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Episódio 10 – Calmihornia parte 2 28 28UTC Dezembro 28UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 10 – Calmihornia parte 2


- Vou te contar umas histórias.

“A um certo tempo atrás, aqui na cidade, havia um coronel muito autoritário. Ele tinha fama de safado e caralhudo. Tinha comido metade das mulheres da cidade. Se ele escolhia alguém, não tinha jeito. Ela seria comida. Os maridos nunca ficavam sabendo que de suas mulheres, mas ouviam falar da dos outros.

Um certo dia, um peão que trabalhava na fazenda dele começou a desconfiar que o patrão estava comendo a sua mulher. O homem foi até a casa dele e para tirar satisfação.

- Coronel, venha aqui que quero ter um particular com o senhor.

O coronel simplesmente meteu a cabeça na janela e gritou de volta:

Me encontra hoje as 19 horas no celeiro.

Na hora combinada, o peão foi ao encontro. Chegando lá, ele viu o coronel nu e a sua mulher de quatro sendo enrabada por ele.”

- Como você pode ver – disse o coronel – o meu particular é bem maior que o seu. E se não quiser ficar sem emprego e sem mulher, é bom ficar quietinho.

O homem não teve escolha a não ser assistir a mulher dando o cu para o patrão. Ela gemia e gritava, enquanto o coronel fazia questão de humilhá-lo mais e mais:

- Soube que você nunca comeu o cu dela. É verdade?

- Sim Coronel – Respondeu envergonhado.

- Pois veja, pra mim ela da até demais. E adora não é?

Perguntou dando um tapa na bunda da mulher.

- S-Sim – Respondeu ela gemendo.

- Foi eu quem pedi pra ela não dar pra você. – Continuou o coronel – Esse cu tinha que ser só meu, não é?

- É claro. – Disse o peão.

A partir daquele dia, o peão assistiu a quase todos as fodas dos amantes.”

Gustavo tinha se excitado muito com aquela história, mas tinha mais.

“Mais recentemente, ocorreu outro caso na cidade. O cara já estava casado a muito tempo com uma mulher, já tinha até um filho adolescente. Todo mundo sabia que ele era corno, e não cansava de avisá-lo. Todos na cidade já o chamavam de corno, e ele fingia que não sabia de nada. Um dia, quando a filha de 2 anos da vizinha o viu e disse “co-no” ele resolveu verificar. Ficou esperando o dia inteiro no sol quente, em pé perto de casa, escondido atrás de um muro pra ver se alguém chegava. Quando estava quase convencido de que ninguém ia aparecer, um negão alto e forte chegou e entrou na casa sem bater. Ele ficou chocado e correu pra casa. Ao chegar, o negão estava chupando os peitos de sua mulher freneticamente no sofá. Ele gritou:

- Você vai morrer!

Nesta hora, quase toda a cidade já estava na janela do homem vendo o acontecido.

Então o negão se virou e ficou em pé. O homem era 3 vezes maior que ele e 2 vezes mais largo. Tinha uma vara não sabemos quantas vezes maior, porque era muito grande. Ele só replicou:

- O que você disse?

Com medo, o homem respondeu:

- Tomando leite tão rápido assim, você vai acabar morrendo.

A cidade caiu em gargalhada. O negão então mandou ele tirar a roupa da esposa e implorar de joelhos para que ele a fodesse.

O homem obedeceu e, perante toda a cidade, ajoelho na frente do negro e pediu:

- Sou corno manso, coma a minha esposa. Por favor.

O negão então fez o que ele pediu e fodeu ela toda ali mesmo. A partir daquele dia, ele a fodia sem parar, a todo momento. Passou a morar com eles e depois de um tempo, o marido é que teve que sair, mas voltava durante o dia pra ver as fodas e servi-los.

- Nossa. – Exclamou Gustavo impressionado.

- Você ainda não ouviu nada – Disse Mário se animando. – Conta a última, patrão.

Tori riu.

- Vamos lá então. Esse caso ainda está em andamento.

“O nosso vizinho de fazenda, Lorine, tem uma mulher muito safada que se chama Paula. Todos sabíamos que ela era muito safada, isso porque ela já tinha rodado a cidade inteira, antes e depois de namorar com ele. Mesmo assim, Lorine decidiu casar-se com ele. O homem aceitou perante todos a condição de corno e disse que o que ele queria era que ela fosse o mais feliz possível.”

“No início eles eram discretos. Fingiam pelo menos serem como todos os outros casais de namorados, mas com o passar do tempo, foram perdendo o controle. Até que ela saiu na rua, de mãos dadas com ele e abraçada com outro homem, que, com a mão, apertava a sua bunda. Todos ficaram impressionados com aquilo. Foram a uma loja no centro da cidade comprar várias camisinhas e um lubrificante. Paula teve a cara de pau de falar pra atendente:

- É pro meu amante usar em mim, mas é o meu namorado que vai pagar.”

Sandra riu e logo foi acompanhada por Angélica, Gustavo, Mário e Tori.

“Mesmo assim, ele resolveu casar com ela. Não casaram em Igreja, fizeram só uma festa e casaram no civil. A cidade toda foi convidada. Eu estava vestido de padre para encenar um casamento católico. Ela estava demorando muito e as pessoas já começavam a cochichar dizendo que a tinham visto com um negro a pouco tempo atrás e que, naquele momento, deveria estar sendo fodida, vestida de noiva e tudo. Foi quando aconteceu a cena mais engraçada da história desta cidade: A porta do salão se abriu e entrou um negão fortíssimo carregando Paula (que usava só o véu e a meia calça branca) no colo. Todos riram, até o Lorine. ”

- É muito corno mesmo – Disse Sandra sorrindo e se mexendo na cadeira, visivelmente excitada.

Tori continuou.

“O negão levou-a sorrindo até o marido, mas não a largou no chão. Paula estava muito cansada, e parecia ter dado o dia inteiro. De perto, pude ver o quanto ela estava suada. Havia algo sobre o corpo de Paula: Um capacete viking, com dois chifres enormes.

- Presente de casamento. – Disse o negro oferecendo o capacete ao marido da sua amante.

Ele pegou, agradeceu e colocou na cabeça

Ela então me pediu:

- Vá mais rápido.

Obedeci. Pulei pra parte das alianças. Mandei-o colocar a aliança nela, mas, neste momento, ela já estava aos beijos com o negão e a sua mão esquerda, dentro da calça dele. Lorine tentou pedir para ela tirar, mas não parecia ouvir. Estavam com tanto tesão que poderia transar ali mesmo. Com medo, Lorine enfiou a mão na calça do homem para pegar a mão da esposa. Ela não queria soltar a pica do negão por nada e a única solução foi abaixar a calça do negro, puxar um dedo dela e colocar a aliança.

Lorine se ajoelhou e colocou aquele membro do negro pra fora, com a pequena mão de Paula agarrada a ele. Com carinho, ele puxou um de seus dedos e colocou a aliança.

Ela então soltou a pica, enfiou a mão no bolso da camiseta do negão e tirou uma camisinha:

- Põe essa aliança nele, meu amor.

Lorine obedeceu, com a cidade aos risos.

Colocou lentamente a camisinha naquela pica enorme, e, quando mal tinha terminado, sua mulher já estava galopando naquele negro de pé.”

- Eu fiquei muito constrangido – Admitiu Tori – Ela tinha que colocar a aliança nele, mas não parecia muito disposta.

“- Paula, ponha a aliança em Lorine.

Ela nem parecia ouvir. Gemia feito uma puta.

- Vamos Paula – Falou Tori.

Depois de um tempo ela pareceu entender. Pegou a aliança e, com dificuldade, por causa do balanço dos corpos, tentou colocar a aliança no seu novo marido.

- Lorine – Comecei, gritando, pois os gemidos dela estavam altos – Você promete amá-la, respeitá-la e ser fiel a sua esposa, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?

- Sim

- Paula – Continuei – Você promete amá-lo, respeitá-lo e ser fiel a seu marido, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe?

Gemendo, ela riu.

- Tirando a parte do “ser fiel”, eu aceito.

Rimos

- Pelos poderes a mim concedidos, eu os declaro marido corno e mulher puta.

Os dois riram. O negão virou-se de costas, para que o rosto de Paula ficasse cara a cara com o do novo marido. Ainda comendo-a, foi andando para trás aos poucos para que eles pudessem se beijar. Foi difícil, mas acabaram em um beijo suculento e cheio de tesão.”

- A partir daí – disse Tori – Ele tem sido o corno da vez.

- Eles ainda são vizinhos da fazenda? – Perguntou Gustavo

Tori percebeu.

- São.

No outro dia Tori o levou para conhecer Paula, dando uma desculpa para as esposas.

Mal se viram e já estavam se beijando, trocando carícias, com peitos de fora, mãos em bundas e coisas do gênero.

Tori virou-se rindo para Lorine e disse:

- Esses dois vão demorar bastante. Quer jogar cartas?

Um pouco distante, Angélica galopava no pau de Mário sob o olhar aprovador de Sandra, que, suspirando, falou:

- Mulheres…

Episódio 9 – Calmihornia Parte 1 28 28UTC Outubro 28UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 9 – Calmohornia Parte 1

A amizade de Tori e Gustavo era muito maior do que de apenas vizinhos. Gustavo já ajudou o outro várias vezes em tempos difíceis e por isso, era extremamente grato ao vizinho.

O mesmo ocorria entre Sandra e Angélica, que, coincidentemente, iam ao mesmo cabeleireiro e passavam horas conversando sobre diversas coisas.

Exatamente por isso, Tori os convidou para passar um final de semana inteiro por sua conta em uma das suas fazendas em uma cidadezinha chamada Calmihornia.

- A gente pode andar de cavalo e tem um rio lá por perto, vai ser bem legal – Comentava Tori.

É claro que eles aceitavam. Adoravam as extravagâncias do amigo.

Gustavo e Sandra seguiram os amigos de carro.

- Vai ser um bom final de semana. – Disse Sandra sorrindo maliciosa.

- Também acho.

Ele colocou uma mão nas pernas da namorada e sorriu, enquanto subia por baixo da saia.

- Eles podem ver amor. – Falou Sandra, vendo Karina e Carolina no banco traseiro do carro da frente acenando para eles.

Gustavo acenou para elas e comentou.

- Mas lá você não me escapa.

Como tudo de Tori, a fazenda em Calmihornia era bem aconchegante. A casa era um sobrado de madeira, com seis quartos. Uma das suítes, é claro, ficaria para Tori e Angélica, a outra, para suas filhas. Gustavo e Sandra dormiriam num quarto do primeiro andar, ao lado da dos anfitriões. Havia dois quartos no térreo, que eram destinados aos empregados.

Um desses empregados era Mario, o peão. Ele cuidava dos animais da fazenda, especialmente os cavalos e se animou com a visita dos donos, pois tinha muito a falar sobre os bichos.

Foi ele que os recebeu.

- Olá Seu Tori. – Disse o moreno sorridente.

Ele era mais alto que o chefe e muito mais forte. Possuía um rosto sorridente e covinhas no rosto.

Eles apertaram as mãos.

- Tenho que lhe mostrar o Campeão. Ele está uma beleza.

- Meu amigo, isso não é hora de falar de cavalos. – Retrucou Tori sorrindo. – Veja, temos visitas.

Só então ele percebeu o carro de Sandra e Gustavo já estacionado ao lado do outro.

Ele cumprimentou Angélica com um beijo no rosto e um abraço apertado. Fez o mesmo com as gêmeas. Gustavo e Sandra ficaram apenas no aperto de mão mesmo.

Os olhos de Sandra se demoraram um pouco nos braços daquele moreno. Ela sorriu porque sabia o que estava faria mais tarde.

- Depois eu quero ver esse tal Campeão. Sempre quis andar a cavalo. Você me ajuda? – Perguntou a Mario.

- Será um prazer. – Disse, sorrindo desintencionado.

O prazer será meu, pensou Sandra.

- Amor, você leva as coisas lá pra dentro?

- Mas você já quer andar nesse cavalo?

Ela fez carinha de cachorrinha sem dono.

