Conto erótico: Transformei meu marido em corno e viadinho 6 06UTC Fevereiro 06UTC 2009
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Transformei meu marido em corno e viadinho, por Safada
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Resolvi escrever essa historia para relatar que todo castigo para corno é pouco, e como realizei os desejos de meu marido, tenho 26 anos e ele tem 30. Conheci O Junior quando tinha 14 anos e ele 18 praticamente ele foi meu primeiro namorado tendo apenas alguns namoros bobos com alguns garotos do colégio. Quando tinha 18 anos nos casamos e passei a conhecer as coisas relacionadas ao sexo e se soubesse antes que era tão bom não teria esperado tanto tempo para experimentar. Algum tempo depois de casados Junior começou com uma historia de uma outra pessoa e disfarçava e falava as coisas pela metade e por final, após muito tempo ele queria me ver com outro homem, no principio não concordava de jeito nenhum com as fantasias dele, mas com o passar do tempo fui gostando, mais nunca querendo colocar em pratica seus desejos. Tudo começou durante nossas transas quando ele perguntava o que havia feito com meus namorados anteriores, como eu nunca tinha feito nada demais não tinha o que falar pra ele e passei a inventar coisas que teria feito com meus ex-namorados, e apos gozarmos, eu desmentia tudo que tinha falado. Com o passar dos tempos comecei a inventar historias: tipo eu fudendo com um ex-namorado, com um vizinho, os amigos dele, chegava até contar historias comigo perdendo a virgindade para um amigo meu que ele não gostava muito ou então ficando grávida ou até mesmo na nossa noite de núpcias e na lua-de-mel e o Junior sempre sendo o maior corno, era disso que ele gostava e gosta até hoje de ser corno. Algum tempo atrás, ele começou a comprar alguns acessórios, algemas, chicotes, mascaras e vários tipos de vibradores no começo eram para serem usados em mim, mas com tempo ele foi se abrindo e os acessórios ficaram sendo para usar nele e como ele gosta de dar a bundinha, adoro meter os vibradores nele e vê-lo gemendo igual a um viadinho, era isso mesmo que ele queria ser um corno manso com uma esposa bem puta e ser viadinho. Eu não tinha vontade de realizar esses desejos dele ate que: Uns seis meses atrás eu troquei de academia, pois não estava gostando da anterior e lá conheci meu novo personal (Roberto) e o horário em que eu malho é de manhã cedo, a academia fica fazia e poucos alunos freqüentam e lá também conheci o Fernando um aluno que malha junto comigo. No começo eu resisti as cantadas principalmente do Fernando, mas como meu marido sabia o nome deles e ainda pedia que contasse historinhas com eles, comecei a perder a resistência (aqueles machos lindos me cantando e meu marido ainda incentivando) eu já estava pensando seriamente em transformar meu marido em corno e talvez até em viadinho. Resolvi que se tivesse que rolar alguma coisa seria com o Roberto, parecendo adivinhar Roberto me convidou para tomar um suco na academia, aceitei sem problema nenhum e nesse dia ficamos conversando. No outro dia já falamos sobre assuntos mais íntimos e já sentia ele colocar a mão sobre a minha perna e quando nos despedimos rolou um beijinho na boca (o primeiro que eu dava em outro homem em muito tempo). No terceiro dia não resisti e Roberto me comeu dentro da sala de avaliação, foi muito bom ser sentir outro macho dentro de mim. Como Roberto e Fernando são muito amigos rolou aquela conversa entre os dois e como eu queria virar uma putinha de verdade dois dias depois transei com o Fernando na casa dele. Em menos de quinze dias já tinha me transformado em puta, pois já tinha transado com Roberto, Fernando e mais três professores da academia. Agora vou contar o que fiz com meu maridinho, falei com o Fernando tudo que tinha vontade de fazer com o Junior ele gostou muito da idéia e começamos a planejar tudo e como faríamos. Algumas semanas depois numa sexta à noite nos viajamos para nossa casa de praia e falei para ele se ainda queria virar corno e viadinho a resposta dele foi que sim e que faria tudo que eu mandasse. Fomos dormir e no sábado de manhã, durante e café, perguntei se ele tinha certeza que se algum dia fosse fazer alguma coisa ele iria aceitar, mandei ele responder de joelhos e o corninho fez tudo que eu mandei, como eu já tinha tudo preparado para aquele dia era para ter mais certeza ainda, mandei ele ir para o quarto e tomar um copo de suco para provar que ele queria ser mesmo um corno viadinho. No suco eu tinha colocado um remédio que fez ele dormir em poucos segundos e nisso liguei para o Fernando que já estava próxima da nossa casa com o Roberto e mais três amigos (Leo, Junior que são da academia e o André que eu não conhecia) recebi eles na entrada da casa com um gostoso beijo na boca até no André, Fernando foi logo perguntado pelo corno Ta dormindo o viadinho chegamos no quarto Fernando foi logo fazendo um teste para ver se ele dormia realmente deu uns dois tapas fortes no rosto do Junior e ele nem mostrou reação dormia como um bom corno. Começamos a fazer tudo que tínhamos planejado. Começamos tirando a roupa dele todo e começamos e depilar o Junior todinho enquanto o Junior filmava tudo, enquanto eu raspava ele todinho sempre sobrava um pau para chupar ou sentia os dedos na minha bunda ou na bucetinha, depois que terminei de raspar-lo todo, André foi fazer seu trabalho (era Tatuador) nós compramos uma tinta especial que dura algumas semanas, mas a tatuagem parecer que foi feita com agulha. Ele tatuou na bunda do Junior as palavras CORNO MANSO e VIADO e mais em cima ENTRADA DE PAU e as letras FRLJA (as iniciais dos nomes) na parte da frente em cima do piruzinho dele VIADINiO e as letras FRLJA, no peito