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Episódio 4 – Em boas mãos 29 29UTC Junho 29UTC 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 4 – EM BOAS MÃOS

- Sandra, fica aqui comigo, por favor. – Suplicou Gustavo

- Não posso amor – Suspirou tristemente – Eu já prometi a Deise que iríamos ao shopping. Já estou adiando há semanas.

- Mas, Sandra, eu não vou conseguir cuidar dessas crianças sozinho.

Ela sorriu com a preocupação do namorado.

- Elas não são crianças, já têm quase dezessete anos.

Sandra hesitou. Lembrou-se de Roberta falando da menina de dezessete anos que deu em cima de Pedro. Será?

Não, pensou por fim, as filhas de Tori se Angélica são tão certinhas.

- Elas não vão dar trabalho, você vai ver. – completou segura do que estava dizendo.

Os dois achavam desnecessário deixar as filhas de dezesseis anos com os vizinhos, mas Tori era extremamente super-protetor e a amizade de Sandra com Angélica não a deixava recusar. Ele ia passar o dia fora com a mulher e não queria deixá-las sozinhas. Ao que se parece, as gêmeas preferiram ficar com Gustavo a passar um dia na igreja com Rogério e sua família.

Gustavo estava nervoso para o dia seguinte. Avisara a Tori que suas filhas estavam grandes demais para isso, mas o homem simplesmente o ignorou. Angélica também era contra, mas nada tirava isso da cabeça de Tori.

Como sairiam de madrugada, as gêmeas chegaram à casa de Gustavo e Sandra ainda na noite de sábado.

- Vocês podem ficar no outro quarto indicou Sandra às duas garotas. – Elas, que havia tomado banho em casa, foram direto para lá cumprimentando os vizinhos.

Aquela primeira parte seria mais fácil, pensou Gustavo, pelo menos tinha Sandra para ajudar e elas estariam dormindo a maior parte do tempo.

As duas saíram do quarto apenas para comer, tomar banho, escovar os dentes e voltaram à seu aposento.

- Não demora Sandra – Despediu-se Gustavo baixinho no dia seguinte.

- Tudo bem, vou voltar o mais rápido que eu puder.

- Tchau Sandra – Falaram as duas em uníssono.

Gustavo olhou automaticamente para as garotas sorrindo com a despedida, elas retribuíram o sorriso.

Não foi proposital, jurou Gustavo em sua cabeça. Não pode deixar de reparar o quanto aquelas duas garotas se pareciam com a mãe; o quanto aquelas roupas típicas de um domingo em casa ressaltavam suas curvas já tão bem definidas. São só crianças, pensou Gustavo.

Ele saiu e foi para a cozinha beber uma água e refletir.

- Gu – Chamou um delas lá da sala. – Trouxemos alguns filmes, vamos assistir?

- Vamos – Gritou em resposta, dirigindo-se de volta à sala.

- Que filmes vocês trouxeram? – Perguntou.

- Não sei – Respondeu Karina com um sorriso – Só pegamos um monte de CDS sem capa que estava na estante do meu pai.

Gustavo estranhou aquilo, mas não quis comentar nada.

- Que tal uma pipoca?

- Seria ótimo.

Os três foram para cozinha e se divertiram muito fazendo a pipoca.

Está mais fácil do que eu esperava, pensou Gustavo, elas já são tão crescidas.

Dessa vez não foi sem querer. Ele olhou para aquelas bundas que se mexiam de forma igual a da mãe, enquanto brincavam com a água da torneira e umas vasilhas que serviriam para colocar a pipoca. Gustavo não sabia o porque, mas tinha a impressão de que elas estavam se molhando demais. Quando fecharam a torneira e se viraram sorridentes, ele viu as formas de seus mamilos sob as camisetas regata brancas, idênticas: ambas estavam sem sutiã.

- Vamos – Convidou Gustavo envergonhado. Elas despejaram a pipoca nas vasilhas e foram para a sala, com ele.

- Eu vou tomar um banho antes. – Disse Carolina – Podem ir colocando o filme.

Ela saiu deixando o Karina a sós com Gustavo.

- Escolhe um deles.

Gustavo viu um monte de CDs idênticos e escolheu um aleatoriamente.

- Posso fechar a cortina? – Perguntou a garota com um sorriso enorme. – Assistir filme no escuro é melhor.

O homem assentiu. Ela foi correndo e fechou as cortinas. Aproveitou a viagem e trancou a porta também, sem que Gustavo a visse.

Dirigiu-se ao DVD e colocou o CD nele.

Não foi preciso menos de alguns segundos para que os olhos de Gustavo se arregalassem: a tela não foi para o menu, nem para os trailers: começou direto com um negão enrabando uma loura que gemia alto.

- O que é isso? – Perguntou Gustavo surpreso.

Karina sorria.

- Você se importa?

