Conto Erótico:Noivo corno 7 07UTC Janeiro 07UTC 2009
Posted by saluttie in contos eróticos.Tags: ação, ajuda, amada, amassos, anal, anos, buceta, cachorra, calcinha, calcinhas, cara, choque, chupando, comendo, congelado, contos, contos eróticos, corno, dando, dar, despertar, dirige, dona, dp, encharcou, eróticos, excitante, fantasia, fantasiamos, festinha, gata, idéia, inovar, maravilhosas, mentira, meteram, motel, namorado, noivo, oral, outro, pau, preliminares, puta, relação, safada, sexo anal, sexo oral, submisso, tarado, tesão, transando, transar, transava, verdade, virgem
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Este conto foi extraído de Casadoscontos.com.br
Autor: Marcos
Olá! Meu nome é Marcos, namorado com a Sabrina a 5 anos e agora somos noivos. Sou o primeiro e único namorado que marina já teve, peguei ela ainda virgem, hoje ela com 25 anos, linda, 1,65 alt, 64 kg, cabelos lisos, loira, sempre fui muito tarado, e sempre tentei inovar nosso relação. Sempre gostei de ler os contos eróticos, então começou a despertar em mim uma vontade de ver minha gata com outro. Então, um dia, quando transava com Sabrina(sempre conversamos muito em nossas transas), perguntei pra ela se ela tinha alguma fantasia em especial, então, ela respondeu que gostaria que alguém nos observasse transando, claro que adorei a idéia, e fui loco dizendo, eu adoraria de ser esse alguém! e ela perguntou, mais como?Então eu disse que eu adoraria de ver ela dando pra outro, nossa! Quando eu disse isso, a buceta dela encharcou, então desde essa data sempre fantasiasmo mais alguém em nossas transas, até que um dia eu falei pra ela que se ela quisesse dar pra alguém longe de mim, ela poderia dar, desde que não me escondesse.
Então, naquela mesma semana ela chegou aqui em casa e me disse, amor, venha ver o que comprei, então ela me mostrou três calcinhas e disse, calma amor, essas calcinhas, eu só usarei quando eu for sair com outro cara, e vc só vai me ver com alguma delas depois que outro já a tenha tirada de mim, ou que vc veja ele tirando. Nossa! Aquilo me levou às nuvens, e transamos ali mesmo, fantasiando nossa fantasia.
Um dia, depois que saimos de um festinha, levei Sabrina ao motel, então, enquanto estávamos na preliminares(eu adoro preliminares), que deixei ela só de calcinha, enão ela levantou da cama, deu uma rodadinha e deitou ao meu lado dizendo com aquela carinha de safada, “Amor, vc se lembra dessa calcinha?”, aquilo me gelou, então ela me disse “pois é, essa aqui, vc já pode ver eu vestida com ela meu corninho”, nossa!! fui quase gozei de tanto tesão.Então, transamos com ela me contando como tinha sido sua experiência. Depois da transa,eu perguntei se era verdade e ela confirmou, mais eu no fundo achava que era mentira dela, então depois de tantas discussões acabamos nossa conversa ali, porém, naquela mesma semana ela foi até o trabalho, já era final de expediente, vestida deslumbrantemente, de vestido preto, salto alto, humm, linda, falou, amor, vim buscar vc, tenho uma surpresa! Então, saimos, e ela disse, “adivinha que calcinha que estou usando agora”, eu rindo respondi “vai começar de novo amor”, então ela disse, calma, vc vai ver, então pediu pra eu parar o carro em frente a Academia onde ela frequente, e falou eu já volto amor…
Isso já era umas 19 horas, e quando ela voltou, vi que veio com ela um rapaz, loiro, alto, vou chamar de Beto, então os dois entraram no carro no banco de trás, e pra minh surpresa ela disse no meu ouvido, amor, esse é o Beto, e enquanto eu fico me divertindo aqui atrás com ele, vc dirige até aquele motel que nós fomos na última vez. Eu, em estado de choque e ao mesmo tempo com o pau estorando de tesão, obedeci minha dona.
Enquanto eu dirigia, eu olhaca pelo retrovisor ela nos mais amaços lá atrás com o cara, ele já com o pau de fora e ela chupando e me olhando de canto.
Então, chegamos ao motel, ele deceu, depois ela, e quando fomos entrar ela me segurou delicadamente pelo ombro e disse, amor, vc fica aqui na garagem, vc vai só ouvir e espiar pela janelinha do quarto(existe uma janela no quarto que dá pra garagem do motel, cada quarto tem sua garagem), então, eu fiquei ali, congelado, só vendo minha amada em ação. Foi uma das coisas mais maravilhosas e excitantes que já me aconteceu. Depois que meteram por mais ou menos uma hora, ela veio até a porta e mandou que eu entrasse então disse, amor, agora tem mais essa calcinha que vc já pode me ver com ela, e lembre-se, ainda falta uma, e deu um sorriso e me beijou, e começamos a transar, e dessa vez eu e o Beto comendo ela.
O pau do beto era bem maior que o meu, mais o teor dessa história, quem sabe contarei outro dia, hoje só quiz contar como me tornei com corno.
Conto Erótico: Namorado faz sogra de puta e Infiel 24 24UTC Dezembro 24UTC 2008
Posted by saluttie in contos eróticos.Tags: adolescente, beijo, biquine, buceta, bunda, carícias, churrasco, contos, contos eróticos, contosquentes, corno, cu, excitado, filha, gozar, homem, infiel, marido, masturbação, mãe, mão, musculoso, namorado, orgasmo, perigo, pica, piscina, puta, quentes, saia, seios, sexo, sexo oral, sogra, submissa, vagabunda
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Conto extraído de: www.contosquentes.com.br
Enviado por: Carteiro
Estávamos passando um fim de semana prolongado no nosso sítio e resolvemos fazer um churrasco para a família e uns poucos convidados. Só por volta das cinco horas de uma tarde ensolarada é que minha filha chegou, muito sorridente, com um novo namorado. Ainda tinha comida, mas o churrasco mesmo já havia acabado.
Meu marido foi até a piscina e me comunicou o fato e eu, a contragosto, saí da piscina e fui ajeitar as coisas para minha filha e seu namoradinho.
Namoradinho que nada! Minha filha estava acompanhada e um homem simpático, corpo perfeito, voz forte e, ainda por cima, muito atraente. Fiquei surpresa com a minha reação àquele homem.
Vi os dois na sala e fui me aproximando sem conseguir desviar o olhar daquele exemplar masculino. Quando ela apresentou ao Marquinhos ele não deu nem tempo para que eu esticasse a mão lhe cumprimentando. Abraçou-me com grande entusiasmo, beijou minhas faces e confessou, sem me soltar, que eu era a sogra mais fascinante de sua vida!
Eu estava só de biquíni e aquele abraço me envolvia inteira. Sentia meus seios carinhosamente amassados naquele peito viril sentindo uma das mãos dando quase toda volta no meu corpo. A outra mão, um pouco abaixo da cintura, tocando bastante da parte superior da minha bunda desnuda por não coberta pelo biquíni, forçava pélvis contra pélvis e eu podia sentir sua pica encostada no meu corpo me permitindo perceber a ereção que se desencadeava.
Enquanto minha filha subia as escadas para mudar de roupa, o Marquinhos, descarada e facilmente, rodou meu corpo me abraçando de costas para ele. Manteve o abraço forte só que desta vez uma das mãos estava espalmada, pressionando e acariciando meu seio e a outra pressionava a parte de baixo de meu corpo me fazendo sentir, na bunda, sua pica já ereta. Falou em um sussurro ao meu ouvido que estava cheio de fome. Mudou de ouvido e me disse que eu era o motivo de seu apetite. Virou-me de frente para ele, pegou minha mão, deposito-a sobre seu membro fazendo-a apertá-lo com a sua mão sobre a minha e disse no meu ouvido que eu batera um recorde, ele nunca ficara excitado tão rápido com nenhuma mulher. Na seqüência disse que me comeria ainda naquele dia e que eu iria adorar ser sua sogra e sua puta.
Mais uma vez rodou meu corpo, me colocando de costas para ele, me deu uma forte palmada e, com voz de comando falou: – Agora, minha putinha, vai lá colocar uma comidinha para mim e sua gostosa filha, ela tinha bem a quem puxar. E eu, calada, fui.
Eu mesma não me reconhecia. Estava trêmula, arrepiada, tesuda, excitada, encharcada, submissa, e louca para ser possuída por aquele homem que desrespeitara minha casa, minha família – meu marido e minha filha, e me tratara como uma vagabunda qualquer. Eu fiquei imaginando tudo que eu deveria fazer para colocar aquele homem em seu lugar e ao mesmo tempo em tudo que eu estava desejando fazer.
Distraída com meus pensamentos não percebi que ele se aproximara. Quando notei, ele estava pegando minha mão e forçando-a a segurar sua pica, dizendo que queria me comer ali e agora para em seguida beijar minha boca com sofreguidão sendo plenamente correspondido e tendo sua pica acariciada apesar de sua mão não mais estar sobre a minha. Quando acabou de me beijar, me deixando com as pernas bambas, virou meu corpo – com que facilidade ele fazia aquilo – e deu outra palmada no outro lado de minha bunda recomendando que eu vestisse uma saia senão iam ver os dedos dele marcados na minha deliciosa bunda.
Desta vez olhei para ele fingindo raiva e já pensando em revidar, mas ele me deu outro delicioso beijo e ao acabar prometeu que nem a minha bundinha iria escapar. Saiu da cozinha e subiu aos pulos a escada para encontrar minha filha que lhe chamava.
Fiquei aflita. Nunca sentira tanto tesão. Eu estava ansiosa para trepar com aquele homem. Estava me sentindo uma puta. Mais de vinte anos de casamento sem nem pensar em trair meu marido que eu tanto amava e aquele homem chega, de repente, e esculhamba todos meus alicerces, minhas arquiteturas de casamento, de família… Como eu estava querendo trepar com ele, como estava odiando (e amando) tudo isso.
Lembrei do que ele disse e coloquei a carne no microondas para esquentar e subi correndo para meu quarto para colocar uma saia. Entrei no quarto, abri o guarda-roupa e olhei no espelho as marcas que ele deixara na minha bundinha. Encostei o dedo e senti um arrepio sair da minha buceta e se espalhar no meu corpo. Eu estava doida. Vi-me escolhendo uma saia rodada, tipo estudante, e vesti por sobre o biquíni. Desci correndo para servir o almoço para o casal e ver aquele homem de perto outra vez!