CORNO MANSO e FRLJA e até eu fiz uma na minha bunda com as iniciais dos meus machos, enquanto André fazia as tatuagens Junior filmava, eu, Fernando, Roberto e Leo metíamos no outro lado da cama, quando Leo gozou dentro da minha buceta Roberto mandou eu esfregar minha buceta na cara do Junior que ficou toda melecada e logo depois quando fernado quis gozar foi direto na boca do Junior. Leo assumiu a filmagem e Junior veio comer meu cuzinho, nisso Roberto gozou na minha boca e fui beijar o Junior com a boca cheia de porra, depois que Junior gozou no meu cu fui esfregar o cu na cara do Junior. Quando André terminou com as tatuagens fomos brincar com o Junior, pegamos um chicote e demos muitas chicotadas nele, com uma palmatória deixamos a bunda dele vermelha como um tomate, enfiamos um vibrador no cu dele, uma cenoura, uma vagem ate André comeu o cu dele e quando ele gozou foi na cara dele, resolvemos que deveríamos arrombar o cu dele de vez e metemos um pepino nele e ficamos meia hora nos divertindo com o pepino e quando vimos o estrago que tinha feito, pois o pepino saiu cheio de sangue. Para finalizar Junior colocou um piercing no umbigo do Junior e colocamos brincos nas orelhas, pintamos suas unhas, maquiei ele todinho, colocamos uma roupa de mulher uma peruca e alguns acessórios, Junior ficou igualzinho a um travesti. Deixamos o Junior no quarto e fomos para sala continuar nossa festa, depois de muito fuder e muitas gozadas na minha buceta, no meu cu, na minha boca e é claro guardamos um pouco da porra num copinho para o grande final. Como estava chegando a hora do efeito do remédio terminar resolvemos ir embora, mas antes recolhi todas as roupas dele, telefone, dinheiro. Deixei somente a carteira de motorista e a chave do carro, que estacionei umas duas quadras de distancia, o que o obrigaria a sair com as roupas e acessórios que colocamos nele. Escrevi um bilhete contando o que aconteceu, deixei a filmadora para ele assistir a filmagem, preparei uns sanduíches para ele comer enquanto assistia ao filme, sanduíches de presunto e maionese misturada com a gozada que guardamos para ele. Junior chegou em casa por volta das 18:00 muito assustado, mas feliz da vida com o que fizemos com ele.Quem quiser mais detalhes do que aconteceu quando ele chegou em casa e so escrever.
fotos: 3ª colocada no concurso “Sou uma puta e meu marido é um corno” 9 09UTC Janeiro 09UTC 2009
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Aqui as fotos do 3º lugar na competição Sou uma puta e meu marido é um corno, promovida pelo morbocornudos.com
Conto Erótico:Noivo corno 7 07UTC Janeiro 07UTC 2009
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Este conto foi extraído de Casadoscontos.com.br
Autor: Marcos
Olá! Meu nome é Marcos, namorado com a Sabrina a 5 anos e agora somos noivos. Sou o primeiro e único namorado que marina já teve, peguei ela ainda virgem, hoje ela com 25 anos, linda, 1,65 alt, 64 kg, cabelos lisos, loira, sempre fui muito tarado, e sempre tentei inovar nosso relação. Sempre gostei de ler os contos eróticos, então começou a despertar em mim uma vontade de ver minha gata com outro. Então, um dia, quando transava com Sabrina(sempre conversamos muito em nossas transas), perguntei pra ela se ela tinha alguma fantasia em especial, então, ela respondeu que gostaria que alguém nos observasse transando, claro que adorei a idéia, e fui loco dizendo, eu adoraria de ser esse alguém! e ela perguntou, mais como?Então eu disse que eu adoraria de ver ela dando pra outro, nossa! Quando eu disse isso, a buceta dela encharcou, então desde essa data sempre fantasiasmo mais alguém em nossas transas, até que um dia eu falei pra ela que se ela quisesse dar pra alguém longe de mim, ela poderia dar, desde que não me escondesse.
Então, naquela mesma semana ela chegou aqui em casa e me disse, amor, venha ver o que comprei, então ela me mostrou três calcinhas e disse, calma amor, essas calcinhas, eu só usarei quando eu for sair com outro cara, e vc só vai me ver com alguma delas depois que outro já a tenha tirada de mim, ou que vc veja ele tirando. Nossa! Aquilo me levou às nuvens, e transamos ali mesmo, fantasiando nossa fantasia.
Um dia, depois que saimos de um festinha, levei Sabrina ao motel, então, enquanto estávamos na preliminares(eu adoro preliminares), que deixei ela só de calcinha, enão ela levantou da cama, deu uma rodadinha e deitou ao meu lado dizendo com aquela carinha de safada, “Amor, vc se lembra dessa calcinha?”, aquilo me gelou, então ela me disse “pois é, essa aqui, vc já pode ver eu vestida com ela meu corninho”, nossa!! fui quase gozei de tanto tesão.Então, transamos com ela me contando como tinha sido sua experiência. Depois da transa,eu perguntei se era verdade e ela confirmou, mais eu no fundo achava que era mentira dela, então depois de tantas discussões acabamos nossa conversa ali, porém, naquela mesma semana ela foi até o trabalho, já era final de expediente, vestida deslumbrantemente, de vestido preto, salto alto, humm, linda, falou, amor, vim buscar vc, tenho uma surpresa! Então, saimos, e ela disse, “adivinha que calcinha que estou usando agora”, eu rindo respondi “vai começar de novo amor”, então ela disse, calma, vc vai ver, então pediu pra eu parar o carro em frente a Academia onde ela frequente, e falou eu já volto amor…
Isso já era umas 19 horas, e quando ela voltou, vi que veio com ela um rapaz, loiro, alto, vou chamar de Beto, então os dois entraram no carro no banco de trás, e pra minh surpresa ela disse no meu ouvido, amor, esse é o Beto, e enquanto eu fico me divertindo aqui atrás com ele, vc dirige até aquele motel que nós fomos na última vez. Eu, em estado de choque e ao mesmo tempo com o pau estorando de tesão, obedeci minha dona.
