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Episódio 5 – 100% Bêbados 6 06UTC Julho 06UTC 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 5 – 100% BÊBADOS

- Acho que só essas duas caixas de cerveja não vão ser suficiente. O que você acha? – Perguntou Gustavo à Sandra.

- Também acho que não.

- Eu vou comprar mais.

Ele se foi e voltou, dez minutos mais tarde com 5 garrafas de Vodka e mais uma caixa de cerveja.

- Isso não vai prestar. – Riu-se Sandra, enquanto o namorado entrava com as bebidas.

Há muito tempo eles queriam dar uma festa em casa, e finalmente tiveram a oportunidade, mas não chamariam apenas o povo de Saluttie como habitual. Queria chamar os seus velhos amigos da faculdade.

Não foi tão difícil, a maioria estava bem acessível. Foram convidados Paulo(melhor amigo de Gustavo na faculdade), o casal Vitor e Alessandra(melhor amiga de Sandra na faculdade), Deise, Felipe, Roberta, Pedro, Tori e Angélica.

Todos já estavam lá na hora combinada. Vitor e Alessandra chegaram de carro, assim como Paulo. Os outros nem precisavam andar muito para sair de uma casa até a outra. Alessandra era loira e tinha os cabelos muito longos. Usava uma blusinha preta apertada e uma saia jeans que ia até o meio das coxas. Ela era alta, mas com o salto ficava maior ainda, quase do mesmo tamanho de Vítor: um negro alto e forte, parecido com um jogador de Basquete da NBA. Paulo era atlético e um pouco mais baixo que Gustavo, seus curtos cabelos castanhos ressaltavam os olhos cor de mel.

A festa estava completa. O volume das risadas não incomodava os vizinhos porque os vizinhos estavam todos ali. Os ausentes estavam fora. Até as filhas de Angélica e Tori dormiam tranquilamente na casa de uma amiga. Tudo estava programado para ser bom.

- Como é Paulão, você não vai beber não? – Perguntou Gustavo, depois que a segunda caixa de cerveja acabou e a quarta de vodka também. O funk em altos tons os deixava ainda mais loucos.

- Não posso – Explicou ele – Vou voltar dirigindo para casa, não quero ser preso.

Todos riram muito alto. A bebida já estava os afetando.

- Pode dormir aqui. – Disse Sandra – A Ale e o Vitor vão, não é?

Eles confirmaram sorridentes.

- Tenho um compromisso amanhã e não posso faltar. Deixa pra outro dia.

- Tem leite na geladeira – Zombou Gustavo – Bebe um pouquinho.

Eles continuaram rindo.

O fato era que: Alessandra não desgrudava os olhos de Gustavo e ele não desgrudava os olhos dela. Pareciam atraídos. E era tanta cerveja, tanta vodka, tanta risada que ninguém reparava nada.

- Vou a cozinha, beber uma água. – Disse Alessandra.

- Eu te ajudo. – Ofereceu Gustavo safadamente. Olhou para Vítor para ver a sua reação, mas o homem nem parecia ter notado. Ria-se de acabar com uma piada que Pedro acabara de contar. Sandra estava tão bêbada que nem percebeu quando seu namorado levantou e seguiu a outra até a cozinha.

Mal chegaram e já começaram a se beijar. O perigo daquilo tudo deixava os dois ainda mais excitados. Gustavo encostou a mulher na pia e começou a apalpar sua bunda, enquanto esfregava o pau eu sua coxa e beijava sua boca com ferocidade. Alessandra simplesmente abrira as pernas para facilitar o trabalho.

- Aí meu gostoso. Me fode vai. – Disse ela, alto.

Ele tirou a blusinha dela e um par de seios enormes apareceu. Eles estavam seguros apenas pelo sutiã vermelho de renda que ela usava. Gustavo não demorou a tirá-lo.

Aqueles mamilos rosados apontavam para Gustavo e ele entendeu o recado. Abaixou-se e começou a chupá-los e apertá-los. Ela soltava uns gemidinhos altos, sem se preocupar se alguém ouviria. Eles ouviam as risadas vindo da sala e a voz arrastada dos homens bêbados que contavam piadas.

Sem hesitar, Alessandra tirou a camiseta de Gustavo e logo depois a calça. Ele abaixou a saia da mulher e rasgou a calcinha minúscula e vermelha com um puxão. Ela gemeu de excitação. Ficou de joelhos e tirou rapidamente a cueca do homem, aproveitando a viagem para chupar seu caralho loucamente.

Ela chupava o pau de Gustavo como uma profissional, e acariciava o seu saco com leveza. O homem fechava os olhos de tanto prazer. Ele tinha certeza que a dele não era a primeira pica estranha que entrava na boca daquela mulher. Ela era safada por natureza.

Gustavo quis retribuir. Pelos cabelos, ele puxou a mulher de volta para cima da pia e começou a passar a língua pelo clitóris de Alessandra. Ele lambia e depois descia até enfiar a língua quente na buceta da mulher. Ela gemia loucamente com aquilo e quase gozou só com o calor da língua na sua xoxota.

Os dois estavam loucos de tesão. Gustavo levantou-se e posicionou a pica na entradinha da xana de Alessandra. Eles sorriram. Então ele meteu vagarosamente, arrancando um gritinho de prazer que com certeza seria ouvido na sala.

Aos poucos, Gustavo aumentava a velocidade das estocadas e fodia com muito mais voracidade. Penetrava a mulher com muita intensidade. Ela gemia alto demais, não estava nem aí para o seu maridinho corno ou para os outros que estavam na sala. Ela queria dar tudo que tinha para Gustavo. Queria sentir sua pica arrebentá-la por dentro. Queria sentir a porra na boca e depois beijar o seu marido na boca. Queria que Gustavo soubesse o quanto aquele corno era fraco. Pedia mais, pedia mais pica em sua boceta, pedia mais força, pedia para o homem acabar com ela.