Na cozinha minha filha terminara meu trabalho e os dois estavam comendo. Marquinhos perguntou se podia me falar um segredo sobre o churrasco e minha filha sorrindo (e inocente) disse que sim. Ele, fingindo segredo, levantou-se e veio me ordenar falando sério, mas baixinho em meu ouvido. Tira esse biquíni aqui e agora, quero você sem calcinha enquanto eu estiver aqui. Se não me obedecer vou embora agora. Quando se afastou perguntou a minha filha quem era o churrasqueiro. Ela disse que era o pai e ele rindo disse que eu podia contar a ele o elogio que fizera. Enquanto eu ria, trêmula, dizendo que ele achara maravilhoso como o das mais famosas churrascarias, soltei os laços do biquíni que eram mais alto que a saia e puxei o biquíni por trás para espanto da minha filha. Ela ficou tão espantada que dei uma desculpa para sair correndo dali e disse, ao final, que estaria tomando um banho no meu quarto. Não sei se colou, mas eu tinha que obedecer àquele homem.
Neste momento os amigos saíram praticamente todos juntos, meu marido foi para sala ver televisão, e já tinha bebido tanto que adormeceu rapidamente. A noite caia e eu fui molhar as plantas ao redor da varanda dos fundos. Marquinhos sentou na varanda, próximo a janela, e ficou ora vendo televisão ora conversando com minha filha, que estava na sala e ora olhando descaradamente para mim.
Minha filha me chamou para ver um trecho interessante do repórter e eu encostei-me à janela. Assim que eu encostei-me à bendita – ou maldita – janela a mão do Marquinhos subiu pelo interior das minhas coxas e passaram a acariciar toda a vulva tão deliciosamente que sem perceber escancarei as pernas para facilitar as carícias. Eu tentava manter os comentários sobre a notícia com minha filha enquanto seus dedos entravam por dentro de mim no cu e na buceta e ainda conseguiam dedilhar meu clitóris me enchendo de excitação e de prazer.
As pernas tremiam, o corpo se arrepiava e eu queria mais e mais. Meu marido (dormindo) e minha filha cara a cara comigo só faziam estimular ainda mais a minha libido e toda minha vergonha, meu acanhamento, não existiam naquele delicioso momento. Eu estava quase ofegante. O orgasmo se aproximava. Eles iam notar e veio um desespero enlouquecedor. Eu não queria sair dali. Eu não podia continuar ali.
Veio o intervalo minha filha levantou e veio até a janela dizendo que ia dormir e chamando o Marquinhos. Sem parar de me tocar ele levantou dizendo que ia ficar mais um pouco me fazendo companhia e vendo a TV. Quando ela se aproximou ele deu-lhe um beijo maravilhoso e apaixonado pela janela. Durante o beijo ele se dedicou exclusivamente a minha vagina movendo dois dedos dentro de mim deliciosamente fazendo o orgasmo se anunciar premente. Que loucura! Ele beijando minha filha enquanto fazia sua mãe gozar como adolescente.
Ela me deu um beijinho no rosto e me pediu para não abusar da companhia dele, rindo! Será que ela notara algo! Ela, espreguiçando, subiu para o quarto. Assim que a porta do quarto se fechou eu não resisti e deixei o orgasmo se instalar, mas Marquinhos tirou sua mão e, por trás de mim, invadiu, com seu caralho potente, minha vagina inteira. Eu me senti totalmente preenchida, minhas carnes sendo forçadas para se adaptar ao tamanho daquela pica, maior, mais dura e mais grossa que a do meu marido. Eu estava indo do paraíso ao inferno e voltava ao paraíso, foi indescritível o conflito de sentimentos e sensações. Eu ofegava, a respiração perdera todo ritmo.
O louco do Marquinhos tirou tudo, quando eu tentei fugir ele me manteve na janela e enfiou novamente aquilo tudo vagina adentro passando a bombear feito louco. Gozei imediatamente. Foi um orgasmo delirante. Mordia minha mão para suportar tudo aquilo sem emitir nenhum som comprometedor. Que vontade de gemer, gozar, me liberar e curtir aquilo tudo por inteiro.
Assim que Marquinhos percebeu que eu já tivera meu orgasmo disse no meu ouvido que era só o começo, que ele ia me deixar assada de tanto fuder. Arrumou o short e voltou a sentar. Eu não tinha condições de dizer uma só palavra, meu corpo inteiro ainda era só prazer e medo, muita adrenalina e orgasmo juntos.
Arrumei a mangueira e quando entrava em casa Marquinhos me estendeu sua mão, pegou a minha, me levantou e me levou até a mesa. Afastou a cadeira da cabeceira, me fez sentar na mesa e começou a me beijar todo o rosto com muito afeto. Eu fingia tentar resistir. Logo estávamos nos beijando na boca e ele descia para o pescoço, lambia minha orelha e eu estava preocupada com meu marido ali tão perto, mas não conseguia conter minha respiração acelerada pelo tesão.
Num lampejo de arrependimento eu realmente esbocei uma reação de fugir daquele homem, mas um beijo na boca sentido aquele pênis roçando entre minhas pernas me dissuadiram de qualquer tentativa eficaz.
Meus seios foram sugados com maestria e eu estava experimentando um prazer já esquecido. Estava em devaneio. Todos os homens que namorei na adolescência voltavam a minha mente, eu estava namorando. Ele desceu um pouco mais e eu já sentia sua respiração na minha virilha quando ele tomou meus pés chupando cada dedo e se dedicando em me acariciar inteira. Foi subindo por minhas pernas, sentou na cadeira de frente para o meu corpo e continuou me beijando e me levou ao delírio, um sublime delírio, ao beijar meu clitóris, brincando com a língua sobre ele por longo momento.
O delírio foi se transformando lentamente num orgasmo que se anunciou e foi chegando devagar e foi se instalando e intensificando na medida em que aquela boca deliciosa passeava pela minha vulva, pelo rego, tentando invadir meu cu e minha buceta.
Deixei meu corpo deitar totalmente na mesa, ergui e arreganhei minhas pernas mantendo-me assim até que o clímax me desnorteou me fazendo perder a noção dos fatos e só percebi a mudança de situação quando aquela pica lentamente passou a rasgar minhas carnes lenta e decididamente.
Meu marido dormia a menos de dois metros, mas não resisti e, baixinho, comecei a gemer e arfar. De repente meu marido parou de roncar e aquilo me assustou, mas Marquinhos não perdoou e movimentava-se deliciosamente dentro de mim quase me levando a um orgasmo. Peguei-me gemendo e resmungando desnorteada:
- Dorme meu corninho.
- Me deixa curtir esse gozo com meu macho, corninho.
- Volta a roncar, corninho filho da puta!
- Corno babaca, para de me atormentar e ronca.
Parece que meu marido ouviu minhas súplicas e voltou a roncar, mas eu perdi definitivamente aquele gozo que prometia ser divino.
Marquinhos decidiu mudar as coisas e saiu nu, caralho ereto, em direção à cozinha voltando com a pica brilhando e com um copo de água. Bebeu um gole, me ofereceu um gole, pôs o copo no aparador, encostou-se ao meu rabo e com uma pressão decidida alojou aquela cabeçorra no meu cu. Instantes depois eu estava gemendo, sentindo meu cu rasgando, ardendo e querendo mais. Era um prazer inusitado. Dar o cu sempre me incomodara, mas com esse macho estava confortável e prazeroso.
Mais uma vez eu não me continha e os gemidos aconteciam baixinhos, mas a vontade era gritar de prazer. O orgasmo já se anunciava, meus músculos vaginais e anis se contraiam e relaxavam a minha revelia. Puxei Marquinhos para junto de mim e pedi: – Me faz gozar como uma verdadeira puta.
Ele balançou a cabeça afirmativamente e tirou o caralho de dentro de mim indo deitar com a pica ereta no tapete ao lado do sofá onde marido dormia. Dali me chamou e eu sabia que não ia negar e nem tentei fazer charme. Fui até ele e ele me fez cavalgar naquela pica de frente para o meu marido. Quando eu já estava com a pica toda dentro da minha vagina ele surgiu, não sei de onde, com um vibrador grosso, ligou o bicho, e foi enfiando cu adentro, levantou um pouco meu corpo e bombeou numa velocidade alucinadora fazendo instantaneamente um alucinante e delicioso orgasmo se alojar nas minhas entranhas.
Eu gozando e ele pedindo em sussurros que eu acariciasse meu marido, beijasse a boca do corninho, agradecesse ao corninho por ele deixar que eu virasse uma puta na frente dele. Eu pensava que aquele homem maravilhoso já me dera meu melhor gozo, mas estava enganada. O orgasmo que eu experimentava agora era lancinante, permanente, medonho, se espalhava por todo meu corpo como uma onda de calor, frio, arrepio, me tirava o juízo e eu comecei a cariciar meu marido agradecendo sem fôlego: – Obrigado corninho, muito obrigado amor!
Sem criatividade por conta daquelas arrebatadoras e inusitadas sensações eu me entregava a todos os caprichos daquele homem. Quando o gozo estava arrefecendo ele começou a fustigar o vibrador no meu cu em compasso com seu caralho alojado na vagina e me excitava humilhando-me com palavras:
- Puta hipócrita. Você goza comigo, namorado da sua filha, e proíbe que ela faça sexo nesta casa em respeito a você a ao seu marido. Safada, vagabunda, que respeito você tem pelo seu marido. Trepou com o primeiro homem que tentou te comer, na casa do seu marido, na frente do seu marido bêbado, acariciando ele.
- Tem mais, se você quiser continuar a ser minha puta vai acordar este corno e fazer trepar contigo agora, logo depois de eu esporrar em você. Vai fazer ele te chupar, comer essa buceta arrobada e eu vou assistir tudo ali da cozinha.
Acabou de falar e me levou ao delírio gozando na minha buceta, deixando-me encharcada, repleta de porra quente. Quando saiu de dentro de mim me fez limpar aquela piroca com a boca – e eu limpei com extremo prazer.
Ele levantou me jogando para o lado, pegou as roupas e foi para a cozinha sendo seguido por mim. Na cozinha voltou a me namorar, a acariciar meu corpo e mais uma vez eu estava com apetite para o sexo. Cruzes, eu raramente transava com meu marido e naquela tarde e noite eu trepei mais do que nos meus últimos meses e estava querendo mais. Quando ele percebeu que eu estava totalmente pronta e entregue para o sexo me orientou:
- Acorde seu marido, diga que teve um pesadelo e conte a ele, como se fosse o seu pesadelo, tudo que aconteceu entre nós desde que eu cheguei – com detalhes, não esqueça. Depois confesse que o pesadelo te deixou excitada e comece a comê-lo ali mesmo, no sofá. Vou assistir tudo daqui, que vê-lo realizado com a putinha que ele tem em casa.