Enquanto eu dirigia, eu olhaca pelo retrovisor ela nos mais amaços lá atrás com o cara, ele já com o pau de fora e ela chupando e me olhando de canto.
Então, chegamos ao motel, ele deceu, depois ela, e quando fomos entrar ela me segurou delicadamente pelo ombro e disse, amor, vc fica aqui na garagem, vc vai só ouvir e espiar pela janelinha do quarto(existe uma janela no quarto que dá pra garagem do motel, cada quarto tem sua garagem), então, eu fiquei ali, congelado, só vendo minha amada em ação. Foi uma das coisas mais maravilhosas e excitantes que já me aconteceu. Depois que meteram por mais ou menos uma hora, ela veio até a porta e mandou que eu entrasse então disse, amor, agora tem mais essa calcinha que vc já pode me ver com ela, e lembre-se, ainda falta uma, e deu um sorriso e me beijou, e começamos a transar, e dessa vez eu e o Beto comendo ela.
O pau do beto era bem maior que o meu, mais o teor dessa história, quem sabe contarei outro dia, hoje só quiz contar como me tornei com corno.
Videos: Filmando escondido e Marido Corno 5 05UTC Janeiro 05UTC 2009
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Filmando Escondido
Tamanho do arquivo: 7,6 Mb
Tamanho do vídeo: 8 min 22 seg
http://rapidlibrary.com/download_file_i.php?qq=corno&file=624735&desc=Corno+assistente+.wmv
Nesta primeira, o marido se esconde atrás do muro para filmar a sua mulher dando pra outro cara e falando coisas muito safadas. Ela diz pro amante fuder ela rápido que o marido pode chegar, e ainda fala que vai ligar depois pra marcar uma nova foda.
Marido Corno
Tamanho do arquivo: 32,1Mb
Tamanho do vídeo: 14 min 15 seg
http://rapidlibrary.com/download_file_i.php?qq=corno&file=680001&desc=mais+um+marido+corno+.wmv
Nesta, o marido leva a sua esposa para ser fodida por outro homem no motel. Ele filma tudo enquanto toca uma punhetinha. Dá pra ver na cara da safada a felicidade dela em chupar a pica de outro macho e galopar em cima dele. Ela sorri o vídeo inteiro, com uma cara de puta que não é comida a muito tempo e que tá doida pra tirar o atraso.
Fotos: O 2º lugar do concurso “Sou uma puta e meu marido é corno” 2 02UTC Janeiro 02UTC 2009
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Seguem as fotos do 2º colocado do concurso “Sou uma puta e meu marido é corno” realizado pelo site www.morbocornudos.com
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Contos eróticos: Marido corno e feliz 31 31UTC Dezembro 31UTC 2008
Posted by saluttie in contos eróticos.Tags: arrocho, banho, beijo, bela, boca, bumbum, bunda, cabeça, calça, calcinha, cama, camera, camisinha, casada, chupar, corninho, corno, cueca, de quatro, dor, fode, fotografar, frango assado, gemendo, gozei, grosso, lindo, loucura, lubrificada, marido, molhada, molhadinha, motel, mulher, muro, namorados, negra, noite, nua, pau, pequena, pescoço, pica, porra, prazer, provocar, putona, sensual, sentada, sexo, sexo anal, sexo oral, socando, socou, tirando fotos, tudo, vestido, xana
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Conto extraído de www.contoseroticos.com.br
Enviado por: carlos
Sou uma negra casada bonita alta 1.86 72kg um bumbum empinadinho, devido a minha altura e modestia a parte sou bonita chamo atençao onde passo.a hitoria que vou contar aconteceu a duas semanas meu marido conheceu um amigo na net do perfil que eu gosto moreno alto atraente bem dotado 22×7,5cm simpatico marcamos de nos conhecer num barzinho perto do bairro que moramos ,chegamos primeiro , eu fui com um vestidinho bem sensual que chamou atençao até dos garçons , quando nosso amigo chegou ( vou chamalo de claudio ) ele olhou pra mim como se visse uma miragem não acreditando que eu era real me deu uma olhada como se eu estivesse nua , me comprimentou com beijo no rosto , mas sentia que ele queria me agarrar ali mesmo , não cansava de me elogiar , na frente do meu marido me chamanando de linda , maravilhosa , confesso que eu gostei, mas fiquei um pouco com vergonha,mas como meu marido diz que eu sou uma putona resolvir provoca-lo um pouco , me levantei de maneira bem sensual para ir ao banheiro só para provoca-lo não pensei que eu ia causar um rebuliço no bar pois os garçons e clientes começaram a me olhar , me sentir realizada, pois qual mulher não gosta de ser cobiçada , dei um tempo no banheiro e voltei em cima do salto dei uma sentada na cadeira daquelas que uma mulher só dá qundo senta numa bela pica ´aí que ele ficou doido , bebemos um pouco de vinho tinto , depois ele pagou a conta ´saimos , ele pensou que iriamos para um motel ; mas queria castiga-lo naquela noite saí de mão dada com meu marido sentí que ele queria segurar minha mão , então meu marido nos levou para uma rua de pouco movimento foi na frente e me deixou com ele aí ele não se conteve começou a me agarrar ,beijou meu pescoço passou a mão na minha bunda levantando meu vestido , depois me encostou no muro , me dando aquele arrocho dos tempos de namorados confesso que eu gostei muito ,fiquei molhadinha como nunca fiquei ,tivemos que parar pois tinha um homem muito estrnho nos observando , meu marido nos chamou por questao de segurança fomos embora eo homem nos seguindo , achamos melhor deixar para outo dia , senti que ele queria sair aquela noite mesmo , mas queria deixa-lo com muito tezao para nossa noite especial , marcamos para a proxima semana , chegando o dia me produzi