Ele teve vontade de falar ‘sim’, mas não falou:

- Eu não posso fazer isso – Falou com medo enquanto ela se aproximava. – Vocês são menores de idade ainda.

- Mas ninguém precisa ficar sabendo, Gu. – Replicou.

Ela andou até ele e o abraçou, beijando sua boca. Nesse momento, a sua irmã, Carolina, sai do banheiro só de toalha.

- O que? – Perguntou – Começaram sem mim?

Ela tirou a toalha, revelando o seu corpo jovem e bem definido. Seus seios durinhos pularam para fora como se há muito tempo quisessem tal liberdade. Gustavo viu aquela boceta rosada e apertada. Era quase um convite.

Ele sabia que o que estava fazendo era muito errado, mas a iniciativa foi delas e não dele. Mesmo sabendo que não mudava nada, pensar isso dava um sensação de conforto. Não demorou a se soltar. Ainda mais com os gemidos altos da loura na TV.

- Sonhávamos com isso há muito tempo. – Disse Karina, agora tirando a camiseta também. – Desde que vimos você e mamãe na chácara do papai.

Carolina tirava a camiseta de Gustavo enquanto a irmã beijava a barriga e o peito do homem.

Ele finalmente aceitou que não teria mais volta.

- É isso que vocês querem não é? – Disse ele safadamente. – Então vocês vão ter o que merecem.

Elas sorriram ao mesmo tempo. Ele achou aquilo demais.

Beijou Carolina e apalpou seus seios durinhos, enquanto Karina abaixava a bermuda e a cueca de uma vez, revelando um pau muito duro.

- É lindo. – Murmurou a moça segurando e lambendo a pica do vizinho.

A mão de Gustavo foi direto para a boceta de Carolina e começou a massagear seu clitóris, tirando gemidos de sua boca.

- Vocês são tão safadas quanto a mãe de vocês. – Falou.

Elas pareciam orgulhosas.

- Não – Disse Karina, tirando a boca do caralho e subindo pra cima dele – Nós somos mais.

Era só o que estava faltando para Gustavo se liberar de vez. Pegou a menina com as duas mãos e a puxou para si, posicionando-a sobre seu pau.

Lentamente, ele foi enfiando a pica naquela garota. Ela gemia enlouquecida. Colocou até só sobrar as bolas do lado de fora. Com as mãos, abriu a bunda da garota e disse para a irmã:

- Vai lá deixar esse cuzinho molhadinho.

Ela foi e começou a lamber o cu da irmã. Enquanto ela lambia, Gustavo metia devagar o pau na boceta da outra. De vez em quando, a língua de Karina errava a mira e passava nas bolas de Gustavo, deixando-o louco. Ela não demorou a perceber isso, e passou a errar de propósito.

Ele resolveu brincar um pouco. Tirou seu pau de Carolina e mandou-a tirar a bermudinha da irmã. Ela obedeceu sem reclamar. Agora os três estavam nus.

Ele mandou Carolina deitar no sofá com as pernas abertas para Karina passar a língua por seu clitóris, de quatro, com Gustavo a fodendo por trás.

As gêmeas adoraram a idéia. Dali poucos minutos Carolina já gemia com a língua da irmã passeando sobre sua boceta, Karina enlouquecia-se de prazer com a pica de Gustavo a penetrando, e o homem se divertia ao ver as duas naquelas posições.

Ficaram assim por um longo tempo, quando as garotas resolveram trocar de posição, mas Gustavo queria algo mais. Mandou Karina buscar o lubrificante em seu quarto e Carolina ficar de quatro com as mãos apoiadas no sofá. As duas obedeceram apressadas.

- Eu vou arrombar esse teu cu virgem mocinha. – Falou Gustavo segurando os cabelos de Carolina, de quatro.

Ela abriu um sorriso de puta e disse:

- E quem disse que ele é virgem?

O pau de Gustavo latejou ao ouvir isso. Karina voltava com o lubrificante, e em pouco tempo já passava pelo cu da irmã e pelo pau de seu vizinho.

Ele posicionou e enfiou com cuidado. A garota gemeu de dor e prazer. Instruiu Karina a retribuir o sexo oral que irmã lhe fizera. Enquanto ela “mamava” na boceta da irmã, sentia as bolas de Gustavo quicarem em seu queixo, deixando-a muito excitada.

Aquele era o cu mais delicioso que Gustavo já comeu. Apertadinho e relaxado. Sentia muito tesão e por isso, metia forte no rabo daquela garota. Carolina gemia mais que a mulher do filme pornô que ainda passava. Ela gritava pedindo mais rola, mais pica, mais pau. Gritava pedindo para que ele a tratasse como uma puta. Gritava que ia gozar na boca da irmã.