Mas isso vai ficar para outro relato.
No meu blog “www.contosensuais.blogspot.com” você pode conhecer e comentar outros contos. Se preferir envie um e-mail com suas observações.
O Carteiro
carteiro.rj@gmail.com
Concurso de Contos Eróticos 31 31UTC Agosto 31UTC 2008
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Posted by saluttie in Aleatório, Sobre Sallutie.Tags: contos eróticos, forum, Fotos, hentais, interatividade, sexo, Vídeos
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Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS
- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.
- Também acho que não.
- Eu vou comprar mais.
Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.
- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.
Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.
Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.
Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.
A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.
- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.
- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.
Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.
- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?
Eles confirmaram sorridentes.
- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.
- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.
Eles continuaram rindo.
O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.
- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.
- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.
Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.
- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.
Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.
Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.
Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.
Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.
Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.
Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.
Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.
As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.
De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.
Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.
Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.
- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.
Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.
- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.
Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.
Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.
- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.
- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.
- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.
As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.
- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.
Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.
- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.
- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.
Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.
Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.
Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.
Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.
- O que foi? – Perguntou.
- Vamos para cama.
Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.
Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.
SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo
DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira
* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.
Episódio 4 – Em boas mãos 29 29UTC Junho 29UTC 2008
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS
- Sandra, fica aqui comigo, por favor. – Suplicou Gustavo
- Não posso amor – Suspirou tristemente – Eu já prometi a Deise que iríamos ao shopping. Já estou adiando há semanas.
- Mas, Sandra, eu não vou conseguir cuidar dessas crianças sozinho.
Ela sorriu com a preocupação do namorado.
- Elas não são crianças, já têm quase dezessete anos.
Sandra hesitou. Lembrou-se de Roberta falando da menina de dezessete anos que deu em cima de Pedro. Será?
Não, pensou por fim, as filhas de Tori se Angélica são tão certinhas.
- Elas não vão dar trabalho, você vai ver. – completou segura do que estava dizendo.
Os dois achavam desnecessário deixar as filhas de dezesseis anos com os vizinhos, mas Tori era extremamente super-protetor e a amizade de Sandra com Angélica não a deixava recusar. Ele ia passar o dia fora com a mulher e não queria deixá-las sozinhas. Ao que se parece, as gêmeas preferiram ficar com Gustavo a passar um dia na igreja com Rogério e sua família.
Gustavo estava nervoso para o dia seguinte. Avisara a Tori que suas filhas estavam grandes demais para isso, mas o homem simplesmente o ignorou. Angélica também era contra, mas nada tirava isso da cabeça de Tori.
Como sairiam de madrugada, as gêmeas chegaram à casa de Gustavo e Sandra ainda na noite de sábado.
- Vocês podem ficar no outro quarto indicou Sandra às duas garotas. – Elas, que havia tomado banho em casa, foram direto para lá cumprimentando os vizinhos.
Aquela primeira parte seria mais fácil, pensou Gustavo, pelo menos tinha Sandra para ajudar e elas estariam dormindo a maior parte do tempo.
As duas saíram do quarto apenas para comer, tomar banho, escovar os dentes e voltaram à seu aposento.
- Não demora Sandra – Despediu-se Gustavo baixinho no dia seguinte.
- Tudo bem, vou voltar o mais rápido que eu puder.
- Tchau Sandra – Falaram as duas em uníssono.
Gustavo olhou automaticamente para as garotas sorrindo com a despedida, elas retribuíram o sorriso.
Não foi proposital, jurou Gustavo em sua cabeça. Não pode deixar de reparar o quanto aquelas duas garotas se pareciam com a mãe; o quanto aquelas roupas típicas de um domingo em casa ressaltavam suas curvas já tão bem definidas. São só crianças, pensou Gustavo.
Ele saiu e foi para a cozinha beber uma água e refletir.
- Gu – Chamou um delas lá da sala. – Trouxemos alguns filmes, vamos assistir?
- Vamos – Gritou em resposta, dirigindo-se de volta à sala.
- Que filmes vocês trouxeram? – Perguntou.
- Não sei – Respondeu Karina com um sorriso – Só pegamos um monte de CDS sem capa que estava na estante do meu pai.
Gustavo estranhou aquilo, mas não quis comentar nada.
- Que tal uma pipoca?
- Seria ótimo.
Os três foram para cozinha e se divertiram muito fazendo a pipoca.
Está mais fácil do que eu esperava, pensou Gustavo, elas já são tão crescidas.
Dessa vez não foi sem querer. Ele olhou para aquelas bundas que se mexiam de forma igual a da mãe, enquanto brincavam com a água da torneira e umas vasilhas que serviriam para colocar a pipoca. Gustavo não sabia o porque, mas tinha a impressão de que elas estavam se molhando demais. Quando fecharam a torneira e se viraram sorridentes, ele viu as formas de seus mamilos sob as camisetas regata brancas, idênticas: ambas estavam sem sutiã.
- Vamos – Convidou Gustavo envergonhado. Elas despejaram a pipoca nas vasilhas e foram para a sala, com ele.
- Eu vou tomar um banho antes. – Disse Carolina – Podem ir colocando o filme.
Ela saiu deixando o Karina a sós com Gustavo.
- Escolhe um deles.
Gustavo viu um monte de CDs idênticos e escolheu um aleatoriamente.
- Posso fechar a cortina? – Perguntou a garota com um sorriso enorme. – Assistir filme no escuro é melhor.
O homem assentiu. Ela foi correndo e fechou as cortinas. Aproveitou a viagem e trancou a porta também, sem que Gustavo a visse.
Dirigiu-se ao DVD e colocou o CD nele.
Não foi preciso menos de alguns segundos para que os olhos de Gustavo se arregalassem: a tela não foi para o menu, nem para os trailers: começou direto com um negão enrabando uma loura que gemia alto.
- O que é isso? – Perguntou Gustavo surpreso.
Karina sorria.
- Você se importa?
Ele teve vontade de falar ‘sim’, mas não falou:
- Eu não posso fazer isso – Falou com medo enquanto ela se aproximava. – Vocês são menores de idade ainda.
- Mas ninguém precisa ficar sabendo, Gu. – Replicou.
Ela andou até ele e o abraçou, beijando sua boca. Nesse momento, a sua irmã, Carolina, sai do banheiro só de toalha.
- O que? – Perguntou – Começaram sem mim?
Ela tirou a toalha, revelando o seu corpo jovem e bem definido. Seus seios durinhos pularam para fora como se há muito tempo quisessem tal liberdade. Gustavo viu aquela boceta rosada e apertada. Era quase um convite.
Ele sabia que o que estava fazendo era muito errado, mas a iniciativa foi delas e não dele. Mesmo sabendo que não mudava nada, pensar isso dava um sensação de conforto. Não demorou a se soltar. Ainda mais com os gemidos altos da loura na TV.
- Sonhávamos com isso há muito tempo. – Disse Karina, agora tirando a camiseta também. – Desde que vimos você e mamãe na chácara do papai.
Carolina tirava a camiseta de Gustavo enquanto a irmã beijava a barriga e o peito do homem.
Ele finalmente aceitou que não teria mais volta.
- É isso que vocês querem não é? – Disse ele safadamente. – Então vocês vão ter o que merecem.
Elas sorriram ao mesmo tempo. Ele achou aquilo demais.
Beijou Carolina e apalpou seus seios durinhos, enquanto Karina abaixava a bermuda e a cueca de uma vez, revelando um pau muito duro.
- É lindo. – Murmurou a moça segurando e lambendo a pica do vizinho.
A mão de Gustavo foi direto para a boceta de Carolina e começou a massagear seu clitóris, tirando gemidos de sua boca.
- Vocês são tão safadas quanto a mãe de vocês. – Falou.
Elas pareciam orgulhosas.
- Não – Disse Karina, tirando a boca do caralho e subindo pra cima dele – Nós somos mais.
Era só o que estava faltando para Gustavo se liberar de vez. Pegou a menina com as duas mãos e a puxou para si, posicionando-a sobre seu pau.
Lentamente, ele foi enfiando a pica naquela garota. Ela gemia enlouquecida. Colocou até só sobrar as bolas do lado de fora. Com as mãos, abriu a bunda da garota e disse para a irmã:
- Vai lá deixar esse cuzinho molhadinho.
Ela foi e começou a lamber o cu da irmã. Enquanto ela lambia, Gustavo metia devagar o pau na boceta da outra. De vez em quando, a língua de Karina errava a mira e passava nas bolas de Gustavo, deixando-o louco. Ela não demorou a perceber isso, e passou a errar de propósito.
Ele resolveu brincar um pouco. Tirou seu pau de Carolina e mandou-a tirar a bermudinha da irmã. Ela obedeceu sem reclamar. Agora os três estavam nus.
Ele mandou Carolina deitar no sofá com as pernas abertas para Karina passar a língua por seu clitóris, de quatro, com Gustavo a fodendo por trás.
As gêmeas adoraram a idéia. Dali poucos minutos Carolina já gemia com a língua da irmã passeando sobre sua boceta, Karina enlouquecia-se de prazer com a pica de Gustavo a penetrando, e o homem se divertia ao ver as duas naquelas posições.
Ficaram assim por um longo tempo, quando as garotas resolveram trocar de posição, mas Gustavo queria algo mais. Mandou Karina buscar o lubrificante em seu quarto e Carolina ficar de quatro com as mãos apoiadas no sofá. As duas obedeceram apressadas.
- Eu vou arrombar esse teu cu virgem mocinha. – Falou Gustavo segurando os cabelos de Carolina, de quatro.
Ela abriu um sorriso de puta e disse:
- E quem disse que ele é virgem?
O pau de Gustavo latejou ao ouvir isso. Karina voltava com o lubrificante, e em pouco tempo já passava pelo cu da irmã e pelo pau de seu vizinho.
Ele posicionou e enfiou com cuidado. A garota gemeu de dor e prazer. Instruiu Karina a retribuir o sexo oral que irmã lhe fizera. Enquanto ela “mamava” na boceta da irmã, sentia as bolas de Gustavo quicarem em seu queixo, deixando-a muito excitada.
Aquele era o cu mais delicioso que Gustavo já comeu. Apertadinho e relaxado. Sentia muito tesão e por isso, metia forte no rabo daquela garota. Carolina gemia mais que a mulher do filme pornô que ainda passava. Ela gritava pedindo mais rola, mais pica, mais pau. Gritava pedindo para que ele a tratasse como uma puta. Gritava que ia gozar na boca da irmã.