As palavras que Alessandra gritava em seu ouvido o deixavam ainda mais excitado. Virou-a de costas e continuou fodendo a sua bucetinha. Ela gemia muito alto mesmo. A música na sala era mais baixa que sua voz.

De repente, Paulo apareceu na cozinha. Ele sabia que isso estava acontecendo. O único lúcido da festa foi o único que conseguiu ouvir aquela putaria toda.

Gustavo simplesmente olhou para o amigo e continuou comendo a mulher. Paulo riu. É claro que iria se aproveitar da situação, enquanto ela era fodida por trás, ele chegou pelo lado e começou a apetar os seus peitos. Alessandra simplesmente sorriu, com os olhos semi-abertos.

Paulo tirou a pica pra fora e ela começou a chupar. Aquela visão deixou Gustavo louco. Ele, de repente, começou a bombar fortemente, fazendo um barulho estrondoso com o baque entre suas coxas e a bunda da mulher a frente. Em poucos minutos, avisou que ia gozar. Ela quis se virar para lamber tudo, mas já era tarde demais. A porra era ejetada da cabeça do seu pau, pegando-a de surpresa, e lambuzando todo o seu corpo quase virado.

- Divirta-se – Disse Gustavo para Paulo depois que a mulher limpou o seu pau gozado. Ele recolocava as roupas e voltava para a sala.

Sandra e Deise dançavam funk em cima da mesa. Pedro apalpava o rabo enorme de Angélica, pois Tori não desgrudava os olhos das duas que dançavam. Roberta tentava disfarçar, mas dava para ver claramente suas mãos entrando pela calça de Vítor e masturbando o seu caralho enorme. Felipe já dormia sentado.

- Nossa – Pensou Gustavo tonto. – Que putaria.

Ele sentou-se ao lado de Tori para observar a sua namorada e a amiga dançarem, mas estava cansado e em pouco tempo, adormeceu no sofá.

Já passavam das três da manhã e Gustavo não era o único cansado. Logo, Tori também adormeceu. Sandra dançava a tanto tempo que ficou exausta. Foi até a cozinha beber um copo de água, junto com Deise.

- Que safados! – Exclamou Sandra rindo bobamente com a amiga. Elas chegaram à cozinha e viram Paulo e Alessandra no fim de sua transa.

- Tem espaço pra mais duas? – Perguntou Deise se aproximando do homem e passando a mão por seu corpo musculoso e nu.

- Sempre tem – Respondeu ele, completamente ciente.

As duas sorriram. Sandra cambaleou até o homem e se ajoelhou para chupar o seu pau que penetrava Alessandra. Não sabia se passava a língua no saco do homem ou na vagina da mulher. Acabou decidindo por revezar. Não demorou e ele gozou metade dentro de Alessandra e a outra metade no rosto de Sandra. Deise chupava os seios da amiga.

- Ah, você não vai se livrar fácil assim da gente não, viu? – Disse Sandra.

Ela e Deise se uniram e disputaram o pau do homem com a língua até deixá-lo duro novamente. Sandra ficou de quatro no chão de sua cozinha e pediu para ele a comer. Nem reclamou quando ele enfiou direto no seu cu. Meteu devagar, depois com força e então mais rápido. Sandra chupava a buceta de Deise que se deitara sob ela. Alessandra recostara-se nua na parede e já adormecia.

- Eu sempre soube que você era uma cachorra Sandrinha – Disse Paulo – Desde a faculdade eu queria te comer.

- Sim… sou sua cachorra – Gemia Sandra sem fazer a mínima idéia do que estava falando – Fode vai. Fode.

Ele obedecia sem pestanejar. Socava forte no rabo da dona da casa enquanto o namorado dormia na sala.

Roberta apareceu também e não tardou a exigir ser fodida também. Comeu o cu de todas elas. Não esperava o seu gozo para trocar a mulher, esperava apenas um sinal de que elas já estavam satisfeitas.

Após meia-hora de muita pica no cu e muitos orgasmos femininos, Paulo gozou novamente. As três se juntaram que nem cachorrinhas para receber o jato de porra em sua cara, e quando veio, elas ficaram incrivelmente felizes e lambiam o rosto uma da outra para recolher o leite derramado.

Sandra ergueu-se nua e voltou para a sala. Angélica dormia com a mão na pica mole de Pedro, que também dormia. Inteligentemente, ela guardou o brinquedo de Pedro e colocou a mão de Angélica em um lugar menos suspeito. Cutucou Gustavo, que acordou ainda sonolento.

- O que foi? – Perguntou.

- Vamos para cama.

Os dois foram abraçados dormir em sua cama. Ele nem percebeu que Sandra estava nua.

Paulo carregou Alessandra nua até o quarto de hóspedes e a deixou lá. Quanto aos outros, eles que se virassem na manhã seguinte: ele estava indo para casa, pois dali a seis horas estaria no aeroporto com sua esposa. Partiriam para a lua-de-mel no caribe. Antes de sair olhou para trás e viu todos dormindo. Algumas mulheres nuas, alguns homens com o pau pra fora. Sorrindo, ele saiu sorrateiro, ligou o carro e se foi.

SINOPSE DO EPISÓDIO 6 – Bom e velho amigo

DIA 14 DE JUlho – Segunda Feira

* Um velho amigo de Gustavo tem a fantasia de ver sua mulher dando para outro em sua frente. Gustavo rapidamente se torna um voluntário para realizar a fantasia do amigo. Ele faz de tudo com a morena gostosa e safada que há muito tempo queria alguém para fudê-la.

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