- É que eu sempre quis, to ansiosa. Deixa vai…

- Ta bem. – Disse Gustavo pegando a bolsa da mulher e a mochila. – Vê se não vai cair.

- Pode deixar, ele vai me ajudar.

Mario concordou e levou a mulher de Gustavo até a área onde ficavam os cavalos, enquanto os outros iam em direção à casa principal.

Eles chegaram à uma espécie de estábulo.

- O Campeão é aquele marrom ali no fundo. – Apontou enquanto a guiava até o local.

- Ai. – Disse Sandra fingindo tropeçar. Ela sentou no chão e segurou o pé direito, fingindo estar doendo.

- Tudo bem aí Dona? – Mario se agachou para ajudá-la.

- Ainda não, mas pode ficar.

Ela começou a passar a mão pelo peitoral do homem, que não sabia o que fazer.

- Oh Dona, faz isso comigo não. – Suspirava. – Se o seu Tori me ver, ele me demiti.

- Ninguém vai ver, eu conheço aqueles dois.

Ele finalmente se rendeu e deu um forte beijo em Sandra. Ela excitava-se simplesmente com o toque do rapaz. Ele a segurou forte e a levantou.

- Você é muito gostosinha sabia.

Com essas palavras, ele começou a passar a mão sobre todo o corpo dela. Aqueles dedos grandes e grossos a seguravam pelas costas, por baixo da blusinha branca que ela usava.

- Ai, me fode peão. Acaba comigo.

Mario carregou-a até uma área vazia e cheia de palha, despejando-a lá.

Ele tirou a blusinha de Sandra e logo depois a sua, revelando um peitoral definido.

- Como você é gostoso. – Disse ela passando a mão por ele e indo de encontro ao seu enorme pau.

Ele sorriu. Tirou o sutiã dela e logo em seguida a sua saia. Com a mulher só de calcinha, Mário passeou por seu corpo com os lábios, arrancando gemidos e suspiros de Sandra.

Mamou intensamente nos peitos dela e foi descendo até chegar à calcinha ensopada. Lambeu os lados internos das coxas e enfiava vagarosamente sua enorme língua pelos cantos da calcinha, levando Sandra a loucura.

Desesperada por pica, ela tirou a sua calcinha rapidamente e abriu as pernas oferecendo a seu macho.

- Calma aí dona. Vem me deixar nu também.

Ela sorriu e começou a abaixar a bermuda do homem, mostrando uma cueca enorme com um grande volume no meio.

- Que isso? – Perguntou fingindo inocência.

- Dá uma olhadinha.

Quando Sandra abaixou a cueca do homem, se assustou com o tamanho da vara do homem. Não hesitou nem um pouco e já colocou-a na boca. Ela precisava segurar com as duas mãos para controlar aquele monstro feroz que se debatia dentro de sua boca.

- Que pica enorme!

Ela chupou mais um pouco e voltou àquela posição.

- Agora vem.

Ele colocou uma camisinha que sempre tinha guardada e começou a penetrá-la vagarosamente, até ter tudo lá dentro. Ela soltou um gemidinho gostoso e gozou.

Mario começou, então, a da várias estocadas em Sandra que gemia alto. Ele a fodia em alta velocidade, demonstrando ser experiente no assunto.

Sandra estava com as mãos agarradas ao corpo firme do homem que a comia naturalmente. Sua boca desceu e chupou seus peitos muito forte. Quando tirou a boca, o biquinho parecia enrugado e repuxado. Uma mancha roxa era vista ao lado da auréola da seus seios. Isso excitou Mário ainda mais.

- Ah, sua cachorrinha.

Ele foi em direção ao pescoço dela e proferiu um novo chupão.

- Não, não faz isso não. Ahh.

Sandra não tinha forças para resistir à chupada do homem. Ele acrescentou ainda mais velocidade à seus movimentos.

Nesse momento, uma voz chama a atenção.

- Eu sabia – Disse Angélica se aproximando e sorrindo. Os dois olharam assustados – Tudo bem, não precisam parar. Mas amanhã você será meu.

Angélica se foi excitada.

- Vocês da cidade são todas safadas. – disse Mário.

Com isso, ele gozou fortemente na camisinha, caindo desfalecido sobre ela.

- Falta uma coisa. – Falou ao ouvido dele.

- O que?

- Fica de quatro.

Sandra estava exausta, mas obedeceu, achando que teria mais foda.

- Eu vou deixar minha marca em você.

Ele deu um chupão fortíssimo na bunda de Sandra. Ela exclamou de dor, mas ele não parou. Quando ele se afastou, viu uma marca muito roxa na nádega direita da mulher.

- Vamos voltar pra ninguém desconfiar.

Eles se vestiram e voltaram e ninguém desconfiou de nada.

Sandra passou o resto do dia tentando esconder a marca em seu pescoço.

No fim da tarde, Sandra e Angélica conversam animadamente no quarto do primeiro andar. Gustavo sai a procura de Tori que estava desaparecido há um bom tempo. Olhando por uma janela semi-aberta ele o vê sentado na cama com Aninha, a filha de 19 anos da empregada chupando o seu pau. Gustavo ri daquilo e sai a procura de algo para fazer.

A noite todos se reúnem na varanda para uma conversa. Até Mario participa, pois já é quase da família.

- Você sabia que Calmihornia é conhecida como a cidade dos cornos mansos? – Perguntou Tori sorrindo a Gustavo.

- Por quê?

Mario riu. Angélica também. Depois Tori.

- Garotas – Disse Angélica as suas filhas – Vão dormir, vocês não podem ouvir isso.

Emburradas, ambas se foram.

- Vou contar umas histórias pra vocês. – Disse Tori sorrindo.

Continua no próximo episódio…

Episódio 8 – Bem vindos 14 14UTC Setembro 14UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 8 – Bem vindos

Bruno e Deise já namoravam a dois meses quando resolveram morar juntos. Não precisavam sair de Saluttie. Fizeram um acordo com os amigos. Assim, Deise e Bruno morariam junto com Pedro e Roberta.

Mas Claudia não queria morar sozinha com Felipe, pois sabia que poderia acontecer coisa errada. Então chamaram um casal para compartilhar a casa com eles. Renato e Flávia.

Renato era moreno e forte enquanto Flávia era loura e alta. Chamou bastante atenção dos moradores daquele lugar.

- Sejam bem vindos. – Disse Tori no tradicional churrasco de fim de semana – Logo vocês vão ver que aqui em Saluttie, todo mundo se dá bem.

Eles não demoraram nem um pouco a descobrir isso.

- Guga, essa Flávia é muito gostosa. – Sussurou Felipe ao amigo.

- É. Vamos ter que dar as boas vindas a ela.

Eles sorriram maliciosamente.

Do outro lado do pátio.

- Sandrinha, esse tal de Renato é muito gostoso – Sussurrou Deise à amiga.

- É. Vamos dar as boas vindas a ele.

Elas sorriram maliciosamente.

Os seis estavam na casa de Sandra e Gustavo conversando e sabendo sobre a vida dos outros. Renato e Flávia explicavam de onde eram, como se conheceram e etc. Deise, Felipe, Sandra e Gustavo fingiam prestar atenção.

- Renato, vamos a minha casa buscar umas cervejas que eu tenho lá. É que o Bruno não está aqui e eu não consigo trazer sozinha. – Disse Deise.

- Tudo bem. – Concordou.

- Eu vou com vocês. – Acrescentou Sandra.

Sozinhos com Flávia, Gustavo e Felipe demonstraram o quanto queria comê-la. E ela parecia não ter nada contra. Mãos rolavam pelos corpos, mas sem muita sacanagem, até que “sem querer” roçaram-se mais do que pretendiam.

- Desculpa – Disse Gustavo.

- Não tem problema não. – tornou – Fica tranqüilo.

- Não tem problema? – Perguntou Felipe agora indo pra cima dela também e passando os dedos delicadamente por seu pescoço.

Ela sorriu.

- Nenhum problema.

Foi o sinal verde. Passaram a mão, agora por todo o seu corpo excitando-a. Beijaram-na em muitos lugares antes da boca. O pescoço era o alvo favorito, as coxas reveladas por aquela saia vinham em segundo lugar.

- Você é muito gostosa, Flavinha.

Ela sorriu com o elogio e pediu algo mais.

Tiraram lentamente sua blusinha e um sutiã preto de renda foi revelado. Por trás deles, enormes seios brancos.

Colocaram-na em pé. Gustavo cuidava de trás e Felipe da frente. Beijavam todas as partes de seu corpo com voracidade. Gustavo cravou uma das mãos na bunda de Flávia, enquanto Felipe chupava os peitos da mulher como se fosse uma mamadeira.

Não demorou e ela já estava só de calcinha na sala com os dois homens a devorá-la. Ela já explodia em tesão quando Felipe tirou lentamente a sua última peça de roupa e começou a chupar o seu clitóris. Gustavo aproveitou para colocar a sua pica na boca de mulher.

Ficaram nesse troca-troca oral por um pequeno tempo. Sabiam que logo Sandra e Deise voltariam, e precisavam terminar logo com aquilo.

Os dois homens se despiram por completo. Felipe deitou no chão e Flávia montou em seu cacete. Mal começou a galopar e Gustavo já a mandava parar.

- Por que? – perguntou.

- Só com um não vale.

Ele abriu a bunda da mulher com as mãos e lubrificou o seu cu com um pouco de cuspe. Enfiou lentamente, até estar totalmente enterrado nela.

Flávia soltava uns gritinhos de dor e prazer enquanto ele a penetrava. Os dois homens dentro dela começaram a se mexer simultaneamente. Bolinavam-na pela frente e por trás e a mulher gemia de prazer com aquelas duas picas a comê-la.

Felipe sentia em seu corpo os seios fartos da mulher se mexendo no mesmo ritmo de suas estocadas. Gustavo via a mulher de quatro delirando sob sua pica.

Metiam forte e sem dó. O perigo de ver Sandra, Deise e Renato entrando por aquela porta a qualquer momento os excitava ainda mais. Algum tempo depois eles já gozavam, caindo desfalecidos no chão.

Sorrindo, eles se recompunham.

- Eles estão demorando. – Disse Gustavo.

Pegou o celular e ligou para Sandra.

- Onde vocês estão?

- A gente veio comprar mais cerveja. As da casa da Deise tinham acabado.

- Por que você está ofegante? – Perguntou Gustavo

- Não sei, ta calor aqui.

Mal sabia Gustavo que enquanto ela falava isso, Renato comia Deise e esta passava a língua por toda a boceta de Sandra.

Os parceiros da casa de Deise não estavam, e eles tinham a casa inteira para eles.

Ela desligou e Renato sorriu.

- Que safadinha que você é.

- Muito. – Concordou.

Deise gozou intensamente e agora era a vez de Sandra.

Ela jogou o homem na cama e partiu para cima dele, galopando em sua rola ferozmente.

- Acaba comigo gostosão.

Seus seios pulavam ferozmente tal a velocidade com a qual ela era comida. Uma das mãos do homem agarrou um deles e apertou.

- Ai, delícia.

Deise observava tudo.

Sandra gozou também e caiu de lado.

Renato continuava duro e as duas não hesitaram em cair de boca naquela pica dura e toda suja de porra feminina.

- Um. Que pica deliciosa. – Diziam.

- Isso, podem mamar bastante que tem leite pra todo mundo.

Ao ouvir isso as duas se animaram e continuaram a passear com a língua da cabeça ao saco do homem. Ele estava em êxtase.

- Acho que vou gozar.

Sandra enfiou a pica de Renato na boca e começou a chupar rápida e deliciosamente. Ele começou a se contorcer, segurando para liberar um jato mais forte.

- Goza na boca dela vai. – Dizia Deise para provocá-lo.

Ele não conseguiu segurar mais, e liberou um jato tão forte que Sandra se assustou e deixou a porra escapar pela sua boca.

A rola continuou jorrando em grandes jatos. Deise posicionou seu rosto a tempo de receber o último pedacinho de porra. A maior parte ficou espalhada pela cama de Deise e pela barriga e coxa do homem.

Elas começaram a lamber o leite derramado e Renato, aos poucos, foi se animando novamente.