toda coloquei uma calcinha bem pequena e fomos ao encontro , ele nos pegou de carro nos levou direto para o motel , chegando na garagem , meu marido foi abrir a porta , e le já foi me agarrando , chegamos ao qurto ele foi me beijando , ,meu marido pegou uma maquina digital e começou a registrar tudo ,ele me jogou na cama de roupa e tudo me beijando meu corpo tudo me levando a loucura ,puxou minha calcinha pro lado começou a me chupar , como ele chupa bem não resistir e gozei na sua boca , comecei a chamar meu marido de corninho e ele só tirando fotos , então eu resolvir retribuir o prazer que recebi, puxei a calça dele junto com cueca e tudo , confeso que me assustei um puco que pau linndo e grosso , comecei beijando a cabeça depois fui engolindo fazendo movinto de entra e sai na minha boca que delicia éo pau dele , mas não queria gozar na minha boca , ele tirou o pau colocou uma camisinha me virou de quatro, pinceleu o pau na portinha da minha xana e foi empurrando , mesmo eu estando lubrificada foi díficil entrar quando entrou ele deu um tempo , sem eu esperar ele empurrou tudo de uma vez , dei um grito de dor e prazer , mas ele foi socando forte do jeito que eu gosto , comecei a gemer pedindo mais,mais….e ele socando firme , comecei a chamar meu marido de corno dizendo assim é que se fode uma mulher qunto mas eu chamava meu marido de corno mais ele socava, gozei de novo agora no pau dele que delicia gozar com um pauzao de 22×7,5 demos um tempo , fui tomar um banho , pensei que ia relaxar um pouco , mas ele foi atras me agarrou no chuveiro me beijando toda que fiquei toda mole , ,e ajoelhei o e comecei a chupar se pau que estava duro e quente como brasa , ele me levou para a cama me colocou com as pernas pra cima na posiçao de frango assado eu ja estava toda molhada , ele encostou seu pau na minha xota e empurrou tudo me socou muito , eu gritando chamando mau marido de corno e ele tirando fotos , depois de dez minutos, ele tirou o pau e meteu ,no meu cu sem eu esperar gritei e esperneie +foi bom demais meu email vianna30@bol.com.br somos de sao gonçalo rj
Episódio 10 – Calmihornia parte 2 28 28UTC Dezembro 28UTC 2008
Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.Tags: aliança, alto, amante, amantes, autoritário, beijos, camisinha, camisinhas, capacete, caralhudo, casa, casado, chifre, chupão, corno, coronel, cu, emprego, enorme, enrabada, escondido, esposa, fazenda, forte, galopando, histórias, humilhação, humor, leite, lubrificante, manso, maridos, meia-calça, mulheres, muro, namorado, negão, noiva, nua, particular, patrão, peão, peitos, quente, safado, sexo anal, sofá, tempo, tesão, transar, vara, véu, viking
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Leia também os episódios anteriores da série clicando aqui
DEPOIS DE LER, COMENTE, SUA OPINIÃO É ESSENCIAL
SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 10 – Calmihornia parte 2
- Vou te contar umas histórias.
“A um certo tempo atrás, aqui na cidade, havia um coronel muito autoritário. Ele tinha fama de safado e caralhudo. Tinha comido metade das mulheres da cidade. Se ele escolhia alguém, não tinha jeito. Ela seria comida. Os maridos nunca ficavam sabendo que de suas mulheres, mas ouviam falar da dos outros.
Um certo dia, um peão que trabalhava na fazenda dele começou a desconfiar que o patrão estava comendo a sua mulher. O homem foi até a casa dele e para tirar satisfação.
- Coronel, venha aqui que quero ter um particular com o senhor.
O coronel simplesmente meteu a cabeça na janela e gritou de volta:
Me encontra hoje as 19 horas no celeiro.
Na hora combinada, o peão foi ao encontro. Chegando lá, ele viu o coronel nu e a sua mulher de quatro sendo enrabada por ele.”
- Como você pode ver – disse o coronel – o meu particular é bem maior que o seu. E se não quiser ficar sem emprego e sem mulher, é bom ficar quietinho.
O homem não teve escolha a não ser assistir a mulher dando o cu para o patrão. Ela gemia e gritava, enquanto o coronel fazia questão de humilhá-lo mais e mais:
- Soube que você nunca comeu o cu dela. É verdade?
- Sim Coronel – Respondeu envergonhado.
- Pois veja, pra mim ela da até demais. E adora não é?
Perguntou dando um tapa na bunda da mulher.
- S-Sim – Respondeu ela gemendo.
- Foi eu quem pedi pra ela não dar pra você. – Continuou o coronel – Esse cu tinha que ser só meu, não é?
- É claro. – Disse o peão.
A partir daquele dia, o peão assistiu a quase todos as fodas dos amantes.”
Gustavo tinha se excitado muito com aquela história, mas tinha mais.
“Mais recentemente, ocorreu outro caso na cidade. O cara já estava casado a muito tempo com uma mulher, já tinha até um filho adolescente. Todo mundo sabia que ele era corno, e não cansava de avisá-lo. Todos na cidade já o chamavam de corno, e ele fingia que não sabia de nada. Um dia, quando a filha de 2 anos da vizinha o viu e disse “co-no” ele resolveu verificar. Ficou esperando o dia inteiro no sol quente, em pé perto de casa, escondido atrás de um muro pra ver se alguém chegava. Quando estava quase convencido de que ninguém ia aparecer, um negão alto e forte chegou e entrou na casa sem bater. Ele ficou chocado e correu pra casa. Ao chegar, o negão estava chupando os peitos de sua mulher freneticamente no sofá. Ele gritou:
- Você vai morrer!
Nesta hora, quase toda a cidade já estava na janela do homem vendo o acontecido.
