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Fotos: Mulher do amigo vira puta 5 de fevereiro de 2009

Posted by saluttie in Fotos.
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Essa morena gostosíssima vira puta na mão do amigo de seu parceiro. Ele tira várias fotos dela e põe na net. Vejam como ela é safada.

Videos: Filmando escondido e Marido Corno 5 de janeiro de 2009

Posted by saluttie in Vídeos.
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Filmando Escondido

Tamanho do arquivo: 7,6 Mb

Tamanho do vídeo: 8 min 22 seg

http://rapidlibrary.com/download_file_i.php?qq=corno&file=624735&desc=Corno+assistente+.wmv

Nesta primeira, o marido se esconde atrás do muro para filmar a sua mulher dando pra outro cara e falando coisas muito safadas. Ela diz pro amante fuder ela rápido que o marido pode chegar, e ainda fala que vai ligar depois pra marcar uma nova foda.

Marido Corno

Tamanho do arquivo: 32,1Mb

Tamanho do vídeo: 14 min 15 seg

http://rapidlibrary.com/download_file_i.php?qq=corno&file=680001&desc=mais+um+marido+corno+.wmv

Nesta, o marido leva a sua esposa para ser fodida por outro homem no motel. Ele filma tudo enquanto toca uma punhetinha. Dá pra ver na cara da safada a felicidade dela em chupar a pica de outro macho e galopar em cima dele. Ela sorri o vídeo inteiro, com uma cara de puta que não é comida a muito tempo e que tá doida pra tirar o atraso.

Vídeos: Divindo a esposa e Sendo Pega no Flagra 29 de dezembro de 2008

Posted by saluttie in Vídeos.
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Dividindo a esposa

Neste vídeo, o marido divide a sua esposa com o amigo. Os dois a fodem de todos os jeitos, com algumas DPs lindas.

Enquanto um come ela de quatro, o outro põe a pica na boca da vadia. Eles fazem de tudo com a esposinha safada.

http://www.secretas.com.br/videos-porno/amadores/marido-dividindo-esposa-safada/

Sendo pega no flagra

Neste outro, a safadinha galopa na pica do amante e dá pra ele de quatro. De repente, o maridão chega e vê tudo. O amante sai correndo e o marido pega a câmera e continua filmando a esposinha safada enquanto a xinga e diz que ela é uma safada que já o vinha traindo a muito tempo e que deu em todos os cantos da casa. A safada chora porque sabe que é o fim do casamento.

http://www.clubedosvideos.com/index.php?videoID=1820

Episódio 10 – Calmihornia parte 2 28 de dezembro de 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 10 – Calmihornia parte 2


- Vou te contar umas histórias.

“A um certo tempo atrás, aqui na cidade, havia um coronel muito autoritário. Ele tinha fama de safado e caralhudo. Tinha comido metade das mulheres da cidade. Se ele escolhia alguém, não tinha jeito. Ela seria comida. Os maridos nunca ficavam sabendo que de suas mulheres, mas ouviam falar da dos outros.

Um certo dia, um peão que trabalhava na fazenda dele começou a desconfiar que o patrão estava comendo a sua mulher. O homem foi até a casa dele e para tirar satisfação.

- Coronel, venha aqui que quero ter um particular com o senhor.

O coronel simplesmente meteu a cabeça na janela e gritou de volta:

Me encontra hoje as 19 horas no celeiro.

Na hora combinada, o peão foi ao encontro. Chegando lá, ele viu o coronel nu e a sua mulher de quatro sendo enrabada por ele.”

- Como você pode ver – disse o coronel – o meu particular é bem maior que o seu. E se não quiser ficar sem emprego e sem mulher, é bom ficar quietinho.

O homem não teve escolha a não ser assistir a mulher dando o cu para o patrão. Ela gemia e gritava, enquanto o coronel fazia questão de humilhá-lo mais e mais:

- Soube que você nunca comeu o cu dela. É verdade?

- Sim Coronel – Respondeu envergonhado.

- Pois veja, pra mim ela da até demais. E adora não é?

