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Episódio 2 – A festa 8 08UTC Junho 08UTC 2008

Posted by saluttie in 1ª Temporada, Episódios.
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SALUTTIE

1ª TEMPORADA

EPISÓDIO 02 – A FESTA

O fim de semana chegou ensolarado em Saluttie. Como de costume, grande parte dos moradores se reuniam na área do condomínio com direito a pagode, samba, cerveja e muita conversa a ser posta em dia.

Sandra contava à Deise, a sua melhor amiga, como conseguira o seu novo emprego. Elas trocavam boas risadas daquilo tudo, mas tiveram que parar, pois Roberta e Angélica se aproximavam.

- Olá meninas. – Disse Angélica.

As mulheres se davam muito bem, mas não tinham intimidade para contar os segredos eróticos.

- Olá.

As duas puxaram uma cadeira e formaram um pequeno grupo. Do outro lado, os homens, como sempre, bebiam e falavam de futebol e mulher.

Era muito animado ficar ali junto com os vizinhos jogando conversa fora. O clima sabadeiro atingia a todos. Tori então, chamou a todos e anunciou:

- Amanhã darei um churrasco em uma chácara que eu tenho. Apenas uma reuniãozinha de amigos. Estão todos convidados.

- E onde é essa tal chácara? – Perguntou Rogério.

Tori explicou a todos o endereço e a maioria concordou em ir.

- Levem roupas de banho. Tem uma piscina muito boa lá.

Deise se animou. Adorava se mostrar.

- Nós vamos. – Disse Gustavo abraçando sua namorada.

No dia seguinte eles estavam muito animados. O clima estava quente. Perfeito para um churrasco com piscina. Gustavo colocava as coisas na mochila quando Sandra apareceu de biquíni:

- O que achou?

Era roxo e pequeno. Ressaltava perfeitamente as boas formas da mulher.

- Você está linda. – Exclamou Gustavo abandonando o que estava fazendo e indo beijar a namorada.

Com um sorriso safado ele passou a mão na bunda dela e a segurou.

- Hoje a noite a você vai se ver comigo.

- Hoje a noite? – Perguntou enquanto passava a mão por seu peito e descia até o seu pau.

Eles se animaram. Gustavo desceu sua boca até os seios da mulher, tirando o seu biquíni. Já estavam até subindo no sofá quando eles ouvem uma voz e alguém batendo na porta.

- SANDRA.

Era Deise.

A amiga iria com eles para a chácara de Tori.

Decepcionados, eles se recompuseram e prometeram foder muito quando chegassem. Sandra abriu a porta. Ela, Cláudia, Felipe, Bruno os esperavam.

- Ainda não estão prontos? – Perguntou Cláudia cumprimentando a amiga e entrando para cumprimentar Gustavo.

- Estamos quase lá.

Felipe deu uma bela olhada em Sandra antes de cumprimentá-la com um beijo na bochecha.

- Você está linda. – Comentou deixando a mulher corada.

- E aí Guto, tudo bem? – cumprimentou Felipe entrando.

Felipe era muito amigo de Gustavo. Conheceram-se através de um amigo em comum da faculdade. Ajudaram-se em alguns problemas e passaram a ser grandes parceiros. Eles se abraçaram.

- Eu to bem, e você?

- Ótimo.

Pouco tempo depois e eles já saiam pela porta em direção ao carro de Gustavo. Sandra “cobrira-se” com um shortinho branco e uma camiseta regata semi-trasparente.

Seguiram todos os caminhos indicados por Tori até chegarem, meia hora depois, a uma grande chácara praticamente fora da cidade. Antes de entrarem, souberam que o dia seria muito divertido.

Muitos carros já estavam estacionados. Algumas pessoas tomavam banho na piscina e um grupo de homens jogava futebol no campo. Alguns mais velhos bebiam cerveja, comiam e conversavam na área coberta. Tori e Angélica estavam lá.

Aproximaram-se deles e cumprimentaram os amigos. Gustavo não pôde deixar de reparar no quanto Angélica estava gostosa. Usava um biquíni amarelo que deixava seus duros mamilos ressaltados. A parte de baixo era (por não ter palavra melhor) minúscula se comparada aos seus quadris enormes. Os óculos escuros da mulher deixavam os olhos levemente a mostra. Gustavo percebeu que ela o encarava e não hesitou em sorrir.

A noite chegou em um piscar de olhos. Logo, a maioria estava “mais alegrinha” por causa da bebida. As mulheres ainda mantinham o biquíni molhado da piscina. Todos falavam alto.

- Amor – Disse Angélica a Tori. – Eu acho que vou dormir. Estou um pouco cansada.