- Não, temos que voltar – Disse Sandra decidida quando viu a rola dura novamente.

- Onde estão as cervejas? – Perguntou quando os três chegaram de mãos vazias.

- Não tinha.

Mais tarde quando Renato e Flávia iam pra casa, comentaram:

- Acho que vou gostar de morar aqui.

- Eu também.

Eles sorriram e se beijaram.

E transaram a noite toda.

Próximo episódio – Calmihornia Parte 1

Episódio 7 – Amor e Sexo 10 10UTC Setembro 10UTC 2008

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1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 7 – Amor e Sexo

- Eu não acredito.

- Pois pode acreditar.

- Eles não têm nada a ver um com o outro.

- Tem muito mais do que você imagina.

Quando Sandra contou para Gustavo que Deise e Bruno começaram a namorar, ele não conseguiu acreditar. Na verdade, ninguém conseguiu acreditar.

- Quando isso aconteceu?

- Final de semana passado, quando você foi assistir ao jogo do Vasco na casa do Vítor.

- É. – Concordou sorrindo

Gustavo se lembrava muito bem do “jogo” com Vítor e Gabriela.

Desde a primeira vez que eles apareceram juntos, já deu pra perceber o que seria daquele namoro. Ela usava uma mini-saia branca e uma blusinha verde tão apertada que os peitos quase pulavam pra fora. Já Bruno andava sorridente e comportado, de mãos dadas com Deise.

- Quem diria hein? – Disse Felipe a eles.

- Pois é. Eu e o Bruninho temos bastante em comum. Né? – Perguntou Deise com um sorriso safado.

Ele concordou com a cabeça.

Sandra também não acreditava que aquilo fosse dar certo, mas deu o maior apoio. Tanto que Deise a chamou para uma conversa na sexta a noite.

- Vamos a um barzinho, só nós duas. Precisamos conversar.

Ela aceitou.

No dia marcado Deise esperou Sandra de carro. Ficou surpresa ao ver Bruno dirigindo.

- Ele vai também? – Perguntou confusa à amiga.

- É claro.

Que estranho, pensou Sandra. Mas era óbvio que Deise estava tramando alguma coisa, e Sandra não tardou a descobrir o que era.

Antes de chegarem ao barzinho, Bruno parou o carro e um homem entrou.

- Sandra, esse é o Tiago. Tiago, essa é a Sandra.

Eles se cumprimentaram e a viagem continuou silenciosa até o bar.

O problema é que Bruno parou no bar, passou reto e entrou em um motel.

- Deise! – exclamou Sandra como quem quisesse saber o que estava acontecendo.

A amiga apenas sorriu.

Já no quarto, Deise deu um beijo profundo em Tiago.

- O que é isso, mulher? – Quis saber a outra.

- Espera que eu já te conto. Vamos tirar o atraso com esse gostoso primeiro.

Uma de suas pequenas mãos já deslizava pelo pau do homem que se aproveitava para apalpá-la inteira.

Sandra olhou para Bruno, que já se masturbava e não desgrudava os olhos da namorada e do amante se beijando.

- Vem Sandrinha. – Chamou Deise.

Ela continuou parada sem acreditar.

Tiago se desvencilhou de Deise e veio na direção de Sandra. Primeiro abraçando, depois beijando e logo em seguida passando a mão por todo o seu corpo. Ela se soltava cada vez mais, e decidiu que a hora de entender aquilo tudo seria mais tarde.

Deise se juntou à eles.

As duas parecia ter ensaiado aquilo, porque foram descendo juntas beijando a barriga do homem por cima da camiseta. Deise soltou seu cinto e Sandra abaixou o zíper. Juntas, puxaram a calça de Tiago, revelando uma cueca branca e com um pingo molhado.

Também juntas, abaixaram a cueca e começaram a passar a língua no pau duro do homem. Disputavam cada centímetro daquela grossa rola que latejava de tanto tesão. Sandra não demorou a querer colocar a pica inteira em sua boca. Deise fez questão de ajudar. Segurou o caralho do homem com força e posicionou na frente da boca da amiga. Ela piscou um olho em sinal de agradecimento.

Deise se levantou. Enquanto a amiga cuidava de Tiago por baixo, ela cuidaria por cima.

- Vem meu tesão. Acaba comigo.

Beijaram-se fortemente e as roupas de Deise começaram a despencar uma a uma no chão, até ficar completamente nua.

- Era isso que você queria não era, corno?

Bruno disse que sim, enquanto sua namorada tinha os peitos chupados pelo amante.

Eles se organizaram. Sandra se levantou e logo suas roupas já estavam amontoadas no chão também. Elas terminaram de despi-lo e fizeram-no deitar na cama.

Deise subiu primeiro. Colocou uma perna de cada lado do homem e beijou-o na boca. Lentamente, foi descendo até sua boceta roçar o pau de Tiago.

- Ainda não safadinho. – Falou quando ele tentou enfiar.

- Corno, coloca a camisinha nesse gostoso pra ele me foder bonitinho.

Bruno obedeceu prontamente e colocou a camisinha nele.

- Muito bom. Agora vai ter sua recompensa.

Ela foi descendo e lentamente a pica de Tiago começou a penetrá-la. Sandra já muito excitada, correu para o outro lado da cama e ofereceu a sua boceta para o homem chupar.

A visão de Bruno era espetacular. Tiago estava deitado na cama com Sandra agachada sobre sua cabeça e Deise, sua namorada, galopando em seu pau.

- Ai. Eu quero um pouco dele também.

- Agora ele é só meu. – Disse Deise, para o desespero da amiga.

Ela saiu de cima do pau de Tiago e ficou de quatro.

- Vem por trás meu cachorrão.

E ele foi, mesmo assim, continuou na boceta.

- Eu quero no cu. – reclamou Deise. – Come meu cu.

- Por enquanto não. – Brincou.

Ela deu uma gemidinha de desapontamento e prazer.

- Hm… seu safadinho. Quer brincar né? Tudo bem, faremos do seu jeito.

- Sandra, você ganhou uma nova companhia.

Deise riu enquanto Sandra se aproximou. Não hesitou em se enfiar debaixo da amiga de quatro e começar a chupar o seu clitóris. Deise gemia muito. Sandra estava explodindo de tanto tesão.

- Eu quero essa pica pra mim. – Disse enquanto via de perto o homem penetrando a amiga com força e a mesma gemendo loucamente.

O 69 de Deise e Sandra acompanhado com a foda de Tiago fez Bruno bater punheta com ainda mais força.

- Eu não agüento mais – Disse Sandra. – Bruno, vem aqui.

Ele parou de se masturbar imediatamente enquanto a mulher de seu amigo saia de debaixo de sua namorada. Ela ficou de quatro do outro lado da cama e mandou que a comesse como Tiago estava comendo Deise.

Ele foi colocar a camisinha, mas Sandra o mandou ir logo sem camisinha mesmo.

Bruno penetrou a boceta de Sandra e menos de dois minutos depois, já gozava sobre sua bunda. Conseguiu tirar poucos segundos antes de sua porra jorrar. E ele gozou muito.

- Que droga. – Reclamou, enquanto Deise ria e gemia. – Por que você me chamou?

- Pra te passar vontade.

Bruno tentava se desculpar enquanto Tiago comia a sua namorada a sua frente.

Tiago saiu de dentro de Deise a mandou ficar de lado. Fez Bruno erguer as suas pernas e por trás começou a penetrar aquele tão desejado rabo.

- Ai, que delícia. Que fode meu rabo. Me fode toda.

Bruno já estava excitado de novo, mas Sandra não quis se arriscar. Partiu para uma masturbação própria.

- Segura as pernas da tua namorada bem alto viu corno. – Avisou Tiago.

Ele bombava forte em Deise, fazendo os seus seios tremerem com o movimento. Isso o excitava e ele apertou-os forte. A mulher fechava os olhos enquanto a grossa pica de Tiago entrava e saia de seu cu rapidamente.

Algum tempo depois ele explodiu em gozo na camisinha.

Ficaram a tarde toda ali. Depois foi a vez de Sandra.

Bruno gozou umas 3 vezes só se masturbando.

Sandra e Deise gozaram incontáveis vezes, com a pica de Tiago.

Este gozou 4 vezes. Duas em cada uma.

Exaustos, Deise começou a revelar.

- O Bruno me contou que o sonho dele era ser corno e eu disse que não veria problema nenhum em realizar o seu desejo.

- Nós fomos feitos um para o outro. – Disse Bruno. – Ela gosta de transar, e eu gosto que ela transe.

E no mês seguinte, aquilo se confirmou. O amor só aumentava. O sexo também.

Depois de dois meses, decidiram morar juntos.

Próximo episódio – Bem-vindos

Deise e Bruno decidem morar juntos. Bruno se muda para a casa 2 e e Cláudia para a casa 1. Claudia, no entanto, não quer morar sozinha com Pedro e chama dois amigos Renato e Flávia para morarem com eles. Gustavo, Pedro, Sandra e Deise não demoram a mostrar aos novos moradores que a lei em Saluttie é a putaria.

Episódio 6 – Bom e velho amigo 31 31UTC Agosto 31UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 6 – BOM E VELHO AMIGO

Gustavo não estava bem desde o dia da festa que deram em sua casa. Aquela bebedeira não fez bem para sua cabeça. Sandra continuava ainda mais cúmplice de Deise e as duas andavam cheias de segredinhos.

- Mas o que você vai fazer a respeito?

Gustavo surpreendeu Sandra perguntando isso a Deise. Vendo que o homem se aproximava, elas encerraram o assunto. Olharam para ele sorrindo. Deise como sempre estava muito provocante.

- Sandra, eu vou à farmácia comprar algum remédio. Tem algo estranho comigo.

- Tudo bem amor, se cuida.

Na saída, ele viu Bruno conversando com Felipe na casa perto do portão. Cumprimentou-os formalmente e saiu.

Na farmácia ele nem sabia o que procurar. Começou a olhar tudo, alguma coisa, no entanto, chamou sua atenção.

Gustavo estava na penúltima fileira de remédios mais afastada do caixa. Através da prateleira ele viu um casal conversando.

- Isso não vai funcionar. – Disse o homem. – Ninguém vai aceitar fazer isso.

- É claro que vão. – Retrucou – Olha pra mim.

Ela fez menção de seu corpo com as mãos. Usava uma mini-saia xadrez e uma blusinha branca. Parecia uma colegial japonesa, pois era bem baixa. Seus longos cabelos morenos contrastavam fortemente com seus olhos cor de mel e sua pele branca. Gustavo não pôde deixar de reparar em seus fartos seios. O homem era pouca coisa maior que ela. Tinha os cabelos enrolados e curtos. Gustavo supôs que tivesse a sua idade.

- Vai dar pra trás agora? – Perguntou a mulher sorrindo e abraçando o homem. Pegou suas mãos e a colocou nos seus seios.

- Não quer ver isso aqui…

Ela não terminou a frase pois outra pessoa apareceu no final do corredor. Eles disfarçaram e começaram a andar. Logo, viram Gustavo.

Não se reconheceram na hora, mas depois de uma boa olhada os dois homens exclamaram.

- Não acredito!

Era Vítor. Antigo amigo de ensino fundamental.

- É você mesmo Gustavo? – Perguntou abraçando o amigo.

- Claro. – Ele riu – E quem é essa? – Perguntou apontando para a mulher que o observava com interesse.

- É minha mulher, Gabriela – respondeu orgulhoso.

Os dois bateram um papo, mas assim que Gustavo se afastou para voltar à sua busca, Gabriela disse:

- Tem que ser esse.

Foi muito sem jeito que Vítor chegou em Gustavo e fez a proposta. Não foi naquele dia. Conversaram muito antes de reconquistarem a confiança um do outro. Marcaram de irem a um bar e Sandra só não foi porque tinha outro compromisso marcado com Deise.

Foi melhor assim.

- O que você queria propor? – Perguntou Gustavo a Bruno, sem ligar para o sorriso da mulher do amigo.

- Bem… é que… – Ele hesitou.

- Pode confiar.