Perguntou dando um tapa na bunda da mulher.

- S-Sim – Respondeu ela gemendo.

- Foi eu quem pedi pra ela não dar pra você. – Continuou o coronel – Esse cu tinha que ser só meu, não é?

- É claro. – Disse o peão.

A partir daquele dia, o peão assistiu a quase todos as fodas dos amantes.”

Gustavo tinha se excitado muito com aquela história, mas tinha mais.

“Mais recentemente, ocorreu outro caso na cidade. O cara já estava casado a muito tempo com uma mulher, já tinha até um filho adolescente. Todo mundo sabia que ele era corno, e não cansava de avisá-lo. Todos na cidade já o chamavam de corno, e ele fingia que não sabia de nada. Um dia, quando a filha de 2 anos da vizinha o viu e disse “co-no” ele resolveu verificar. Ficou esperando o dia inteiro no sol quente, em pé perto de casa, escondido atrás de um muro pra ver se alguém chegava. Quando estava quase convencido de que ninguém ia aparecer, um negão alto e forte chegou e entrou na casa sem bater. Ele ficou chocado e correu pra casa. Ao chegar, o negão estava chupando os peitos de sua mulher freneticamente no sofá. Ele gritou:

- Você vai morrer!

Nesta hora, quase toda a cidade já estava na janela do homem vendo o acontecido.

Então o negão se virou e ficou em pé. O homem era 3 vezes maior que ele e 2 vezes mais largo. Tinha uma vara não sabemos quantas vezes maior, porque era muito grande. Ele só replicou:

- O que você disse?

Com medo, o homem respondeu:

- Tomando leite tão rápido assim, você vai acabar morrendo.

A cidade caiu em gargalhada. O negão então mandou ele tirar a roupa da esposa e implorar de joelhos para que ele a fodesse.

O homem obedeceu e, perante toda a cidade, ajoelho na frente do negro e pediu:

- Sou corno manso, coma a minha esposa. Por favor.

O negão então fez o que ele pediu e fodeu ela toda ali mesmo. A partir daquele dia, ele a fodia sem parar, a todo momento. Passou a morar com eles e depois de um tempo, o marido é que teve que sair, mas voltava durante o dia pra ver as fodas e servi-los.

- Nossa. – Exclamou Gustavo impressionado.

- Você ainda não ouviu nada – Disse Mário se animando. – Conta a última, patrão.

Tori riu.

- Vamos lá então. Esse caso ainda está em andamento.

“O nosso vizinho de fazenda, Lorine, tem uma mulher muito safada que se chama Paula. Todos sabíamos que ela era muito safada, isso porque ela já tinha rodado a cidade inteira, antes e depois de namorar com ele. Mesmo assim, Lorine decidiu casar-se com ele. O homem aceitou perante todos a condição de corno e disse que o que ele queria era que ela fosse o mais feliz possível.”

“No início eles eram discretos. Fingiam pelo menos serem como todos os outros casais de namorados, mas com o passar do tempo, foram perdendo o controle. Até que ela saiu na rua, de mãos dadas com ele e abraçada com outro homem, que, com a mão, apertava a sua bunda. Todos ficaram impressionados com aquilo. Foram a uma loja no centro da cidade comprar várias camisinhas e um lubrificante. Paula teve a cara de pau de falar pra atendente:

- É pro meu amante usar em mim, mas é o meu namorado que vai pagar.”

Sandra riu e logo foi acompanhada por Angélica, Gustavo, Mário e Tori.

“Mesmo assim, ele resolveu casar com ela. Não casaram em Igreja, fizeram só uma festa e casaram no civil. A cidade toda foi convidada. Eu estava vestido de padre para encenar um casamento católico. Ela estava demorando muito e as pessoas já começavam a cochichar dizendo que a tinham visto com um negro a pouco tempo atrás e que, naquele momento, deveria estar sendo fodida, vestida de noiva e tudo. Foi quando aconteceu a cena mais engraçada da história desta cidade: A porta do salão se abriu e entrou um negão fortíssimo carregando Paula (que usava só o véu e a meia calça branca) no colo. Todos riram, até o Lorine. ”

- É muito corno mesmo – Disse Sandra sorrindo e se mexendo na cadeira, visivelmente excitada.