Então o negão se virou e ficou em pé. O homem era 3 vezes maior que ele e 2 vezes mais largo. Tinha uma vara não sabemos quantas vezes maior, porque era muito grande. Ele só replicou:
- O que você disse?
Com medo, o homem respondeu:
- Tomando leite tão rápido assim, você vai acabar morrendo.
A cidade caiu em gargalhada. O negão então mandou ele tirar a roupa da esposa e implorar de joelhos para que ele a fodesse.
O homem obedeceu e, perante toda a cidade, ajoelho na frente do negro e pediu:
- Sou corno manso, coma a minha esposa. Por favor.
O negão então fez o que ele pediu e fodeu ela toda ali mesmo. A partir daquele dia, ele a fodia sem parar, a todo momento. Passou a morar com eles e depois de um tempo, o marido é que teve que sair, mas voltava durante o dia pra ver as fodas e servi-los.
- Nossa. – Exclamou Gustavo impressionado.
- Você ainda não ouviu nada – Disse Mário se animando. – Conta a última, patrão.
Tori riu.
- Vamos lá então. Esse caso ainda está em andamento.
“O nosso vizinho de fazenda, Lorine, tem uma mulher muito safada que se chama Paula. Todos sabíamos que ela era muito safada, isso porque ela já tinha rodado a cidade inteira, antes e depois de namorar com ele. Mesmo assim, Lorine decidiu casar-se com ele. O homem aceitou perante todos a condição de corno e disse que o que ele queria era que ela fosse o mais feliz possível.”
“No início eles eram discretos. Fingiam pelo menos serem como todos os outros casais de namorados, mas com o passar do tempo, foram perdendo o controle. Até que ela saiu na rua, de mãos dadas com ele e abraçada com outro homem, que, com a mão, apertava a sua bunda. Todos ficaram impressionados com aquilo. Foram a uma loja no centro da cidade comprar várias camisinhas e um lubrificante. Paula teve a cara de pau de falar pra atendente:
- É pro meu amante usar em mim, mas é o meu namorado que vai pagar.”
Sandra riu e logo foi acompanhada por Angélica, Gustavo, Mário e Tori.
“Mesmo assim, ele resolveu casar com ela. Não casaram em Igreja, fizeram só uma festa e casaram no civil. A cidade toda foi convidada. Eu estava vestido de padre para encenar um casamento católico. Ela estava demorando muito e as pessoas já começavam a cochichar dizendo que a tinham visto com um negro a pouco tempo atrás e que, naquele momento, deveria estar sendo fodida, vestida de noiva e tudo. Foi quando aconteceu a cena mais engraçada da história desta cidade: A porta do salão se abriu e entrou um negão fortíssimo carregando Paula (que usava só o véu e a meia calça branca) no colo. Todos riram, até o Lorine. ”
- É muito corno mesmo – Disse Sandra sorrindo e se mexendo na cadeira, visivelmente excitada.
Tori continuou.
“O negão levou-a sorrindo até o marido, mas não a largou no chão. Paula estava muito cansada, e parecia ter dado o dia inteiro. De perto, pude ver o quanto ela estava suada. Havia algo sobre o corpo de Paula: Um capacete viking, com dois chifres enormes.
- Presente de casamento. – Disse o negro oferecendo o capacete ao marido da sua amante.
Ele pegou, agradeceu e colocou na cabeça
Ela então me pediu:
- Vá mais rápido.
Obedeci. Pulei pra parte das alianças. Mandei-o colocar a aliança nela, mas, neste momento, ela já estava aos beijos com o negão e a sua mão esquerda, dentro da calça dele. Lorine tentou pedir para ela tirar, mas não parecia ouvir. Estavam com tanto tesão que poderia transar ali mesmo. Com medo, Lorine enfiou a mão na calça do homem para pegar a mão da esposa. Ela não queria soltar a pica do negão por nada e a única solução foi abaixar a calça do negro, puxar um dedo dela e colocar a aliança.
Lorine se ajoelhou e colocou aquele membro do negro pra fora, com a pequena mão de Paula agarrada a ele. Com carinho, ele puxou um de seus dedos e colocou a aliança.
Ela então soltou a pica, enfiou a mão no bolso da camiseta do negão e tirou uma camisinha:
- Põe essa aliança nele, meu amor.
Lorine obedeceu, com a cidade aos risos.
Colocou lentamente a camisinha naquela pica enorme, e, quando mal tinha terminado, sua mulher já estava galopando naquele negro de pé.”
- Eu fiquei muito constrangido – Admitiu Tori – Ela tinha que colocar a aliança nele, mas não parecia muito disposta.
“- Paula, ponha a aliança em Lorine.
Ela nem parecia ouvir. Gemia feito uma puta.
- Vamos Paula – Falou Tori.
Depois de um tempo ela pareceu entender. Pegou a aliança e, com dificuldade, por causa do balanço dos corpos, tentou colocar a aliança no seu novo marido.
- Lorine – Comecei, gritando, pois os gemidos dela estavam altos – Você promete amá-la, respeitá-la e ser fiel a sua esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?
- Sim
- Paula – Continuei – Você promete amá-lo, respeitá-lo e ser fiel a seu marido, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?
Gemendo, ela riu.
- Tirando a parte do “ser fiel”, eu aceito.
Rimos
- Pelos poderes a mim concedidos, eu os declaro marido corno e mulher puta.
Os dois riram. O negão virou-se de costas, para que o rosto de Paula ficasse cara a cara com o do novo marido. Ainda comendo-a, foi andando para trás aos poucos para que eles pudessem se beijar. Foi difícil, mas acabaram em um beijo suculento e cheio de tesão.”
- A partir daí – disse Tori – Ele tem sido o corno da vez.
- Eles ainda são vizinhos da fazenda? – Perguntou Gustavo
Tori percebeu.
- São.
No outro dia Tori o levou para conhecer Paula, dando uma desculpa para as esposas.