Gustavo parecia ler os pensamentos dele, pois olhou para Gabriela e piscou. Vítor percebeu e pareceu ficar um pouco mais nervoso com isso.

- Há algum tempo, Gabriela e eu estávamos tentando ter um filho, mas não estávamos conseguindo. Então fomos a um médico e…

- E…? – Quis saber.

- E eu não posso ter filhos.

Gustavo não entendia aonde o homem queria chegar, então deixou-o continuar.

- A gente quer muito ter crianças. – Falou, tentando dar pistas. Mas nada.

- O que eu quero dizer é que… como nós somos muito amigos, e quase não nos vemos, não conhecemos nada sobre a vida um do outro…

Agora Gustavo entendeu. Ele sorriu, mas queria ouvir sair da boca do amigo as palavras mágicas.

- Pode ser mais claro? – Perguntou.

Ele suspirou e disse:

- Nós dois concordamos que queremos que você engravide Gabriela.

- Eu não sei. – Disse Gustavo apenas para jogar com eles. Intimamente já tinha aceitado a muito tempo. Conhecia Vítor: era responsável demais para decepcioná-lo. – E depois, como vai ser?

- Não se preocupe. Quando Gabriela engravidar, mudaremo-nos para o sul e nunca mais terá notícias nossas.

- Então você quer que eu transe com a sua mulher?

- Sim.

- Quer que eu faça nela o que você não consegue?

- Sim.

Aproximando-se mais do amigo, ele sussurrou:

- Quer que soque meu pau na buceta dela até eu gozar e engravidá-la?

Vítor parecia não estar gostando daquilo, mesmo assim disse…

- Sim.

Eles saíram dali e foram direto para um motel.

- Mas já? – Perguntou Vítor – Eu não quero ver. Me deixe em casa.

- Não! – Respondeu Gustavo – Eu faço questão que você assista tudo.

Gabriela apenas sorria disfarçadamente. Vítor pareceu contrariado, mas aceitou.

Chegando ao motel, Gustavo beijou Gabriela com ferocidade, enquanto o marido fixava o chão.

- Olhe para nós – Exigiu. – Olha o que eu faço com a sua mulher.

Levantou o vestido que ela usava e apalpou a sua bunda. Vítor, com desgosto, encarou aquela cena humilhante para ele.

Gustavo tirou o vestido de Gabriela por cima. Abaixando o seu soutien, ele começou a chupar aqueles seios enormes. Eles pulavam a cada mínimo movimento que a mulher fazia, excitando Gustavo ainda mais.

Ele colocou-a cuidadosamente na cama e mandou Vítor se aproximar e puxar a calcinha vermelha fio-dental de Gabriela para o lado. Ele obedeceu sem reclamar, apesar da cara feia.

A buceta da mulher ficou desprotegida para Gustavo chupá-la e lambê-la como quisesse. Em alguns minutos, Gabriela já gozava loucamente como nunca tinha gozado nas tentativas de engravidar.

- Ahhh. – Dizia ela. – Olha, seu corno, o que esse gostoso faz comigo.

Vítor não acreditava naquelas palavras, mas entendeu que era coisa de momento, e não disse mais nada.

Gustavo mandou Gabriela abaixar a sua bermuda e sua cueca, revelando um pau muito duro. Ele sentou-se na cama e mandou-a chupar, o que ela fez com maior prazer. Ele ainda falou para Vítor empurrar a cabeça da mulher em sua pica.

- Faz assim. – Explicou Gustavo, segurando fortemente nos cabelos de Gabriela e fazendo-a mamar em sua rola.

Foi a vez, então, de Vítor. O corno segurava a cabeça da mulher e a forçava contra a pica de seu amigo. Fazia o caralho de Gustavo foder a boca que ele beijava tantas vezes por dia.

- Nossa Vítor, sua mulher tem uma boca muito gostosa. Ainda bem que você ajuda ela a pagar um boquete pra mim.

Gustavo mandou que Vítor parasse e ordenou que beija-se Gabriela. Ele obedeceu e sentiu o gosto recente da pica do amigo na boca da mulher.

- Muito bom. Um corno de primeira.

- Vem me comer – Disse Gabriela desvencilhando-se da boca do marido.

Ela tirou o soutien.

Gustavo colocou a mulher de quatro e mandou Vítor puxar sua calcinha com a boca. Assim, ele começou a foder Gabriela.

Quando ela olhou para trás e viu o seu marido com sua boca na calcinha e centímetros da pica do amigo que a comia, ela não agüentou e gozou. Gemeu muito alto.

- Ahhh. Olha corno como se come uma puta. Olha e aprende. Essa pica que você arranjou pra me foder é muito gostosa. Ahhh.

Gustavo achava tudo aquilo muito bom. Sua coxa direita encostava levemente no rosto de Vítor cada vez que metia fundo na mulher do amigo. Nunca tivera uma visão tão excitante quanto essa, sentiu que estava perto de gozar. Então parou, queria que durasse mais.

- Deita de lado, cachorra.

Ela obedeceu sem hesitar. Vítor aproveitou para tirar a calcinha de sua mulher totalmente para evitar outra cena como aquela. Gustavo, porém, não o deixou livre.

- Segura a perninha da sua mulher bem alto pra eu poder foder ela.

E assim, Gustavo permaneceu comendo a mulher de Vítor com este segurando suas pernas bem abertas para facilitar a transa. Ficaram assim por vários minutos até Gustavo gozar bem forte e cair cansado ao lado da mulher do amigo.

Gabriela se levantou e foi limpar a pica do seu amante, mas ele não deixou.

- Isso é um trabalho pro corno.

Ele não quis.

- Então você nunca terá o seu filho.

Vítor pensou e não viu outra escolha a não ser mamar na rola de Gustavo, com a mulher rindo ao seu lado.

- Além de corno é viado. – Disse Gabriela.

Enquanto o marido chupava a pica do amante, a mulher veio por cima de Gustavo e ofereceu seus volumosos seios para ele chupar. O que fez de bom gosto. Logo, a rola de Gustavo já estava dura novamente e eles recomeçaram a foder.

Deitado na cama, ele puxou Gabriela para cima dele e a mandou galopar em seu pau. Ela pulava e gemia muito alto, além de gritar muitas sacanagens.

- Me fode. Ah… Me fode na frente desse corno manso. A idéia foi dele. – Gemia ela – Ele queria que alguém me engravidasse.

Gustavo ouvia isso e fodia a mulher ainda mais forte. Gabriela ofereceu a mão para Vítor segurar. Ela, estava sendo comida pelo amante de mãos dadas com o marido, que assistia a tudo de perto, como um bom corno submisso.

Transaram bastante naquele dia. Gustavo gozava sempre dentro dela. O ponto alto foi quando, de quatro, a mulher deu o cu para o amante enquanto o marido chupava a sua boceta. As bolas de Gustavo batiam no rosto do marido da mulher que ele comia como se fosse uma puta.

Encontraram-se várias vezes naquela semana. Transavam sempre sem camisinha e sempre na presença do corno. Estavam quase se esquecendo da verdadeira intenção daquilo tudo, porque eu uma das vezes, Gustavo fez questão de encher a boca de Gabriela com muita porra e depois ordenou que ela cuspisse tudo na boca do maridinho corno e que esse engolisse aquele leite quente. Leite precioso que estava sendo desperdiçado, pensava Vítor, porém, ele não sabia que Gabriela já tinha engravidado e que ainda continuavam transando apenas por prazer.

No final de semana, ela fez o teste de gravidez. Deu positivo. Eles contaram a novidade para Gustavo que ficou muito feliz também. Para comemorar, foram ao motel, e ficaram na suíte mais cara do local, beberam muito champagne e foderam muito. Tudo bancado pelo corno, que estava tão feliz pelo filho, que acabou se excitando com a mulher sendo enrabado pelo amigo. O corno fez tudo que lhe mandaram, até deixou Gustavo gozar em sua cara.

- Bebe essa porra, seu corno, porque foi ela que fez o seu filho. – Dizia Gabriela observando o marido com o leite de Gustavo na boca.

No dia seguinte eles se foram e Vítor agradeceu exageradamente a Gustavo.

- Obrigado mesmo. – Dizia ele.

- Pelo que? – Perguntava Gustavo cinicamente com um sorriso.

Vítor sorriu. Já aprendeu o que tinha de fazer.

- Obrigado por comer minha mulher do jeito que eu não consigo fazer. E obrigado por engravidá-la. Sempre que olhar para meu filho vou lembrar que sou um corno manso e que você é o macho que minha puta merece.

Gustavo sorriu e disse:

- O prazer foi meu.

Próximo episódio – Amor e Sexo

Deise começa a namorar com Bruno. Ela domina o homem e logo passa a traí-lo. Faz dele um corno manso assumido e submisso. Conta para Sandra tudo o que fez com na sua primeira semana de namoro e afirma que foram feitos um pro outro: Uma vaca e um touro

Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS

- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.

- Também acho que não.

- Eu vou comprar mais.

Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.

- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.

Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.

Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.

Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.

A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.

- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.

- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.

Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.

- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?

Eles confirmaram sorridentes.

- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.

- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.

Eles continuaram rindo.

O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.

- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.

- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.

Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.

- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.

Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.

Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.

Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.

Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.

Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.

Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.

Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.

As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.

De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.

Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.

Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.

- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.

Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.

- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.

Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.

Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.

- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.

- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.

- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.

As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.

- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.

Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.

- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.

- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.

Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.

Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.

Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.

Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.

- O que foi? – Perguntou.

- Vamos para cama.

Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.

Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.

SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo

DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira

* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.

Episódio 4 – Em boas mãos 29 29UTC Junho 29UTC 2008

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1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS

- Sandra, fica aqui comigo, por favor. – Suplicou Gustavo

- Não posso amor – Suspirou tristemente – Eu já prometi a Deise que iríamos ao shopping. Já estou adiando há semanas.

- Mas, Sandra, eu não vou conseguir cuidar dessas crianças sozinho.

Ela sorriu com a preocupação do namorado.

- Elas não são crianças, já têm quase dezessete anos.

Sandra hesitou. Lembrou-se de Roberta falando da menina de dezessete anos que deu em cima de Pedro. Será?

Não, pensou por fim, as filhas de Tori se Angélica são tão certinhas.

- Elas não vão dar trabalho, você vai ver. – completou segura do que estava dizendo.

Os dois achavam desnecessário deixar as filhas de dezesseis anos com os vizinhos, mas Tori era extremamente super-protetor e a amizade de Sandra com Angélica não a deixava recusar. Ele ia passar o dia fora com a mulher e não queria deixá-las sozinhas. Ao que se parece, as gêmeas preferiram ficar com Gustavo a passar um dia na igreja com Rogério e sua família.

Gustavo estava nervoso para o dia seguinte. Avisara a Tori que suas filhas estavam grandes demais para isso, mas o homem simplesmente o ignorou. Angélica também era contra, mas nada tirava isso da cabeça de Tori.

Como sairiam de madrugada, as gêmeas chegaram à casa de Gustavo e Sandra ainda na noite de sábado.

- Vocês podem ficar no outro quarto indicou Sandra às duas garotas. – Elas, que havia tomado banho em casa, foram direto para lá cumprimentando os vizinhos.

Aquela primeira parte seria mais fácil, pensou Gustavo, pelo menos tinha Sandra para ajudar e elas estariam dormindo a maior parte do tempo.

As duas saíram do quarto apenas para comer, tomar banho, escovar os dentes e voltaram à seu aposento.

- Não demora Sandra – Despediu-se Gustavo baixinho no dia seguinte.

- Tudo bem, vou voltar o mais rápido que eu puder.

- Tchau Sandra – Falaram as duas em uníssono.

Gustavo olhou automaticamente para as garotas sorrindo com a despedida, elas retribuíram o sorriso.

Não foi proposital, jurou Gustavo em sua cabeça. Não pode deixar de reparar o quanto aquelas duas garotas se pareciam com a mãe; o quanto aquelas roupas típicas de um domingo em casa ressaltavam suas curvas já tão bem definidas. São só crianças, pensou Gustavo.

Ele saiu e foi para a cozinha beber uma água e refletir.