Tori continuou.

“O negão levou-a sorrindo até o marido, mas não a largou no chão. Paula estava muito cansada, e parecia ter dado o dia inteiro. De perto, pude ver o quanto ela estava suada. Havia algo sobre o corpo de Paula: Um capacete viking, com dois chifres enormes.

- Presente de casamento. – Disse o negro oferecendo o capacete ao marido da sua amante.

Ele pegou, agradeceu e colocou na cabeça

Ela então me pediu:

- Vá mais rápido.

Obedeci. Pulei pra parte das alianças. Mandei-o colocar a aliança nela, mas, neste momento, ela já estava aos beijos com o negão e a sua mão esquerda, dentro da calça dele. Lorine tentou pedir para ela tirar, mas não parecia ouvir. Estavam com tanto tesão que poderia transar ali mesmo. Com medo, Lorine enfiou a mão na calça do homem para pegar a mão da esposa. Ela não queria soltar a pica do negão por nada e a única solução foi abaixar a calça do negro, puxar um dedo dela e colocar a aliança.

Lorine se ajoelhou e colocou aquele membro do negro pra fora, com a pequena mão de Paula agarrada a ele. Com carinho, ele puxou um de seus dedos e colocou a aliança.

Ela então soltou a pica, enfiou a mão no bolso da camiseta do negão e tirou uma camisinha:

- Põe essa aliança nele, meu amor.

Lorine obedeceu, com a cidade aos risos.

Colocou lentamente a camisinha naquela pica enorme, e, quando mal tinha terminado, sua mulher já estava galopando naquele negro de pé.”

- Eu fiquei muito constrangido – Admitiu Tori – Ela tinha que colocar a aliança nele, mas não parecia muito disposta.

“- Paula, ponha a aliança em Lorine.

Ela nem parecia ouvir. Gemia feito uma puta.

- Vamos Paula – Falou Tori.

Depois de um tempo ela pareceu entender. Pegou a aliança e, com dificuldade, por causa do balanço dos corpos, tentou colocar a aliança no seu novo marido.

- Lorine – Comecei, gritando, pois os gemidos dela estavam altos – Você promete amá-la, respeitá-la e ser fiel a sua esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?

- Sim

- Paula – Continuei – Você promete amá-lo, respeitá-lo e ser fiel a seu marido, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?

Gemendo, ela riu.

- Tirando a parte do “ser fiel”, eu aceito.

Rimos

- Pelos poderes a mim concedidos, eu os declaro marido corno e mulher puta.

Os dois riram. O negão virou-se de costas, para que o rosto de Paula ficasse cara a cara com o do novo marido. Ainda comendo-a, foi andando para trás aos poucos para que eles pudessem se beijar. Foi difícil, mas acabaram em um beijo suculento e cheio de tesão.”

- A partir daí – disse Tori – Ele tem sido o corno da vez.

- Eles ainda são vizinhos da fazenda? – Perguntou Gustavo

Tori percebeu.

- São.

No outro dia Tori o levou para conhecer Paula, dando uma desculpa para as esposas.

Mal se viram e já estavam se beijando, trocando carícias, com peitos de fora, mãos em bundas e coisas do gênero.

Tori virou-se rindo para Lorine e disse:

- Esses dois vão demorar bastante. Quer jogar cartas?

Um pouco distante, Angélica galopava no pau de Mário sob o olhar aprovador de Sandra, que, suspirando, falou:

- Mulheres…

Episódio 6 – Bom e velho amigo 31 de agosto de 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 6 – BOM E VELHO AMIGO

Gustavo não estava bem desde o dia da festa que deram em sua casa. Aquela bebedeira não fez bem para sua cabeça. Sandra continuava ainda mais cúmplice de Deise e as duas andavam cheias de segredinhos.

- Mas o que você vai fazer a respeito?