Mal se viram e já estavam se beijando, trocando carícias, com peitos de fora, mãos em bundas e coisas do gênero.
Tori virou-se rindo para Lorine e disse:
- Esses dois vão demorar bastante. Quer jogar cartas?
Um pouco distante, Angélica galopava no pau de Mário sob o olhar aprovador de Sandra, que, suspirando, falou:
- Mulheres…
Fotos: Concurso “eu sou uma puta e meu marido é corno” 26 26UTC Dezembro 26UTC 2008
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As fotos abaixo foram extraídas do site www.morbocornudos.com
Este site, a um tempo atrás, fez o concurso “Yo soy una puta y mi novio es un cabron”, que em português significa “Eu sou uma puta e meu marido/namorado/noivo é um corno”
Vendo o sucesso deste concurso, nós, da Saluttie, resolvemos criar algo parecido. O concurso “Você no Saluttie”.
Saiba mais clicando em “Concurso, Você no Saluttie” na barra das páginas.
Seguem as fotos da primeira colocada.
Conto Erótico: Namorado faz sogra de puta e Infiel 24 24UTC Dezembro 24UTC 2008
Posted by saluttie in contos eróticos.Tags: adolescente, beijo, biquine, buceta, bunda, carícias, churrasco, contos, contos eróticos, contosquentes, corno, cu, excitado, filha, gozar, homem, infiel, marido, masturbação, mãe, mão, musculoso, namorado, orgasmo, perigo, pica, piscina, puta, quentes, saia, seios, sexo, sexo oral, sogra, submissa, vagabunda
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Conto extraído de: www.contosquentes.com.br
Enviado por: Carteiro
Estávamos passando um fim de semana prolongado no nosso sítio e resolvemos fazer um churrasco para a família e uns poucos convidados. Só por volta das cinco horas de uma tarde ensolarada é que minha filha chegou, muito sorridente, com um novo namorado. Ainda tinha comida, mas o churrasco mesmo já havia acabado.
Meu marido foi até a piscina e me comunicou o fato e eu, a contragosto, saí da piscina e fui ajeitar as coisas para minha filha e seu namoradinho.
Namoradinho que nada! Minha filha estava acompanhada e um homem simpático, corpo perfeito, voz forte e, ainda por cima, muito atraente. Fiquei surpresa com a minha reação àquele homem.
Vi os dois na sala e fui me aproximando sem conseguir desviar o olhar daquele exemplar masculino. Quando ela apresentou ao Marquinhos ele não deu nem tempo para que eu esticasse a mão lhe cumprimentando. Abraçou-me com grande entusiasmo, beijou minhas faces e confessou, sem me soltar, que eu era a sogra mais fascinante de sua vida!
Eu estava só de biquíni e aquele abraço me envolvia inteira. Sentia meus seios carinhosamente amassados naquele peito viril sentindo uma das mãos dando quase toda volta no meu corpo. A outra mão, um pouco abaixo da cintura, tocando bastante da parte superior da minha bunda desnuda por não coberta pelo biquíni, forçava pélvis contra pélvis e eu podia sentir sua pica encostada no meu corpo me permitindo perceber a ereção que se desencadeava.
Enquanto minha filha subia as escadas para mudar de roupa, o Marquinhos, descarada e facilmente, rodou meu corpo me abraçando de costas para ele. Manteve o abraço forte só que desta vez uma das mãos estava espalmada, pressionando e acariciando meu seio e a outra pressionava a parte de baixo de meu corpo me fazendo sentir, na bunda, sua pica já ereta. Falou em um sussurro ao meu ouvido que estava cheio de fome. Mudou de ouvido e me disse que eu era o motivo de seu apetite. Virou-me de frente para ele, pegou minha mão, deposito-a sobre seu membro fazendo-a apertá-lo com a sua mão sobre a minha e disse no meu ouvido que eu batera um recorde, ele nunca ficara excitado tão rápido com nenhuma mulher. Na seqüência disse que me comeria ainda naquele dia e que eu iria adorar ser sua sogra e sua puta.
Mais uma vez rodou meu corpo, me colocando de costas para ele, me deu uma forte palmada e, com voz de comando falou: – Agora, minha putinha, vai lá colocar uma comidinha para mim e sua gostosa filha, ela tinha bem a quem puxar. E eu, calada, fui.
Eu mesma não me reconhecia. Estava trêmula, arrepiada, tesuda, excitada, encharcada, submissa, e louca para ser possuída por aquele homem que desrespeitara minha casa, minha família – meu marido e minha filha, e me tratara como uma vagabunda qualquer. Eu fiquei imaginando tudo que eu deveria fazer para colocar aquele homem em seu lugar e ao mesmo tempo em tudo que eu estava desejando fazer.
Distraída com meus pensamentos não percebi que ele se aproximara. Quando notei, ele estava pegando minha mão e forçando-a a segurar sua pica, dizendo que queria me comer ali e agora para em seguida beijar minha boca com sofreguidão sendo plenamente correspondido e tendo sua pica acariciada apesar de sua mão não mais estar sobre a minha. Quando acabou de me beijar, me deixando com as pernas bambas, virou meu corpo – com que facilidade ele fazia aquilo – e deu outra palmada no outro lado de minha bunda recomendando que eu vestisse uma saia senão iam ver os dedos dele marcados na minha deliciosa bunda.
Desta vez olhei para ele fingindo raiva e já pensando em revidar, mas ele me deu outro delicioso beijo e ao acabar prometeu que nem a minha bundinha iria escapar. Saiu da cozinha e subiu aos pulos a escada para encontrar minha filha que lhe chamava.
Fiquei aflita. Nunca sentira tanto tesão. Eu estava ansiosa para trepar com aquele homem. Estava me sentindo uma puta. Mais de vinte anos de casamento sem nem pensar em trair meu marido que eu tanto amava e aquele homem chega, de repente, e esculhamba todos meus alicerces, minhas arquiteturas de casamento, de família… Como eu estava querendo trepar com ele, como estava odiando (e amando) tudo isso.