- Gu – Chamou um delas lá da sala. – Trouxemos alguns filmes, vamos assistir?

- Vamos – Gritou em resposta, dirigindo-se de volta à sala.

- Que filmes vocês trouxeram? – Perguntou.

- Não sei – Respondeu Karina com um sorriso – Só pegamos um monte de CDS sem capa que estava na estante do meu pai.

Gustavo estranhou aquilo, mas não quis comentar nada.

- Que tal uma pipoca?

- Seria ótimo.

Os três foram para cozinha e se divertiram muito fazendo a pipoca.

Está mais fácil do que eu esperava, pensou Gustavo, elas já são tão crescidas.

Dessa vez não foi sem querer. Ele olhou para aquelas bundas que se mexiam de forma igual a da mãe, enquanto brincavam com a água da torneira e umas vasilhas que serviriam para colocar a pipoca. Gustavo não sabia o porque, mas tinha a impressão de que elas estavam se molhando demais. Quando fecharam a torneira e se viraram sorridentes, ele viu as formas de seus mamilos sob as camisetas regata brancas, idênticas: ambas estavam sem sutiã.

- Vamos – Convidou Gustavo envergonhado. Elas despejaram a pipoca nas vasilhas e foram para a sala, com ele.

- Eu vou tomar um banho antes. – Disse Carolina – Podem ir colocando o filme.

Ela saiu deixando o Karina a sós com Gustavo.

- Escolhe um deles.

Gustavo viu um monte de CDs idênticos e escolheu um aleatoriamente.

- Posso fechar a cortina? – Perguntou a garota com um sorriso enorme. – Assistir filme no escuro é melhor.

O homem assentiu. Ela foi correndo e fechou as cortinas. Aproveitou a viagem e trancou a porta também, sem que Gustavo a visse.

Dirigiu-se ao DVD e colocou o CD nele.

Não foi preciso menos de alguns segundos para que os olhos de Gustavo se arregalassem: a tela não foi para o menu, nem para os trailers: começou direto com um negão enrabando uma loura que gemia alto.

- O que é isso? – Perguntou Gustavo surpreso.

Karina sorria.

- Você se importa?

Ele teve vontade de falar ‘sim’, mas não falou:

- Eu não posso fazer isso – Falou com medo enquanto ela se aproximava. – Vocês são menores de idade ainda.

- Mas ninguém precisa ficar sabendo, Gu. – Replicou.

Ela andou até ele e o abraçou, beijando sua boca. Nesse momento, a sua irmã, Carolina, sai do banheiro só de toalha.

- O que? – Perguntou – Começaram sem mim?

Ela tirou a toalha, revelando o seu corpo jovem e bem definido. Seus seios durinhos pularam para fora como se há muito tempo quisessem tal liberdade. Gustavo viu aquela boceta rosada e apertada. Era quase um convite.

Ele sabia que o que estava fazendo era muito errado, mas a iniciativa foi delas e não dele. Mesmo sabendo que não mudava nada, pensar isso dava um sensação de conforto. Não demorou a se soltar. Ainda mais com os gemidos altos da loura na TV.

- Sonhávamos com isso há muito tempo. – Disse Karina, agora tirando a camiseta também. – Desde que vimos você e mamãe na chácara do papai.

Carolina tirava a camiseta de Gustavo enquanto a irmã beijava a barriga e o peito do homem.

Ele finalmente aceitou que não teria mais volta.

- É isso que vocês querem não é? – Disse ele safadamente. – Então vocês vão ter o que merecem.

Elas sorriram ao mesmo tempo. Ele achou aquilo demais.

Beijou Carolina e apalpou seus seios durinhos, enquanto Karina abaixava a bermuda e a cueca de uma vez, revelando um pau muito duro.

- É lindo. – Murmurou a moça segurando e lambendo a pica do vizinho.

A mão de Gustavo foi direto para a boceta de Carolina e começou a massagear seu clitóris, tirando gemidos de sua boca.

- Vocês são tão safadas quanto a mãe de vocês. – Falou.

Elas pareciam orgulhosas.

- Não – Disse Karina, tirando a boca do caralho e subindo pra cima dele – Nós somos mais.

Era só o que estava faltando para Gustavo se liberar de vez. Pegou a menina com as duas mãos e a puxou para si, posicionando-a sobre seu pau.

Lentamente, ele foi enfiando a pica naquela garota. Ela gemia enlouquecida. Colocou até só sobrar as bolas do lado de fora. Com as mãos, abriu a bunda da garota e disse para a irmã:

- Vai lá deixar esse cuzinho molhadinho.

Ela foi e começou a lamber o cu da irmã. Enquanto ela lambia, Gustavo metia devagar o pau na boceta da outra. De vez em quando, a língua de Karina errava a mira e passava nas bolas de Gustavo, deixando-o louco. Ela não demorou a perceber isso, e passou a errar de propósito.

Ele resolveu brincar um pouco. Tirou seu pau de Carolina e mandou-a tirar a bermudinha da irmã. Ela obedeceu sem reclamar. Agora os três estavam nus.

Ele mandou Carolina deitar no sofá com as pernas abertas para Karina passar a língua por seu clitóris, de quatro, com Gustavo a fodendo por trás.

As gêmeas adoraram a idéia. Dali poucos minutos Carolina já gemia com a língua da irmã passeando sobre sua boceta, Karina enlouquecia-se de prazer com a pica de Gustavo a penetrando, e o homem se divertia ao ver as duas naquelas posições.

Ficaram assim por um longo tempo, quando as garotas resolveram trocar de posição, mas Gustavo queria algo mais. Mandou Karina buscar o lubrificante em seu quarto e Carolina ficar de quatro com as mãos apoiadas no sofá. As duas obedeceram apressadas.

- Eu vou arrombar esse teu cu virgem mocinha. – Falou Gustavo segurando os cabelos de Carolina, de quatro.

Ela abriu um sorriso de puta e disse:

- E quem disse que ele é virgem?

O pau de Gustavo latejou ao ouvir isso. Karina voltava com o lubrificante, e em pouco tempo já passava pelo cu da irmã e pelo pau de seu vizinho.

Ele posicionou e enfiou com cuidado. A garota gemeu de dor e prazer. Instruiu Karina a retribuir o sexo oral que irmã lhe fizera. Enquanto ela “mamava” na boceta da irmã, sentia as bolas de Gustavo quicarem em seu queixo, deixando-a muito excitada.

Aquele era o cu mais delicioso que Gustavo já comeu. Apertadinho e relaxado. Sentia muito tesão e por isso, metia forte no rabo daquela garota. Carolina gemia mais que a mulher do filme pornô que ainda passava. Ela gritava pedindo mais rola, mais pica, mais pau. Gritava pedindo para que ele a tratasse como uma puta. Gritava que ia gozar na boca da irmã.

Gustavo aumentou o ritmo das estocadas e não demorou a gozar na bunda da menina. A irmã não demorou nada a vir limpar todo o leite quente que o vizinho derramou na bunda da Carolina.

Eles foram tomar banho. As gêmeas limpavam juntas a tão sonhada pica de Gustavo. Logo, já se agachavam e lambiam aquele caralho mole, que já estava começando a voltar à ativa.

As duas revezavam o boquete em Gustavo. Enquanto uma chupava, a outra passava a mão sobre a boceta, revelando intenso prazer naquela sacanagem. Eles voltaram para sala e o homem já estava pronto para outra, agora era a vez de Karina. Ela se posicionou de ladinho e ele entendeu o recado. Meteu na boceta da menina e começou a bombar forte. Enquanto era comida pelo vizinho, Karina tinha os peitos sendo chupados pela irmã.

As coxas de Gustavo pressionavam a parte de trás da bunda de Karina, enquanto sua pica penetrava fundo na xoxota da garota.

- A mãe de vocês ia ficar orgulhosa em ver as putinhas que tem em casa. – Disse Gustavo metendo ainda mais rápido e forte.

Então, de repente, o telefone começou a tocar: era Sandra. Ele teve uma idéia: mandou as duas se beijarem.

- Silêncio.

Sem parar de meter, ele atendeu.

- Oi amor.

- Oi Sandrinha.

Sua pica penetrava a boceta da filha do vizinho. Ela beijava a irmã gêmea na boca, enquanto ele falava com a sua namorada.

- Como está aí? – Perguntou preocupada.

- Ótimo. – Respondeu sorrindo.

As duas também sorriram. Deduziram o que Sandra havia falado e agora se agarravam com mais intensidade, soltando gemidinhos leves de prazer.

Sandra fazia várias perguntas enquanto as garotas se agarravam e a pica de Gustavo fodia Karina.

- Já comeu, meu amor?

- To comendo agora.

Ele não pode deixar de rir com aquilo. Aumentou o ritmo e a força das estocadas em Karina, e pediu para a Carolina abrir as pernas da irmã para facilitar a penetração.

- O que é isso? – Perguntou Sandra – To ouvindo um barulho estranho.

- Nada não amor. Você demora pra vir?

- Um pouco. Tudo bem?

- Tudo.

- Ótimo, beijos, tchau.

- Tchau.

Karina já havia gozado bastante. Sabia disso pois a sua irmã conseguia passar a língua sobre aquela boceta que abria e fechava com a entrada do caralho. Ela saía de lá com a boca branca de porra feminina.

- Que delícia mana. – Falou fechando os olhos e saboreando.

Ao ouvir isso Karina gozou mais uma vez. Ele tirou o pau da boceta dela. Pegou as duas pela mão e as levou para a poltrona. Ele sentou e as duas começaram a disputar cada centímetro daquela pica com a língua. O telefone tocou novamente: dessa vez era Tori.

- Olá Gustavo, como estão as meninas?

- Ótimas. Elas estão em boas mãos – Disse ele, olhando para baixo e vendo as duas mamando em seu pau como duas putas.

- Eu só queria falar pra você não se esquecer de dar leite para elas. Faz parte da dieta.

- Quente ou frio? – Perguntou Gustavo rindo da situação.

- Quente. – Disse.

Elas agora misturavam um beijou e um boquete. As duas línguas circulavam pela cabeça do pau de Gustavo

- Tudo bem Tori, vou enchê-las de leite quente agorinha.

Obviamente ele não entendeu o que Gustavo quis dizer, porque riu bastante.

- Obrigado.

E desligou.

- Seu pai quer que eu dê leite quentinho pra vocês. – Disse Gustavo a elas. – Já que ele insiste.

As duas deram boas gargalhadas. Gustavo se levantou e as duas ajoelharam-se e estenderam as línguas, como duas cachorras idênticas. Ele se punhetava rapidamente e não demorou a despejar a porra quente no rosto das duas, que lambiam os beiços agradecidas.

- Que leite gostoso! – Exclamou Karina – Vou querer mais.

- Você vai ter – Falou Gustavo segurando a cabeça dela e mergulhando aquela boquinha jovem em seu pau cheio de porra – Sempre que quiser.

SINOPSE DO  EPISÓDIO 5 – 100% bêbados

DIA 6 DE JUlho

* Sandra e Gustavo dão uma festinha e convidam apenas as pessoas mais próximas. Com muita cerveja, logo, todos vão ficando muito bêbados, exceto Paulo, um amigo de Gustavo que veio de carro, e por isso não bebeu. Gustavo come uma amiga de Sandra na cozinha e logo depois pega no sono. Enquanto os maridos dormem, as mulheres aproveitam para transar com Paulo.

Episódio 3 – Clube da Lulu 22 22UTC Junho 22UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 3 – CLUBE DA LULU

Saluttie estava muito animado como sempre é nos fins de semana. Os habitantes da casa quatro eram os únicos ausentes: foram à igreja. Os homens juntaram umas cadeiras no lado de fora de suas casas para conversar e beber. Já as mulheres preparavam a carne do churrasco na cozinha e conversavam. Na roda das mulheres…

- As garotas de hoje em dia estão cada vez mais atrevidas. – Dizia Roberta séria. – Na festa que fomos ontem, uma garotinha de 17 anos deu em cima do Pedrinho na minha frente. Pode?

As outras concordaram com a amiga.

- É Angélica – Começou Deise olhando para a outra. – Você tem sorte de ter filhas tão bem criadas.