Ele nem deu atenção.

A mulher se foi. Gustavo reparou no considerável sorriso da mulher ao olhar para ele. Não podia perder a chance. Sandra já havia desaparecido há um tempo com Deise e Claudia. Provavelmente estavam tendo uma conversa de mulher.

Levantou-se cautelosamente e a seguiu sem que ninguém percebesse. Angélica entrou no banheiro (meio afastado), claramente ciente de que alguém a seguia. “Esqueceu-se” de trancar a porta.

- Olá. – Disse Gustavo na arco de entrada do banheiro.

Angélica fingiu um susto. Já estava sem a parte de cima.

- Nossa, que vergonha! – Exclamou com o braço sobre os seios, tornando-os ainda mais provocantes.

Ele riu. Entrou no banheiro e fechou a porta por dentro.

- Estava com saudades de você. – Comentou, antes de segurar sua cintura e puxá-la para um caloroso beijo.

Gustavo e Angélica já transaram em outras ocasiões, mas não eram amantes fixos. Foram raras às vezes em que tiveram a oportunidade, mas não desperdiçaram nenhuma delas.

Os seios de Angélica pulavam, tal a agressividade do beijo. Já não se preocupava mais em escondê-los: usava suas mãos para agarrar e arranhar.

Todos os cinco dedos da mão direita de Gustavo pousaram sobre a bunda macia da mulher. A apertava como se fosse uma almofada. Estapeou-a uma vez. Duas. Três. Ele gostava de fazer isso.

Mas não tinham tempo para brincadeiras. Teriam de ser rápidos. Gustavo colocou a mulher sobre a pia baixa. Por sorte, suas cinturas emparelharam. Ela riu.

- Acaba comigo meu gostoso.

Ele não demorou a obedecer. Abaixou ligeiramente a sunga. Era excitante transar usando alguma roupa. Gustavo pegou na mão de Angélica e levou-a até seu biquíni. Ela sabia o que fazer: puxou-o para o lado, revelando uma xoxota rosada e molhada.

Ele enfiou devagar, com cuidado, mas logo aumentou o ritmo. As estocadas faziam Angélica tremer sobre a pia. Agarrou-se a ele para se equilibrar melhor. O homem segurava as cinturas curvilíneas com força. Logo, passou a apalpar seus seios.

A mulher gemia sem pudor. Parecia não ter tido uma boa transa há muito tempo. Pulava enlouquecidamente sobre o pau de Gustavo. Sentia seu membro penetrar-lhe com força e delirava. Adorava aquelas mãos grandes em seus seios.

Gustavo avisou que ia gozar. Ela saiu de cima dele e terminou a transa com um boquete muito bem pago. A porra escorria por seu rosto, enquanto ela sorria.

Distante dali, na floresta além do campo de futebol, se encontrava Sandra. Ela não estava tendo uma conversa de mulher. Ela não estava nem com outra mulher. Encontrava-se ali, grudada em uma árvore, nua, com Felipe a sua frente, comendo-a.

- Ai meu Deus, que delícia vai, ahhhhh…

Sandra gozou, e não foi a primeira vez que fez isso aquela noite. Ela sentia o corpo atlético de Felipe encostar-se ao dela e pressioná-la com prazer. Agarrava-se a ele e facilitava o seu trabalho, mas ela queria mais. E ele sabia disso:

- Eu quero no cú – Disse ela sem pensar – Eu quero no cú.

Felipe a libertou. A mulher caiu no chão.

- Eu vou dar o que você quer, cachorra! – Exclamou dando um tapa forte em sua bunda.

Ela se alegrou, adorava sexo anal.

O homem segurou-a pela barriga e puxou-a para cima, deixando-a de quatro. De quatro: a posição preferida das cachorras como Sandra.

Ele cuspiu na mão e passou sobre a entrada anal da mulher. Com as duas mãos, ele abriu caminho. Sandra se sentia indefesa, estando de quatro e com o cú desprotegido. Sentia como se a qualquer hora alguém fosse invadi-la, e essa sensação a fazia sorrir.

Felipe aproximou seu pau moreno do cú da mulher de seu amigo. Enfiou-o vagarosamente, enquanto ela dava alguns gemidos de prazer e dor. Deixou lá um tempo para que ela se acostumasse, e então começou.

O vai-e-vem veloz de Felipe levava Sandra ao delírio. Ela se apoiava no chão, mal se agüentando, enquanto o melhor amigo de seu namorado enrabava-a como se ela fosse uma puta. Ela gostava de pensar que era. Ele também.