Lembrei do que ele disse e coloquei a carne no microondas para esquentar e subi correndo para meu quarto para colocar uma saia. Entrei no quarto, abri o guarda-roupa e olhei no espelho as marcas que ele deixara na minha bundinha. Encostei o dedo e senti um arrepio sair da minha buceta e se espalhar no meu corpo. Eu estava doida. Vi-me escolhendo uma saia rodada, tipo estudante, e vesti por sobre o biquíni. Desci correndo para servir o almoço para o casal e ver aquele homem de perto outra vez!
Na cozinha minha filha terminara meu trabalho e os dois estavam comendo. Marquinhos perguntou se podia me falar um segredo sobre o churrasco e minha filha sorrindo (e inocente) disse que sim. Ele, fingindo segredo, levantou-se e veio me ordenar falando sério, mas baixinho em meu ouvido. Tira esse biquíni aqui e agora, quero você sem calcinha enquanto eu estiver aqui. Se não me obedecer vou embora agora. Quando se afastou perguntou a minha filha quem era o churrasqueiro. Ela disse que era o pai e ele rindo disse que eu podia contar a ele o elogio que fizera. Enquanto eu ria, trêmula, dizendo que ele achara maravilhoso como o das mais famosas churrascarias, soltei os laços do biquíni que eram mais alto que a saia e puxei o biquíni por trás para espanto da minha filha. Ela ficou tão espantada que dei uma desculpa para sair correndo dali e disse, ao final, que estaria tomando um banho no meu quarto. Não sei se colou, mas eu tinha que obedecer àquele homem.
Neste momento os amigos saíram praticamente todos juntos, meu marido foi para sala ver televisão, e já tinha bebido tanto que adormeceu rapidamente. A noite caia e eu fui molhar as plantas ao redor da varanda dos fundos. Marquinhos sentou na varanda, próximo a janela, e ficou ora vendo televisão ora conversando com minha filha, que estava na sala e ora olhando descaradamente para mim.
Minha filha me chamou para ver um trecho interessante do repórter e eu encostei-me à janela. Assim que eu encostei-me à bendita – ou maldita – janela a mão do Marquinhos subiu pelo interior das minhas coxas e passaram a acariciar toda a vulva tão deliciosamente que sem perceber escancarei as pernas para facilitar as carícias. Eu tentava manter os comentários sobre a notícia com minha filha enquanto seus dedos entravam por dentro de mim no cu e na buceta e ainda conseguiam dedilhar meu clitóris me enchendo de excitação e de prazer.
As pernas tremiam, o corpo se arrepiava e eu queria mais e mais. Meu marido (dormindo) e minha filha cara a cara comigo só faziam estimular ainda mais a minha libido e toda minha vergonha, meu acanhamento, não existiam naquele delicioso momento. Eu estava quase ofegante. O orgasmo se aproximava. Eles iam notar e veio um desespero enlouquecedor. Eu não queria sair dali. Eu não podia continuar ali.
Veio o intervalo minha filha levantou e veio até a janela dizendo que ia dormir e chamando o Marquinhos. Sem parar de me tocar ele levantou dizendo que ia ficar mais um pouco me fazendo companhia e vendo a TV. Quando ela se aproximou ele deu-lhe um beijo maravilhoso e apaixonado pela janela. Durante o beijo ele se dedicou exclusivamente a minha vagina movendo dois dedos dentro de mim deliciosamente fazendo o orgasmo se anunciar premente. Que loucura! Ele beijando minha filha enquanto fazia sua mãe gozar como adolescente.
Ela me deu um beijinho no rosto e me pediu para não abusar da companhia dele, rindo! Será que ela notara algo! Ela, espreguiçando, subiu para o quarto. Assim que a porta do quarto se fechou eu não resisti e deixei o orgasmo se instalar, mas Marquinhos tirou sua mão e, por trás de mim, invadiu, com seu caralho potente, minha vagina inteira. Eu me senti totalmente preenchida, minhas carnes sendo forçadas para se adaptar ao tamanho daquela pica, maior, mais dura e mais grossa que a do meu marido. Eu estava indo do paraíso ao inferno e voltava ao paraíso, foi indescritível o conflito de sentimentos e sensações. Eu ofegava, a respiração perdera todo ritmo.
O louco do Marquinhos tirou tudo, quando eu tentei fugir ele me manteve na janela e enfiou novamente aquilo tudo vagina adentro passando a bombear feito louco. Gozei imediatamente. Foi um orgasmo delirante. Mordia minha mão para suportar tudo aquilo sem emitir nenhum som comprometedor. Que vontade de gemer, gozar, me liberar e curtir aquilo tudo por inteiro.
Assim que Marquinhos percebeu que eu já tivera meu orgasmo disse no meu ouvido que era só o começo, que ele ia me deixar assada de tanto fuder. Arrumou o short e voltou a sentar. Eu não tinha condições de dizer uma só palavra, meu corpo inteiro ainda era só prazer e medo, muita adrenalina e orgasmo juntos.
Arrumei a mangueira e quando entrava em casa Marquinhos me estendeu sua mão, pegou a minha, me levantou e me levou até a mesa. Afastou a cadeira da cabeceira, me fez sentar na mesa e começou a me beijar todo o rosto com muito afeto. Eu fingia tentar resistir. Logo estávamos nos beijando na boca e ele descia para o pescoço, lambia minha orelha e eu estava preocupada com meu marido ali tão perto, mas não conseguia conter minha respiração acelerada pelo tesão.
Num lampejo de arrependimento eu realmente esbocei uma reação de fugir daquele homem, mas um beijo na boca sentido aquele pênis roçando entre minhas pernas me dissuadiram de qualquer tentativa eficaz.