Gustavo aumentou o ritmo das estocadas e não demorou a gozar na bunda da menina. A irmã não demorou nada a vir limpar todo o leite quente que o vizinho derramou na bunda da Carolina.
Eles foram tomar banho. As gêmeas limpavam juntas a tão sonhada pica de Gustavo. Logo, já se agachavam e lambiam aquele caralho mole, que já estava começando a voltar à ativa.
As duas revezavam o boquete em Gustavo. Enquanto uma chupava, a outra passava a mão sobre a boceta, revelando intenso prazer naquela sacanagem. Eles voltaram para sala e o homem já estava pronto para outra, agora era a vez de Karina. Ela se posicionou de ladinho e ele entendeu o recado. Meteu na boceta da menina e começou a bombar forte. Enquanto era comida pelo vizinho, Karina tinha os peitos sendo chupados pela irmã.
As coxas de Gustavo pressionavam a parte de trás da bunda de Karina, enquanto sua pica penetrava fundo na xoxota da garota.
- A mãe de vocês ia ficar orgulhosa em ver as putinhas que tem em casa. – Disse Gustavo metendo ainda mais rápido e forte.
Então, de repente, o telefone começou a tocar: era Sandra. Ele teve uma idéia: mandou as duas se beijarem.
- Silêncio.
Sem parar de meter, ele atendeu.
- Oi amor.
- Oi Sandrinha.
Sua pica penetrava a boceta da filha do vizinho. Ela beijava a irmã gêmea na boca, enquanto ele falava com a sua namorada.
- Como está aí? – Perguntou preocupada.
- Ótimo. – Respondeu sorrindo.
As duas também sorriram. Deduziram o que Sandra havia falado e agora se agarravam com mais intensidade, soltando gemidinhos leves de prazer.
Sandra fazia várias perguntas enquanto as garotas se agarravam e a pica de Gustavo fodia Karina.
- Já comeu, meu amor?
- To comendo agora.
Ele não pode deixar de rir com aquilo. Aumentou o ritmo e a força das estocadas em Karina, e pediu para a Carolina abrir as pernas da irmã para facilitar a penetração.
- O que é isso? – Perguntou Sandra – To ouvindo um barulho estranho.
- Nada não amor. Você demora pra vir?
- Um pouco. Tudo bem?
- Tudo.
- Ótimo, beijos, tchau.
- Tchau.
Karina já havia gozado bastante. Sabia disso pois a sua irmã conseguia passar a língua sobre aquela boceta que abria e fechava com a entrada do caralho. Ela saía de lá com a boca branca de porra feminina.
- Que delícia mana. – Falou fechando os olhos e saboreando.
Ao ouvir isso Karina gozou mais uma vez. Ele tirou o pau da boceta dela. Pegou as duas pela mão e as levou para a poltrona. Ele sentou e as duas começaram a disputar cada centímetro daquela pica com a língua. O telefone tocou novamente: dessa vez era Tori.
- Olá Gustavo, como estão as meninas?
- Ótimas. Elas estão em boas mãos – Disse ele, olhando para baixo e vendo as duas mamando em seu pau como duas putas.
- Eu só queria falar pra você não se esquecer de dar leite para elas. Faz parte da dieta.
- Quente ou frio? – Perguntou Gustavo rindo da situação.
- Quente. – Disse.
Elas agora misturavam um beijou e um boquete. As duas línguas circulavam pela cabeça do pau de Gustavo
- Tudo bem Tori, vou enchê-las de leite quente agorinha.
Obviamente ele não entendeu o que Gustavo quis dizer, porque riu bastante.
- Obrigado.
E desligou.
- Seu pai quer que eu dê leite quentinho pra vocês. – Disse Gustavo a elas. – Já que ele insiste.
As duas deram boas gargalhadas. Gustavo se levantou e as duas ajoelharam-se e estenderam as línguas, como duas cachorras idênticas. Ele se punhetava rapidamente e não demorou a despejar a porra quente no rosto das duas, que lambiam os beiços agradecidas.
- Que leite gostoso! – Exclamou Karina – Vou querer mais.
- Você vai ter – Falou Gustavo segurando a cabeça dela e mergulhando aquela boquinha jovem em seu pau cheio de porra – Sempre que quiser.
SINOPSE DO EPISÓDIO 5 – 100% bêbados
DIA 6 DE JUlho
* Sandra e Gustavo dão uma festinha e convidam apenas as pessoas mais próximas. Com muita cerveja, logo, todos vão ficando muito bêbados, exceto Paulo, um amigo de Gustavo que veio de carro, e por isso não bebeu. Gustavo come uma amiga de Sandra na cozinha e logo depois pega no sono. Enquanto os maridos dormem, as mulheres aproveitam para transar com Paulo.
Episódio 3 – Clube da Lulu 22 22UTC Junho 22UTC 2008
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 3 – CLUBE DA LULU
Saluttie estava muito animado como sempre é nos fins de semana. Os habitantes da casa quatro eram os únicos ausentes: foram à igreja. Os homens juntaram umas cadeiras no lado de fora de suas casas para conversar e beber. Já as mulheres preparavam a carne do churrasco na cozinha e conversavam. Na roda das mulheres…
- As garotas de hoje em dia estão cada vez mais atrevidas. – Dizia Roberta séria. – Na festa que fomos ontem, uma garotinha de 17 anos deu em cima do Pedrinho na minha frente. Pode?
As outras concordaram com a amiga.
- É Angélica – Começou Deise olhando para a outra. – Você tem sorte de ter filhas tão bem criadas.
Carolina e Karina não estavam presentes, preferiram ficam em casa. Angélica sorriu e concordou.
- São muito boas as suas crianças – Elogiou Sandra – Um dia quero ter filhas como elas, com o Guto.
As outras suspiraram com aquela demonstração de amor. Deise logo expôs sua opinião.
- Eu não quero ter filhos por enquanto. Prefiro não criar nenhum compromisso com nenhum homem.
- É, pode ser. – Concordou Claudia com sua voz grave e suave – Mas quando você arranjar um homem pra casar, vai querer ter um filho com ele, não é?
- É claro – Respondeu – Mas ainda não quero um homem pra mim, prefiro dois, três ou quatro.
Ela riu e as amigas a acompanharam. Chegaram finalmente ao seu assunto favorito.
- Ah. Eu não posso dizer o mesmo. – Comentou Sandra com ar de “fazer o quê?” – não sei como é.
Deise a olhou estupefata e sorridente.
- Não?
- Não.
As outras estavam nervosas. Cada uma achava que era a única a nunca ter experimentado. Porém, não eram.
Deise se virou para as outras que logo confirmaram também nunca terem passado do simples e singular “um”.
- Você já? – Perguntou Angélica levantando as sobrancelhas.
- Já.
Bombardeio é a palavra mais correta. Um bombardeio de perguntas recaiu sobre Deise: Como é? É bom? Onde foi? Quando foi? Com quem foi? Eram dois? Três? Quatro? Cinco?
As perguntas não cessavam, mas Deise não respondia a nenhuma. Apenas ria.
- Vocês querem experimentar?
Elas queriam, mas não aceitariam assim tão rapidamente. Hesitaram primeiro, pensando se deveriam assumir às amigas o quanto queriam transar com vários homens ao mesmo tempo. Especialmente Angélica, Sandra e Roberta, que possuíam um relacionamento.
- É claro – Concordou Claudia antes de todas as outras.
Roberta pensou.
- Eu vou.
- Se ela vai, eu também vou. – Decidiu-se Sandra, segurando a mão da amiga e sorrindo.
As quatro viraram-se para Angélica, querendo saber se ela aceitaria. Angélica era casada há vários anos. Já traíra o seu marido muitas vezes, inclusive com o namorado de Sandra, entretanto, ninguém sabia disso. Agora, se aceitasse, todos descobririam o quão corno era o seu cônjuge e o quão puta ela era. Mas sentia uma vontade incontrolável de ter vários homens fortes a agarrando e abrindo suas pernas com brutalidade, de sentir o seu cu e sua boceta sendo penetradas por grossas picas enquanto chupava outra, masturbava outras e mais outras despejavam o seu líquido masculino sobre seu corpo, de ter diversas mãos grandes segurando-a forte, puxando o seu cabelo e apalpando seus seios ao mesmo tempo, de colocar dúzias de chifres em seu marido em uma única noite…
- Tudo bem. Eu vou.
Cada um inventou uma desculpa à seus parceiros e foram, na terça-feira. Escolheram esse dia porque Deise conhecia um pessoal que trabalhava lá e cobrar alguns favores seria mais fácil quando houvesse menos movimento.
Angélica dirigia e Deise ia ao seu lado mostrando o caminho. As outra se divertiam no banco de trás. Escolheram as roupas mais ousadas que tinham para esse dia especial.
Chegaram ao local em quinze minutos. Algo que parecia um casarão com um muro alto. No muro lia-se em letras enormes, coloridas e cheias de floreios: “Clube da Lulu”. Elas passaram pelo portão eletrônico e estacionaram com os outros tantos carros que ali estavam parados.
Logo que passaram pela porta, puderam notar que, dali pra frente, fariam qualquer coisa. Muitas mulheres rodeavam uma espécie de passarela mais alargada, onde um homem moreno fortíssimo já estava só com uma calça de couro. Ele dançava e ameaçava tirá-la, enquanto as mulheres mais próximas se esticavam para tentar pegá-lo.
- Não se iludam meninas – murmurou Deise vendo os brilhantes olhos das amigas – Não viemos aqui para isso.
Elas seguiram Deise até uma porta lateral, onde ela entrou sozinha. Alguns minutos depois, voltou com um sorriso e as mandou entrar. O corredor era largo, mas não muito longo. Um homem forte de uns 45 anos as esperava sorrindo. Mandou-as entrar à direita e seguir em frente. Passaram por muitas portas, mas não tiveram curiosidade de saber o que era. Estavam olhando a escada para a qual se dirigiam.
- Vocês vão adorar! – Exclamou Deise excitada.
Só de terem chegado até ali, as minúsculas calcinhas das mulheres estavam molhadas. Subiram a escada e o que ela viram parecia o paraíso: homens lindos e fortes, negros, morenos, brancos, loiros, alguns sem camisa, outros só de shorts, outros com a calça de couro do homem que dançava, outros com a vestimenta completa de couro. Todos pararam o que estavam fazendo para observar aquela situação atípica.
- Essas aqui – explicou o homem de 45 anos com um sorriso malicioso – precisam de um serviço especial.
Os homens sorriram e encararam as mulheres, envergonhadas e excitadas.