As mãos de Felipe, inicialmente encaixados nas covinhas das costas de Sandra, agora subiam e encontravam o seu ombro. Usava as mãos para pressioná-la em direção ao seu caralho. Logo, estava puxando seus cabelos. Quanto mais forte ele metia, mais forte puxava os cabelos dela.

Felipe aumentou a velocidade das estocadas até inundar o cú de Sandra com muita porra. Quando tirou a pica mole de dentro dela, o homem ainda puxou os seus cabelos e a fez limpar o caralho com a boca. O que ela fez de muito bom grado.

Voltaram para a casa, onde a noite estava apenas começando.

Sandra encontrou Deise e Claudia, e essas não demoraram a querer uma “verdadeira” conversa de mulher. Revelaram à amiga tudo que fizeram com os amigos casados de Tori.

- Nossa amiga, ele me pegou forte e mamou nos meus peitos. Depois ficava esfregando aquela pica grossa por baixo da sunga na minha perna, eu fiquei toda molhada só de sentir. Chupei aquela rola até ele gozar na minha cara. E quanta porra. Me lambuzei todinha. Aí ele me pôs de quatro e meteu em mim até eu não agüentar mais. Eu já estava exausta e ele ainda não tinha nem começado. Tirou da minha buceta e enfiou no meu cu. Me enrabou tanto que achei q não ia mais conseguir fechar de novo. Deixou a minha bundinha toda relaxada. Ainda gozou nos meus peitos depois…

- Eu passei o pé na pica dele por debaixo da mesa e o safado, na maior cara de pau começou a me comer com os olhos, na frente da mulher. Fingi que ia pegar uma cerveja e ele veio atrás. Mal tive tempo de beijá-lo e ele já enfiava aquela rola em mim. Ele me empurrou na pia e me fez debruçar sobre ela. Afastou o meu biquíni e me comeu. O safado não tirava a mão dos meus peitos. Deu muitos tapas na minha bunda, e só não comeu meu cú porque não ia dar tempo. Mas antes de a gente ir embora, eu dou o meu rabo pra aquele macho gostoso…

Sandra ouvia tudo, muito excitada, depois ainda contou o que ela mesmo fizera.

Gustavo observava a esposa de longe. Ainda estava excitado. Queria mais. Foi, silenciosamente, ao quarto onde Angélica dormia com uma camisolinha muito leve e que marcava o seu corpo. Ele a acordou com uma pica na boca.

Em pouco tempo eles já estavam novamente nus e a pica de Gustavo entrava vagarosamente pelo cú de Angélica apoiada com as mãos na cama e os pés no chão. Ela gemia, agora mais silenciosamente, mas mal podendo se conter. Rebolava no caralho de Gustavo muito excitada.

Ele a virou e a colocou de lado na cama. Angélica levantou um pouquinho a perna para que ele entrasse melhor. Funcionou. Gustavo continuou se deliciando com a bunda enorme da anfitriã da festa. Apalpava, apertava, batia, e a mulher pedia sempre mais. E sorria ao falar:

- Meu cú não merece ser daquele corno. Ele tem que ser todo seu.

Isso era verdade. Uma bunda como aquela não poderia ser desperdiçada. Deveria ser penetrada o máximo possível e, de preferência, pelo maior pau possível. Nesse momento, o maior era o de Gustavo.

Ele aumentou a velocidade, indicando que estava perto de gozar. Antes de fazer, tirou o pau e despejou todo seu líquido na divisão entre as costas e barriga de Angélica. Ela sorriu. Não teve nem o trabalho de se limpar. Apenas repôs a camisola e tentou dormir, cheirando fortemente à sexo.

- Você não vai acreditar Gustavo. – Dizia Angélica no dia seguinte, como se estivessem conversando sobre o tempo ou a política. – O corninho foi dormir e nem percebeu o presentinho que você deixou pra ele.

Gustavo sorriu: adorava o perigo.

- E hoje quando eu acordei – continuou – Ele estava abraçado comigo, e sua porra estava toda espalhada pela mão, braço e barriga do meu Tori.

Os dois deram boas gargalhadas juntos.

- E o que você fez? – Perguntou curioso.

Ela repôs os óculos escuros e sorriu safadamente.

- Lambi tudinho, até ficar tudo limpo. Ele acordou achando que eu estava apenas provocando. Ainda disse que não dava pra transar porque tinha muita gente na casa.

Angélica riu mais uma vez e saiu. Gustavo só pensava uma coisa: “que mulher safada”.

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SINOPSE DO PRÓXIMO EPISÓDIO – DIA DOS NAMORADOS

DIA 15 DE JUNHO

Episódio especial comemorativo do dia dos namorados. Sinopse não disponível.

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Ah, aqui tem uma foto, só pra não ficar muito vazio

hehehe

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