Gustavo surpreendeu Sandra perguntando isso a Deise. Vendo que o homem se aproximava, elas encerraram o assunto. Olharam para ele sorrindo. Deise como sempre estava muito provocante.

- Sandra, eu vou à farmácia comprar algum remédio. Tem algo estranho comigo.

- Tudo bem amor, se cuida.

Na saída, ele viu Bruno conversando com Felipe na casa perto do portão. Cumprimentou-os formalmente e saiu.

Na farmácia ele nem sabia o que procurar. Começou a olhar tudo, alguma coisa, no entanto, chamou sua atenção.

Gustavo estava na penúltima fileira de remédios mais afastada do caixa. Através da prateleira ele viu um casal conversando.

- Isso não vai funcionar. – Disse o homem. – Ninguém vai aceitar fazer isso.

- É claro que vão. – Retrucou – Olha pra mim.

Ela fez menção de seu corpo com as mãos. Usava uma mini-saia xadrez e uma blusinha branca. Parecia uma colegial japonesa, pois era bem baixa. Seus longos cabelos morenos contrastavam fortemente com seus olhos cor de mel e sua pele branca. Gustavo não pôde deixar de reparar em seus fartos seios. O homem era pouca coisa maior que ela. Tinha os cabelos enrolados e curtos. Gustavo supôs que tivesse a sua idade.

- Vai dar pra trás agora? – Perguntou a mulher sorrindo e abraçando o homem. Pegou suas mãos e a colocou nos seus seios.

- Não quer ver isso aqui…

Ela não terminou a frase pois outra pessoa apareceu no final do corredor. Eles disfarçaram e começaram a andar. Logo, viram Gustavo.

Não se reconheceram na hora, mas depois de uma boa olhada os dois homens exclamaram.

- Não acredito!

Era Vítor. Antigo amigo de ensino fundamental.

- É você mesmo Gustavo? – Perguntou abraçando o amigo.

- Claro. – Ele riu – E quem é essa? – Perguntou apontando para a mulher que o observava com interesse.

- É minha mulher, Gabriela – respondeu orgulhoso.

Os dois bateram um papo, mas assim que Gustavo se afastou para voltar à sua busca, Gabriela disse:

- Tem que ser esse.

Foi muito sem jeito que Vítor chegou em Gustavo e fez a proposta. Não foi naquele dia. Conversaram muito antes de reconquistarem a confiança um do outro. Marcaram de irem a um bar e Sandra só não foi porque tinha outro compromisso marcado com Deise.

Foi melhor assim.

- O que você queria propor? – Perguntou Gustavo a Bruno, sem ligar para o sorriso da mulher do amigo.

- Bem… é que… – Ele hesitou.

- Pode confiar.

Gustavo parecia ler os pensamentos dele, pois olhou para Gabriela e piscou. Vítor percebeu e pareceu ficar um pouco mais nervoso com isso.

- Há algum tempo, Gabriela e eu estávamos tentando ter um filho, mas não estávamos conseguindo. Então fomos a um médico e…

- E…? – Quis saber.

- E eu não posso ter filhos.

Gustavo não entendia aonde o homem queria chegar, então deixou-o continuar.

- A gente quer muito ter crianças. – Falou, tentando dar pistas. Mas nada.

- O que eu quero dizer é que… como nós somos muito amigos, e quase não nos vemos, não conhecemos nada sobre a vida um do outro…

Agora Gustavo entendeu. Ele sorriu, mas queria ouvir sair da boca do amigo as palavras mágicas.

- Pode ser mais claro? – Perguntou.

Ele suspirou e disse:

- Nós dois concordamos que queremos que você engravide Gabriela.

- Eu não sei. – Disse Gustavo apenas para jogar com eles. Intimamente já tinha aceitado a muito tempo. Conhecia Vítor: era responsável demais para decepcioná-lo. – E depois, como vai ser?

- Não se preocupe. Quando Gabriela engravidar, mudaremo-nos para o sul e nunca mais terá notícias nossas.

- Então você quer que eu transe com a sua mulher?

- Sim.

- Quer que eu faça nela o que você não consegue?