Aos poucos, os homens foram se juntando em volta das mulheres em pequenos grupos e separando-as. Cada uma foi para um lado rodeado de dois ou três homens. Sandra estava acompanhada de um negro forte sem camisa, e dois morenos. Ela escolheu o negro para beijar primeiro, e logo percebeu que seria totalmente domada.
O homem a beijou forte enquanto os outros passavam a mão por suas bundas e seios. Ela sentiu alguém pegando a sua mão (que já repousava nas costas do negro) e puxando-a para junto de um grosso pau. Sandra já estava enlouquecida de beijar um homem, e segurar o pau de outro sem nem saber quem é.
As roupas dela foram tiradas em conjunto, o que a excitou ainda mais. Enquanto o negro tirava sua blusinha decotada, um dos morenos abaixava a sua saia e o outro aproveitava para apalpá-la ainda mais. A calcinha e o sutiã foram literalmente arrancados de seu corpo, inutilizando-as completamente. Sandra se agachou e desabotoou a calça do negro, revelando um cacete enorme e rijo. Não demorou a por na boca. Ainda desacostumada àquela quantidade de picas rodeando, não teve muita coordenação para chupar e masturbar os outros ao mesmo tempo, portanto, acabou decidindo-se por alternar as chupadas nos três.
Com a visão periférica, ela viu Angélica nua delirando sobre o pau de um homem deitado no chão, enquanto chupava um outro que estava em pé. Excitou-se com isso e resolveu experimentar. Parou de chupar e olhou pra cima com cara de quem quer dar. Eles entenderam o recado, deitaram na de lado e um dos morenos levantou-lhe as pernas. O outro deitou-se à seu lado e enfiou devagar em sua boceta. O negro, esperto, não demorou a cuspir naquele cú relaxado de Sandra e forçar a entrada. Demorou um pouco, pois o caralho do homem era muito grande. Forçou até entrar, tirando um gemido de dor da boca de Sandra.
Era uma sensação completamente nova, ter aqueles dois paus entrando nela em ritmos diferentes. Ela se sentia indefesa e penetrável. Gostou ainda mais quando o terceiro largou as suas pernas e veio se curvar sobre ela com o caralho enorme tentando penetrar sua boca. Sandra não demorou a abocanhá-lo e chupá-lo com vontade.
Os outros conversavam e riam, mas Sandra não os ouvia. Pelo visto, resolveram acabar com ela de vez. Os dois que comiam seu cu e sua boceta, subitamente, começaram a bombar forte e rapidamente nela. Foi difícil agüentar aqueles dois caralhos enormes penetrando tão rápido e forte os dois buracos de Sandra. Ela parou de chupar o pau do outro porque começou a gemer muito alto, e não conseguia parar. Sentiu os outros grupos olharem-na, enquanto os seus machos fodiam-na como se fosse uma puta.
Ela viu outros homens chegando agora e fazendo cara de que não entendiam. Rapidamente, o negro que relaxava o seu cu se levantou rapidamente, se vestiu e saiu correndo por uma porta oposta a que ela entraram. O mesmo fez mais outros dois homens que fodiam suas vizinhas. Os que chegaram não demoraram a substituí-los. Eles estavam suados, o que fez Sandra desejá-los ainda mais. Viu de relance o homem que dançava quando elas chegaram. Ele parecia indeciso sobre qual daquelas mulheres gostosas ele iria comer. Sandra o ajudou.
- Ei… ah… você… ah… vem… – Ela ofegava e não conseguia falar direito, mas ele entendeu o recado e foi até ela.
O homem que tinha o pau por sobre o rosto de Sandra esperando para ser chupado correu para trás dela e meteu em seu cú. Ele queria foder agora. O que comia sua boceta, pulou para a sua boca e o novato suado, preencheu aquela xana com a sua pica grossa.
Ficaram assim por um tempo, até desejarem mudar de posição. Levantaram-na e fizeram Sandra se curvar. Com as duas mãos, um dos homens levantou sua bunda a ponto de seus pés saírem do chão. Ela rapidamente se agarrou às pernas do que estava a sua frente. O que estava atrás enfiou no seu cu tão rápido que Sandra se assustou: seu cu nunca relaxara tanto assim. Ela estava sendo carregada pelos dois homens, enquanto o terceiro chupava os seus seios que balançavam sobre o ar. A boca de Sandra agarrou-se ao pau do homem a sua frente com ferocidade, e a cada estocada forte que recebia no cu era uma chupada gostosa que dava no da frente. O homem que comia seu cu bombou mais rápido até gozar nas suas costas. Sua força vacilou e Sandra desabou com suavidade no chão. O que chupava os seios dela segurou-a e a pôs de quatro sobre o que, antes, tinha oferecido a pica para Sandra chupar. Ele não tardou a comer a boceta já completamente vermelha da mulher. O outro, vinha por trás e posicionara o caralho na entrada do cu de Sandra. Era fascinante.
Ela não conseguiu contar quantas vezes gozou. Nessa posição, ela conseguia ver Deise à frente em uma posição que ela sabia que jamais conseguiria fazer. Via claramente os dois caralhos foderem o rabo e a xoxota da amiga além da pica enorme que entrava em sua boca. A amiga viu que Sandra a observava e sorriu para ela. À direita, ela via a Roberta deitada entre um homem branco e um moreno gemendo loucamente com aquelas picas que a fodiam. Tentou olhar para trás para ver Angélica, mas não conseguiu.
Seguiu assim por um longuíssimo tempo. A intervalos regulares, alguns saíam para ir ao palco, e os outros voltavam. Eles resolveram também trocar as mulheres de vez em quando: Sandra já tinha sido comida pelo negro, os dois morenos, o que estava dançando, um louro e um que tinha cara de mexicano.
Sandra sentia o cu latejar de tanta pica que havia entrado naquela noite. Ela nunca deu tanto assim. Sentia a boceta vermelha e inchada. Sentia o seu suor se misturar com o suor dos homens fortes que a fodiam.
Os dois que estavam comendo Sandra saíram de seus postos e a mandaram ajoelhar. Ela obedeceu sem pestanejar. Viu o caralho de ambos sendo masturbados a centímetros de sua face e sentiu água na boca só de imaginar o que viria dali a pouco. Não conseguiu evitar: passou a língua na cabeça de um, e depois de outro. Não demorou muito e os dois gozaram.
Jatos fortes de porra quente cobriram o rosto alegre de Sandra. Ela se deliciava com todo aquele leite derramado sobre ela e lambia tudo que conseguia. Não conseguia resistir à tentação de enfiar aquelas rolas tão gostosas na boca. E cada chupada que ela dava tirava mais porra da pica dos homens. Ela engolia tudo satisfeita.
A chuva de porra foi tão grande que começou a escorrer pelo seu pescoço em direção à seus seios. Ela adorava isso.
Sandra segurou os dois paus que iam amolecendo e beijou um de cada vez, dizendo:
- Obrigada minha rola gostosa.
Aos poucos as outras também iam terminando o seu sexo. Por fim, cada uma recolheu a suas roupas, mas não a vestiram: elas adoravam a sensação de estar nua no meio de todos aqueles homens. Foram para o meio do camarim e lá ficaram, todas nuas e cheias de porra. Exaustas e cobertas de suor, elas trocaram alguns olhares e sorrisos.
Um dos homens se aproximou e pediu-lhes as calcinhas. Elas deram, ainda sorrindo. Ele as pendurou em um prego na parede oposta à entrada.
- Voltem sempre que quiserem. – Disse o homem olhando para Angélica, que sorriu em retribuição.
- Com certeza voltaremos. – Suspirou alegremente Sandra com a porra de dois machos escorrendo pelo pescoço.
SINOPSE DO EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS / DIA 29 DE JUNHO
Tori e Angélica vão fazer um programa a dois. Eles não querem que suas filhas fiquem sozinhas e a deixam sob os cuidados de Gustavo (que é em quem eles mais confiam): Sandra havia saído para fazer compras com Deise. Eles passam um dia muito erótico.
Episódio Dia dos Namorados 15 15UTC Junho 15UTC 2008
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SALUTTIE
COMEMORATIVOS
DIA DOS NAMORADOS
Quinta-Feira. Dias dos namorados. Em geral, Sandra e Gustavo passavam o dia em um motel transando. Era a comemoração perfeita. Só no final do dia, quando voltavam para casa é que eles trocavam os presentes. Mas nesse ano eles queriam algo diferente. Algo melhor que todas as outras coisas que já tivessem feito nos últimos três dias dos namorados que passaram juntos.
Logo de manhã, Gustavo acordou Sandra com um beijo.
- Feliz dia dos namorados meu amor.
Ela sorriu e retribuiu o beijo, ainda um pouco sonolenta.
O relógio marcava próximo das seis da manhã.
Na escuridão do quarto, Gustavo subiu por cima de sua namorada ainda beijando-a. Acordaram cedo para isso.
As mãos dele percorriam todo o corpo da namorada, deixando-a louca. Desceu lentamente seus lábios até encontrar a região abaixo do seu umbigo. Sandra já tinha os olhos fechados e um enorme sorriso no rosto. Sua camisola macia denunciava os mamilos enrijecidos. A confortável calcinha possuía o aperto ideal sobre sua boceta.
- Que cheiro gostoso! – Exclamou Gustavo sorrindo. Agora, o seu nariz encontrava-se exatamente no meio das pernas da mulher, sobre a calcinha. Passou a língua algumas vezes antes de mordê-la levemente e tirá-la com a boca.
Passou a língua sobre o clitóris da mulher, fazendo-a gemer. Ficou ali, lambendo e chupando por algum tempo. Logo, tirou a camisola da namorada. Sandra retribuiu, abaixando o pijama de Gustavo, revelando um pau muito duro. Chupou-o. Passava a língua devagar sobre todo o membro de seu namorado. Com as mãos pequenas e macias, massageava o saco dele. Com as mãos no cabelo de Sandra, ele sorria.
Ficavam revezando o sexo oral por um tempo, e logo já estavam completamente excitados. Gustavo deitou Sandra na cama. Abriu as pernas dela e enfiou, primeiro vagarosamente, depois com mais vontade.
- Ai, que gostoso. Mete vai, com mais força.
Ela pedia e ele obedecia. Metia forte na namorada. Sandra gemia enquanto sua boceta era preenchida com o caralho de Gustavo.
Transaram por um longo tempo. Eles ainda fizeram sexo anal, com Sandra galopando ferozmente sobre o pau do namorado. No fim, ela ainda engoliu toda a porra despejada por Gustavo.
- Que pena que temos de trabalhar hoje, não é? – Disse Sandra, agarrada a ele depois de terem transado.
