasse melhor. Funcionou. Gustavo continuou se deliciando com a bunda enorme da anfitriã da festa. Apalpava, apertava, batia, e a mulher pedia sempre mais. E sorria ao falar:

- Meu cú não merece ser daquele corno. Ele tem que ser todo seu.

Isso era verdade. Uma bunda como aquela não poderia ser desperdiçada. Deveria ser penetrada o máximo possível e, de preferência, pelo maior pau possível. Nesse momento, o maior era o de Gustavo.

Ele aumentou a velocidade, indicando que estava perto de gozar. Antes de fazer, tirou o pau e despejou todo seu líquido na divisão entre as costas e barriga de Angélica. Ela sorriu. Não teve nem o trabalho de se limpar. Apenas repôs a camisola e tentou dormir, cheirando fortemente à sexo.

- Você não vai acreditar Gustavo. – Dizia Angélica no dia seguinte, como se estivessem conversando sobre o tempo ou a política. – O corninho foi dormir e nem percebeu o presentinho que você deixou pra ele.

Gustavo sorriu: adorava o perigo.

- E hoje quando eu acordei – continuou – Ele estava abraçado comigo, e sua porra estava toda espalhada pela mão, braço e barriga do meu Tori.

Os dois deram boas gargalhadas juntos.

- E o que você fez? – Perguntou curioso.

Ela repôs os óculos escuros e sorriu safadamente.

- Lambi tudinho, até ficar tudo limpo. Ele acordou achando que eu estava apenas provocando. Ainda disse que não dava pra transar porque tinha muita gente na casa.

Angélica riu mais uma vez e saiu. Gustavo só pensava uma coisa: “que mulher safada”.

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SINOPSE DO PRÓXIMO EPISÓDIO – DIA DOS NAMORADOS

DIA 15 DE JUNHO

Episódio especial comemorativo do dia dos namorados. Sinopse não disponível.

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Ah, aqui tem uma foto, só pra não ficar muito vazio

hehehe