Carolina e Karina não estavam presentes, preferiram ficam em casa. Angélica sorriu e concordou.

- São muito boas as suas crianças – Elogiou Sandra – Um dia quero ter filhas como elas, com o Guto.

As outras suspiraram com aquela demonstração de amor. Deise logo expôs sua opinião.

- Eu não quero ter filhos por enquanto. Prefiro não criar nenhum compromisso com nenhum homem.

- É, pode ser. – Concordou Claudia com sua voz grave e suave – Mas quando você arranjar um homem pra casar, vai querer ter um filho com ele, não é?

- É claro – Respondeu – Mas ainda não quero um homem pra mim, prefiro dois, três ou quatro.

Ela riu e as amigas a acompanharam. Chegaram finalmente ao seu assunto favorito.

- Ah. Eu não posso dizer o mesmo. – Comentou Sandra com ar de “fazer o quê?” – não sei como é.

Deise a olhou estupefata e sorridente.

- Não?

- Não.

As outras estavam nervosas. Cada uma achava que era a única a nunca ter experimentado. Porém, não eram.

Deise se virou para as outras que logo confirmaram também nunca terem passado do simples e singular “um”.

- Você já? – Perguntou Angélica levantando as sobrancelhas.

- Já.

Bombardeio é a palavra mais correta. Um bombardeio de perguntas recaiu sobre Deise: Como é? É bom? Onde foi? Quando foi? Com quem foi? Eram dois? Três? Quatro? Cinco?

As perguntas não cessavam, mas Deise não respondia a nenhuma. Apenas ria.

- Vocês querem experimentar?

Elas queriam, mas não aceitariam assim tão rapidamente. Hesitaram primeiro, pensando se deveriam assumir às amigas o quanto queriam transar com vários homens ao mesmo tempo. Especialmente Angélica, Sandra e Roberta, que possuíam um relacionamento.

- É claro – Concordou Claudia antes de todas as outras.

Roberta pensou.

- Eu vou.

- Se ela vai, eu também vou. – Decidiu-se Sandra, segurando a mão da amiga e sorrindo.

As quatro viraram-se para Angélica, querendo saber se ela aceitaria. Angélica era casada há vários anos. Já traíra o seu marido muitas vezes, inclusive com o namorado de Sandra, entretanto, ninguém sabia disso. Agora, se aceitasse, todos descobririam o quão corno era o seu cônjuge e o quão puta ela era. Mas sentia uma vontade incontrolável de ter vários homens fortes a agarrando e abrindo suas pernas com brutalidade, de sentir o seu cu e sua boceta sendo penetradas por grossas picas enquanto chupava outra, masturbava outras e mais outras despejavam o seu líquido masculino sobre seu corpo, de ter diversas mãos grandes segurando-a forte, puxando o seu cabelo e apalpando seus seios ao mesmo tempo, de colocar dúzias de chifres em seu marido em uma única noite…

- Tudo bem. Eu vou.

Cada um inventou uma desculpa à seus parceiros e foram, na terça-feira. Escolheram esse dia porque Deise conhecia um pessoal que trabalhava lá e cobrar alguns favores seria mais fácil quando houvesse menos movimento.

Angélica dirigia e Deise ia ao seu lado mostrando o caminho. As outra se divertiam no banco de trás. Escolheram as roupas mais ousadas que tinham para esse dia especial.

Chegaram ao local em quinze minutos. Algo que parecia um casarão com um muro alto. No muro lia-se em letras enormes, coloridas e cheias de floreios: “Clube da Lulu”. Elas passaram pelo portão eletrônico e estacionaram com os outros tantos carros que ali estavam parados.

Logo que passaram pela porta, puderam notar que, dali pra frente, fariam qualquer coisa. Muitas mulheres rodeavam uma espécie de passarela mais alargada, onde um homem moreno fortíssimo já estava só com uma calça de couro. Ele dançava e ameaçava tirá-la, enquanto as mulheres mais próximas se esticavam para tentar pegá-lo.

- Não se iludam meninas – murmurou Deise vendo os brilhantes olhos das amigas – Não viemos aqui para isso.

Elas seguiram Deise até uma porta lateral, onde ela entrou sozinha. Alguns minutos depois, voltou com um sorriso e as mandou entrar. O corredor era largo, mas não muito longo. Um homem forte de uns 45 anos as esperava sorrindo. Mandou-as entrar à direita e seguir em frente. Passaram por muitas portas, mas não tiveram curiosidade de saber o que era. Estavam olhando a escada para a qual se dirigiam.

- Vocês vão adorar! – Exclamou Deise excitada.

Só de terem chegado até ali, as minúsculas calcinhas das mulheres estavam molhadas. Subiram a escada e o que ela viram parecia o paraíso: homens lindos e fortes, negros, morenos, brancos, loiros, alguns sem camisa, outros só de shorts, outros com a calça de couro do homem que dançava, outros com a vestimenta completa de couro. Todos pararam o que estavam fazendo para observar aquela situação atípica.

- Essas aqui – explicou o homem de 45 anos com um sorriso malicioso – precisam de um serviço especial.

Os homens sorriram e encararam as mulheres, envergonhadas e excitadas.

Aos poucos, os homens foram se juntando em volta das mulheres em pequenos grupos e separando-as. Cada uma foi para um lado rodeado de dois ou três homens. Sandra estava acompanhada de um negro forte sem camisa, e dois morenos. Ela escolheu o negro para beijar primeiro, e logo percebeu que seria totalmente domada.

O homem a beijou forte enquanto os outros passavam a mão por suas bundas e seios. Ela sentiu alguém pegando a sua mão (que já repousava nas costas do negro) e puxando-a para junto de um grosso pau. Sandra já estava enlouquecida de beijar um homem, e segurar o pau de outro sem nem saber quem é.

As roupas dela foram tiradas em conjunto, o que a excitou ainda mais. Enquanto o negro tirava sua blusinha decotada, um dos morenos abaixava a sua saia e o outro aproveitava para apalpá-la ainda mais. A calcinha e o sutiã foram literalmente arrancados de seu corpo, inutilizando-as completamente. Sandra se agachou e desabotoou a calça do negro, revelando um cacete enorme e rijo. Não demorou a por na boca. Ainda desacostumada àquela quantidade de picas rodeando, não teve muita coordenação para chupar e masturbar os outros ao mesmo tempo, portanto, acabou decidindo-se por alternar as chupadas nos três.

Com a visão periférica, ela viu Angélica nua delirando sobre o pau de um homem deitado no chão, enquanto chupava um outro que estava em pé. Excitou-se com isso e resolveu experimentar. Parou de chupar e olhou pra cima com cara de quem quer dar. Eles entenderam o recado, deitaram na de lado e um dos morenos levantou-lhe as pernas. O outro deitou-se à seu lado e enfiou devagar em sua boceta. O negro, esperto, não demorou a cuspir naquele cú relaxado de Sandra e forçar a entrada. Demorou um pouco, pois o caralho do homem era muito grande. Forçou até entrar, tirando um gemido de dor da boca de Sandra.

Era uma sensação completamente nova, ter aqueles dois paus entrando nela em ritmos diferentes. Ela se sentia indefesa e penetrável. Gostou ainda mais quando o terceiro largou as suas pernas e veio se curvar sobre ela com o caralho enorme tentando penetrar sua boca. Sandra não demorou a abocanhá-lo e chupá-lo com vontade.

Os outros conversavam e riam, mas Sandra não os ouvia. Pelo visto, resolveram acabar com ela de vez. Os dois que comiam seu cu e sua boceta, subitamente, começaram a bombar forte e rapidamente nela. Foi difícil agüentar aqueles dois caralhos enormes penetrando tão rápido e forte os dois buracos de Sandra. Ela parou de chupar o pau do outro porque começou a gemer muito alto, e não conseguia parar. Sentiu os outros grupos olharem-na, enquanto os seus machos fodiam-na como se fosse uma puta.

Ela viu outros homens chegando agora e fazendo cara de que não entendiam. Rapidamente, o negro que relaxava o seu cu se levantou rapidamente, se vestiu e saiu correndo por uma porta oposta a que ela entraram. O mesmo fez mais outros dois homens que fodiam suas vizinhas. Os que chegaram não demoraram a substituí-los. Eles estavam suados, o que fez Sandra desejá-los ainda mais. Viu de relance o homem que dançava quando elas chegaram. Ele parecia indeciso sobre qual daquelas mulheres gostosas ele iria comer. Sandra o ajudou.

- Ei… ah… você… ah… vem… – Ela ofegava e não conseguia falar direito, mas ele entendeu o recado e foi até ela.

O homem que tinha o pau por sobre o rosto de Sandra esperando para ser chupado correu para trás dela e meteu em seu cú. Ele queria foder agora. O que comia sua boceta, pulou para a sua boca e o novato suado, preencheu aquela xana com a sua pica grossa.

Ficaram assim por um tempo, até desejarem mudar de posição. Levantaram-na e fizeram Sandra se curvar. Com as duas mãos, um dos homens levantou sua bunda a ponto de seus pés saírem do chão. Ela rapidamente se agarrou às pernas do que estava a sua frente. O que estava atrás enfiou no seu cu tão rápido que Sandra se assustou: seu cu nunca relaxara tanto assim. Ela estava sendo carregada pelos dois homens, enquanto o terceiro chupava os seus seios que balançavam sobre o ar. A boca de Sandra agarrou-se ao pau do homem a sua frente com ferocidade, e a cada estocada forte que recebia no cu era uma chupada gostosa que dava no da frente. O homem que comia seu cu bombou mais rápido até gozar nas suas costas. Sua força vacilou e Sandra desabou com suavidade no chão. O que chupava os seios dela segurou-a e a pôs de quatro sobre o que, antes, tinha oferecido a pica para Sandra chupar. Ele não tardou a comer a boceta já completamente vermelha da mulher. O outro, vinha por trás e posicionara o caralho na entrada do cu de Sandra. Era fascinante.

Ela não conseguiu contar quantas vezes gozou. Nessa posição, ela conseguia ver Deise à frente em uma posição que ela sabia que jamais conseguiria fazer. Via claramente os dois caralhos foderem o rabo e a xoxota da amiga além da pica enorme que entrava em sua boca. A amiga viu que Sandra a observava e sorriu para ela. À direita, ela via a Roberta deitada entre um homem branco e um moreno gemendo loucamente com aquelas picas que a fodiam. Tentou olhar para trás para ver Angélica, mas não conseguiu.

Seguiu assim por um longuíssimo tempo. A intervalos regulares, alguns saíam para ir ao palco, e os outros voltavam. Eles resolveram também trocar as mulheres de vez em quando: Sandra já tinha sido comida pelo negro, os dois morenos, o que estava dançando, um louro e um que tinha cara de mexicano.

Sandra sentia o cu latejar de tanta pica que havia entrado naquela noite. Ela nunca deu tanto assim. Sentia a boceta vermelha e inchada. Sentia o seu suor se misturar com o suor dos homens fortes que a fodiam.

Os dois que estavam comendo Sandra saíram de seus postos e a mandaram ajoelhar. Ela obedeceu sem pestanejar. Viu o caralho de ambos sendo masturbados a centímetros de sua face e sentiu água na boca só de imaginar o que viria dali a pouco. Não conseguiu evitar: passou a língua na cabeça de um, e depois de outro. Não demorou muito e os dois gozaram.

Jatos fortes de porra quente cobriram o rosto alegre de Sandra. Ela se deliciava com todo aquele leite derramado sobre ela e lambia tudo que conseguia. Não conseguia resistir à tentação de enfiar aquelas rolas tão gostosas na boca. E cada chupada que ela dava tirava mais porra da pica dos homens. Ela engolia tudo satisfeita.

A chuva de porra foi tão grande que começou a escorrer pelo seu pescoço em direção à seus seios. Ela adorava isso.

Sandra segurou os dois paus que iam amolecendo e beijou um de cada vez, dizendo:

- Obrigada minha rola gostosa.