- É. Mas depois vamos aproveitar. Eu passo lá na clínica pra te buscar, ok?
Ela sorriu.
- Tudo bem.
Sandra o beijou. Antes de saírem, trocaram os presentes habituais de namorados.
O dia de trabalho passou muito rápido. Logo, Gustavo já estava na porta da clínica veterinária onde ela trabalhava, esperando-a de carro.
- Aonde vamos? – Perguntou, entrando no carro e beijando seu namorado.
- Surpresa.
Eles riram e partiram em direção a um lugar secreto.
Já começava a escurecer, e eles corriam pela estrada deserta.
- Ah, você já pode me dizer pra onde vamos? – Perguntou Sandra sorrindo.
- Ainda não.
Mas os planos de Gustavo foram atrapalhados. O carro começou a engasgar e parou. Por sorte, eles estavam perto de posto de gasolina.
- Que droga! – Exclamou.
- E agora Gu?
Ele pensou. E agora?
Os dois estavam no meio do nada, em um posto de gasolina, onde não havia ninguém a não ser os funcionários e um caminhão-carroça parado além, atrás do posto. Gustavo conversou com um dos mecânicos do posto mostrando o carro e o possível problema.
- É. – Disse o mecânico – Pode demorar algumas horas até ficar pronto pra viagem. Vocês podem esperar ali na loja de conveniência.
Arrasados, os dois seguiram até a loja. Entretanto, subitamente, uma idéia louca surgiu na cabeça de Gustavo. Olhou para Sandra e essa parecia entender: olhava para seu namorado e para o caminhão-caçamba. O desejo de fazer algo louco tomou conta de ambos e, sorrateiramente, dirigiram-se até a parte externa daquele posto de gasolina. Contornaram-no e começaram a correr. As paredes da caçamba eram altas, provavelmente os esconderia.
Sandra subiu com ajuda de Gustavo, que logo foi atrás. Aquela caçamba estava forrada com muita palha e havia vários cachos de bananas em um dos cantos. Beijaram-se.
Os dois deitaram sobre a palha. A mão de Sandra foi mais rápida que a de Gustavo. Encontrou o pau do namorado antes que a dele apertasse os seus seios. Despiam-se rapidamente. Primeiro, as camisetas, depois as calças. Logo, Sandra já estava com os seios de fora e a calcinha encharcada com a possibilidade de transarem naquela caçamba. A cueca de Gustavo não escondia o caralho duro que vivia ali dentro.
- Feliz dia dos namorados, meu gostoso. – disse Sandra abaixando a sua cueca e caindo de boca no seu pau.
Chupava muito bem. As mãos ajudavam a excitá-lo. Gustavo praticamente fodia a boca da namorada, que fechava os olhos e delirava com aquele membro esfregando-se em seus lábios.
Passaram um bom tempo assim, até Gustavo sentir o gozo se aproximando. Rapidamente, ele tirou a pica da boca da namorada e começou a se punhetar.
- Bebe tudinho minha cadelinha. Bebe gostoso.
Sandra sorriu com o xingamento e abriu a boca para receber o jato de porra quente que não tardou a vir. Encheu a boca dela a ponto de escorrer pelos cantos. Ela deixou porque sabia que ele gostava: todas que transavam com ele sabiam que ele gostava.
A mulher engoliu a porra e foi a vez de Gustavo trabalhar. Arrancou ferozmente a calcinha da mulher começou fazer movimentos frenéticos com a língua sobre seu clitóris. Sandra se contorcia e gemia baixo. As próprias mãos percorriam o seu corpo, quase como se pedisse para Gustavo apalpá-la.
Não demorou muito e Sandra gozou. Percebendo isso, Gustavo desceu um pouco mais e recolheu com a língua o líquido da xoxota da namorada. Sem engolir, deu um beijo nela, deixando-a ainda mais excitada.
O pau de Gustavo voltara a endurecer. E foi no momento que ele iria meter na mulher, o caminhão começou a tremer. Balançou um pouco e começou a andar, primeiro vagarosamente, depois mais rápido.
Muito excitados, os dois começaram a rir baixinho. A palha roçava a bunda de Sandra e ela sentia tesão com isso. Gustavo posicionou a mulher e enfiou o cacete nela.
O movimento do caminhão aumentava a força das estocadas de Gustavo em Sandra. Ele ia e vinha com muita velocidade, deixando a boceta da namorada vermelha. A mulher mandou ele esperar um pouco, passou uma de suas pernas pela frente do namorado, ficando com o corpo de lado. Sorrindo ela pediu:
- Eu quero dar de ladinho. Você me come?
Ele respondeu com o caralho. Colocou seu cacete na entrada da boceta dela e meteu com força. Seus peitos balançavam durinhos enquanto a pica de Gustavo adentrava sua xana.
Ela gemia alto, mas o caminhão estava tão rápido que o vento escondia sua voz.
Ficaram muito tempo transando naquela posição: Sandra de lado e o caminhão correndo, mas Gustavo queria que fosse completa para ser perfeito. Mandou a namorada ficar de quatro. Ela obedeceu. Olhando para aquela bunda empinada, ele viu um monte de palha pregada. Gustavo cuspiu no meio do cu da namorada e não demorou a penetrá-la devagar. Sandra, por impulso, agarrou uma das bananas e a apertou forte.
Gustavo achava delicioso comer o cu de sua mulher de quatro, em um veículo em movimento. Sandra fechou os olhos. Sentia a pica de Gustavo arregaçar o seu cu, enquanto imaginava que aquela banana era outro homem ali presente. Ela queria ser penetrada duplamente.
A mão que punhetava a banana saiu do chão e foi de encontro à sua boceta. Gustavo riu quando ela enfiou metade da banana e a deixou lá, retornando à sua posição de cadela.
Gustavo fodeu forte o cu de sua namorada. Parecia querer abri-lo a ponto de caber uma mão lá dentro. Enfiava forte e dava tapas na bunda da mulher, fazendo a palha pregada, cair.
Ele sentiu o gozo se aproximar a aumentou ainda mais a velocidade das estocadas. Inundou o cu da namorada com sua porra, e quando tirou o pau daquele buraquinho relaxado, o líquido começou a escorrer por sua perna.
Exaustos, eles deitaram na palha e começaram a rir. Já estava bem escuro agora.
Eles se vestiram e esperaram ainda uns dez minutos até o caminhão parar, no posto seguinte. Aguardaram a saída do motorista para pular fora daquele caminhão. Por sorte, um outro casal (que eles conheceram na loja de conveniência) ia na direção de volta. Pediram carona e eles deram.
Quando chegaram ao outro posto, o carro já estava arrumado. Gustavo pagou e eles se foram para casa. Chegando lá, eles ainda tiveram ânimo para uma nova transa. A noite, ambos dormiram sorrindo, lembrando-se do melhor dia dos namorados de suas vidas.
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!!
SINOPSE DO EPISÓDIO 3 – O CLUBE DA LULU / DIA 22 DE JUNHO
Deise convida as amigas para uma festa só com mulheres e muita sacanagem. Deise, Sandra, Cláudia, Roberta e Angélica vão a um clube de mulheres e lá transam com muitos caras ao mesmo tempo.
Episódio 2 – A festa 8 08UTC Junho 08UTC 2008
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 02 – A FESTA
O fim de semana chegou ensolarado em Saluttie. Como de costume, grande parte dos moradores se reuniam na área do condomínio com direito a pagode, samba, cerveja e muita conversa a ser posta em dia.
Sandra contava à Deise, a sua melhor amiga, como conseguira o seu novo emprego. Elas trocavam boas risadas daquilo tudo, mas tiveram que parar, pois Roberta e Angélica se aproximavam.
- Olá meninas. – Disse Angélica.
As mulheres se davam muito bem, mas não tinham intimidade para contar os segredos eróticos.
- Olá.
As duas puxaram uma cadeira e formaram um pequeno grupo. Do outro lado, os homens, como sempre, bebiam e falavam de futebol e mulher.
Era muito animado ficar ali junto com os vizinhos jogando conversa fora. O clima sabadeiro atingia a todos. Tori então, chamou a todos e anunciou:
- Amanhã darei um churrasco em uma chácara que eu tenho. Apenas uma reuniãozinha de amigos. Estão todos convidados.
- E onde é essa tal chácara? – Perguntou Rogério.
Tori explicou a todos o endereço e a maioria concordou em ir.
- Levem roupas de banho. Tem uma piscina muito boa lá.
Deise se animou. Adorava se mostrar.
- Nós vamos. – Disse Gustavo abraçando sua namorada.
No dia seguinte eles estavam muito animados. O clima estava quente. Perfeito para um churrasco com piscina. Gustavo colocava as coisas na mochila quando Sandra apareceu de biquíni:
- O que achou?
Era roxo e pequeno. Ressaltava perfeitamente as boas formas da mulher.
- Você está linda. – Exclamou Gustavo abandonando o que estava fazendo e indo beijar a namorada.
Com um sorriso safado ele passou a mão na bunda dela e a segurou.
- Hoje a noite a você vai se ver comigo.
- Hoje a noite? – Perguntou enquanto passava a mão por seu peito e descia até o seu pau.
Eles se animaram. Gustavo desceu sua boca até os seios da mulher, tirando o seu biquíni. Já estavam até subindo no sofá quando eles ouvem uma voz e alguém batendo na porta.
- SANDRA.
Era Deise.
A amiga iria com eles para a chácara de Tori.
Decepcionados, eles se recompuseram e prometeram foder muito quando chegassem. Sandra abriu a porta. Ela, Cláudia, Felipe, Bruno os esperavam.
- Ainda não estão prontos? – Perguntou Cláudia cumprimentando a amiga e entrando para cumprimentar Gustavo.
- Estamos quase lá.
Felipe deu uma bela olhada em Sandra antes de cumprimentá-la com um beijo na bochecha.
- Você está linda. – Comentou deixando a mulher corada.
- E aí Guto, tudo bem? – cumprimentou Felipe entrando.
Felipe era muito amigo de Gustavo. Conheceram-se através de um amigo em comum da faculdade. Ajudaram-se em alguns problemas e passaram a ser grandes parceiros. Eles se abraçaram.
- Eu to bem, e você?
- Ótimo.
Pouco tempo depois e eles já saiam pela porta em direção ao carro de Gustavo. Sandra “cobrira-se” com um shortinho branco e uma camiseta regata semi-trasparente.
Seguiram todos os caminhos indicados por Tori até chegarem, meia hora depois, a uma grande chácara praticamente fora da cidade. Antes de entrarem, souberam que o dia seria muito divertido.