Gustavo aumentou o ritmo das estocadas e não demorou a gozar na bunda da menina. A irmã não demorou nada a vir limpar todo o leite quente que o vizinho derramou na bunda da Carolina.

Eles foram tomar banho. As gêmeas limpavam juntas a tão sonhada pica de Gustavo. Logo, já se agachavam e lambiam aquele caralho mole, que já estava começando a voltar à ativa.

As duas revezavam o boquete em Gustavo. Enquanto uma chupava, a outra passava a mão sobre a boceta, revelando intenso prazer naquela sacanagem. Eles voltaram para sala e o homem já estava pronto para outra, agora era a vez de Karina. Ela se posicionou de ladinho e ele entendeu o recado. Meteu na boceta da menina e começou a bombar forte. Enquanto era comida pelo vizinho, Karina tinha os peitos sendo chupados pela irmã.

As coxas de Gustavo pressionavam a parte de trás da bunda de Karina, enquanto sua pica penetrava fundo na xoxota da garota.

- A mãe de vocês ia ficar orgulhosa em ver as putinhas que tem em casa. – Disse Gustavo metendo ainda mais rápido e forte.

Então, de repente, o telefone começou a tocar: era Sandra. Ele teve uma idéia: mandou as duas se beijarem.

- Silêncio.

Sem parar de meter, ele atendeu.

- Oi amor.

- Oi Sandrinha.

Sua pica penetrava a boceta da filha do vizinho. Ela beijava a irmã gêmea na boca, enquanto ele falava com a sua namorada.

- Como está aí? – Perguntou preocupada.

- Ótimo. – Respondeu sorrindo.

As duas também sorriram. Deduziram o que Sandra havia falado e agora se agarravam com mais intensidade, soltando gemidinhos leves de prazer.

Sandra fazia várias perguntas enquanto as garotas se agarravam e a pica de Gustavo fodia Karina.

- Já comeu, meu amor?

- To comendo agora.

Ele não pode deixar de rir com aquilo. Aumentou o ritmo e a força das estocadas em Karina, e pediu para a Carolina abrir as pernas da irmã para facilitar a penetração.

- O que é isso? – Perguntou Sandra – To ouvindo um barulho estranho.

- Nada não amor. Você demora pra vir?

- Um pouco. Tudo bem?

- Tudo.

- Ótimo, beijos, tchau.

- Tchau.

Karina já havia gozado bastante. Sabia disso pois a sua irmã conseguia passar a língua sobre aquela boceta que abria e fechava com a entrada do caralho. Ela saía de lá com a boca branca de porra feminina.

- Que delícia mana. – Falou fechando os olhos e saboreando.

Ao ouvir isso Karina gozou mais uma vez. Ele tirou o pau da boceta dela. Pegou as duas pela mão e as levou para a poltrona. Ele sentou e as duas começaram a disputar cada centímetro daquela pica com a língua. O telefone tocou novamente: dessa vez era Tori.

- Olá Gustavo, como estão as meninas?

- Ótimas. Elas estão em boas mãos – Disse ele, olhando para baixo e vendo as duas mamando em seu pau como duas putas.

- Eu só queria falar pra você não se esquecer de dar leite para elas. Faz parte da dieta.

- Quente ou frio? – Perguntou Gustavo rindo da situação.

- Quente. – Disse.

Elas agora misturavam um beijou e um boquete. As duas línguas circulavam pela cabeça do pau de Gustavo

- Tudo bem Tori, vou enchê-las de leite quente agorinha.

Obviamente ele não entendeu o que Gustavo quis dizer, porque riu bastante.

- Obrigado.

E desligou.

- Seu pai quer que eu dê leite quentinho pra vocês. – Disse Gustavo a elas. – Já que ele insiste.

As duas deram boas gargalhadas. Gustavo se levantou e as duas ajoelharam-se e estenderam as línguas, como duas cachorras idênticas. Ele se punhetava rapidamente e não demorou a despejar a porra quente no rosto das duas, que lambiam os beiços agradecidas.

- Que leite gostoso! – Exclamou Karina – Vou querer mais.

- Você vai ter – Falou Gustavo segurando a cabeça dela e mergulhando aquela boquinha jovem em seu pau cheio de porra – Sempre que quiser.

SINOPSE DO  EPISÓDIO 5 – 100% bêbados

DIA 6 DE JUlho

* Sandra e Gustavo dão uma festinha e convidam apenas as pessoas mais próximas. Com muita cerveja, logo, todos vão ficando muito bêbados, exceto Paulo, um amigo de Gustavo que veio de carro, e por isso não bebeu. Gustavo come uma amiga de Sandra na cozinha e logo depois pega no sono. Enquanto os maridos dormem, as mulheres aproveitam para transar com Paulo.

Comentários»

1. Gu - 3 03UTC Julho 03UTC 2008

Bom este ultimo conto, mas ficaria melhor se tivesse mais perigo nas transas.