Aos poucos as outras também iam terminando o seu sexo. Por fim, cada uma recolheu a suas roupas, mas não a vestiram: elas adoravam a sensação de estar nua no meio de todos aqueles homens. Foram para o meio do camarim e lá ficaram, todas nuas e cheias de porra. Exaustas e cobertas de suor, elas trocaram alguns olhares e sorrisos.

Um dos homens se aproximou e pediu-lhes as calcinhas. Elas deram, ainda sorrindo. Ele as pendurou em um prego na parede oposta à entrada.

- Voltem sempre que quiserem. – Disse o homem olhando para Angélica, que sorriu em retribuição.

- Com certeza voltaremos. – Suspirou alegremente Sandra com a porra de dois machos escorrendo pelo pescoço.

SINOPSE DO EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS / DIA 29 DE JUNHO

Tori e Angélica vão fazer um programa a dois. Eles não querem que suas filhas fiquem sozinhas e a deixam sob os cuidados de Gustavo (que é em quem eles mais confiam): Sandra havia saído para fazer compras com Deise. Eles passam um dia muito erótico.

Episódio Dia dos Namorados 15 15UTC Junho 15UTC 2008

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SALUTTIE

COMEMORATIVOS

DIA DOS NAMORADOS

Quinta-Feira. Dias dos namorados. Em geral, Sandra e Gustavo passavam o dia em um motel transando. Era a comemoração perfeita. Só no final do dia, quando voltavam para casa é que eles trocavam os presentes. Mas nesse ano eles queriam algo diferente. Algo melhor que todas as outras coisas que já tivessem feito nos últimos três dias dos namorados que passaram juntos.

Logo de manhã, Gustavo acordou Sandra com um beijo.

- Feliz dia dos namorados meu amor.

Ela sorriu e retribuiu o beijo, ainda um pouco sonolenta.

O relógio marcava próximo das seis da manhã.

Na escuridão do quarto, Gustavo subiu por cima de sua namorada ainda beijando-a. Acordaram cedo para isso.

As mãos dele percorriam todo o corpo da namorada, deixando-a louca. Desceu lentamente seus lábios até encontrar a região abaixo do seu umbigo. Sandra já tinha os olhos fechados e um enorme sorriso no rosto. Sua camisola macia denunciava os mamilos enrijecidos. A confortável calcinha possuía o aperto ideal sobre sua boceta.

- Que cheiro gostoso! – Exclamou Gustavo sorrindo. Agora, o seu nariz encontrava-se exatamente no meio das pernas da mulher, sobre a calcinha. Passou a língua algumas vezes antes de mordê-la levemente e tirá-la com a boca.

Passou a língua sobre o clitóris da mulher, fazendo-a gemer. Ficou ali, lambendo e chupando por algum tempo. Logo, tirou a camisola da namorada. Sandra retribuiu, abaixando o pijama de Gustavo, revelando um pau muito duro. Chupou-o. Passava a língua devagar sobre todo o membro de seu namorado. Com as mãos pequenas e macias, massageava o saco dele. Com as mãos no cabelo de Sandra, ele sorria.

Ficavam revezando o sexo oral por um tempo, e logo já estavam completamente excitados. Gustavo deitou Sandra na cama. Abriu as pernas dela e enfiou, primeiro vagarosamente, depois com mais vontade.

- Ai, que gostoso. Mete vai, com mais força.

Ela pedia e ele obedecia. Metia forte na namorada. Sandra gemia enquanto sua boceta era preenchida com o caralho de Gustavo.

Transaram por um longo tempo. Eles ainda fizeram sexo anal, com Sandra galopando ferozmente sobre o pau do namorado. No fim, ela ainda engoliu toda a porra despejada por Gustavo.

- Que pena que temos de trabalhar hoje, não é? – Disse Sandra, agarrada a ele depois de terem transado.

- É. Mas depois vamos aproveitar. Eu passo lá na clínica pra te buscar, ok?

Ela sorriu.

- Tudo bem.

Sandra o beijou. Antes de saírem, trocaram os presentes habituais de namorados.

O dia de trabalho passou muito rápido. Logo, Gustavo já estava na porta da clínica veterinária onde ela trabalhava, esperando-a de carro.

- Aonde vamos? – Perguntou, entrando no carro e beijando seu namorado.

- Surpresa.

Eles riram e partiram em direção a um lugar secreto.

Já começava a escurecer, e eles corriam pela estrada deserta.

- Ah, você já pode me dizer pra onde vamos? – Perguntou Sandra sorrindo.

- Ainda não.

Mas os planos de Gustavo foram atrapalhados. O carro começou a engasgar e parou. Por sorte, eles estavam perto de posto de gasolina.

- Que droga! – Exclamou.

- E agora Gu?

Ele pensou. E agora?

Os dois estavam no meio do nada, em um posto de gasolina, onde não havia ninguém a não ser os funcionários e um caminhão-carroça parado além, atrás do posto. Gustavo conversou com um dos mecânicos do posto mostrando o carro e o possível problema.

- É. – Disse o mecânico – Pode demorar algumas horas até ficar pronto pra viagem. Vocês podem esperar ali na loja de conveniência.

Arrasados, os dois seguiram até a loja. Entretanto, subitamente, uma idéia louca surgiu na cabeça de Gustavo. Olhou para Sandra e essa parecia entender: olhava para seu namorado e para o caminhão-caçamba. O desejo de fazer algo louco tomou conta de ambos e, sorrateiramente, dirigiram-se até a parte externa daquele posto de gasolina. Contornaram-no e começaram a correr. As paredes da caçamba eram altas, provavelmente os esconderia.

Sandra subiu com ajuda de Gustavo, que logo foi atrás. Aquela caçamba estava forrada com muita palha e havia vários cachos de bananas em um dos cantos. Beijaram-se.

Os dois deitaram sobre a palha. A mão de Sandra foi mais rápida que a de Gustavo. Encontrou o pau do namorado antes que a dele apertasse os seus seios. Despiam-se rapidamente. Primeiro, as camisetas, depois as calças. Logo, Sandra já estava com os seios de fora e a calcinha encharcada com a possibilidade de transarem naquela caçamba. A cueca de Gustavo não escondia o caralho duro que vivia ali dentro.

- Feliz dia dos namorados, meu gostoso. – disse Sandra abaixando a sua cueca e caindo de boca no seu pau.

Chupava muito bem. As mãos ajudavam a excitá-lo. Gustavo praticamente fodia a boca da namorada, que fechava os olhos e delirava com aquele membro esfregando-se em seus lábios.

Passaram um bom tempo assim, até Gustavo sentir o gozo se aproximando. Rapidamente, ele tirou a pica da boca da namorada e começou a se punhetar.

- Bebe tudinho minha cadelinha. Bebe gostoso.

Sandra sorriu com o xingamento e abriu a boca para receber o jato de porra quente que não tardou a vir. Encheu a boca dela a ponto de escorrer pelos cantos. Ela deixou porque sabia que ele gostava: todas que transavam com ele sabiam que ele gostava.

A mulher engoliu a porra e foi a vez de Gustavo trabalhar. Arrancou ferozmente a calcinha da mulher começou fazer movimentos frenéticos com a língua sobre seu clitóris. Sandra se contorcia e gemia baixo. As próprias mãos percorriam o seu corpo, quase como se pedisse para Gustavo apalpá-la.

Não demorou muito e Sandra gozou. Percebendo isso, Gustavo desceu um pouco mais e recolheu com a língua o líquido da xoxota da namorada. Sem engolir, deu um beijo nela, deixando-a ainda mais excitada.

O pau de Gustavo voltara a endurecer. E foi no momento que ele iria meter na mulher, o caminhão começou a tremer. Balançou um pouco e começou a andar, primeiro vagarosamente, depois mais rápido.

Muito excitados, os dois começaram a rir baixinho. A palha roçava a bunda de Sandra e ela sentia tesão com isso. Gustavo posicionou a mulher e enfiou o cacete nela.

O movimento do caminhão aumentava a força das estocadas de Gustavo em Sandra. Ele ia e vinha com muita velocidade, deixando a boceta da namorada vermelha. A mulher mandou ele esperar um pouco, passou uma de suas pernas pela frente do namorado, ficando com o corpo de lado. Sorrindo ela pediu:

- Eu quero dar de ladinho. Você me come?

Ele respondeu com o caralho. Colocou seu cacete na entrada da boceta dela e meteu com força. Seus peitos balançavam durinhos enquanto a pica de Gustavo adentrava sua xana.

Ela gemia alto, mas o caminhão estava tão rápido que o vento escondia sua voz.

Ficaram muito tempo transando naquela posição: Sandra de lado e o caminhão correndo, mas Gustavo queria que fosse completa para ser perfeito. Mandou a namorada ficar de quatro. Ela obedeceu. Olhando para aquela bunda empinada, ele viu um monte de palha pregada. Gustavo cuspiu no meio do cu da namorada e não demorou a penetrá-la devagar. Sandra, por impulso, agarrou uma das bananas e a apertou forte.

Gustavo achava delicioso comer o cu de sua mulher de quatro, em um veículo em movimento. Sandra fechou os olhos. Sentia a pica de Gustavo arregaçar o seu cu, enquanto imaginava que aquela banana era outro homem ali presente. Ela queria ser penetrada duplamente.

A mão que punhetava a banana saiu do chão e foi de encontro à sua boceta. Gustavo riu quando ela enfiou metade da banana e a deixou lá, retornando à sua posição de cadela.

Gustavo fodeu forte o cu de sua namorada. Parecia querer abri-lo a ponto de caber uma mão lá dentro. Enfiava forte e dava tapas na bunda da mulher, fazendo a palha pregada, cair.

Ele sentiu o gozo se aproximar a aumentou ainda mais a velocidade das estocadas. Inundou o cu da namorada com sua porra, e quando tirou o pau daquele buraquinho relaxado, o líquido começou a escorrer por sua perna.

Exaustos, eles deitaram na palha e começaram a rir. Já estava bem escuro agora.

Eles se vestiram e esperaram ainda uns dez minutos até o caminhão parar, no posto seguinte. Aguardaram a saída do motorista para pular fora daquele caminhão. Por sorte, um outro casal (que eles conheceram na loja de conveniência) ia na direção de volta. Pediram carona e eles deram.

Quando chegaram ao outro posto, o carro já estava arrumado. Gustavo pagou e eles se foram para casa. Chegando lá, eles ainda tiveram ânimo para uma nova transa. A noite, ambos dormiram sorrindo, lembrando-se do melhor dia dos namorados de suas vidas.

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!!

SINOPSE DO EPISÓDIO 3 – O CLUBE DA LULU / DIA 22 DE JUNHO

Deise convida as amigas para uma festa só com mulheres e muita sacanagem. Deise, Sandra, Cláudia, Roberta e Angélica vão a um clube de mulheres e lá transam com muitos caras ao mesmo tempo.

Episódio 2 – A festa 8 08UTC Junho 08UTC 2008

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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 02 – A FESTA

O fim de semana chegou ensolarado em Saluttie. Como de costume, grande parte dos moradores se reuniam na área do condomínio com direito a pagode, samba, cerveja e muita conversa a ser posta em dia.

Sandra contava à Deise, a sua melhor amiga, como conseguira o seu novo emprego. Elas trocavam boas risadas daquilo tudo, mas tiveram que parar, pois Roberta e Angélica se aproximavam.

- Olá meninas. – Disse Angélica.

As mulheres se davam muito bem, mas não tinham intimidade para contar os segredos eróticos.

- Olá.

As duas puxaram uma cadeira e formaram um pequeno grupo. Do outro lado, os homens, como sempre, bebiam e falavam de futebol e mulher.

Era muito animado ficar ali junto com os vizinhos jogando conversa fora. O clima sabadeiro atingia a todos. Tori então, chamou a todos e anunciou:

- Amanhã darei um churrasco em uma chácara que eu tenho. Apenas uma reuniãozinha de amigos. Estão todos convidados.

- E onde é essa tal chácara? – Perguntou Rogério.

Tori explicou a todos o endereço e a maioria concordou em ir.

- Levem roupas de banho. Tem uma piscina muito boa lá.

Deise se animou. Adorava se mostrar.

- Nós vamos. – Disse Gustavo abraçando sua namorada.