Muitos carros já estavam estacionados. Algumas pessoas tomavam banho na piscina e um grupo de homens jogava futebol no campo. Alguns mais velhos bebiam cerveja, comiam e conversavam na área coberta. Tori e Angélica estavam lá.
Aproximaram-se deles e cumprimentaram os amigos. Gustavo não pôde deixar de reparar no quanto Angélica estava gostosa. Usava um biquíni amarelo que deixava seus duros mamilos ressaltados. A parte de baixo era (por não ter palavra melhor) minúscula se comparada aos seus quadris enormes. Os óculos escuros da mulher deixavam os olhos levemente a mostra. Gustavo percebeu que ela o encarava e não hesitou em sorrir.
A noite chegou em um piscar de olhos. Logo, a maioria estava “mais alegrinha” por causa da bebida. As mulheres ainda mantinham o biquíni molhado da piscina. Todos falavam alto.
- Amor – Disse Angélica a Tori. – Eu acho que vou dormir. Estou um pouco cansada.
Ele nem deu atenção.
A mulher se foi. Gustavo reparou no considerável sorriso da mulher ao olhar para ele. Não podia perder a chance. Sandra já havia desaparecido há um tempo com Deise e Claudia. Provavelmente estavam tendo uma conversa de mulher.
Levantou-se cautelosamente e a seguiu sem que ninguém percebesse. Angélica entrou no banheiro (meio afastado), claramente ciente de que alguém a seguia. “Esqueceu-se” de trancar a porta.
- Olá. – Disse Gustavo na arco de entrada do banheiro.
Angélica fingiu um susto. Já estava sem a parte de cima.
- Nossa, que vergonha! – Exclamou com o braço sobre os seios, tornando-os ainda mais provocantes.
Ele riu. Entrou no banheiro e fechou a porta por dentro.
- Estava com saudades de você. – Comentou, antes de segurar sua cintura e puxá-la para um caloroso beijo.
Gustavo e Angélica já transaram em outras ocasiões, mas não eram amantes fixos. Foram raras às vezes em que tiveram a oportunidade, mas não desperdiçaram nenhuma delas.
Os seios de Angélica pulavam, tal a agressividade do beijo. Já não se preocupava mais em escondê-los: usava suas mãos para agarrar e arranhar.
Todos os cinco dedos da mão direita de Gustavo pousaram sobre a bunda macia da mulher. A apertava como se fosse uma almofada. Estapeou-a uma vez. Duas. Três. Ele gostava de fazer isso.
Mas não tinham tempo para brincadeiras. Teriam de ser rápidos. Gustavo colocou a mulher sobre a pia baixa. Por sorte, suas cinturas emparelharam. Ela riu.
- Acaba comigo meu gostoso.
Ele não demorou a obedecer. Abaixou ligeiramente a sunga. Era excitante transar usando alguma roupa. Gustavo pegou na mão de Angélica e levou-a até seu biquíni. Ela sabia o que fazer: puxou-o para o lado, revelando uma xoxota rosada e molhada.
Ele enfiou devagar, com cuidado, mas logo aumentou o ritmo. As estocadas faziam Angélica tremer sobre a pia. Agarrou-se a ele para se equilibrar melhor. O homem segurava as cinturas curvilíneas com força. Logo, passou a apalpar seus seios.
A mulher gemia sem pudor. Parecia não ter tido uma boa transa há muito tempo. Pulava enlouquecidamente sobre o pau de Gustavo. Sentia seu membro penetrar-lhe com força e delirava. Adorava aquelas mãos grandes em seus seios.
Gustavo avisou que ia gozar. Ela saiu de cima dele e terminou a transa com um boquete muito bem pago. A porra escorria por seu rosto, enquanto ela sorria.
Distante dali, na floresta além do campo de futebol, se encontrava Sandra. Ela não estava tendo uma conversa de mulher. Ela não estava nem com outra mulher. Encontrava-se ali, grudada em uma árvore, nua, com Felipe a sua frente, comendo-a.
- Ai meu Deus, que delícia vai, ahhhhh…
Sandra gozou, e não foi a primeira vez que fez isso aquela noite. Ela sentia o corpo atlético de Felipe encostar-se ao dela e pressioná-la com prazer. Agarrava-se a ele e facilitava o seu trabalho, mas ela queria mais. E ele sabia disso:
- Eu quero no cú – Disse ela sem pensar – Eu quero no cú.
Felipe a libertou. A mulher caiu no chão.
- Eu vou dar o que você quer, cachorra! – Exclamou dando um tapa forte em sua bunda.
Ela se alegrou, adorava sexo anal.
O homem segurou-a pela barriga e puxou-a para cima, deixando-a de quatro. De quatro: a posição preferida das cachorras como Sandra.
Ele cuspiu na mão e passou sobre a entrada anal da mulher. Com as duas mãos, ele abriu caminho. Sandra se sentia indefesa, estando de quatro e com o cú desprotegido. Sentia como se a qualquer hora alguém fosse invadi-la, e essa sensação a fazia sorrir.
Felipe aproximou seu pau moreno do cú da mulher de seu amigo. Enfiou-o vagarosamente, enquanto ela dava alguns gemidos de prazer e dor. Deixou lá um tempo para que ela se acostumasse, e então começou.
O vai-e-vem veloz de Felipe levava Sandra ao delírio. Ela se apoiava no chão, mal se agüentando, enquanto o melhor amigo de seu namorado enrabava-a como se ela fosse uma puta. Ela gostava de pensar que era. Ele também.
As mãos de Felipe, inicialmente encaixados nas covinhas das costas de Sandra, agora subiam e encontravam o seu ombro. Usava as mãos para pressioná-la em direção ao seu caralho. Logo, estava puxando seus cabelos. Quanto mais forte ele metia, mais forte puxava os cabelos dela.
Felipe aumentou a velocidade das estocadas até inundar o cú de Sandra com muita porra. Quando tirou a pica mole de dentro dela, o homem ainda puxou os seus cabelos e a fez limpar o caralho com a boca. O que ela fez de muito bom grado.
Voltaram para a casa, onde a noite estava apenas começando.
Sandra encontrou Deise e Claudia, e essas não demoraram a querer uma “verdadeira” conversa de mulher. Revelaram à amiga tudo que fizeram com os amigos casados de Tori.
- Nossa amiga, ele me pegou forte e mamou nos meus peitos. Depois ficava esfregando aquela pica grossa por baixo da sunga na minha perna, eu fiquei toda molhada só de sentir. Chupei aquela rola até ele gozar na minha cara. E quanta porra. Me lambuzei todinha. Aí ele me pôs de quatro e meteu em mim até eu não agüentar mais. Eu já estava exausta e ele ainda não tinha nem começado. Tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Me enrabou tanto que achei q não ia mais conseguir fechar de novo. Deixou a minha bundinha toda relaxada. Ainda gozou nos meus peitos depois…
- Eu passei o pé na pica dele por debaixo da mesa e o safado, na maior cara de pau começou a me comer com os olhos, na frente da mulher. Fingi que ia pegar uma cerveja e ele veio atrás. Mal tive tempo de beijá-lo e ele já enfiava aquela rola em mim. Ele me empurrou na pia e me fez debruçar sobre ela. Afastou o meu biquíni e me comeu. O safado não tirava a mão dos meus peitos. Deu muitos tapas na minha bunda, e só não comeu meu cú porque não ia dar tempo. Mas antes de a gente ir embora, eu dou o meu rabo pra aquele macho gostoso…
Sandra ouvia tudo, muito excitada, depois ainda contou o que ela mesmo fizera.
Gustavo observava a esposa de longe. Ainda estava excitado. Queria mais. Foi, silenciosamente, ao quarto onde Angélica dormia com uma camisolinha muito leve e que marcava o seu corpo. Ele a acordou com uma pica na boca.
Em pouco tempo eles já estavam novamente nus e a pica de Gustavo entrava vagarosamente pelo cú de Angélica apoiada com as mãos na cama e os pés no chão. Ela gemia, agora mais silenciosamente, mas mal podendo se conter. Rebolava no caralho de Gustavo muito excitada.
Ele a virou e a colocou de lado na cama. Angélica levantou um pouquinho a perna para que ele entrasse melhor. Funcionou. Gustavo continuou se deliciando com a bunda enorme da anfitriã da festa. Apalpava, apertava, batia, e a mulher pedia sempre mais. E sorria ao falar:
- Meu cú não merece ser daquele corno. Ele tem que ser todo seu.
Isso era verdade. Uma bunda como aquela não poderia ser desperdiçada. Deveria ser penetrada o máximo possível e, de preferência, pelo maior pau possível. Nesse momento, o maior era o de Gustavo.
Ele aumentou a velocidade, indicando que estava perto de gozar. Antes de fazer, tirou o pau e despejou todo seu líquido na divisão entre as costas e barriga de Angélica. Ela sorriu. Não teve nem o trabalho de se limpar. Apenas repôs a camisola e tentou dormir, cheirando fortemente à sexo.
- Você não vai acreditar Gustavo. – Dizia Angélica no dia seguinte, como se estivessem conversando sobre o tempo ou a política. – O corninho foi dormir e nem percebeu o presentinho que você deixou pra ele.
Gustavo sorriu: adorava o perigo.
- E hoje quando eu acordei – continuou – Ele estava abraçado comigo, e sua porra estava toda espalhada pela mão, braço e barriga do meu Tori.
Os dois deram boas gargalhadas juntos.
- E o que você fez? – Perguntou curioso.
Ela repôs os óculos escuros e sorriu safadamente.
- Lambi tudinho, até ficar tudo limpo. Ele acordou achando que eu estava apenas provocando. Ainda disse que não dava pra transar porque tinha muita gente na casa.
Angélica riu mais uma vez e saiu. Gustavo só pensava uma coisa: “que mulher safada”.
…………………**…………………
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Sua opinião é importante para nós. Comente.
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SINOPSE DO PRÓXIMO EPISÓDIO – DIA DOS NAMORADOS
DIA 15 DE JUNHO
Episódio especial comemorativo do dia dos namorados. Sinopse não disponível.
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Ah, aqui tem uma foto, só pra não ficar muito vazio
hehehe
Episódio 1 – Novo emprego 1 01UTC Junho 01UTC 2008
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SALUTTIE
1ª TEMPORADA
EPISÓDIO 01 – NOVO EMPREGO
- Hoje é o grande dia Sandrinha.
- Ai, estou tão nervosa.
- Relaxa, vai dar tudo certo.
Sandra arrumava-se com ajuda de seu namorado Gustavo. Ela se preparava para uma entrevista de emprego em uma clínica veterinária. Ainda não seria uma “veterinária” como queria, mas estaria mais próxima da sua área. Gustavo a levaria de carro, de lá, partiria para o seu próprio trabalho.