- Sim.

Aproximando-se mais do amigo, ele sussurrou:

- Quer que soque meu pau na buceta dela até eu gozar e engravidá-la?

Vítor parecia não estar gostando daquilo, mesmo assim disse…

- Sim.

Eles saíram dali e foram direto para um motel.

- Mas já? – Perguntou Vítor – Eu não quero ver. Me deixe em casa.

- Não! – Respondeu Gustavo – Eu faço questão que você assista tudo.

Gabriela apenas sorria disfarçadamente. Vítor pareceu contrariado, mas aceitou.

Chegando ao motel, Gustavo beijou Gabriela com ferocidade, enquanto o marido fixava o chão.

- Olhe para nós – Exigiu. – Olha o que eu faço com a sua mulher.

Levantou o vestido que ela usava e apalpou a sua bunda. Vítor, com desgosto, encarou aquela cena humilhante para ele.

Gustavo tirou o vestido de Gabriela por cima. Abaixando o seu soutien, ele começou a chupar aqueles seios enormes. Eles pulavam a cada mínimo movimento que a mulher fazia, excitando Gustavo ainda mais.

Ele colocou-a cuidadosamente na cama e mandou Vítor se aproximar e puxar a calcinha vermelha fio-dental de Gabriela para o lado. Ele obedeceu sem reclamar, apesar da cara feia.

A buceta da mulher ficou desprotegida para Gustavo chupá-la e lambê-la como quisesse. Em alguns minutos, Gabriela já gozava loucamente como nunca tinha gozado nas tentativas de engravidar.

- Ahhh. – Dizia ela. – Olha, seu corno, o que esse gostoso faz comigo.

Vítor não acreditava naquelas palavras, mas entendeu que era coisa de momento, e não disse mais nada.

Gustavo mandou Gabriela abaixar a sua bermuda e sua cueca, revelando um pau muito duro. Ele sentou-se na cama e mandou-a chupar, o que ela fez com maior prazer. Ele ainda falou para Vítor empurrar a cabeça da mulher em sua pica.

- Faz assim. – Explicou Gustavo, segurando fortemente nos cabelos de Gabriela e fazendo-a mamar em sua rola.

Foi a vez, então, de Vítor. O corno segurava a cabeça da mulher e a forçava contra a pica de seu amigo. Fazia o caralho de Gustavo foder a boca que ele beijava tantas vezes por dia.

- Nossa Vítor, sua mulher tem uma boca muito gostosa. Ainda bem que você ajuda ela a pagar um boquete pra mim.

Gustavo mandou que Vítor parasse e ordenou que beija-se Gabriela. Ele obedeceu e sentiu o gosto recente da pica do amigo na boca da mulher.

- Muito bom. Um corno de primeira.

- Vem me comer – Disse Gabriela desvencilhando-se da boca do marido.

Ela tirou o soutien.

Gustavo colocou a mulher de quatro e mandou Vítor puxar sua calcinha com a boca. Assim, ele começou a foder Gabriela.

Quando ela olhou para trás e viu o seu marido com sua boca na calcinha e centímetros da pica do amigo que a comia, ela não agüentou e gozou. Gemeu muito alto.

- Ahhh. Olha corno como se come uma puta. Olha e aprende. Essa pica que você arranjou pra me foder é muito gostosa. Ahhh.

Gustavo achava tudo aquilo muito bom. Sua coxa direita encostava levemente no rosto de Vítor cada vez que metia fundo na mulher do amigo. Nunca tivera uma visão tão excitante quanto essa, sentiu que estava perto de gozar. Então parou, queria que durasse mais.

- Deita de lado, cachorra.

Ela obedeceu sem hesitar. Vítor aproveitou para tirar a calcinha de sua mulher totalmente para evitar outra cena como aquela. Gustavo, porém, não o deixou livre.

- Segura a perninha da sua mulher bem alto pra eu poder foder ela.

E assim, Gustavo permaneceu comendo a mulher de Vítor com este segurando suas pernas bem abertas para facilitar a transa. Ficaram assim por vários minutos até Gustavo gozar bem forte e cair cansado ao lado da mulher do amigo.