No dia seguinte eles estavam muito animados. O clima estava quente. Perfeito para um churrasco com piscina. Gustavo colocava as coisas na mochila quando Sandra apareceu de biquíni:

- O que achou?

Era roxo e pequeno. Ressaltava perfeitamente as boas formas da mulher.

- Você está linda. – Exclamou Gustavo abandonando o que estava fazendo e indo beijar a namorada.

Com um sorriso safado ele passou a mão na bunda dela e a segurou.

- Hoje a noite a você vai se ver comigo.

- Hoje a noite? – Perguntou enquanto passava a mão por seu peito e descia até o seu pau.

Eles se animaram. Gustavo desceu sua boca até os seios da mulher, tirando o seu biquíni. Já estavam até subindo no sofá quando eles ouvem uma voz e alguém batendo na porta.

- SANDRA.

Era Deise.

A amiga iria com eles para a chácara de Tori.

Decepcionados, eles se recompuseram e prometeram foder muito quando chegassem. Sandra abriu a porta. Ela, Cláudia, Felipe, Bruno os esperavam.

- Ainda não estão prontos? – Perguntou Cláudia cumprimentando a amiga e entrando para cumprimentar Gustavo.

- Estamos quase lá.

Felipe deu uma bela olhada em Sandra antes de cumprimentá-la com um beijo na bochecha.

- Você está linda. – Comentou deixando a mulher corada.

- E aí Guto, tudo bem? – cumprimentou Felipe entrando.

Felipe era muito amigo de Gustavo. Conheceram-se através de um amigo em comum da faculdade. Ajudaram-se em alguns problemas e passaram a ser grandes parceiros. Eles se abraçaram.

- Eu to bem, e você?

- Ótimo.

Pouco tempo depois e eles já saiam pela porta em direção ao carro de Gustavo. Sandra “cobrira-se” com um shortinho branco e uma camiseta regata semi-trasparente.

Seguiram todos os caminhos indicados por Tori até chegarem, meia hora depois, a uma grande chácara praticamente fora da cidade. Antes de entrarem, souberam que o dia seria muito divertido.

Muitos carros já estavam estacionados. Algumas pessoas tomavam banho na piscina e um grupo de homens jogava futebol no campo. Alguns mais velhos bebiam cerveja, comiam e conversavam na área coberta. Tori e Angélica estavam lá.

Aproximaram-se deles e cumprimentaram os amigos. Gustavo não pôde deixar de reparar no quanto Angélica estava gostosa. Usava um biquíni amarelo que deixava seus duros mamilos ressaltados. A parte de baixo era (por não ter palavra melhor) minúscula se comparada aos seus quadris enormes. Os óculos escuros da mulher deixavam os olhos levemente a mostra. Gustavo percebeu que ela o encarava e não hesitou em sorrir.

A noite chegou em um piscar de olhos. Logo, a maioria estava “mais alegrinha” por causa da bebida. As mulheres ainda mantinham o biquíni molhado da piscina. Todos falavam alto.

- Amor – Disse Angélica a Tori. – Eu acho que vou dormir. Estou um pouco cansada.

Ele nem deu atenção.

A mulher se foi. Gustavo reparou no considerável sorriso da mulher ao olhar para ele. Não podia perder a chance. Sandra já havia desaparecido há um tempo com Deise e Claudia. Provavelmente estavam tendo uma conversa de mulher.

Levantou-se cautelosamente e a seguiu sem que ninguém percebesse. Angélica entrou no banheiro (meio afastado), claramente ciente de que alguém a seguia. “Esqueceu-se” de trancar a porta.

- Olá. – Disse Gustavo na arco de entrada do banheiro.

Angélica fingiu um susto. Já estava sem a parte de cima.

- Nossa, que vergonha! – Exclamou com o braço sobre os seios, tornando-os ainda mais provocantes.

Ele riu. Entrou no banheiro e fechou a porta por dentro.

- Estava com saudades de você. – Comentou, antes de segurar sua cintura e puxá-la para um caloroso beijo.

Gustavo e Angélica já transaram em outras ocasiões, mas não eram amantes fixos. Foram raras às vezes em que tiveram a oportunidade, mas não desperdiçaram nenhuma delas.

Os seios de Angélica pulavam, tal a agressividade do beijo. Já não se preocupava mais em escondê-los: usava suas mãos para agarrar e arranhar.

Todos os cinco dedos da mão direita de Gustavo pousaram sobre a bunda macia da mulher. A apertava como se fosse uma almofada. Estapeou-a uma vez. Duas. Três. Ele gostava de fazer isso.

Mas não tinham tempo para brincadeiras. Teriam de ser rápidos. Gustavo colocou a mulher sobre a pia baixa. Por sorte, suas cinturas emparelharam. Ela riu.

- Acaba comigo meu gostoso.

Ele não demorou a obedecer. Abaixou ligeiramente a sunga. Era excitante transar usando alguma roupa. Gustavo pegou na mão de Angélica e levou-a até seu biquíni. Ela sabia o que fazer: puxou-o para o lado, revelando uma xoxota rosada e molhada.

Ele enfiou devagar, com cuidado, mas logo aumentou o ritmo. As estocadas faziam Angélica tremer sobre a pia. Agarrou-se a ele para se equilibrar melhor. O homem segurava as cinturas curvilíneas com força. Logo, passou a apalpar seus seios.

A mulher gemia sem pudor. Parecia não ter tido uma boa transa há muito tempo. Pulava enlouquecidamente sobre o pau de Gustavo. Sentia seu membro penetrar-lhe com força e delirava. Adorava aquelas mãos grandes em seus seios.

Gustavo avisou que ia gozar. Ela saiu de cima dele e terminou a transa com um boquete muito bem pago. A porra escorria por seu rosto, enquanto ela sorria.

Distante dali, na floresta além do campo de futebol, se encontrava Sandra. Ela não estava tendo uma conversa de mulher. Ela não estava nem com outra mulher. Encontrava-se ali, grudada em uma árvore, nua, com Felipe a sua frente, comendo-a.

- Ai meu Deus, que delícia vai, ahhhhh…

Sandra gozou, e não foi a primeira vez que fez isso aquela noite. Ela sentia o corpo atlético de Felipe encostar-se ao dela e pressioná-la com prazer. Agarrava-se a ele e facilitava o seu trabalho, mas ela queria mais. E ele sabia disso:

- Eu quero no cú – Disse ela sem pensar – Eu quero no cú.

Felipe a libertou. A mulher caiu no chão.

- Eu vou dar o que você quer, cachorra! – Exclamou dando um tapa forte em sua bunda.

Ela se alegrou, adorava sexo anal.

O homem segurou-a pela barriga e puxou-a para cima, deixando-a de quatro. De quatro: a posição preferida das cachorras como Sandra.

Ele cuspiu na mão e passou sobre a entrada anal da mulher. Com as duas mãos, ele abriu caminho. Sandra se sentia indefesa, estando de quatro e com o cú desprotegido. Sentia como se a qualquer hora alguém fosse invadi-la, e essa sensação a fazia sorrir.

Felipe aproximou seu pau moreno do cú da mulher de seu amigo. Enfiou-o vagarosamente, enquanto ela dava alguns gemidos de prazer e dor. Deixou lá um tempo para que ela se acostumasse, e então começou.

O vai-e-vem veloz de Felipe levava Sandra ao delírio. Ela se apoiava no chão, mal se agüentando, enquanto o melhor amigo de seu namorado enrabava-a como se ela fosse uma puta. Ela gostava de pensar que era. Ele também.

As mãos de Felipe, inicialmente encaixados nas covinhas das costas de Sandra, agora subiam e encontravam o seu ombro. Usava as mãos para pressioná-la em direção ao seu caralho. Logo, estava puxando seus cabelos. Quanto mais forte ele metia, mais forte puxava os cabelos dela.

Felipe aumentou a velocidade das estocadas até inundar o cú de Sandra com muita porra. Quando tirou a pica mole de dentro dela, o homem ainda puxou os seus cabelos e a fez limpar o caralho com a boca. O que ela fez de muito bom grado.

Voltaram para a casa, onde a noite estava apenas começando.

Sandra encontrou Deise e Claudia, e essas não demoraram a querer uma “verdadeira” conversa de mulher. Revelaram à amiga tudo que fizeram com os amigos casados de Tori.

- Nossa amiga, ele me pegou forte e mamou nos meus peitos. Depois ficava esfregando aquela pica grossa por baixo da sunga na minha perna, eu fiquei toda molhada só de sentir. Chupei aquela rola até ele gozar na minha cara. E quanta porra. Me lambuzei todinha. Aí ele me pôs de quatro e meteu em mim até eu não agüentar mais. Eu já estava exausta e ele ainda não tinha nem começado. Tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Me enrabou tanto que achei q não ia mais conseguir fechar de novo. Deixou a minha bundinha toda relaxada. Ainda gozou nos meus peitos depois…

- Eu passei o pé na pica dele por debaixo da mesa e o safado, na maior cara de pau começou a me comer com os olhos, na frente da mulher. Fingi que ia pegar uma cerveja e ele veio atrás. Mal tive tempo de beijá-lo e ele já enfiava aquela rola em mim. Ele me empurrou na pia e me fez debruçar sobre ela. Afastou o meu biquíni e me comeu. O safado não tirava a mão dos meus peitos. Deu muitos tapas na minha bunda, e só não comeu meu cú porque não ia dar tempo. Mas antes de a gente ir embora, eu dou o meu rabo pra aquele macho gostoso…

Sandra ouvia tudo, muito excitada, depois ainda contou o que ela mesmo fizera.

Gustavo observava a esposa de longe. Ainda estava excitado. Queria mais. Foi, silenciosamente, ao quarto onde Angélica dormia com uma camisolinha muito leve e que marcava o seu corpo. Ele a acordou com uma pica na boca.

Em pouco tempo eles já estavam novamente nus e a pica de Gustavo entrava vagarosamente pelo cú de Angélica apoiada com as mãos na cama e os pés no chão. Ela gemia, agora mais silenciosamente, mas mal podendo se conter. Rebolava no caralho de Gustavo muito excitada.

Ele a virou e a colocou de lado na cama. Angélica levantou um pouquinho a perna para que ele entrasse melhor. Funcionou. Gustavo continuou se deliciando com a bunda enorme da anfitriã da festa. Apalpava, apertava, batia, e a mulher pedia sempre mais. E sorria ao falar:

- Meu cú não merece ser daquele corno. Ele tem que ser todo seu.

Isso era verdade. Uma bunda como aquela não poderia ser desperdiçada. Deveria ser penetrada o máximo possível e, de preferência, pelo maior pau possível. Nesse momento, o maior era o de Gustavo.

Ele aumentou a velocidade, indicando que estava perto de gozar. Antes de fazer, tirou o pau e despejou todo seu líquido na divisão entre as costas e barriga de Angélica. Ela sorriu. Não teve nem o trabalho de se limpar. Apenas repôs a camisola e tentou dormir, cheirando fortemente à sexo.

- Você não vai acreditar Gustavo. – Dizia Angélica no dia seguinte, como se estivessem conversando sobre o tempo ou a política. – O corninho foi dormir e nem percebeu o presentinho que você deixou pra ele.

Gustavo sorriu: adorava o perigo.

- E hoje quando eu acordei – continuou – Ele estava abraçado comigo, e sua porra estava toda espalhada pela mão, braço e barriga do meu Tori.

Os dois deram boas gargalhadas juntos.

- E o que você fez? – Perguntou curioso.

Ela repôs os óculos escuros e sorriu safadamente.

- Lambi tudinho, até ficar tudo limpo. Ele acordou achando que eu estava apenas provocando. Ainda disse que não dava pra transar porque tinha muita gente na casa.

Angélica riu mais uma vez e saiu. Gustavo só pensava uma coisa: “que mulher safada”.

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SINOPSE DO PRÓXIMO EPISÓDIO – DIA DOS NAMORADOS

DIA 15 DE JUNHO

Episódio especial comemorativo do dia dos namorados. Sinopse não disponível.

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Ah, aqui tem uma foto, só pra não ficar muito vazio

hehehe