Na saída, eles viram Deise e Claudia à porta de sua casa conversando. Quando a viram, desejaram-lhe sorte.
- Obrigado. – Respondeu envergonhada. “Eu vou precisar” – Pensou.
E ela realmente ia precisar. Sandra arriscou tudo quando colocou uma saia tão curta para fazer a entrevista. Se quem a entrevistar for um homem, o emprego já está garantido. Se for uma mulher, ela não vai precisar nem perder tempo falando de si.
Gustavo deixou-a em frente à clínica veterinária.
- Boa sorte. – Disse ele beijando sua boca – É só ser você mesma que o emprego já é seu.
Com um aceno de mão ele se foi.
Sandra ainda estava muito nervosa, falou com a recepcionista e esta a mandou esperar.
A todo o momento ela fazia um check-up para ver se estava tudo OK. Não conseguia ficar parada esperando para ver se o destino seria seu amigo, mas antes que pudesse pensar em qualquer coisa, a mulher da recepção a chamou.
- Pode entrar na última porta à direita.
Ela andava pelo corredor apreensivamente, sem saber o que a esperava no final dele. Parou frente a frente com a porta que deveria entrar. Respirou fundo. Abriu.
Um sorriso iluminou completamente o rosto de Sandra. A pessoa que a entrevistaria não era apenas um homem. Era um grande e safado homem. Ela reparou isso no momento em que os olhos do moreno forte que a esperava percorreu o seu corpo com desejo.
- Sente-se – Ofereceu o homem.
Ela o fez. Cruzou as pernas, deixando-as bem a mostra. A careca escura do homem brilhava com a excitação de ter ali uma mulher tão gostosa. Sandra reparou no seu nome escrito à mesa: César
Começaram a entrevista. Sandra falava de si com muita animação. A sua blusinha branca não escondia totalmente o soutien preto que ela colocara propositalmente. César fitava o corpo de Sandra sem o menor pudor ou preocupação, parecia não ter ouvido uma palavra do que dissera.
Ele anotava algumas coisas em uma folha e, depois de algum tempo, guardou essa folha em uma gaveta. Então ele se levantou:
- Eu volto logo. Fique aqui.
César saiu deixando-a sozinha.
Sandra estava muito animada, mas queria saber mais. Debruçou-se sobre a mesa e abriu a gaveta em que ele colocara o papel.
Alguma coisa a chamou atenção no fundo da gaveta. Em baixo de todos os papéis brancos, havia algo diferente. Curiosa, a mulher tirou tudo e se surpreendeu: uma revista pornô.
Ela riu e tirou a revista de dentro. Começou a folheá-la, ainda debruçada. Nesse momento, César chega.
A visão de Sandra quase deitada na mesa com a bunda empinada para trás enlouqueceu o homem. Ele trancou a porta e avisou que chegara.
Sandra se assustou, mas não foi suficientemente rápida. Ele a segurou por trás e perguntou:
- Então você gosta de uma sacanagem, não é? Eu sabia.
Dominada, Sandra se entrega ao homem. Ela vira e senta-se à mesa, abraçando César com as pernas.
- Adoro. – Respondeu ela com um sorrisinho.
Eles começam a se beijar loucamente, enquanto o homem passava suas mãos calejadas pela barriga de Sandra, subindo vagarosamente até os seus seios. Ela já sentia o pau do homem enrijecido roçar a sua coxa.
César tirou a blusinha branca de Sandra e pôde ver aqueles volumosos seios presos em um soutien de renda preto. Que pecado prender os coitadinhos. Passou a mão sobre eles e, levantando-os levemente, começou a chupá-los. Seus mamilos, já duros, serviram de chupeta para o homem que mamava ali. A mãozinha pequena de Sandra encontrou a grossa pica de César por dentro da calça.
Após um tempo assim, Sandra toma as rédeas da situação. Sai da mesa e encosta o homem na parede. Beija-o e desce lentamente chupando todo o seu corpo por cima da roupa. Tira o seu cinto, abre o seu zíper, abaixa a sua calça e logo depois a sua cueca. A pica escura e grossa de César cai por cima do rosto de Sandra, deixando-a louca. Ela chupa a rola do homem fortemente. Assim ela fica por algum tempo, até o homem gozar em sua garganta.
A mulher quase se engasgou com a quantidade de porra que ele expeliu. Antes do último esguicho, ela tirou a pica de sua boca e deixou-o gozar em sua cara, porque sabe que os homens adoram isso: aprendeu isso com Gustavo. Ela passou o dedo lentamente por todo o seu rosto recolhendo o esperma do homem. Sandra engoliu tudinho chupando o seu dedo, enlouquecendo César.
Eles começam a se beijar novamente. Com uma mão, o homem se masturba, com a outra, dá tapas frenéticos na bunda da mulher. Em pouco tempo, o pau de César já está duro novamente. Agora ele tira o soutien de Sandra de uma vez, levanta a saia dela e tira a sua calcinha lentamente.
- Me chupa. – Pediu Sandra quase gemendo.
Ele obedeceu. Chupou-a por um tempo fazendo-a tremer de tesão. César tirou a sua própria roupa por completo e levou-a novamente para cima da mesa, jogando os papéis no chão.
Sandra abre suas pernas e o homem aproveita para penetrá-la. César dá fortes estocadas nela fazendo-a gemer alto. Com medo, ele tampa a sua boca com a mão para que ninguém possa ouvi-la. Ela se entrega totalmente ao homem que a come forte e chupa seus seios. Sandra o agarra e o aperta sentindo a pica entrando em sua buceta. Ela arranha-o nas costas tal a força de suas estocadas.
Eles passam um bom tempo assim. Depois, ele vira-a, fazendo-a colocar as mãos sobre a mesa e empinar a bunda para ele. César aproveita e continua metendo nela por um longo tempo. Depois, ele avisa que vai gozar e a puxa pelos cabelos, despejando todo o seu líquido na cara dela.
Sandra está exausta, e só o que consegue pensar é “o que estará fazendo Gustavo uma hora dessas?”.
A alguns quilômetros dali, Gustavo está sentado na cadeira de seu escritório. Ele está nu, e sua secretária está galopando sobre o seu pau.
- Ai chefinho, só você sabe como me comer. Vai… ah…
Ela pula e rebola com mais ferocidade. Sente o gozo se aproximando e agarra o seu chefe fortemente. O homem a deixa louca com o seu pau e não perde a oportunidade de fazê-la de sua putinha.
Já há algum tempo eles vinham transando. Gustavo sabia que Júlia, a secretária, queria uma promoção e, por isso, abusava de sua “boa vontade”. Ela fazia tudo por ele. Era só ele mandar que ela obedecia. Como quando ele a proibiu de transar com o marido por uma semana, pois “ele queria ela só para ele”. Teve também uma vez que ele a mandou vir por vários dias de mini-saia e sem calcinha. Nessa ocasião, ele comia apenas o seu cu. Ele levantava a saia um pouquinho e metia nela até não agüentar mais. Outra vez, ele a pediu para ligar para o marido ir buscá-la enquanto ele a enrabava. Nesse dia, ele gozou na sua boca e mandou-a beijar o marido.
Júlia era a puta particular de Gustavo. E os dois adoravam essa condição. Nem Sandra e nem o marido de Júlia desconfiavam de nada, pois tudo que eles faziam era em horário de trabalho. Nunca se encontravam em outros lugares.
Gustavo tirou Júlia de cima dele. Ele gostava de brincar. Carregou-a nua até a parede ao lado da porta. Encostou-a lá. Ela rodeou o corpo de Gustavo com as pernas e manteve-se no ar, segurada apenas pela força de seu chefe prendendo-a contra a parede. Ali comeu-a. Comeu-a muito. Socava forte enquanto ela segurava o máximo que conseguia para não gemer alto demais. Era difícil. O homem a excitava muito. Seus seios doíam de tanto pular, e o suor escorria pelo pescoço de ambos.
- Não para. Não para. – Era o que ela gemia – Me fode chefinho. Acaba com a sua cachorra.
Ele a tirava da parede apenas para dar fortes tapas em sua bunda. Logo depois, colocava-a de volta a seu lugar.
- De quatro, cachorra. – Ordenou de repente, soltando-a.
Ela obedeceu servilmente.
- Lingüinha pra fora.
Feliz, Júlia estendeu a língua como uma cachorra e levantou sua cabeça com orgulho.
Gustavo punhetava-se a centímetros do rosto bonito da secretária. Não demorou a gozar. Sua porra jorrava do seu caralho encontrando a língua quente de Júlia. Uma boa parte inundou sua face alegre e uma outra pequena parte, caiu no chão.
Júlia conhecia as regras: nem uma gota poderia ser desperdiçada. Com a mão direita limpou a sua face e lambeu até ficar seco. Depois, com uma olhadinha safada a seu chefe, bebeu o “leite derramado”, fuçando o chão como uma vaca. Enlouquecendo o seu chefe.
Gustavo acabou o serviço com a secretária(ela limpou toda a sujeira, incluindo a do pau de Gustavo) e continuou o seu dia normalmente, pensando “será que Sandra conseguiu o emprego”?
Ela conseguiu. Depois de quase um dia inteiro recebendo caralho na buceta, Sandra saiu da clínica com o emprego e a promessa de muitos dias de sexo. Começaria na segunda seguinte. Voltou para casa de ônibus, lembrando da grossa pica de César penetrando-a. Sorriu.
O gosto da porra de César ainda se preservava em sua boca, e ela adorava isso. Seu corpo cheirava a sexo. Seus seios pulavam com o balanço do ônibus: o homem ficara com o seu soutien e sua calcinha, de recordação. Os outros homens, que se amontoavam atrás dela naquele ônibus lotado, pareciam sentir que ali havia uma puta recém-fodida. Comiam-na com os olhos.
Em casa, mais tarde, ela contou as novidades ao namorado. Eles comemoraram muito. Transaram a noite inteira. E antes de dormir, os dois pensaram ao mesmo tempo enquanto se encaravam sorrindo: “mais um chifre pra sua coleção”.
SINOPSE DO EPISÓDIO 2 – A FESTA / DIA 8 DE JUNHO
Uma festinha promovida por Tori em sua chácara em que todos de Saluttie e mais alguns amigos são convidados. Na festa, Sandra acaba sendo enrabada por Felipe e Gustavo não perde a chance de comer a anfitriã Angélica. Ainda descobrem todas as sacanagens que Deise e Cláudia fizeram com os amigos de Tori.