Gabriela se levantou e foi limpar a pica do seu amante, mas ele não deixou.

- Isso é um trabalho pro corno.

Ele não quis.

- Então você nunca terá o seu filho.

Vítor pensou e não viu outra escolha a não ser mamar na rola de Gustavo, com a mulher rindo ao seu lado.

- Além de corno é viado. – Disse Gabriela.

Enquanto o marido chupava a pica do amante, a mulher veio por cima de Gustavo e ofereceu seus volumosos seios para ele chupar. O que fez de bom gosto. Logo, a rola de Gustavo já estava dura novamente e eles recomeçaram a foder.

Deitado na cama, ele puxou Gabriela para cima dele e a mandou galopar em seu pau. Ela pulava e gemia muito alto, além de gritar muitas sacanagens.

- Me fode. Ah… Me fode na frente desse corno manso. A idéia foi dele. – Gemia ela – Ele queria que alguém me engravidasse.

Gustavo ouvia isso e fodia a mulher ainda mais forte. Gabriela ofereceu a mão para Vítor segurar. Ela, estava sendo comida pelo amante de mãos dadas com o marido, que assistia a tudo de perto, como um bom corno submisso.

Transaram bastante naquele dia. Gustavo gozava sempre dentro dela. O ponto alto foi quando, de quatro, a mulher deu o cu para o amante enquanto o marido chupava a sua boceta. As bolas de Gustavo batiam no rosto do marido da mulher que ele comia como se fosse uma puta.

Encontraram-se várias vezes naquela semana. Transavam sempre sem camisinha e sempre na presença do corno. Estavam quase se esquecendo da verdadeira intenção daquilo tudo, porque eu uma das vezes, Gustavo fez questão de encher a boca de Gabriela com muita porra e depois ordenou que ela cuspisse tudo na boca do maridinho corno e que esse engolisse aquele leite quente. Leite precioso que estava sendo desperdiçado, pensava Vítor, porém, ele não sabia que Gabriela já tinha engravidado e que ainda continuavam transando apenas por prazer.

No final de semana, ela fez o teste de gravidez. Deu positivo. Eles contaram a novidade para Gustavo que ficou muito feliz também. Para comemorar, foram ao motel, e ficaram na suíte mais cara do local, beberam muito champagne e foderam muito. Tudo bancado pelo corno, que estava tão feliz pelo filho, que acabou se excitando com a mulher sendo enrabado pelo amigo. O corno fez tudo que lhe mandaram, até deixou Gustavo gozar em sua cara.

- Bebe essa porra, seu corno, porque foi ela que fez o seu filho. – Dizia Gabriela observando o marido com o leite de Gustavo na boca.

No dia seguinte eles se foram e Vítor agradeceu exageradamente a Gustavo.

- Obrigado mesmo. – Dizia ele.

- Pelo que? – Perguntava Gustavo cinicamente com um sorriso.

Vítor sorriu. Já aprendeu o que tinha de fazer.

- Obrigado por comer minha mulher do jeito que eu não consigo fazer. E obrigado por engravidá-la. Sempre que olhar para meu filho vou lembrar que sou um corno manso e que você é o macho que minha puta merece.

Gustavo sorriu e disse:

- O prazer foi meu.

Próximo episódio – Amor e Sexo

Deise começa a namorar com Bruno. Ela domina o homem e logo passa a traí-lo. Faz dele um corno manso assumido e submisso. Conta para Sandra tudo o que fez com na sua primeira semana de namoro e afirma que foram feitos um pro outro: Uma vaca e um touro

+ um maridão dividindo a esposa 2 de julho de 2008

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Mais um maridão dividindo a esposa com o amigo. Ela se exibe pros machos e depois vai brincar com eles. Ela chupa enquanto o outro come o seu rabo…

Essas fotos foram extraídas de bucetinhaquente.net

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O próximo episódio de Saluttie será postado dia 06/07 – Domingo. Episódio 5 – 100% Bêbados.

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