Meus seios foram sugados com maestria e eu estava experimentando um prazer já esquecido. Estava em devaneio. Todos os homens que namorei na adolescência voltavam a minha mente, eu estava namorando. Ele desceu um pouco mais e eu já sentia sua respiração na minha virilha quando ele tomou meus pés chupando cada dedo e se dedicando em me acariciar inteira. Foi subindo por minhas pernas, sentou na cadeira de frente para o meu corpo e continuou me beijando e me levou ao delírio, um sublime delírio, ao beijar meu clitóris, brincando com a língua sobre ele por longo momento.
O delírio foi se transformando lentamente num orgasmo que se anunciou e foi chegando devagar e foi se instalando e intensificando na medida em que aquela boca deliciosa passeava pela minha vulva, pelo rego, tentando invadir meu cu e minha buceta.
Deixei meu corpo deitar totalmente na mesa, ergui e arreganhei minhas pernas mantendo-me assim até que o clímax me desnorteou me fazendo perder a noção dos fatos e só percebi a mudança de situação quando aquela pica lentamente passou a rasgar minhas carnes lenta e decididamente.
Meu marido dormia a menos de dois metros, mas não resisti e, baixinho, comecei a gemer e arfar. De repente meu marido parou de roncar e aquilo me assustou, mas Marquinhos não perdoou e movimentava-se deliciosamente dentro de mim quase me levando a um orgasmo. Peguei-me gemendo e resmungando desnorteada:
- Dorme meu corninho.
- Me deixa curtir esse gozo com meu macho, corninho.
- Volta a roncar, corninho filho da puta!
- Corno babaca, para de me atormentar e ronca.
Parece que meu marido ouviu minhas súplicas e voltou a roncar, mas eu perdi definitivamente aquele gozo que prometia ser divino.
Marquinhos decidiu mudar as coisas e saiu nu, caralho ereto, em direção à cozinha voltando com a pica brilhando e com um copo de água. Bebeu um gole, me ofereceu um gole, pôs o copo no aparador, encostou-se ao meu rabo e com uma pressão decidida alojou aquela cabeçorra no meu cu. Instantes depois eu estava gemendo, sentindo meu cu rasgando, ardendo e querendo mais. Era um prazer inusitado. Dar o cu sempre me incomodara, mas com esse macho estava confortável e prazeroso.
Mais uma vez eu não me continha e os gemidos aconteciam baixinhos, mas a vontade era gritar de prazer. O orgasmo já se anunciava, meus músculos vaginais e anis se contraiam e relaxavam a minha revelia. Puxei Marquinhos para junto de mim e pedi: – Me faz gozar como uma verdadeira puta.
Ele balançou a cabeça afirmativamente e tirou o caralho de dentro de mim indo deitar com a pica ereta no tapete ao lado do sofá onde marido dormia. Dali me chamou e eu sabia que não ia negar e nem tentei fazer charme. Fui até ele e ele me fez cavalgar naquela pica de frente para o meu marido. Quando eu já estava com a pica toda dentro da minha vagina ele surgiu, não sei de onde, com um vibrador grosso, ligou o bicho, e foi enfiando cu adentro, levantou um pouco meu corpo e bombeou numa velocidade alucinadora fazendo instantaneamente um alucinante e delicioso orgasmo se alojar nas minhas entranhas.
Eu gozando e ele pedindo em sussurros que eu acariciasse meu marido, beijasse a boca do corninho, agradecesse ao corninho por ele deixar que eu virasse uma puta na frente dele. Eu pensava que aquele homem maravilhoso já me dera meu melhor gozo, mas estava enganada. O orgasmo que eu experimentava agora era lancinante, permanente, medonho, se espalhava por todo meu corpo como uma onda de calor, frio, arrepio, me tirava o juízo e eu comecei a cariciar meu marido agradecendo sem fôlego: – Obrigado corninho, muito obrigado amor!
Sem criatividade por conta daquelas arrebatadoras e inusitadas sensações eu me entregava a todos os caprichos daquele homem. Quando o gozo estava arrefecendo ele começou a fustigar o vibrador no meu cu em compasso com seu caralho alojado na vagina e me excitava humilhando-me com palavras:
- Puta hipócrita. Você goza comigo, namorado da sua filha, e proíbe que ela faça sexo nesta casa em respeito a você a ao seu marido. Safada, vagabunda, que respeito você tem pelo seu marido. Trepou com o primeiro homem que tentou te comer, na casa do seu marido, na frente do seu marido bêbado, acariciando ele.
- Tem mais, se você quiser continuar a ser minha puta vai acordar este corno e fazer trepar contigo agora, logo depois de eu esporrar em você. Vai fazer ele te chupar, comer essa buceta arrobada e eu vou assistir tudo ali da cozinha.
Acabou de falar e me levou ao delírio gozando na minha buceta, deixando-me encharcada, repleta de porra quente. Quando saiu de dentro de mim me fez limpar aquela piroca com a boca – e eu limpei com extremo prazer.
Ele levantou me jogando para o lado, pegou as roupas e foi para a cozinha sendo seguido por mim. Na cozinha voltou a me namorar, a acariciar meu corpo e mais uma vez eu estava com apetite para o sexo. Cruzes, eu raramente transava com meu marido e naquela tarde e noite eu trepei mais do que nos meus últimos meses e estava querendo mais. Quando ele percebeu que eu estava totalmente pronta e entregue para o sexo me orientou:
- Acorde seu marido, diga que teve um pesadelo e conte a ele, como se fosse o seu pesadelo, tudo que aconteceu entre nós desde que eu cheguei – com detalhes, não esqueça. Depois confesse que o pesadelo te deixou excitada e comece a comê-lo ali mesmo, no sofá. Vou assistir tudo daqui, que vê-lo realizado com a putinha que ele tem em casa.
Mas isso vai ficar para outro relato.
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O Carteiro
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